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Minha estória de dor e prazer

  • Publicado em: 1 de julho de 2015 13:46
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Após ler o conto “Prazer infinito” de uma mulher com o mesmo nome, Maria Amelia, decidi escrever contando minha própria estória.
Tenho 32 anos, um corpo maravilhoso (segundo dizem), seios grandes, cintura estreita e bundinha arrebitada. Ando sempre maquiada, bem vestida e de saltos mesmo depois do que relatarei. Meu tesão é infinito. Divorciada, pois meu marido era um “galinha”, decidi mudar para uma cidade menor, no interior. Usando as economias que amealhara enquanto casada, comprei uma casa num bairro afastado de Taubaté. Sustentava-me com meu trabalho de modelista e costureira de alto gabarito, pois tinha uma grande clientela.
Uma tarde, bateram à minha porta dois homens vestidos de seguranças intimando-me a acompanhá-los. Indaguei o motivo e recusaram-se a revelar, empurrando-me para uma viatura e me colocaram no local onde transportam presos. Vendada, eu estava apavorada e não diziam nada. Dirigiram cerca de 1 hora e chegamos a uma casa deserta onde estavam outros homens que comentaram que eu estava atraente. Tiraram minha venda e vi que estava num quarto onde havia um catre e uma mesa. O cômodo ao lado, interligado, era um banheiro com chuveiro, privada e pia. Sobre a mesa estavam um copo e uma tigela, sem talheres.
Ordenaram que me despisse e ao recusar levei um bofetão. Lágrimas correram pelas faces. Seguraram-me e um deles usou uma faca para cortar minhas roupas, inutilizando-as. Nua, procurei esconder meus dotes com as mãos, recebi mais alguns bofetões e me expus. Ordenaram que separasse as pernas expondo meu sexo depilado e obedeci, humilhada e chorando, implorando que me deixassem ir embora.
Soube então que seria sua escrava e me usariam para seu prazer. Pedi clemência e riram de mim.
Fui algemada a uma trave no teto e a argolas no chão ficando com as pernas abertas. Fotografaram minha vagina, seios, bunda e rosto explicando que as fotos iam ser postadas em sites pornográficos. Apalparam-me meus seios que são muito sensíveis e os mamilos ficaram eretos e duros. Um deles abocanhou-o chupando com força. Suspirei e logo gemia enquanto a vagina umedecia. Outro colocou a mão em minha fenda e alertou que eu estava molhada. Expliquei que não era uma vagabunda e responderam que me tornaria a puta deles, obedecendo qualquer ordem que me dessem. Recusei e o que me sugava mordeu o mamilo provocando um grito de dor.
“Quieta, cadela. Vamos nos divertir com você, mas antes você vai ser treinada”.
Um deles trouxe um chicote e me espancou as costas e a bunda. Gritava e chorava, mas suportei 10 chibatadas. Em seguida me soltaram amarrando-me no catre. As costas doíam muito, porém não se apiedaram.
Vi-os despirem-se e, um a um, me violaram. Após o último se servir da vagina, eu estava cheia de esperma, vazando. Fotografaram aquele rio saindo e recolheram num copo que foi posto ao alcance de meus lábios. “Beba, pois será seu único alimento por hoje”. Eu nunca havia provado o sabor de sêmen e virei o rosto.
“Vai ser punida por esta atitude ficando em jejum”, avisou.
Prenderam-me novamente na trave e argolas e chicotearam meus seios 20 vezes deixando-me ali até o dia seguinte. De vez em quando, um vinha e apertava meus mamilos com força. Chorei de dor e humilhação a noite inteira, adormecendo em pé sobre os saltos.
No dia seguinte, um deles retornou de uma visita a minha casa trazendo alguns sapatos e maquiagem para meu uso. Tomei um banho, fiz minhas necessidades e preparei suas refeições sempre de saltos como mandaram. Meus seios estavam inchados e doloridos, porém permiti suas carícias com medo de me espancarem novamente.
Ninguém viria libertar-me do cativeiro pois não sabiam do sequestro e me acomodei à situação. Obedecia, apesar de constrangida e humilhada. Naquela noite, como estavam todos de plantão, trancaram-me em casa avisando que do lado de fora estava um cão feroz que me guardaria evitando fuga. Deixaram um creme cicatrizante que espalhei nos seios.
Nos 5 dias que se seguiram fui usada e abusada por todos que me chupavam os seios, mordendo os mamilos e me obrigando a chupar seus falos, engolindo sêmen como único alimento.
Uma noite, o que parecia ser o chefe de todos, decidiu que ia usar minha vagina. Eu estava em jejum sexual desde o dia do sequestro e, sequiosa por um pênis dentro de mim, concordei quando avisou que seria possuída. Sem resistência, deitei no catre. Segurou minhas pernas abertas e para cima, quase tocando os seios. Eu já havia lubrificado seu falo com minha saliva recebendo-o com tesão. Enfiou de uma só vez. Surpresa com sua atitude, soltei um grito o que o atiçou.
“Putinha ordinária, você vai conhecer um homem de verdade. Vou te arreganhar para sempre”.
“Vem e me arrebenta, meu macho. Quero você inteiro dentro de mim me fazendo gozar como uma vadia”, retruquei.
