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Meus padrastos me comeram todos os dias–Parte 2

  • Publicado em: 18 de novembro de 2014 08:29
  • Expira: Nunca!
Meus padrastos me comeram todos os dias–Parte 2
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Detalhes do Conto Erotico:

João Carlos, o novo marido de minha mãe e meu novo padrasto era um próspero comerciante. Dono de vários motéis e outros empreendimentos, João me surpreendeu ao permanecer na minha humilde casa. Ah, mas o que faz um homem maduro (quarentão) quando se interessa por uma carninha nova! Sim, eu tive certeza absoluta que João não estava ali somente por causa de mamãe (apesar de minha mãe ser uma belíssima mulher), mas, sim, por causa minha beleza adolescente (ou, talvez, por causa das duas, pois mamãe ainda era um pedaço de mulher!).
Todos estranhavam um carrão importado na porta de nosso quase “casebre”. Mas eu (e somente eu) sabia perfeitamente o “que” João queria. Cada vez que eu passava perto dele eu via seus olhos nos meus seios e, principalmente, na minha bunda. Rebolei e olhei para trás sorrindo, consentindo naquela “secada” sacana.
João arrumou um “trampo” pra minha mãe. Ela começou a trabalhar em um de seus motéis. Ele a levava para o trabalho e ficava rodando com seu carrão, para fiscalizar os outros motéis e algumas lojas. Era sua rotina. Um dia, João quebrou a rotina e deu uma passada em nossa casa, com desculpa que havia esquecido documentos importantes. João entrou de repente e me pegou no chuveiro com a porta aberta, pois não havia ninguém na casa.
_ Dedé! Onde você está menina? Estou procurando uma pasta preta, você sabe onde está?
_ Não sei não João, mas acho que está na mesa da sala – respondi do banheiro.
Em vez de ira para a sala, João seguiu o som da minha voz e, assim que eu tirei o sabão dos olhos, deparei com ele na minha frente.
_ Nossa Dedé, como você é gostosa! Que corpão, menina! Vem cá, deixe que eu lhe seque com esta toalha – pediu carinhosamente meu padrasto, com uma toalha branca nas mãos.
Fechei o registro do chuveiro e fui me aconchegar naquela toalha. João me abraçou com a tolha e, encostado nele, senti seu caralho ficar cada vez maior.
Sem dizer palavra alguma, iniciamos a primeira das inúmeras transas deliciosas. Meu novo padrasto foi carinhoso, sem deixar de lado aquela pegada de macho gostoso. Ali mesmo no banheiro, João penetrou aquele pinto comprido e grosso na minha vagina super lubrificada pelo meu orgasmo. Casando de trepar em pé, João sugeriu que fôssemos para o quarto de casal. Preferi meter no meu próprio quarto, para não deixar vestígio no quarto de mamãe (é melhor prevenir do que remediar depois). Deitei na cama e fizemos um gostoso papai e mamãe. João tirou o pau da minha boceta e, após passar a toalha, apresentou aquele mastro duro, mas macio, para meus lábios. Não me fiz de rogada e chupei aquele pau com avidez, porque havia um bom tempo que não via um pinto na minha frente. Não queria mais parar de chupar aquele pinto, caprichando o mais que pude: do saco à cabeça, da cabeça ao saco, sem deixar de chupar e dar linguadas em todo o pinto, que, aliás, era bem grandinho… GRANDE mesmo. E é assim que gosto e sempre gostei.
Estava me deliciando com aquele pinto, quando João pediu o cu. Fiz “cu doce” e mudei de assunto. João, que não era fraco, me virou e insistiu no sexo anal. Resolvi concordar, pois não tinha alternativa, por causa da força e peso daquele macho. No início, fiquei apreensiva, mas com a experiência do João em comer cu e minha de dar, foi uma penetração anal tranquila. Assim que entrou a metade daquele caralho, eu empurrei a bunda e senti a penetração total. Doeu um pouco, mas foi uma dor suportável, porque o prazer anal é muito agradável. Dar o cuzinho para meus padrastos já se tornara rotina em minha vida. Maravilhosa e prazerosa rotina. Estávamos num vaivém gostoso, com João agarrado nas minhas nádegas, puxando e empurrando minha bunda de encontro de seu saco e me levando à loucura, quando o celular do João tocou. Era mamãe ao telefone, estranhando a ausência do marido. Gozamos depressa, enquanto João conversava com mamãe. Foi uma sensação estranha: João enchendo meu cu de porra, enquanto falava carinhosamente com mamãe, explicando que estava dirigindo e indo para busca-la. O meu orgasmo foi múltiplo por causa daquela inusitada situação. Voltamos para a ducha do chuveiro e, sem molhar o cabelo, João tirou aquele punhado de esperma que sujou seu saco e coxa. Eu também lavei bem a bundinha e nos enxugamos com a mesma toalha para não dar bandeira.
João Carlos foi buscar mamãe no trabalho. Eu fiquei em casa providenciando o jantar para mamãe e para meu gostoso padrasto.

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