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Minha irmã conheceu o gatinho

  • Publicado em: 20 de setembro de 2017 13:08
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Esse conto não foi escrito por mim, mas sim pela minha irmã, dois anos mais nova que eu chamada Isabella. Pedi para ela relatar o que aconteceu, depois de eu ter descoberto a história. através do texto dela descobri que temos muita coisa em comum, além de ter delirado com o mesmo homem. Boa leitura!!
Só tive dois namorados até hoje, e os dois duraram pouco tempo. Nunca tive muita paciência par… a relacionamentos longos, e mesmo assim curti com poucos garotos até hoje, sempre tive medo de magoar as pessoas. Então, mesmo os homens me achando atraente, nunca dei muita liberdade, por isso era considerada uma menina metida, mesmo não sendo. Dei meu primeiro beijo com 14 anos, e perdi minha virgindade com 16, ambos com ficantes, mas nada sério o suficiente para eu considerar aquilo como uma relação.

Depois de um mês sem beijar na boca e quase quatro meses sem “outras coisas”, alguém tocou a campainha da minha casa. Fui olhas no “olho mágico” e no portão estava parado um rapaz alto, magro e com um boné virado para trás. Abri a porta e fui ver o que a pessoa queria. Quando cheguei perto percebi que era bonitinho.

Ele me disse “oi” e perguntou se a minha irmã, Isadora, estava em casa. Eu disse que não, que ela tinha saído com a minha mãe, e que não sabia que horário elas iriam voltar. Tirando um pen drive do bolso, ele me disse que só precisava devolver para ela, pois ela havia esquecido na casa dele quando foi editar o vídeo. Falei que entregaria. Passando a mão na testa, ele me perguntou se eu poderia servir um copo d’água para ele. Apesar de ser agosto de 2015, estava muito calor. Disse para ele entrar que eu ia buscar a água. Olhei discretamente para trás e percebi ele olhando para o meu bumbum.

Ele sentou no sofá da sala e eu trouxe o copo com água. Começou a fazer perguntas, como o meu nome (Isabella), se eu era irmã da Isadora, o que eu fazia da vida. Respondi todas e fiz as mesmas para ele. Perguntou se eu poderia passar o meu número para ele, para nós continuarmos conversando, eu passei e disse que seria legal.

Brincando, falei para ele rindo: não sei para que você quer o meu telefone, eu sou feia. Ele respondeu dando um sorriso malicioso: você está zuando né? Você é muito gatinha. Por isso mesmo que eu quero teu telefone. O meu ponto fraco são os elogios, cada vez que os recebo fico mole e boba, e, quando ele me chamou de gatinha, foi como riscar um fósforo numa fogueira cheia de gasolina.

Agradeci o elogio e disse que também tinha achado ele gatinho. Ele então sentou mais perto de mim e perguntou o que eu fazia quando um cara que eu achava gatinho sentava bem perto de mim. Respondi que eu não fazia nada, pois esperava a sempre a atitude do gatinho. Rapidamente ele chegou bem perto de mim, colocou uma mão nas minhas costas e a outra na minha nuca e me beijou. Primeiro com dois selinhos rápidos, para sentir o gosto, e logo colocou a língua dentro da minha boca. Confesso que me surpreendi com o beijo dele. Muito bom.

Depois de uns minutos de um beijo de tirar o fôlego, ele começou a beijar o meu pescoço. Outro ponto fraco meu. Senti meus braços se arrepiarem e pedi para ele parar. Ele parou e pediu desculpas. Disse para ele que não tinha problema, só que tinha levado um susto por ele ter chegado com tanta firmeza. Rindo, ele disse que com ele era assim, que a pegada era sempre bem forte. Sorri timidamente e, sem saber o que falar, o abracei e nos beijamos mais uma vez longamente.

Enquanto nos beijávamos, ele pegou a minha mão direita e colocou em cima do pênis dele, por cima da bermuda dele, para eu sentir como ele estava duro. Passei a mão bem de leve e fui sentindo todo o tamanho e a grossura dele, que era bem interessante, aliás. Ele então me pegou pela cintura, perto do quadril e me puxou pra cima dele, fazendo com que eu ficasse montada em cima dele (para detalhar, ele estava sentado no sofá ao meu lado, e eu montei em cima dele com ele ainda sentado). Levei um pequeno susto, mas fiquei animada com a atitude de macho que ele teve. Realmente, a pegada era forte.

