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Minha filha meu amor 2

  • Publicado em: 6 de janeiro de 2011 17:01
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(Continuação)

Ela se retirou e me deixou ali plantado com o pau duríssimo doido para come-la. E se ela fosse minha filha? Seria incesto e isso é pecado. Mas e o tesão?

-Professor, pega uma toalha, por favor, que eu esqueci. Na minha mala tem uma verde.

Peguei a toalha e lhe levei. Ao entrar no quarto notei que a porta do banheiro estava aberta me dando uma visão quase que total do Box onde ela se banhava. Pude ver pela transparência do vidro do Box que era uma deusa mais linda do que tinha sido sua mãe. O perfil do corpo era perfeito. Deixei a toalha e sai antes que não pudesse mais.

Fui ao meu quarto e entrei no Box pronto para uma punheta. Meu pau estava tão duro que até doía. Duas ou três mexidas e jorrei uns litros de porra. Nunca havia gozado daquele jeito. Estava obcecado por aquela ninfeta que poderia ser minha filha.

Após o banho vesti uma bermuda clara por sobre uma cueca da lycra branca. Ao chegar à sala vejo Sandrinha de baby-doll clarinho e transparente sentada com os biquinhos dos seios em riste. Meu pau já começou a reagir.

-Gostou do banho meu amor?

-Delicioso. Mas o que eu mais gostei foi do abraço antes do banho.

-Não seja por isso. Venha cá e abrace de novo.

Quando ela se levantou pude ver pela transparência do tecido de seu baby-doll tudo o que a natureza erótica nunca ousou sonhar. Ali estava o mais perfeito corpo jamais visto. Linda em tudo. Pude ver a calcinha linda e os seios nus sem sutiã.

Quando ela chegou e me abraçou meu pau se alinhou perfeitamente em sua vagina. Seu suspiro denunciou que ela sentiu e gostou.

-Sandrinha você é maravilhosa.

– Agora eu sei por que mamãe lhe amou tanto.

– Por que você diz isso?

– Por que estou sentindo o que ela sentia falta com meu pai.

– Menina não brinca assim que eu posso ser seu pai.

– Eu sei e é ai que me excito professor. Beija-me, por favor…

Nossas bocas se devoraram como se procurassem há séculos. Minhas mãos experientes chegaram a sua bundinha e ao elástico da calcinha.

-Menina. É melhor a gente parar, pois posso ser seu pai…

– Euuuu, seeiiiii mas nããoo para por favor…quero isso muiito, ahhahhhh!

– Meu amorrrrrr, gostooooooooooooosa… esfregaa.

– Ahhhhhhhhhh ohhhhhhhhhhhhhhhhh, huuuuuummmm delííííííííciaaa aiiiiiiiiiiiiii. Quero ser sua, meu amorrrrrrrrr.

Tirei-lhe o baby-doll e passei a beijar-lhe todo corpo. Pescoço, peitinhos, barriga e finalmente a bocetinha por cima da calcinha. Que maravilha.

– Vaiiiiii chuppppppaaa, mordeeeee. Me chuuuuupaaaa

– Vou comer você todinha.

– Vai come como comia mamãe.

Nisso ela me livrou da bermuda e começou a morder meu pau por cima da cueca. Deitados no tapete da sala, eu fui puxando seu corpo até ter sua bocetinha ao alcance de minha boca. Afastei sua calcinha a fui fundo naquela maravilha virgem. Bastaram umas linguadas que ela acusou com um orgasmo maravilhoso. Nesse momento ela afastou a cueca e caiu de boca no meu mastro que, de tão duro, até doía. Chupava como se já soubesse chupar. Não era mestra como era sua mãe mas estava no caminho certo.

Fudi aquela boquinha até acusar que iria gozar. –

– Vai goza, Enche minha boca vaiiiiiii.

E fui. Ela engasgou, cuspiu e engoliu.

Ficamos em silêncio. Ela me acariciava a barriga e eu seus seios. Logo estávamos prontos para a posse.

