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Minha prima Elaine

  • Publicado em: 19 de abril de 2001 00:00
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

MINHA PRIMA ELAINE

Muitas mulheres que gostam de mulheres descobriram essa preferência muito cedo, geralmente na adolescência. Pois bem: comigo também aconteceu assim. Lendo contos eróticos na internet descobri que as histórias com primas, amigas e irmãs são muito mais comuns do que se imagina. Resolvi então contar a minha própria história, que aconteceu quando eu tinha 14 anos. Estava passando as férias no interior de Minas, na casa de uma tia. Essa minha tia teve vários filhos, meninos e meninas que faziam uma escadinha. Isso é normal no interior, todo mundo tem muitos filhos. Uma dessas minhas primas, que se chama Elaine, era da mesma idade que eu. Eu sempre a achei muito bonita por causa dos cabelos cor de mel, dos seus olhos claros, da pela branca e um pouco sardenta. Nós estávamos sempre juntas, íamos nas festinhas do interior, que aconteciam em igrejas e em salões de baile, às vezes até nas casas das pessoas amigas. Paquerávamos, falávamos sobre os namorados, sobre as coisas que os namorados queriam sempre fazer e nunca deixávamos. Mas estava claro que existia a vontade, o tesão. Não fazíamos nada além de beijos e algumas passadas de mão apenas por medo de perder a virgindade, só por isso. Lembro que na noite em que tudo começou, estava uma lua linda, uma lua cheia que iluminava tudo e o céu parecia uma colcha bordada de estrelas. Era uma noite ótima para o amor, que despertava as paixões de qualquer pessoa. Nós duas estávamos conversando, deitadas sobre a grama, olhando aquele céu lindo. Ela falava sobre o namorado, sobre as coisas que ele tentava fazer com ela e ela não deixava. Ela me dizia que sentia vontade, mas que ele não a beijava do jeito que ela gostava. Eu perguntei de que jeito ela gostava, curiosa mesmo para saber. Ela me olhou nos olhos de repente e respondeu que um namorado tem que ser carinhoso com a namorada e que o tal não era assim. E mais: me perguntou se eu já havia tido namorados carinhosos. Eu respondi que sim, mas na verdade a minha experiência ainda era muito curta, eu só queria mesmo era impressioná-la. E continuei, já descrevendo como é que tinha que ser um beijo de verdade. Os olhos dela brilharam e ela me disse baixinho: me mostra como é esse beijo. Eu lembro que fiquei calada, sem acreditar no que estava ouvindo. Mas ela repetiu e se esticou um pouco sobre a grama. A minha cabeça girou, eu fiquei muito confusa, mas ao mesmo tempo senti que estava já completamente excitada só de olhar para ela e de ouvir aquele pedido. Fui me aproximando devagar, com medo dela se arrepender e me repelir. Mas sem pensar em mais nada a beijei, senti seus lábios macios, completamente diferentes de uma boca masculina pois o gosto era de puro mel. Nossas línguas se encontraram e começamos a nos abraçar. Meu coração quase explodia dentro do peito, tamanha era a excitação que estava sentindo. Sem falar mais nada nos levantamos e fomos para o quarto dela. Naquela noite os homens da família estavam jogando cartas na varanda, as mulheres já estavam dormindo. Portanto, estávamos livres para fazer o que quiséssemos. Assim que entramos no quarto, colocamos nossas camisolas, meio sem saber o que fazer. Nos deitamos e ela esperou que eu tomasse a iniciativa de recomeçar. E foi o que fiz. Beijei-a longamente, sentindo com calma o gosto daquela boca maravilhosa. Ela se contorcia levemente, começando a pedir mais. Puxei para baixo as alças de sua camisola e comecei a acariciar seus seios, seios lindos, durinhos, empinadinhos, de biquinhos rosados, uma perfeição. Ela gemeu baixinho quando sentiu minha boca sugando seus mamilos, já durinhos de tesão. Percebi que ela abriu um pouco as pernas e eu já estava louca para conhecer os mistérios daquela bucetinha. Corri meus dedos levemente por todo seu corpo e descobri como ela era linda, uma loucura de mulher. Minha buceta já estava encharcada, eu já estava quase gozando, mas me segurei. Queria aproveitar ao máximo aquele momento com ela e dar-lhe muito prazer. Nós duas éramos muitos jovens, mas já sabíamos por instinto o que fazer. Fui descendo a mão lentamente, segurei sua bunda e a apertei. Ela já estava louca, se contorcendo sem parar, me segurava pelos cabelos, me puxava, me apertava. Até que eu não aguentei mais, arranquei sua camisola e meti a mão entre suas pernas. Senti seu suco escorrendo pelos meus dedos, afastei ligeiramente os lábios e encontrei a entrada da vagina, completamente lubrificada e pronta para gozar. Meti-lhe dois dedos, bem devagar, com cuidado para não machucá-la. Ela mordia a mão