Eu estava usando uma saia jeans de bico (se não souber, pesquisa e descobre) cerca de um palmo para cima de joelho e uma blusinha de alcinha branca, com um sutiã rosa por baixo. Sei que não é a melhor combinação, mas me deem um desconto, eu estava em casa e não sabia que ia receber a visita de um gatinho.

Quando ele me puxou no colo dele, montada, minha saia subiu, deixando toda a região das minhas coxas à mostra e tapando apenas o bumbum. Fui com a mão tentando abaixar, mas ele me abraçou pelo quadril com o braço esquerdo e com a mão direita puxou meu rosto para perto do dele e voltamos a nos beijar. Com esse braço esquerdo, fez com que eu fizesse o movimento de “vai e vem” no colo dele.

No começo não estava sentindo nada, até que ele colocou a mão na bermuda e “ajeitou” o brinquedinho dele para que ficasse para cima, pois estava para o lado. Então quando ele me ajeitou de novo, o brinquedinho dele encaixou bem no meio da minha brinquedinha, rs. E qualquer mulher sabe que, quando toca os pontos certos, a sensação pode ser muito gostosa.

Ele continuou me beijando e fazendo com que meu quadril realizasse o vai e vem. Até que ele percebeu que eu estava fazendo o movimento sozinha e me largou, me pegando com as duas mãos na cintura. Comecei a sentir prazer, e, como diz a minha irmã, estava “delirando” em cima dele, de olhos fechados, apenas relaxando naquela sensação maravilhosa que vocês devem conhecer melhor que eu.

Pouco tempo depois eu já estava dando alguns suspiros, intercalados com gemidos fracos e contínuos. Ele estava de olhos fechados também, mas com uma expressão séria. Então começou a me dar uns pequenos choques “nela” e eu sabia o que aquilo significava: logo eu iria gozar. Aquilo me deixou um pouco nervosa, pois eu nem sabia quem era e eu não estava acostumada a fazer aquilo com desconhecidos, ainda mais no sofá da minha casa.

Quando a sensação pré-orgasmo começou a aumentar e eu já começava a soltar pequenos gemidos mais longos, tocou o telefone. Levei um susto tão grande que quase morri do coração. Na hora parei de me mexer e, sem sair do colo dele estiquei o braço e atendi. Era a minha mãe me dizendo para abrir o portão que ela já estava chegando com o carro. Frustradíssima saí do colo dele e disse que ele precisava ir. Ele também muito chateado (e com o brinquedinho dele latejando) foi embora, porém me beijou deliciosamente antes de sair.

A minha raiva aumentou quando passaram mais de dez minutos até ela chegar, ou seja, eu poderia ter gozado tranquilamente antes dela chegar de fato. Mas não havia o que fazer, apenas passei dois dias me lembrando daquilo e sentindo aquela sensação de “quase” presa dentro de mim.

Depois de uma semana achei que ele tinha esquecido de mim, até que meu celular vibrou e era ele mandando uma mensagem no whatsapp. Na Ele escreveu que não tinha achado um recibo de banco e queria saber se ele não teria esquecido na minha casa.

Fui até à sala e olhei no sofá. Não havia nada. Até que eu olhei debaixo do sofá e lá estava, num cantinho um papel com o nome dele. Mandei uma mensagem dizendo que estava lá, e que se ele quisesse eu poderia levar em algum lugar. Ele disse para eu guardar que ele iria buscar. Achei aquilo uma ótima ideia, apesar de não ter dito nada para ele, lógico. Guardei o papelzinho na minha gaveta do criado mudo e esperei ele ir buscar.

Passados uns 10 dias, mais precisamente numa sexta, que ele ficou completamente ausente, mandou uma mensagem perguntando se poderia ir buscar o tal recibo. Eu disse que sim. Ele então perguntou se eu estava sozinha em casa. Respondi que sim, que minha irmã tinha viajado e meus pais estavam trabalhando, e que chegariam perto das 19 horas (quando ele mandou mensagem era próximo das 14 horas). Ele disse que chegaria dentro de uns 20 minutos. Falei para ele demorar uma meia hora, pois eu estava limpando a casa. Era mentira, eu apenas queria me arrumar antes dele chegar.

