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Minha nora, minha amante

  • Publicado em: 6 de março de 2018 19:15
  • Expira: Nunca!
Minha nora, minha amante
foto 2

Detalhes do Conto Erotico:

Meu filho se casou com uma linda mulher, com corpo bem feito (após lipo na barriga, silicone nos seios e nádegas…) e super sensual. Entretanto, estavam à beira do divórcio por incompatibilidade de gênios (e algumas trocas de bofetes). Por causa do meu neto, convidei minha nora Sílvia para morar em meu amplo apartamento, pois minha esposa havia falecido há oito meses.
Meu filho não se importou, porque já estava morando com uma periguete.
Sílvia tomou conta do pedaço. Ficou à vontade, ocupando uma das suítes do meu apartamento. Seu filho, Júnior (meu netinho), ficou com um bom quarto com TV, DVD e X-Box. Eu fiquei com a melhor suíte e a vida seguia…
Sílvia, minha nora, foi ficando, dia a dia, mais próxima de mim, apesar de eu ter vem mais idade do que ela. Em poucos dias, já estava ajudando a faxineira e a cozinheira vestindo roupas curtíssimas. A coleção de shortinhos micro valorizavam as polpinhas de sua bunda, que, mama mia, era de “fechar o comércio”. As blusinhas coloridas deixavam mais da metade dos seios lindos e bronzeados de minha nora. Cada andar, cada gesto, cada sorriso… ia me cativando pouco a pouco. Mas eu fiquei na minha, em respeito ao meu neto… Afinal, família é família.
Os dias foram passando e, depois de alguns meses Sílvia já estava abusando de minha timidez e respeito. Toda vez que ela bebia alguma coisa (adora caipirinha), minha nora ficava impossível. Passava de um lado para o outro com calcinha e sutiã. Muitas vezes, sem sutiã… Que abuso! Mas eu me policiava, porque achei que ela estava me considerando seu novo pai.
Ah, quanta ingenuidade… A provocação estava na cara e somente eu que não via a safadeza daquela mulher de trinta e poucos anos e uma cinturinha de pilão, que rebolava cada dia com mais sensualidade. E rebolava mais ainda quando estava com pouca roupa. Mas eu “olhava com os olhos e lambia com a testa”, como diziam os antigos. Restava-me a masturbação. Como judiei do meu cacete. Para ajudar minha imaginação, instalei uma câmera na suíte de minha nora. Do meu quarto, dava para acompanhar aquela belezura tirando e colocando suas roupinhas curtas, diante do espero.
Um dia fiquei chocado quando, avo ver um vídeo pornô no notebook, minha nora Sílvia, iniciou uma violenta siririca, com um enorme consolo enfiado na boceta. Ela lá no quarto numa masturbação furiosa e eu, na minha suíte, me acabando numa punheta deliciosa. Percebi, finalmente, que um precisava de outro. Sim, eu, mais do que nunca, queria aquela bocetinha depilada, branquinha e com lábios rosas. Naquela agitação, minha nora, com certeza, estava pensando em meu pinto, apesar de nunca tê-lo visto…
Pensei em surpreender Sílvia, mas achei que ela havia fechado à chave sua suíte. Pensei em chama-la para tomar uma cervejinha, para aliviar o calor. Mas achei melhor terminar minha punheta e agir com calma e inteligência.
Eu tinha TODOS os motivos para atacar e agarrar aquela presa. Ela sempre demonstrou grande interesse em mim e, agora, demonstrou que é taradinha demais. Bolei um plano, logo cedo, para comer aquele piteuzinho.
_ Sílvia, por favor, empreste-me seu computador, porque eu preciso fazer um levantamento de preço de carros novos. Acho que vou trocar meu carro e quero ver os preços e outros detalhes…
_ Que bom, Mané(ela não me tratava mais de “senhor”), trocar de carro é uma boa ideia… acho que vou até dirigir, porque esse seu carro velho está muito ruim, nem consigo dirigir… câmbio manual, freios falhando, fazendo barulho…. que droga (rsrsrsr…).
Sílvia foi pegar o computador e saiu para levar seu filho à escola.
Liguei o computador e comecei a procurar o HISTÓRICO dos sites consultados pela minha nora. Achei… Nossa! Quanta sacanagem… só de XVIDEOS tinha uma dezena de gangbang, dupla penetração, lesbianismo, travesti…que variedade de gostos… Êta mulher safadinha… E, agora com essa descoberta, estava no papo.
Não demorou uma hora e já estava Sílvia com aquele belo sorriso no rosto.
_Sílvia, obrigado pelo computador. Já decidi, vou comprar um HRV da Honda, automático, vermelho… é o carro mais vendido e é possante e lindo… Ah, eu peço desculpas por ter olhado o HISTÓRICO de seus sites consultados… Danadinha… gosta de sexo “pesadão”. Não liga não, eu também gosto (rsrsrs).
Sílvia ficou branca. Quase desmaiou. Precisei ampará-la para ela não cair.
Ameaçou chorar, mas não deixei. Argumentei que gostar de sexo é humano, é normal, é saudável…
Continuei o papo furado no sofá, com os braços nas costas de minha nora, que, de vez em quando, soluçava de vergonha.
_Sílvia, todas as pessoas normais e saudáveis gostam de sexo. Sei que você está em abstinência há muito tempo, mas não é saudável continuar assim. A masturbação é um bom recurso, mas você não pode se acostumar com isso. Deve, sim, procurar um parceiro, um namorado, uma pessoa que você confia…
Sílvia olhou bem nos meus olhos e me fez um pedido inusitado:
_ Mané, você quer ser essa pessoa?
Nem respondi. Ataquei na hora. Dei-lhe um demorado beijo de língua, enquanto explorava aquele corpão maravilhoso, enquanto tirávamos as roupas e as jogávamos ao chão.
Sem roupa, Sílvia ficou mais linda. Abriu as pernas para que eu chupasse aquela bocetinha que tanto cobicei quando assistia sua siririca do meu quarto. Agora estava na minha frente e era uma delícia. Chupei como nunca havia chupado antes, deixando minha nora tontinha de tesão, gemendo.
_Está gostoso Mané, mas coloca esse pintão na minha xaninha, que está molhadinha aguardando a penetração. Venha, me coma gostoso. Me fode…
Coloquei meu pau na bocetinha de minha nora, que há tempo não trepava com ninguém, e fique admirado com a recepção. Devagar eu ia sentindo aquela vulva fechadinha e encharcada devorando meu pau (tipo pompoar) e me levando ao delírio. Deitei no tapete e ela começou a cavalgar sobre mim, balançando aqueles seios lindos, num requebro cadenciado. Agarrei e beijei minha nora como se ela fosse minha amada amante de anos e anos.
Gozei, porque a emoção era muito intensa. Ela também gozou, lambuzando meu pau de líquido quentinho, que misturava com minha porra.
Com uma providencial toalha, Sílvia se limpou e foi ao banheiro tomar uma ducha. Fui logo atrás, para tomar um gostoso banho de chuveiro com minha mais recente namorada. Ficamos nos roçando por um bom tempo. Senti aqueles seios e aquelas nádegas macias. Evidentemente, meu pau deu sinal de vida e dei uma rapidinha, apalpando aquela bunda gostosinha e que estava sendo meu objeto de desejo. Mas isso fica para outro conto, caso eu tenha boa votação. Até lá.

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