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meu(amigo)e minha namorada3

  • Publicado em: 26 de julho de 2017 05:31
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Continuando com meu desabafo.
Eu nunca imaginei que ela tivesse um fetiche por homens bem dotados, já que ela sempre se mostrou pura e recatada comigo, me masturbei umas três vezes só naquela noite, pensando nela masturbando o pau do Diogo no banheiro e nas gracinhas na piscina, estava na dúvida se terminava com ela ou não, mas decidi deixar a situação se desenrolar, para ver onde aquilo ia parar, pois na minha mente, eu tinha esperança que aquilo tivesse sido apenas um deslize levado pela curiosidade, e que agora que ela saciou a vontade que tinha de ver um pauzão, ela voltaria ao normal comigo e deixaria isso para trás.
No outro dia Gleicyane falou normalmente comigo, se ela sentia arrependimento ou remorso não demonstrou, fiquei com aquela pulga atrás da orelha, precisava saber se ela e o Diogo estavam se falando sem eu saber e tudo aquilo ficaria para trás, até que Max me convidou para outro almoço na casa dele, pediu para que eu levasse a Gleicyane novamente e levei, pois eu queria olhar como ela e o Diogo iam se comportar, assim eu saberia se havia rolado algo além daquela punheta ou não, além disso, Gleicyane ao saber pela Natasha, insistiu muito para ir e disse que queria se divertir.
Quando fui busca-la, Gleicyane estava linda, havia feito algo nos cabelos e eles estavam ainda mais dourados, e estava usando um salto e um vestidinho branco de alça, extremamente curto, mas quase cobria a bunda, demos um beijo e fomos para o almoço, fiquei apreensivo no caminho todo, pois ao mesmo tempo em que gostava muito da Gleicyane e queria tentar ao máximo fazer nossa relação dar certo, também ficava com medo do jeito dela com Diogo.
Chegando lá, tinha muitas pessoas, diferente da vez passada, alguns primos e primas do Max estavam por lá, cumprimentamos todos, incluindo a Natasha, que também estava lá, e ficava grudada no Max o tempo todo, para meu alívio, Diogo não havia vindo, porém, logo depois que começamos a comer, ele chegou e veio falando com todos e, como sempre, falou comigo quase aos gritos “fala, minhoquinha! Esse cara gosta de comer de graça hein?”. Quanto a Gleicyane, apenas sorriu pra ele, sem mais cumprimentos.
O almoço correu tranquilo, estava radiante de alegria ao ver a falta de contato de Diogo com a minha namorada, e a comida estava boa, rimos e conversamos muito com os primos do Max, como eu e ele estávamos de carro, nos revezamos para comprar mais refrigerante e cerveja, quando eles acabaram, na volta, parei em frente à casa da Gleicyane e começamos a nos agarrar, enfiei a mão embaixo do vestido dela, que delícia sentir aquela xota meladinha sem calcinha, então perguntei se ela não queria passar um tempo na minha casa, mas ela disse que hoje não podia por estar muito ocupada.
Tudo seguia bem, saímos algumas vezes pro cinema e fomos na casa do Max outras vezes, tudo estava totalmente tranquilo. A única coisa que eu estranhei, é que Gleicyane passou a chamar o Diogo de “Digão” e sempre me chamava de “minhoquinha” quando estávamos com os meus amigos, o que fazia eles rirem todas as vezes, aquilo e o fato de não transarmos desde alguns dias me irritou um pouco.
Estava desconfiado de que alguma coisa estava rolando, então levei o notebook para a casa do Max, com a desculpa de que tinha um trabalho para fazer e me aproveitei de uma ida do Diogo ao banheiro para pegar o whatsapp web do filho da puta no meu pc, com isso gravava todas as conversas que a pessoa tem pelo celular no computador, vi que havia uma conversa com a Gleicyane com mensagens não lidas, mas se eu abrisse ali, ele ia notar e ia saber que alguém mexeu no celular dele.