Corri até o banheiro, tomei um banho, coloquei a mesma roupa do dia que nós ficamos, pois ele elogiou ela e fiz uma trança no meu cabelo. Logo que eu terminei de me arrumar a campainha tocou. Fui até o portão e ele entrou. Mal deu tempo de fechar a porta da frente ele me agarrou e começamos a nos beijar. Com uma das mãos ele trancou a porta de entrada da minha casa e foi andando abraçado comigo. Sentou no sofá e me puxou para cima de novo.

Assim que eu me ajeitei em cima dele, ele disse: onde nós paramos mesmo? Sorrindo, disse que ele sabia muito bem como era. Ele riu e me posicionou de novo com o pênis dele encaixado em mim, e voltei a rebolar em cima dele e fazer os movimentos de vai e vem. Toda aquela sensação gostosa retornou, e mais rapidamente, pois eu estava relaxada, sabendo que ninguém chegaria de surpresa.

Quando aquela sensação dos choquinhos começou a se manifestar, meus gemidinhos também vieram, baixinhos e longos, devido ao prazer que estava sentindo. E como eu disse antes, sabia que aqueles choquinhos com um pouquinho de arrepio significavam que o prazer estava vindo.

Gemi um pouquinho mais alto e ele, percebendo isso segurou na minha cintura de fez eu levantar um pouco, desencostando dele. Na hora o choquinho parou e eu fiquei furiosa com ele. Reclamei e ele disse para eu ter calma, que eu merecia algo melhor. Antes que eu perguntasse o que era, ele abaixou a bermuda com a cueca junto e aquele brinquedo lindo dele apareceu. Grandinho e mais grosso do que eu imaginava.

Ele rapidamente colocou as mãos debaixo da minha saia, abaixou a calcinha e tirou ela jogando no outro sofá. No momento que fui perguntar para se tinha camisinha, ele pegou com as duas mãos no meu quadril e encaixou o pênis dele dentro de mim.

Meu coração quase saiu pela boca. Primeiro porque ele me pegou de surpresa, pois puxou o meu quadril e o brinquedo dele já foi direto na entrada da minha vagina, e segundo, porque nunca tinha sentido um pênis sem camisinha dentro de mim.

Quando senti ele inteiro dentro de mim, coloquei a mão direita para trás e toquei nas suas bolas, que estavam encostadas no meu bumbum. Comecei então a me mexer para frente e para trás e os choquinhos logo retornaram, só que mais fortes. Não demorou muito e comecei a gemer um pouquinho mais alto que antes.

Então ele pegou no meu quadril e começou a fazer com que eu sentasse, desencostando meu bumbum do colo dele e dando pequenas pancadinhas cada vez que meu bumbum batia nas coxas dele. Logo meus gemidos ficaram mais altos e uma sensação muito boa começou a tomar conta do meu corpo. Ele me perguntou se estava gostoso e eu respondi que estava muito gostoso.

Ao ouvir isso ele me puxou, deitando no sofá, comigo por cima. Puxou meu corpo para perto do dele, ergueu um pouco o meu quadril e começou a fazer o movimento de baixo para cima, com força e rápido. Nesse momento eu comecei a sentir muito prazer e alguns espasmos na parte interna das minhas coxas. Poucos minutos depois comecei a gemer mais alto, ouvi um gemidinho dele e, ficando em silêncio por alguns segundos (depois descobri que é coisa de família esse pequeno silêncio) gemi alto tendo um orgasmo delicioso. Depois de eu gozar, ouvi ele gemendo também. Pensei que ele havia gozado, mas não, era apenas a sensação de prazer que ele sentia.

Voltamos a nos beijar enquanto ele me penetrava lentamente na mesma posição. Até que ele me levantou no colo dele e, ainda penetrando me levou até o meu quarto. Chegando lá ele deitou na cama em cima de mim, tirou a camiseta, a minha blusinha e o meu sutiã. Começou a encher meus seios de beijos, elogiando eles a cada lambida que dava nos bicos. Eu gosto dos meus seios, pois, apesar não serem grandes são firmes e um pouco empinados.

Ajeitando o corpo dele no meio das minhas pernas, penetrou em mim de novo e começamos a transar no papai e mamãe, com o corpo dele colado no meu, dando beijinhos no meu pescoço.

