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Meu pai realizou seu desejo

  • Publicado em: 20 de setembro de 2017 14:18
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

MEU PAI REALIZOU O SEU E O MEU DESEJO, TRANSAMOS.

Meus se separaram a um bom tempo, eu e minha irmã Cleide ficamos com mamãe. Sou Marlene e estou fazendo cursinho, espero ser engenheira. Adoro a natureza e por costume dos meus pais de acamparem, isso se tornou meu divertimento predileto. Sempre vamos com mamãe, mas depois da separação não tinha ido com papai, acho que porque ele arrumou uma nova mulher, bem nova mesmo, ele merecia, era um gatão sarado. Um final de semana ele ligou.
– Oi Ma! Como está meu amor? Ele sempre me chamou carinhosamente assim.
– Oi paizão que saudades, sumiu. Estou bem, fora a saudade de te abraçar.
Conversamos uns minutos e ele disse.
– Tem ido acampar?
– Já faz tempo que não, o curso está puxado.
– Que tal refrescar a cabeça este final de semana e ir para o pantanal, saio sexta a noite, vamos.
Fiquei temerária, não queria estar com essa nova mulher, seria estranho, não aguentaria ver os dois juntos, teria ciúmes, sempre tive uma queda por ele.
– Acho que não, não seria legal.
– A Carmem estará indo para o rio em visita aos pais, vamos só eu e você. Quase gritei e ele deve ter notado.
– Vamos sim, a que horas mesmo. Ele riu do outro lado da ligação e disse.
– Vamos no voo das 22 horas, já comprei a passagem, sabia que iria.
Foi um voo rápido e passamos aquela noite na cidade, cedo partimos de carro, ele tinha um trabalho para ver no meio da viagem. As quatorze horas eu já estava de bermuda sentada com os pés na água, ele acabava de arrumar as barracas.
– Cuidado com o jacaré. Gritou. – Tira o pé da água.
– Tem jacaré não, mas já vi umas piranhas. Ele. – Isso é o que mais tem, na água e na terra. Ele era espontâneo e brincalhão e nesses meses que não nos vimos ele ficou mais gato ainda, começava a aparecer uns cabelos grisalhos, estava lindo.
– Aqui acho que só na água. Ri e levantei voltando para a barraca, ele não esperava e estava mijando perto de uma arvore, nada vi mas isso me deu um desejo maluco e disse.
– Ai não é lugar porcalhão, vai juntar formigas. Ele se assustou e virou com ela ainda para fora, nesse aperreio molhou a bermuda e disse.
– Garota sapeca, veja o que fez. Bateu a mão no local e eu disse.
– Não se importe, nem aparece, deixa eu ver. Já estava do seu lado, passei a mão encima e disse. – Não foi nada menino mijão. Ele riu gostoso e me abraçou e deu muitos beijos no meu rosto.
– Você está cada dia mais linda, mais mulher, já se apaixonou?
– Que nada, não me interessa no momento. – Ela tem feito bem para você. Uma alusão a nova companheira.
– Ela é gente boa, tem que conhece-la, vão se dar bem. Dentro daquele abraço eu senti seu corpo másculo e quente, arquei minha cabeça para traz e isso fez colar mais ao seu corpo, senti aquele volume me apertar e sem pensar beijei os lábios dele e sem dar tempo de reagir.
– Quero me dar bem com você, ela é só sua. Se não levar a mal prefiro só falar de nós. Beijei novamente e sai do abraço dizendo. – Viemos aqui para pescar ou para falar da sua gata. – Vamos logo quero ver se ainda sabe armar uma vara. Rindo sai puxando ele, na barranca eu parei e ele me abraçou por trás.
Ficou assim quieto, eu senti seu coração acelerado, quebrei o momento.
– Este lugar é lindo, um paraíso que gostaria de ficar aqui para sempre.
Arrepiei com o beijo no ombro. – Adoro este lugar que sempre me deu alegria e prazer. Beijou mais para perto do pescoço, senti o volume na minha bunda, arrepiei toda e ele disse. – Vejo que gostou do beijo, arrepiou. Suas mãos estavam logo abaixo dos meus seios, desejei que tocasse neles, coloquei minha cabeça no seu ombro e virei o rosto, ele estava sério, não afrouxou o abraço. Seus lábios tremeram quando tocaram nos meus, me virei dentro daquele abraço, com meus braços o trouxe para mais perto, foi um longo beijo cheio de desejo e amor. Não tinha mais clima para pescaria e nem para palavras, suas mãos subiram por dento da blusa e chegaram aos seios que estavam soltos, foi uma caricia nos mamilos que me levou a um gostoso gemido e comentário.
– Do jeito que sempre sonhei. Me calou com um beijo enquanto minha camisa era jogada no chão, beijou meus seios e mamilos.
– AAAiiiii paiii, Ufa que gostoso, aaaaauuuuuaaaa….
Ele me carregou nos braços e voltamos para dentro da barraca, os mosquitos estavam nos comendo, me deitou e desceu me beijando ao mesmo tempo que desfez da minha bermuda, apreciou meu corpo jovem e bem feito, suspirou fundo.
– Você é maravilhosa como imaginava. Arranquei sua camisa e ele desfez da calça, admirei aquele pacote que parecia querer estourar a cueca. Abaixei para que ele se soltasse, era grandão e a cabeça vermelha, segurei, estava quente e saia uma gala do furinho, passei o dedo e leve na boca. A barraca ficou pequena para nossos desejos, ele me deitou e caiu de boca na minha bucetinha que antes de vir tinha raspado. Sua língua invadia meu corpo tirando gemidos e gritos de prazer, gozei, gozei muito na sua boca. Ele me deu a vez, acarinhei aquele cacete que me deu vida, amei beijar e chupar, fiz um boquete alucinante que logo o levou ao extremo.