para não gemer alto, mas jogava a cabeça para trás e abria as pernas se oferecendo toda aos meus carinhos. Eu estava louca, nunca tinha sentido tanto tesão na vida, com namorado nenhum. Sentia minhas pernas moles, meu líquido já estava escorrendo para o lençol e encharcando a cama, mas estava muito bom, muito maravilhoso. Comecei devagar um movimento de entra e sai e ela se deliciava, até que não resisti e comecei a beijá-la toda: rosto, pescoço, seios, umbigo e finalmente aquela buceta gostosa e completamente molhada. Ela tinha poucos pelos, era quase peladinha. Uma delícia! Lembro até hoje do seu perfume, do gosto da sua xana na minha boca. Comecei a lamber devagar, pelos lados, primeiro nos lábios, no começo da racha e perto da virilha. Mas ela queria mesmo era a minha boca no seu grelo, estava desesperada. Quando vi que nem eu estava mais aguentando, abri aquela buceta toda, todinha para mim, e meti minha língua lá dentro, sentindo o líquido me ensopando a cara e querendo mais e mais. Senti que seu grelinho estava inchado de tanto tesão, ela mesma levantou as pernas me dando de presente aquela buceta deliciosa e eu aceitei o presente na maior felicidade, mamando seu grelo e toda a sua xota com toda a minha vontade. Senti que ela tremeu e que me puxou, rolando a cabeça de um lado para o outro na cama. Enquanto a chupava, senti que minha xota latejava e quase doía de tanto prazer. Quando ela começou a gozar, nem precisei de mais nada: gozei junto, me debatendo na cama e tendo espasmos loucos, como nunca havia sentido. Quando nos recuperamos, deitei-me sobre ela, beijando-a muito. Sentir minha buceta roçando na dela fez o tesão voltar na mesma hora. Abri minha xana colocando meu grelo de fora e fiz que ela também abrisse a xaninha para mim. Sentir nossos grelos se tocando levou-me a outro gozo maluco, eu me mexia em cima dela feito uma louca, ela também embaixo de mim, gozando de novo. E assim foi toda aquela noite e as outras que passei lá. Descobri tudo sobre meu tesão por mulher nessa época, inclusive como era maravilhoso foder seu cu com o dedo ou com a língua. Ela se deitava de bruços, as pernas arreganhadas e abria a bunda com as mãos, ao mesmo tempo que esfregava a xota na cama, toda encharcada. Eu, então, me deliciava com aquela cuzinho virgem e rosadinho. Me deitava depois sobre ela, as mãos em seus seios, em sua cintura. O grelo bem para fora, roçando seu cuzinho maravilhoso. E gozava, gozava como louca enquanto a comia assim. Amei muito essa minha prima, que era uma maravilha. De dia nos olhávamos, sabendo que de noite iria ter amor e muito tesão. Eu ficava molhada só de olhar para ela e ainda hoje, quando lembro de tudo, às vezes me masturbo pensando nela, naqueles seios lindos, naquela buceta gostosíssima. Às vezes eu gostava de deixá-la meio vestida, meio sem roupa. Sem calcinha e de camisola. Ou então, sem calcinha e só de blusinha de alças. Era uma coisa olhar para ela, deitada, os peitinhos meio aparecendo, meio escondidos e a xota de fora, toda arreganhada para mim. Eu gostava que ela se oferecesse, que me pedisse para chupá-la, que quase implorasse, que abrisse bem as pernas e rolasse o corpo de um lado para o outro, cheia de tesão. Quando ela já não sabia mais o que fazer, ficava nuazinha de uma vez, sabendo que assim eu não aguentaria. E eu não aguentava mesmo, caía de boca e me enfiava em sua buceta, querendo me acabar de tanto prazer em seu grelo rosado. Foram dias maravilhosos, que não se repetiram mais. Depois daquelas férias só nos vimos uma única vez novamente. Aos dezoito anos ela se casou e depois teve duas filhas. Quando a reencontrei numa viagem a Minas, ela estava com as filhas, mas quando me olhou vi que nunca me esqueceu. Nem eu a esqueci. Nos abraçamos como primas porque havia pessoas em volta, mas bem que senti o estremecimento dela em meus braços e também seus seios, durinhos, encostando nos meus. Essa foi a minha primeira experiência com mulher e devo dizer que não há nada mais maravilhoso do que fazer sexo com outra mulher. É muito diferente quando é com homem. Homem tem uma energia diferente, de sexo puro e de dominação. Mulher é coisa doce, macia, cheirosa, deliciosa. É igualdade de desejos. Sou bissexual e não tenho qualquer problema com isso. Gosto de homens, gosto de mulheres, cada um tem seu encanto. Mas que é muito bom chupar uma buceta, isso é. Depois disso, tive um casamento, uma separação, vários relacionamentos. Um deles, com uma mulher alguns anos mais velha, marcou profundamente a minha vida. Se com a minha prima Elaine foi o começo da escola, com a outra foi a faculdade. Mas essa história contarei outro dia.

Vivian

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