Devolvi o celular para a mesa e me sentei tranquilo tomando uma cerveja, assim que cheguei em casa corri para o quarto e tranquei a porta, liguei o note e abri no whatsapp web do Diogo, a conversa com a Gleicyane estava no topo, a última mensagem era dele, respirei fundo, abri a conversa e fui até o início, para minha decepção, a primeira mensagem, após a foto da minha namorada dando o dedo pra ele, havia sido da Gleicyane e foi na noite em que ela chupou o pau dele no banheiro, ela dizia assim:
– Diogo, se eu estivesse solteira eu ia amar ficar com você, mas aquilo foi errado, não quero enganar meu namoradinho, prefiro que a gente não toque nesse assunto nunca mais.
Ao que ele responde:
– Você que sabe, bunduda é só resistir a mamar minha rola e eu não faço nada com você rapariga.
– Poxa, parece que não dá pra falar contigo, tu só fala putaria e não me chama assim, aceita ser só meu amigo?
– Deixa de frescura quenga, já disse que se você não quiser, eu não faço nada, mas se quiser falar comigo é assim que eu sou e Se não gosta é só não falar, mas não dou mole pra puta fresca saco.
“Meu sangue ferveu ao ler aquilo, que filho da puta arrogante, como ele se atrevia a tratar minha namorada daquela maneira? A vontade que eu tinha era de quebrar a cara dele, mas fiquei bobo ao ler a resposta de Gleicyane:
– Está certo, vamos ser amigos, mas sem contato físico, só amizade e vou tentar me adaptar a esse teu jeito canalha de conversar.
E completou com um emoji de risinho.
Diogo colocou um emoji de gargalhada e completou:
– É o meu caralho puta bunduda, um cacete do tamanho do meu, produz muita porra, aí se ficou um tempinho sem descarregar, já fico perturbado entendeu e um emoji piscadinha.
Nessa hora realmente me perguntei se esse cara não era doente da cabeça mesmo, que tipo de pessoa diz isso assim pra uma garota como Gleicyane, eu já estava acostumado com o jeito retardado do Diogo, mas ele estava se superando, ele respondeu a isso:
– Kkkkk! Pior q deve ser isso mesmo, tu é totalmente diferente de qualquer menino que eu conheço, principalmente la em baixo.
Colocou um emoji de gargalhada.
Diogo enviou uma foto em casa, sem camisa, dizendo “Oh vontade de comer um cuzão”, Gleicyane riu e mandou outra de volta, da bunda usando shortinho de dormir, vi que partir daí eles passaram a trocar fotos quase todos os dias.
No começo Gleicyane mandava mais fotos de lingerie ou das roupas que usava para sair comigo, mas passado uns três dias ela mandou uma foto de pelada de ladinho e com a bunda bem empinada, nitidamente querendo mostra-la para Diogo, que se animou e respondeu:
– Belo rabo! Isso sim é uma foto que se mande, Vai pra onde com tudo isso?
– Pra caminha Dico, mandei uma foto só pra iniciar uma conversa já que você estava calado…kkkk gostou?
– Gostei, tá muito gostosa, manda uma de costas.
Pensei que ela fosse recusar, mas a foto estava logo embaixo, ela tirou no mesmo espelho da outra, olhando pra trás, com a bunda bem empinada e o cabelo lisinho descendo até tocar nela, nessa mostrava até um pouco a xota pequena e rosinha, seria de propósito?
– Vai tirar 10 nas provas com essa rabetona e esse capo de fusca.
– kkkk, tarado, manda foto tua também.
Diogo mandou uma foto de pau duro assim, na maior cara de pau.
Gleicyane respondeu:
– Diogo, queria que você não mandasse fotos assim pra mim, pode ser?
– Tu pede foto, eu mando e depois tu fica de frescura?
– Se tu for ficar com frescura eu não falo mais contigo, rapariga chata do caralho.
– Calma Dico, desculpa, só queria evitar da gente extrapolar sabe.
– Outra coisa também, Dico é a minha caceta, não me chama desse jeito, já te falei que pra ser minha amiga tem que ser do meu jeito, tu não disse que gosta do teu namorado?
– Sim Diogo, gosto dele, o que isso tem haver?
– Que se você gostasse mesmo dele, não ia querer ficar vendo foto da minha pica, ou ficar com água na boca olhando pro meu pau, não acha?
– Não fiquei, não senti nada e não vamos ter nada, olha vamos continuar se falando, eu paro de reclamar, tá bom assim?
