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Meus padrastos me comeram todos os dias–Parte 3

  • Publicado em: 18 de novembro de 2014 08:30
  • Expira: Nunca!
Meus padrastos me comeram todos os dias–Parte 3
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Detalhes do Conto Erotico:

O romance de mamãe com meu padrasto João Carlos durou cerca de dois anos. Nestes dois anos, eu e João transávamos todos os dias. Com um mês de convivência com mamãe, João nos alojou em um de seus enormes apartamentos de aluguel e colocou mamãe como gerente de um dos motéis. Sendo pessoa desprendida de bens materiais (mão aberta), João passou o apartamento em nome de mamãe. João queria largar de mamãe e ficar somente comigo. Mas achei melhor não dar este desgosto para mamãe, porque ela era apaixonadíssima pelo João. Preferi ficar com mamãe. A separação do casal foi tranquila. E isso só ocorreu quando mamãe já estava gostando de um colega de trabalho (também funcionário de João Carlos) e, amigavelmente, o casal se separou numa boa; sem brigas; sem escândalos… civilizadamente.
Eu continuei dando pro meu padrasto por um bom tempo. Ficamos amantes. Ele me arrumou um bom emprego numa empresa de um amigo seu e, assim, eu me estabilizei economicamente com apenas 21 anos. Muitas vezes João foi me buscar na Faculdade para passarmos a noite num de seus luxuosos motéis. Eram noites de pura luxúria, onde nos deliciando com todas as formas de amor: normal, oral, anal… tudo que tínhamos direito.
Pouco a pouco, fomos nos separando. Encontro às escondidas para mamãe não saber do nosso namoro e a diferença de idade entre nós, foram alguns motivos de nossa separação. Mas o que, realmente, mudou minha vida totalmente foi o fato de mamãe colocar em nossa casa OUTRO amante, ou seja, meu NOVO padrasto.
Osvaldo, colega de trabalho de mamãe, era um rapagão. Dez anos mais novo que mamãe, Osvaldo era bonito, trabalhador, recém-separado da esposa, loiro de Curitiba, Paraná, alto e forte, sem filhos, levou suas malas para nosso apartamento, assim que o namoro com mamãe engrenou.
Resolvi, desta vez, ficar distante do meu novo padrasto. Afinal, eu não sou “destruidora de lares”.
Fiquei muito comportada durante um mês inteiro. Cumprimentava meu padrasto com respeito e me vestia como uma religiosa “carola”, quando estava circulando pela casa. A porta da minha suíte ficava sempre bem fechada; nada se short, de sainha, de blusa decotada…pelo menos em casa.
Mas como diz o ditado, “o uso do cachimbo deixa a boca torta”, não aguentei muito tempo aquele fingimento todo. Não era eu. Eu não estava no meu “natural”; minha natureza era OUTRA. Lembrei da fábula “do escorpião que pediu para o sapo atravessá-lo de uma margem para a outra do rio. O sapo recusou e o escorpião lhe convenceu, alegando que se pica-lo e mata-lo ambos morreriam. O sapo aceitou atravessar o escorpião e, no meio do rio, o escorpião picou o sapo. Antes de morrer o sapo quis saber o motivo daquele gesto suicida e o escorpião explicou-lhe que assim era sua natureza e que não podia muda-la”.
E como o escorpião, eu não podia mudar minha natureza. Eu sou assim mesmo. Gosto de meter com meus padrastos. Já me acostumei e não posso mudar isso. Comecei a mudar meu comportamento, deixando parte do meu corpo à mostra. Um dia, as pernas; outro dia; os seios. Coloquei meus shorts para fora do armário. Minhas saias curtíssimas ficaram na moda, de repente. Minha mãe nem reparou, porque eu sempre fui daquele jeito. Era minha natureza.
Os olhos do Osvaldo, meu novo padrasto, começaram a ficar grande. Muito grande. Minhas pernas estavam mesmo um tesão, depois que entrei na Academia. Meus seios estavam com silicone e, por isso, cresceram muito. Eu estava uma “teteia”. Linda demais! E sabendo do meu potencial, coloquei tudo aquilo à apreciação do meu padrasto e futuro amante.