– Faz faz mais meu amor faaaazzzz asssimmmm. Explodiu sua porra na minha boca, engasguei, mas nada deixei perder.
Nosso beijo falava de muita tesão e o cacete dele demonstrava que era mesmo isso que ia acontecer, seu corpo passou para cima de mim, ele ergueu minhas pernas e senti a cabeça roçar minha buceta. Empurrei o quadril para cima, queria logo aquela pica. Ele ajeitou e seu membro foi entrando buceta adentro, gozei só em sentir ser invadida.
– Paizinho que cacete maravilhoso, aaaiiii que coisa boa, põe fundo pai põe. Ele fez meu desejo e seu vai e vem logo fez chegar em uma deliciosa e mais outra e mais outra gozada. Suados ficamos deitados lado a lado até recuperar o folego, ele passou a mão limpando o suor da minha face, me beijou gostoso.
– Era você quem eu queria, me senti sujo quando disse isso a sua mãe, ela chorou muito e pediu que eu fosse embora, fui para tentar esquecer essa loucura. Me beijou novamente vendo minha cara de espanto. – Mas não consegui.
– Você me desejava desde quando? Novo beijo. – Lembra quando a gente vinha aqui e você sempre deitava do lado que eu gostava de ficar para dormir, seu corpo juntinho do meu me enlouquecia. Olhou dentro dos meus olhos. – Você ficava colada comigo de conchinha, fazia de propósito.
– No começo não, mas um dia eu estava louca de tesão e ao deitar senti que seu cacete endureceu, você desencostou e logo eu encostei novamente, lembra desse dia?
– Então foi nesse dia que começou o seu desejo por mim, pois eu já sentia quando estava com desejo, meu cacete sabia, enlouqueci com isso, e me calei partindo. Poderia ter dito a você por que estava indo embora, mas sua mãe impediu.
– Foi melhor assim, eu era muito jovem, sofri essa ausência do seu corpo, mas cresci e posso agora dizer que este foi um momento maravilhoso e que era assim mesmo que desejava. – Agora entendo o significado e a diferença entre o amor, sou apaixonada por você paizinho. Nos abraçamos e beijamos muito. O sol já estava indo, corremos para nos banhar na prainha e tinha um tucunaré fisgado no meu anzol. Fizemos ele de isca e deixamos as varas armadas. Essa noite não transamos mais, nossos corações estavam silenciosos e felizes. No dia seguinte pescamos e nos divertimos como nunca, a noite tomamos vinho com iscas de peixe empanado, namoramos muito e transamos mais ainda e eu pedi.
– Encosta ela na minha bunda. Ele sorriu. Me virei, me abraçou e falou. – Quer pensar naquele dia, esse era o seu desejo.
– Sim eu deseja ela na minha bunda, mas não sei se quero dentro, pode me machucar. Ele passou a cabeça várias vezes no meu buraquinho, meteu o dedo na minha buceta e transferiu para la a lubrificação, foi forçando e ajeitando, chorei, mas não consegui aguentar.
– Não vai, está doendo muito, deixe só ai deixe mais um pouco, caralho como dói arrebentou uma pregas. Ri e ele foi punhetando até esporrear na entrada do me cu.
– Ai pai que gostoso esse leitinho quente. Me esfreguei naquele cacetão e deixei que entrasse mais uma vez na buceta, pois ele ficou louquinho de vontade pelo meu rabo. Foi uma super e demorada gozada.
– Você agora será só minha ou tem alguém mais?
Beijei gostoso e disse sorrindo. – Você será só meu ou terá mais alguém?
Ele tirou o cacete de dentro já estava amolecendo.
– Quero você e se pedir deixo ela.
Amei aquilo, mas fui prudente. – Paizão eu serei sua para sempre, mas nem sempre! – Entende, um dia quem sabe pinta novidade. – Você é feliz com ela e assim deve continuar, estaremos sempre junto quando desejar.
Ficamos abraçados até adormecer, no outro dia saímos cedo e a noite já estávamos desembarcando. Ela estava no aeroporto nos esperando, fiquei intrigada e belisquei meu pai e perguntei.
– Por que isso? Nada me falou, porque? Ele sorriu quando chegamos perto dela.
– Oi amor, você está linda. Carmen estava belíssima e era de uma sensualidade que se notava no olhar. Beijou o marido com sofreguidão com o corpo bem colado, depois ele nos apresentou.
– Carmen está é a minha filha Ma.
Ele me abraçou e trocamos beijinhos.
– Ma você é muita mais linda do que seu pai conseguiu descrever. Olhou para ele e disse sem meias palavras. – Aconteceu, isso eu sei pela sua cara de felicidade. – Você Ma estava dentro dele como um fogo que o deixava inquieto, até que me contou tudo. – Adorei conhecer você.
Eu estava de queixo caído com aquela revelação e feliz por saber que tudo estava as claras, sorriu e passei meu braço no dela e disse.
– Acho que também te adorarei.
– Tem que ser assim, ele é meu homem e você a filha com seus direitos.
Passamos a nos visitar e sempre tinha tempo para mim e ela e isso já dura 5 anos e logo me formo e vamos trabalhar juntos na empresa dele.

Beijão meus queridos leitores e amigos, leiam, comentem e votem se merecer isso, adorarei.

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  • Autor: Pulacerca
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