Trepou comigo provocando múltiplos orgasmos. Pedia que não saísse e me enchesse de esperma. Quando gozou, vazava entre seu falo e minha vagina. Grata, agradeci o prazer que me dera.
“Aguarde para quando meus colegas chegarem. Vão meter em você noite adentro”. Pedi que me deixasse repousar um pouco pois estava exausta. Mandou que me lavasse, refizesse a maquiagem, preparasse alguma coisa para ele comer e aguardasse. À tarde, fiz-lhe um boquete sorvendo seu esperma.
Quatro homens chegaram. Eu estava nua, mas de saltos. Elogiaram meu corpo e apalparam-no com rudeza. Um dedo penetrou minha xoxota que já estava encharcada. “Vamos dar-lhe uma surra de sexo”.
Antes, prenderam-me mais uma vez e, com uma palmatória, bateram nos seios e bunda. Acabada a sessão de corretivo, fui obrigada a sugar seus pênis, preparando-os para o que se seguiria. Um deles ficou em minha frente e penetrou minha vagina; dois chupavam minhas tetas de bicos duríssimos e o último me beijava de língua.
O que já me comera, veio por trás, abriu minha bunda e apontou a vara para meu cuzinho. Esquivei-me, pois nunca fora penetrada ali, mas segurando meus quadris, forçou sua entrada. A dor foi insuportável e perdi minhas pregas. Sentia os pênis se tocando através da fina membrana entre a vagina e o rabo. Ejacularam simultaneamente enchendo-me com seu líquido. Os que me sugavam os seios substituíram-nos e, alternadamente, recebi todos eles tanto na xoxota quanto no cuzinho. A orgia durou a noite inteira. Pela manhã, saíram prometendo novidades para a noite. Fiquei trancada sozinha o dia inteiro.
A noite caíra quando retornaram. Deitei de bruços na mesa, sendo amarrada aos quatro pés. Minha vagina e rabo foram lubrificadas com um líquido gelado e de odor forte. Então abriram a porta e trouxeram três cães enormes presos por trelas. Assustei-me ao ver os mastros para fora, vermelhos e molhados.
“Agora você vai satisfazer os cães, Maria Amelia. Vão comer seu rabo e buceta, tornando-a sua cadela”.
“Por favor, eu faço o que quiserem, mas não me seviciem com animais. Eu nunca trepei com um”.
“Então vão tirar seu cabaço, vadia. Vai ser comida pelos três e limpá-los depois com essa boca gulosa, mas será arrombada gradativamente”.
Chorei mas foram impiedosos. O primeiro foi um labrador: meteu em minha buceta até o nó, travando durante mais de 20 minutos. Foi substituído por um rottweiler que rosnava quando eu tentava me defender. A trepada durou quase 1 hora. A entrada do mastim foi a mais dolorosa e demorada. Seu pau era gigantesco, media mais de 25 cm x 8 cm e seu tesão, soube mais tarde, era de mais de 15 dias em jejum. Os bandidos bebiam e riam enquanto eu era estuprada e sofria. O cão travou quase uma hora dentro de mim, emprenhando sua cadela com esperma espesso. Minha xoxota estava esfolada e um fio de sangue corria dela.
Renovaram a lubrificação com o creme e deixaram os cães aproveitarem. O labrador e o rottweiler penetraram minha vagina mas o mastim acertou a entrada do cu. Urrei de dor. O animal sentindo entrara no meu rabo, movia-se freneticamente. Logo seu nó encostou em minha bunda e forçou a entrada no ânus. Ao arrombar definitivamente minhas pregas, desmaiei de dor. Recobrei os sentidos e o animal ainda ejaculava em mim, travado. Saiu e me obrigaram a limpar o restante de seu sêmen misturado a meu próprio sangue. Chupei por muitos minutos.
Nos 20 dias que se seguiram fui violada por homens e animais muitas vezes sem poder resistir. Nas poucas vezes que tentei, recebi meu castigo.
Quando cansaram-se de me fazer sua escrava e puta, comunicaram que me levariam de volta. Avisaram que se revelasse a alguém o que me acontecera, a punição seria muito pior do que já tivera. Prometi que ninguém saberia. Ainda disseram que me procurariam para outras orgias no futuro e eu deveria obedecer às suas ordens. Ajoelhei e agradeci prometendo que faria o que quisessem.
No dia em que me libertariam, usaram-me diversas vezes. Ao final, amarrada no catre, nua e com as pernas abertas, chicotearam minhas tetas, ventre e a buceta. Meus peitos exibiam marcas roxas e a buceta não podia ser tocada.
Trouxeram o carro de presos, jogaram-me trancada no compartimento traseiro e, nua, fui deixada na porta de casa. O chefe me entregou a chave da porta e entrei. Finalmente estava livre, embora traumatizada sexualmente para o resto de minha vida pela experiência que jamais esquecerei.
Eles também não me deixariam em paz e retornaram diversas vezes exigindo seu espólio. Espalharam a notícia entre seus amigos e tornei-me uma puta contumaz me entregando a todos sem reservas ou pudores apesar de manter uma postura de mulher honesta e casta frente a outras pessoas.
Maria Amelia

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