No começo, Osvaldo se fez de “migué” e nem ligou pra mim (aparentemente). Mas depois de minha insistência, resolveu corresponder aos meus avanços atrevidos. Tudo começou no dia do meu aniversário de 22 anos. Surpreendi com o presente do meu novo padrasto: um título da dívida pública do Tesouro Nacional em meu nome no valor de 50 mil reais. Explicou que seria uma poupança para meu futuro consultório de fisioterapia (eu estava no 8º semestre da Faculdade) e que me deu “a pedido de minha mãe”. Claro que era mentira, pois minha mãe nunca lhe faria tal pedido. Ela só pensava nela mesmo.
Em vez de criticar o novo marido, minha mãe ficou contente, porque era um passo a mais para minha independência. Assim ela ficaria livre de mim mais cedo.
Somente eu percebi que meu padrasto estava investindo em mim, pensando em saborear esta carninha nova e deliciosa. Um filé mignon. Agradeci meu padrasto dando-lhe um beijo de língua assim que ficou a sós com ele. Osvaldo correspondeu, passando as mãos pelo meu corpo, caprichando na bundinha. Percebi qual era sua fantasia sexual!
Minha mãe, como sempre, bebeu todas… “chumbada” adormeceu no sofá. Os poucos convidados para meu aniversário foram embora à meia noite. Era hora do Osvaldo cobrar o investimento que fez. E cobrou. Pegou-me pela mão e me levou até a minha suíte. Tiramos as roupas e começamos a trepar, sem fazer muito barulho para não acordar a minha mãe bêbada, esticada no sofá da sala.
Preparei-me para um bem comportado papai e mamãe, mas me surpreendi com o fetiche do meu padrasto: a bundinha. Sim, a minha bundinha que, pouco antes, ele havia passado a mão cheio de tesão. Ele havia até planejado tudo, pois tinha um lubrificante KY na mão. Passou bastante lubrificante no pau e no meu cu e enfiou o pinto no meu rabo sem dó nem piedade. Estranhei, pois Osvaldo sempre foi calmo e gentil e, agora, agindo de forma abrutalhada. Mas no fundo até gostei. Pelo menos, aquele “banana” tinha PEGADA de macho paranaense. Tentou acertar meu cu três vezes, mas não teve sucesso. Segurei o pinto melecado e o coloquei bem na porta do meu cuzinho. Senti o tamanho do bruto e o empurrei a bunda pra trás e Osvaldo forçou o corpo pra frente. Pronto, entrou. Doeu um pouco, mas nem tanto, porque eu já estava acostumada a tomar no cu. Meus padrastos sempre adoraram minha linda e redonda bunda. Forcei um vaivém bem gostoso e Osvaldo correspondeu, catando firme minha bunda e enfiando o pinto até o talo. Senti suas bolas na minha bunda. Muito gostoso tomar no cu, sentindo a pegada de um macho nas costas. No começo estava um pouco desconfortável por causa do tamanho do pau do meu padrasto, mas, depois, meu cuzinho foi se acostumando e a dorzinha foi passando… passando… até ficar AGRADÁVEL… muito agradável.
Aquele macho grande e pesado ficou em cima de mim, fungando do meu cangote um bom tempo… até não aguentar mais e gozar. E como ele estava há tempo fazendo uma siririca na minha xana, eu também gozei. Ambos gozamos silenciosamente, para não acordar mamãe, que dormia como um bebê. Depois daquela transa deliciosa, cada um foi para sua suíte descansar. Tornamo-nos amantes. Osvaldo se tornou padrasto e amante maravilhoso. Todos os dias eu dava pra ele a bocetinha e o cuzinho, sem deixar de fazer um gostoso 69.
Depois do Osvaldo, minha mãe teve outros três “maridos”, que se tornaram também meus “padrastos” e… bem, isso fica para outros relatos. Até lá.

Referência do Anúncio ID: 430546a529a7a8a6

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2 Comentários para “Meus padrastos me comeram todos os dias–Parte 3”

  1. jemqueremninfa em 17 de dezembro de 2014 @ 19:06

    Adoraria ver uma foto deste teu tão cobiçado rabinho….

  2. Adorei os contos, vai ter mais?

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