– Não, eu vou por umas regras na nossa amizade, senão não quero mais papo contigo.
– Certo, o que você quer, Dico?
– Já falei que Dico é o caralho, me chama de Digão a partir de agora cadela, a regra é simples, vou te tratar como se você fosse minha quenga e se não gostar, pode vazar entendeu?
– Tá, já estou me acostumando com o teu jeito de falar comigo, é só isso?
– Eu também tenho algo a pedir.
– O que é, puta do rabão?
– Vamos nos falar o mínimo possível pessoalmente, não quero levantar suspeitas de nada pro Otavio, mesmo a gente estando só conversando.
– Otavio? É pra chamar ele de minhoquinha na minha frente, outra regra…kkk
– Tá bom Digão, estamos resolvidos?
– Me diz você quenga?
E enviou uma foto segurando o pau duro com a cabeçona apontada para o celular.
– Estamos, Digão! seguido de uma foto da boca dela com a língua pra fora.
Fiquei chocado, então desde o começo tudo isso deles não se falarem era fingimento, eu pensei que pegaria alguma briga daqui pro dia do almoço na casa do Max, mas pelo visto eu estava sendo feito de trouxa o tempo todo.
Amizade, que espécie de amizade era essa?
Minha namorada tão casta, era feita de puta só pra falar com esse cara, eu simplesmente não conseguia acreditar, não conseguia, minha curiosidade se aguçou ainda mais, agora que eu queria saber se havia acontecido alguma coisa ou não, continuei lendo e as coisas só pioravam.
– Bom dia minha puta, vai ter rango aqui na casa do Max, disse pra ele pedir pro minhoquinha te levar.
– Bom dia querido, Tá certo, vou sim.
– Vem bem gostosa pra gente brincar um pouco quando ele bobear, quero escolher a tua roupa.
– Tá bom, Digão, você que manda.
– Vai com aquele branco que valoriza mais o teu rabo.
– Certo e a calcinha?
Ela mandou uma foto com várias calcinhas jogadas na cama dela, a menor era uma lingerie rosa, a mesma que ela deve ter usado com a legging e dizendo que preferia a rosa.
Quando pensei que as coisas não podia piorar, li a mensagem de baixo e terminei de ficar sem chão.
– É pra vir sem calcinha e também nada de trepar com o minhoquinha viu, não gosto de falar com mulher usada.
– Mas ele é meu namorado, o que vou dizer pra ele?
– Dá o teu jeito quenga!
Aquilo confirmava o motivo pela qual nós não estávamos transando, era tudo por causa daquele filho da puta, vi que depois no mesmo dia do almoço tinha um vídeo, relutei, mas abri, a câmera filmava a Gleicyane, ela estava em pé dentro de um dos quartos da casa do Max, rindo sem jeito, linda, aquele sorrisinho meigo, o vestidinho branco e curto de alcinha, parecia uma princesa, pensei em que momento havia sido isso, pois não havia visto ela sair de perto de mim em momento algum, a não ser na hora em que fui comprar cerveja e ela ficou na casa comendo, meus pensamentos foram interrompidos quando ela disse:
– Para Diogo, desliga isso, fico morrendo de vergonha.
Como eu imaginava, era o filho da puta que estava filmando.
– Por que essa vergonha, você já fez isso comigo uma vez, só quero que faça de novo enquanto eu filmo.
– Tá bom, mas vai ser rápido promete?
– Prometo, vem logo.
Ela colocou as mãos na calça dele e começou a soltar o botão.
– Isso, faz de joelhos, quero filmar esse teu rostinho.
– Ai menino, tu me mata de vergonha, pra que tu quer meu rosto nesse vídeo?
– Porque quero filmar tua cara de puta pura em quanto tu chupa meu pau, anda cai de boca!
Ela se ajoelhou e continuou desabotoando a calça dele, abriu o zíper e baixou a calça e a cueca juntas, soltando aquela jeba que bateu no rosto dela.
– Teu picão sempre me bate.
– É que ele já sabe que tu é minha quenga, agora deixa de frescura e faz isso logo.
Ela segurou o pau dele com as duas mãos, Diogo passou a mão por trás da nuca dela, segurando a pelo cabelo, e fez ela olhar pra câmera.
– E aí o que você acha disso?
