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Meus padrastos me comeram todos os dias–Parte 1

  • Publicado em: 18 de novembro de 2014 08:29
  • Expira: Nunca!
Meus padrastos me comeram todos os dias–Parte 1
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Detalhes do Conto Erotico:

Muitas pessoas leem os contos sobre incesto e não acreditam nos relatos. O incesto consentido, com pessoas maiores, não é tão extraordinário como pensam os leitores. Uma casa pequena para abrigar família grande; bebidas em demasia; falta de caráter ou de informação… são alguns motivos de sexo entre familiares.
Minha história é semelhante a muitas. Tudo aconteceu quando minha mãe (mulher bela e sensual, muito namoradeira e com “dedo podre”) se separou do meu pai e me levou para morar com ela e seu novo companheiro, o Carlão, num bairro pobre e afastado, quase uma “comunidade”. Sofri muito com a mudança de vida, mas, sem alternativa, a gente acostuma com tudo que é ruim. Escola pública, pouca comida, pouca roupa, pouco divertimento. Era uma vida horrível.
O que me deixava muito revoltada era o assédio dos namorados de minha mãe, depois que o Carlão foi preso. Era um tarado atrás do outro, sempre tentando alguma coisa comigo: meninona bonita, gostosa, pernas grossas, altura média, bunda grande, cabelos negros e lisos, olhos verdes, que atraia aqueles bagulhos que mamãe colocava em casa.
Mas enquanto eu era menor, mamãe não descuidava de mim, de forma alguma. Nunca me deixou sozinha com aqueles caras que trepavam com ela por uns dias ou meses e, depois, sumiam ou iam presos por algum crime cometido.
Quando eu completei dezoito anos, minha mãe deixou de fazer marcação cerrada e me deixou à mercê dos cafajestes. Percebi que minha beleza e sensualidade a deixava com muita inveja, motivo de ciumeira. Lembro-me do ciúme louco que minha mãe sentia do Roberto, o Beto pagodeiro – um belo mulato baiano, líder de um grupo de samba, que, pela sua elegância, fama e beleza atraia fãs no bairro. E esse ciúme alterou meu relacionamento com minha mãe, quando ela viu Beto me cantando, quando ela foi ao banheiro e nos deixou a sós na sala. Argumentei que não tive culpa, que fui pega desprevenida… mas nada adiantou, minha mãe deixou de falar comigo.
Depois daquela acusação sem motivo, comecei a dar bola para os namorados da minha mãe. Já que ela pensava que eu era traíra, que era destruidora de lares ou piranha safada, que assim seja, amém. Mandei brasa.
Beto pagodeiro foi o primeiro. Assim que minha mãe foi ao mercado fazer compras, logo de manhã, entrei no quartinho do casal para procurar uma toalha de banho, somente de calcinha.
_ Nossa Beto! … eu pensei que você tivesse ido com mamãe no mercado… entrei no seu quarto aqui assim, quase nua… não pense mal de mim…
_ Dedé, não se avexe…. venha aqui pertinho de mim; eu quero apreciar esta beleza massa… – disse Beto com aquele sotaque baiano.
Aceitei o convite e me joguei na cama ao lado dele. O baiano não envergonhou os soteropolitanos machos e deu uma pegada firme e rápida em mim. Delirei nos braços daquele pagodeiro. Catei aquele pau achocolatado e chupei com tesão. Enquanto chupava o pinto dele, ele chupava minha bocetinha molhadinha, num gostoso 69. Ficamos naquele chupa-chupa um tempão. Era língua no pau, no saco, na minha vulva e cuzinho, no clitóris, nos grandes lábios… Uma delícia. Mas como tudo que bom dura pouco, gozamos um na boca do outro. Engoli todo aquele esperma que saia daquele pau de bom tamanho. Nunca vira igual. Com as duas mãos segurei firme o cacetão do Beto, aguardando sair a última gotinha e amolecer. Mal acabei de dar a última chupada e guardado o pau dele na cueca, minha mãe chegou, reclamando de a porta estar fechada. Quando ela entrou no meu quarto, eu estava debaixo da coberta, fingindo estar dormindo um sono profundo.
Beto continuou suportando as maluquices de minha mãe porque todos os dias eu e ele dávamos um jeitinho de dar uma trepada; às vezes demoradamente e, outras vezes, umas rapidinhas. Depois que liberei o cuzinho, Beto ficou “freguês” do meu rabo. Ele chegou a comer meu rabo uma semana inteira, apesar do meu protesto (sexo anal não pode ser diário!). Mas eu adorava aquele tarugo no cu. Ele sabia enrabar um cuzinho como ninguém. Era um amante maravilhoso.
Quando o grupo de pagode de Beto conseguiu aparecer na TV, tudo mudou. Adquiriram um enorme ônibus moderno e saíram por este Brasil, fazendo um show atrás do outro e nunca mais voltaram para a comunidade. No começo, Beto mandava uns trocados pra mamãe. Depois de uns meses, parou de enviar grana. Mas mamãe não se apertou, apenas arrumou OUTRO marido e eu acabei ganhando outro padrasto.
Uma bela tarde de domingo, eu voltava do shopping e encontrei mamãe nos amassos com carinha bem apanhado. Ela se recompôs e me apresentou seu novo amor:
_ Dedé, meu amor, este aqui é João Carlos, dono de um Motel. Ele ficará morando provisoriamente aqui até que a “nossa” casa fique pronta.
Cumprimentei o novo amor de mamãe, mas fiquei com “o pé atrás”. Caramba! Nem bem chega e já vira hóspede, marido e padrasto! Mas como hoje em dia tudo é rápido mesmo, acabei aceitando aquele absurdo como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Sentei-me de shortinho curto no sofá, ao lado deles, e fiquei puxando conversa. Mamãe não gostou muito daquele papo furado, mas entrou no clima, nem sei porquê. Creio que ela tenha achado conveniente o interesse do João Carlos por mim. Seria mais um motivo para o tal “riquinho” não escapar de sua armadilha (achar OUTRO macho para se encostar).
Minha mãe foi fazer um cafezinho. Assim que mamãe se levantou, João Carlos colocou as “manguinhas de fora” e mostrou suas unhas de gavião. Olhou pra mim com uma cara de safado e, perguntando alguma coisa, colocou a mão nas minhas pernas. Respondi à sua pergunta, mas ele manteve sua mão na minha perna. Senti um tesão fora de séria. Minha frentinha (capô de fusca) ficou até molhadinha, pois era muito e muito orgasmo que descia pela minha vulva…
_ Dedé, eu estou vendo seu short molhado… xixi não é e eu sei o que é … k k k k k k k – falou baixinho, sorrindo de forma debochada, aquele meu novo padrasto, que estava prometendo ser “melhor do que a encomenda”.
Dei um sorriso amarelo para ele e fui para meu quarto trocar de short, porque aquele estava me comprometendo (molhado na virilha). No fundo, achei que até foi legal, porque foi um SINAL verde para iniciarmos um BOM relacionamento futuro.
Minha mãe gostou muito de minha ausência, na certeza de que eu não havia gostado do seu novo namorado e vice-versa (Inocente! Não sabe de nada…). Do meu quarto, ouvia a conversa do casal. João fazia muitas perguntas sobre mim, queria saber principalmente se eu já tinha dezoito anos… Cara de pau, não queria problemas com a Justiça!
À noite, ouvi os gritinhos da mamãe trepando com seu novo macho. Fiquei com inveja e bati uma siririca gostosa, sonhando com aquele macho em cima de mim.

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