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Minha nora, minha amante (continuação)

  • Publicado em: 6 de março de 2018 19:17
  • Expira: Nunca!
Minha nora, minha amante (continuação)
foto n.1

Detalhes do Conto Erotico:

Depois da primeira transa, minha nora começou a ficar cada dia mais à vontade em minha casa. Parecia minha “esposa” (rsrsrs)… Pediu até para colocar o carro novo em seu nome. E eu não a decepcionei. Fui ficando cada dia mais apaixonado por aquela mulher maravilhosa e fazia tudo o que ela pedia. Mais e mais provocante, Silvia, minha nora, andava nua pela casa, principalmente quando meu netinho estava na escola ou na casa da avó. Às vezes, ela se esquecia do menino e saia do banho sem a toalha, nuazinha. Mas o menino nem reparava, por causa da pouca idade. Eu ficava doidão com aquela exposição sensualíssima, rebolativa e provocante. Sílvia sabia fazer um pau subir…
Numa noite em que minha nora dormiu comigo na minha suíte, me surpreendeu com um papo estranho:
_ Mané, sabe que eu tenho um carinho especial por você. Nem sei como poderia viver sem a sua companhia, sem a sua ajuda, sem o seu amor… mas, até hoje, não consegui AMAR você como amei seu filho, no início do namoro… mas confesso que AMO sexo e você me deixa louca… Mané, desculpe-me, mas eu quero MAIS… eu quero – com sua permissão e participação – MAIS SEXO… sexo pesado, sexo de todos os jeitos…Por favor, não pense mal de mim… não me despreze… não fique com raiva… é apenas um desabafo.
Ouvi atentamente aquela confissão e, por estar apaixonado, iniciei um discurso de desespero + decepção + frustação + TESÃO sem igual:
_ Sílvia, o que você está querendo? Virar uma PUTA? Pelo amor de Deus, menina, cria jeito… assim…
Parei, por um instante, de falar bobagens e de dar “tiro no pé) e mudei o rumo da conversa: ora bolas, se a putinha quer ser mais putinha, o que posso fazer? Dispensar? Nem pensar… Vou é dançar conforme a música.
_ Pois é, pensando e agindo assim você vai me deixar logo… vai me abandonar … e justamente agora que estamos tão bem… Vamos, confessa, você já está de olho em algum macho?
Fingindo um falso ciúme, fui direcionando o papo bravo e, ao mesmo tempo, demonstrando meu grande amor por ela. E, para demonstrar meu amor e, sobretudo, meus nobres sentimentos de altruísmo, desprendimento, desapego, generosidade… em outras palavras: minha inesperada convicção de ser CORNO manso e o temor de perder aquela preciosidade… aquela menina maluquinha (ou taradinha).
Silvia percebeu que eu estava, veladamente, aceitando dar todo apoio àquelas loucuras confessadas por ela. Achou oportuno iniciar um PACTO comigo, deixando bem claras as regras de conduta daquela data em diante:
_ Mané, você viu no meu notebook que eu ADORO as mais loucas sacanagens. Eu vou às nuvens quando vejo nos vídeos as surubas, gangbangs, dupla penetração e outras taradices pornôs. E eu quero experimentar TUDO isso… Por favor, diga AGORA se concorda em me ajudar ou ….
Super excitado, com o pau DURÍSSIMO, nem esperei Sílvia terminar a frase e, imediatamente repliquei:
_ CONCORDO… apoio TUDO o que você queira fazer, desde que eu possa participar e que tudo seja feito com a máxima segurança possível. Não podemos correr risco de forma alguma.
Sílvia sorriu satisfeita e pegou minha mão, caminhando para a suíte:
_ Mané, vamos começar nossa NOVA vida de putaria… e para começar você vai comer meu cuzinho, que está há muito tempo querendo uma rola…
Sílvia, que já estava nua, se jogou na cama de bunda pra cima e, com as duas mãos separou as nádegas e mostrou seu cuzinho piscando. Passei um lubrificante no pau e no rabicó de minha nora e, com paciência, iniciei uma tímida penetração.
_ Vamos Mané, mete logo esse pau no meu rabo. Envia duma vez. Vai doer, mas a dor passa logo… Mete… mete… meu macho gostoso.
Com a ajuda dela dando um solavanco pra trás, meu pau entrou duma vez só naquele cuzinho fechado. Eu senti uma dorzinha gostosa no pinto e ela uma baita dor no rabo. Gritou, gemeu, xingou… mas adorou.
Com o pau no cuzinho de minha norinha, fiquei horas segurando o gozo, mudando as posições. Além de coloca-la de quatro ou cata cavaco (posição sensual, que dá para apreciar aquela lindíssima bunda num vai e vem sensual), fizemos coqueirinho, com Sílvia cavalgando sobre meu pau; peito com peito unidos e com o pau no seu rabo, beijei minha nora com muita paixão …
E foi abraçado que enchi seu cu de porra, com Sílvia lambuzando a cama com orgasmo múltiplo que escoria pela bocetinha encharcada.
Deitamos para descansar, após Silvia tomar uma ducha para tirar a porra do seu cuzinho.
Na cama, Sílvia continuou a comentar seu plano de iniciar sua vida devassa:
_ Mané, você já ouvia falar em casa de swing? Em São Paulo, no Morumbi, há uma excelente … Em Natal, RN, também Pousada maravilhosa… eu vi na Internet… E como queremos conhecer o nordeste…que tal fazer uma visita a uma dessas casas?