– É enorme, é o maior pau que eu vi na minha vida e deu uma lambida na cabeça.
– Isso vagabunda, to gostando, continua.
Gleicyane continuou falando, olhando pra câmera:
– Teu pauzão é uma delícia, me molhei toda quando você mandou aquela foto e desde aquele dia eu não consigo parar de pensar nesse caralho, quanto mais eu olho, mais tarada eu fico.
– E teu namorado minhoquinha?
– Não tem nem comparação, teu pauzão da três do dele, além de ser bem mais grosso.
Gleicyane chupou forte a cabeçona e Diogo gemeu:
– Anda, não para, continua, vagabunda.
– Eu deixo tu me tratar assim, como puta, porque sou fissurada no teu pauzão.
– Eu fico molhada te imaginando.
– Tá gostando da boca da tua puta?
Diogo gemeu alto:
– Tó, é uma delícia!
– Engole dengosa a minha rola vai.
Gleicyane olhou pro pau dele e ficou meio relutante, Diogo segurou ela forte pelo cabelo, fazendo um rabo de cavalo e trouxe a boca ela em direção ao pau dele, que no ato abriu a boca e meteu um terço da rola na boca dela, enquanto ela continuava punhetando o resto com as duas mãos.
– Que delícia, tu chupa gostoso, minha putinha.
Gleicyane pareceu se incentivar com o elogio e passou a mamar com mais vontade, colocando mais rola na boca, quando chegou na metade ela tossiu, Diogo riu e perguntou:
– Nunca tinha engasgado com rola não? Pelo menos agora tu vai aprender como se chupa um pau de verdade.
Ele puxou ela pelo cabelo e tirou o vestido dela, deixando-a pelada.
– Quero filmar o teu cuzão, fica de quatro na cama.
Gleicyane subiu na cama ficando de quatro pra ele e com uma respiração ofegante,
Ela estava muito gostosa naquela posição e o rabão dela ficava em evidencia, ele voltou a câmera pro rosto dela de novo e disse:
– Olha pra mim, puta.
Gleicyane olhou pra câmera e tenho que admitir pra vocês, que cena linda foi aquela, minha namorada pelada de quatro na cama lambendo a jeba grossa de outro.
Diogo pôs a câmera num criado mudo que focalizava bem os dois e se sentou na cama nuzão, pondo minha namorada para mamar seu pau de quatro, forçava a rola na boquinha dela, até entrar cada vez mais, enquanto ela olhava nos olhos dele, quando ela engasgava, ela a colocava para mamar seus ovões em quanto o masturbava com suas mãozinhas.
Ele gemia cada vez mais alto e forçava o pau a cada vez com mais violência, ele deu umas pancadinhas com a rola na língua dela e voltava a empurrar, até o fim e disse:
– Aguenta que eu vou te dar o teu prêmio.
Gozei assistindo o rosto dela meio desfigurado, com sua boca se forçando além do limite e com sua garganta se dilatando para agasalhar por completo o prazer brutal daquele filho da puta.
Com a rola inteira em sua boca, ele continuou fodendo a boca dela com vigor:
– Tá sentindo meu pau na goela rapariga?
Gleicyane parecia desesperada, já tinha lágrimas nos olhos.
– Eu sabia que tu ia ser minha, mas o otário do teu namorado duvido, pois tai, agora engole o meu leite filha da puta.
Ele colou os pentelhos da rola no nariz dela e urrou enquanto o pau dele jorrava jatos fartos de porra na garganta da minha namorada.
Diogo soltou o cabelo dela e Gleicyane continuou chupando o pau dele até deixa-lo limpo, depois tossiu e cuspiu porra, foi quando ele disse:
– Tai teu presente vagabunda do caralho, já tinha engolido um leite tão bom antes?
Ela olhou pra ele com a boca toda aberta a língua branca de porra pra fora e fez que não com a cabeça, ele deu uma gargalhada, filmou o rosto dela, depois o dele, pôs o pau em cima da cabeça dela, enrolado nos cabelos dourados dela e encerrou o vídeo, quanto a mim, a única coisa que consegui fazer foi fechar o notebook e deitar na minha cama, sem a mínima ideia do que faria a seguir.

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  1. Dlc d conto 11959732626 zap

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