– Vai devagar que ainda sou virgem. E ele é grande demais.

Posicionei-me entre suas maravilhosas coxas, pincelei por várias vezes meu pau em sua virgem bocetinha e fui metendo bem devagar.-

– Ai meu amorrrr, de vagaaaaaaaarrrrrrrrrr tá doeeeeeennnnnnnnndo, devagaaaaaarrrrrrrr. Aiiiiiiiiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiii

– Calma amor tá indo. A cabeça já está quase entrando. Calmaaaa!

– Ai tá doendo. Ele é muito grande. Espera.

– Taaaaaaaaa

Nisso sinto a barreira do hímen. Forcei um pouco e senti sua dilaceração. Ela acusou o golpe, mas não reclamou muito. Abraçou-me e enfiou a língua em minha boca. Pude notar em seu rosto crispado a dor que sentia e ao mesmo tempo a felicidade daquele momento. Fui entrando devagar. Nossa que bocetinha maravilhosa. Apertadinha e suculenta.

– Aiiiiii amor já entrou tudo?

– Tá quase. Maravilhoooooosa. Que bocetinha maravilhosa que você tem amor.

– Ela é toda sua… Meti o que faltava. Poxa ela aguentou meus 23 com galhardia.

Comecei a mexer num vai e vem cadenciado. As bolas batiam em seu rabinho fazendo um barulho vitorioso.

– Ohhhhhhhhhhhh vou gozarrrrrr ahhhhhhhhhhhh. Ela anunciou o segundo orgasmo de uma série interminável.

– Ahhhhhhhhhhhhhhhhohh que maravilha. Estou gozando de novo ahhhhhhhhhhhh.

Eu mexia com calma num vai e vem rítmico.

Aí comecei a acelerar pressentindo o orgasmo.

-Vai amorrrrrr goza me enche de porra vai. Me fode paizinhoo Come sua filhinha como comia mamãe.

Ao ouvir isso me desmanchei no maior orgasmo de minha vida até então.

Foi porra demais. Enchi sua bocetinha.

Quando mais eu gozava mais velocidade imprimia na metida. Ela enlouquecia.

-Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que delíííííííííííciiiiiia. Vou morrrerrrrrr. Aiiiiiiiii ohhhhhhhhhhh.

Exaustos adormecemos.

Ao acordarmos nos olhamos e recomeçamos tudo de novo. E assim foi por toda noite. Só sossegamos pela manhã.

Dormimos até 3 da tarde.

Quando acordei notei que ela já havia levantado e estava no banho.

Dirigi-me ao banheiro onde ela se banhava.

-Paizinho entra aqui.

-Para menina. Se eu fosse seu pai nada disso ocorreria.

– Será que não ocorreria?

-Claro que não. Jamais comeria minha filha.

Diante da visão daquela maravilha nuazinha a minha frente pensei: que nada. Comeria do mesmo jeito.

– Vem entra aqui e passa sabonete em sua filhinha vai.

Meu pau estava em franca ereção. Entrei e logo-logo estávamos engatados. Ela estava de costas e eu encaixado em sua bundinha. Nisso passei bastante sabonete em seu cuzinho e em meu pau e fui à luta.

Ela reclamou um pouco, mas depois acabou cedendo.

Foi prazeroso demais deflorar seu cuzinho também.

Ela aguentou direitinho tudinho como havia aguentado sua mãe no passado.

O mês em que ela ficou em minha casa fodemos direto todos os dias. Gozamos muito.

Ao chegar, Sílvia me chamou para uma conversa e nessa conversa acabou me confessando que Sandrinha era minha filha.

Isso aí ao invés de me deixar abatido me deu foi mais tesão. Foi assim também com ela.

Até hoje fodemos direto. Quase todo final de semana ela vem ficar com seu papai e leva muita rola na bocetinha e no cuzinho.

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Uma Comentário para “Minha filha meu amor 2”

  1. Muitobom

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