_ Devagar, meu bem… acho que você está colocando o carro na frente dos bois… Deixe-me assimilar essa coisa toda… para mim é novidade… não consigo entrar no clima, assim de repente… Calma!
_ Se você permitir, eu posso ir com um acompanhante, que pode ser, por exemplo, um garoto de programa. Se você concordar, claro.
Enquanto falava, Sílvia ia apalpando e punhetando meu pau até ficar no ponto. Parou de falar e começou um sexo oral que NUNCA havia feito em mim com tanta sensualidade e dedicação.
_ Não… não … e não. Silvinha, meu bem, acho melhor EU mesmo ir com você, afinal já me conformei em ser um corno manso e compreensível. Vamos telefonar para uma dessas casas… pode ser aqui mesmo no Rio.
Sílvia apressou a chupada e gozei. Ela limpou meu pinto e foi telefonar. Para minha surpresa, ela já tinha o número de uma casa de swing daqui do Rio de Janeiro. Marcou dia e hora e fomos.
Meio atrapalhado, como marinheiro de primeira viagem e peixe fora d´água, fui muito bem recebido pelos valetes que levaram meu carro para garagem da casa de swing. Olhei em volta e fiquei perplexo: pessoas lindas e carros importados, caríssimos. Apressados, os swingueiros entravam sem encarar os demais, não querendo ser reconhecidos.
Fizemos o mesmo. Entramos e ficamos pasmos com tanto luxo e atenção. Todos foram recepcionados num amplo salão, em que todos, vestidos, respeitavam um ao outro. A linda recepcionista explicou para que serviam a várias acomodações e deixou claríssimo que NUNGUÉM era obrigado a fazer o que NÃO queira fazer. RESPEITO era a palavra chave.
Bebemos, dançamos e fomos conhecer os demais salões. Cheia de tesão, Sílvia se jogou numa das enormes camas completamente nua. Eu, claro, a acompanhei, começando um maravilhoso e singelo papai e mamãe. Nós ficamos naquela meteção gostosa, quando percebemos que estávamos sendo observados. Era o que a danadinha queria. Assim que ela viu os curiosos se aproximando de nós iniciou um orgasmo interminável, que molhou até os lençóis e minha coxa. Gemia, dava gritinhos, xingava… fazia tipo para impressionar os curiosos.
O que Sílvia não imaginava (ou imaginava?) era que aquela suíte era uma das áreas reservadas às surubas e gangbang.
Sílvia estava, simplesmente, realizando seu sonho. Era o que planejava há tempo. Realmente, Sílvia, minha nora, era uma verdadeira putinha sem controle. E eu estava adorando aquela sacanagem da grossa…
Um casal bonito, altos e malhados, deitaram ao nosso lado. Ele devidamente protegido por uma camisinha tamanho GG que cabia apertadíssima naquele tarugo de mais de vinte centímetros (acho…).
Sílvia tirou meu pau de sua boceta e a ofereceu ao estranho. A mulher do estranho se aproximou de mim e, com uma camisinha na mão, foi encapando meu pau e oferecendo sua bocetinha depiladinha.
Adorei comer aquela loiraça de 1.80m, com uma bunda gigante e seios adoráveis … Comi aquela bocetinha com um prazer imenso, enquanto chupava os seios dessa linda estranha.
Meu prazer era maior quando eu olhava de lado e via Sílvia metendo com o estranho, gritando e gemendo naquele pau ENORME. Quando ela subia, numa cavalgada agitada, dava para ver aquele pinto entrar e sair da xaninha de minha norinha gostosa e calcular o TAMANHO daquela rola. Sílvia ria e chorava de tesão. Estava eufórica.
A estranha se afastou de mim, depois de gozar muito, procurando outro pinto um pouco maior que o meu. Eu segurei para não gozar e logo vi que Sílvia estava cavalgando sobre o macho, arrebitando a bunda. Eu me aproximei, passei um lubrificando no meu pau e no cuzinho de minha nora e comecei uma deliciosa dupla penetração.
Sílvia ficou LOUCA de tesão. Adorou levar duas rolas ao mesmo tempo dentro dela. Era seu objeto de desejo. Era a realização de um sonho, que acalentava desde a puberdade. DOIS PINTOS… era o que sempre quis.
Sentindo aquela bunda macia batendo no meu saco e na minha barriga; sentindo o latejar de um pinto enorme roçando no meu, dentro da vagina de Sílvia, não consegui resistir e GOZEI… foi um rio de porra, enchendo o cuzinho de minha norinha. O punhado de porra escorria por aquela bunda e descia pelo saco do estranho, que, também não aguentando mais, GOZOU enchendo a camisinha de porra.
Sílvia adorou GOZAR com duas rolas lançando jatos, latejando e esguichando orgasmos dentro dela, por um longo tempo… E mesmo após as ejaculações, os pintos ainda continuaram duros dentro de Sílvia, para seu regozijo.
Depois dessa trepada fenomenal, pensei que Sílvia já estava satisfeita. Ledo engano. Ela estava apenas começando a realizar suas fantasias de mulher objeto, de rapariga, de rameira, prostituta, guenga…
Mas o que minha nora aprontou naquela noite na casa de swing prefiro comentar em outra oportunidade, mas adianto que ela deu um show tão formidável, no palco da casa, que a gerência a chamou para lhe dar um cartão VIP para utilizá-lo por um ano, com todas as despesas pagas e com direito a trazer um acompanhante.
E esse acompanhante era … adivinhem. Eu, claro.

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