Pouco depois, já invadida pelo tesão e passando as minhas unhas lentamente nas costas ele, o gatinho ergueu o corpo e começou a fazer de maneira mais rápida e forte e eu, com a mão esquerda no quadril dele e com a mão direita no bumbum redondinho e firme. E não demorou para ele começar a fazer gostoso com o corpo dele batendo no meu e dando alguns gemidos, me elogiava dizendo o quanto eu era gostosa e que estava sentindo muito tesão.

Comecei a gemer de maneira mais intensa e a sentir os danados dos choquinhos retornarem com tudo. Achando que iria demorar mais para gozar, ele começou a batucar com força. Ouvindo os gemidos dele, meu tesão aumentou demais e, mais uma vez (e sem querer) fiquei em silêncio até gozar com um gemido rouquinho um tanto alto. Ele não diminuiu o ritmo e, gemendo mais alto deu duas batucadas fortes e gozou.

Voltamos a nos beijar intensamente, recuperando o fôlego. Eu estava feliz com os dois orgasmos que havia sentido pela primeira vez na vida, sendo o segundo mais forte e longo que o primeiro. Pensando nisso depois percebi que na posição “papai e mamãe”, a cabeça do pênis dele tocava no meu ponto G diretamente, e isso me fez delirar ainda mais.

Pensando que já havia acabado, disse para ele que foi muito gostoso. Ele me olhou e disse: calma que ainda não terminou. Então ele levantou e me colocou de 4 na minha cama. Posicionou-se atrás de mim e, com uma mão no meu quadril e a outra segurando na minha trança começou a batucar com intensidade, num ritmo constante.

Elogiou o meu bumbum, que tinha um tamanho bom ( não é grandão), dizendo que era muito gostoso e macio. Começou a batucar de maneira gostosa, fazendo com que eu sentisse o seu pênis grosso entrando e saindo de mim de forma intensa. A cada vez que entrava inteiro eu soltava um pequeno gemido. Ele de tempos em tempos dava um gemido de prazer, o que resultava num pequeno apertão no meu bumbum ou um tapa leve, mas firme.

Quando ele gemeu um pouco mais alto, empurrou o meu corpo para baixo, fazendo com que meu bumbum ficasse mais alto e ele, montando em cima de mim, penetrava mais rápido e mais forte. O meu prazer era imenso e eu delirava deliciosamente com o pênis dele dentro de mim. A sensação era tão gostosa que eu apertava uma ponta do travesseiro com uma das mãos e mordia meu lábio inferior (fazendo com que a noite eu notasse que acabei me cortando de tanto morder). Eu me sentia completamente dominada por ele, submissa mesmo, e louca de tesão por saber que ele estava sentindo prazer com o meu corpo.

Não demorou muito para que as batucadas dele dessem resultado e eu, depois de um grito e alguns segundos de silêncio gemesse/gritasse, forte o suficiente que doeu um pouco a minha garganta, mas deu uma sensação de alívio e bem estar incrível.

Quando ele ouviu o meu grito e sentiu meu corpo tremer, empurrou meu quadril para baixo e ficou de joelhos atrás de mim, enquanto eu estava deitada completamente de bruços. Nessa posição ele me batucou violentamente, fazendo com que eu ouvisse o barulho da virilha/quadril dele batendo no meu bumbum.

Os gemidos dele ficaram mais frequentes e intensos e eu sabia que ele estava doido para gozar. Para estimulá-lo, falei com a voz mais safada que eu tinha: não sou a mais gostosa que você já comeu? Ele, gemendo disse que eu era linda e usou uma palavra que eu não gosto muito. Disse que a minha “buc..” era deliciosa.

Recebi aquilo como um elogio e dei uma leve apertada no pênis dele com a minha vagina. Nisso ele deu outra gemidinha gostoso, batucou fortemente e, dando um gemido de alivio gozou gostosamente. Tão gostoso foi o orgasmo dele, que senti suas pernas tremendo logo após a ejaculação.

Ele deitou o corpo em cima do meu, ainda com o pênis dentro de mim e beijou a minha nuca. Ficamos um tempinho deitamos na cama abraçados e nos beijando. Pouco tempo depois ele levantou e foi embora. Ainda fiquei por um tempo na cama sentindo o cheiro de tudo que havia rolado ali, principalmente do perfume dele.

Naquela noite dormi profundamente, relaxada e feliz.

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Uma Comentário para “Minha irmã conheceu o gatinho”

  1. Olá.
    Dúvidas, críticas ou sugestões:
    isadoragrc94@gmail.com
    Obrigada.
    Isadora.

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