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Minha Vida 32

  • Publicado em: 28 de abril de 2007 22:43
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Fomos todas, já me incluía no feminino, para um hotel a beira mar, ali conforme minhas cunhadas ficaríamos pelo resto do dia, e passaríamos a noite retornando para nossa cidade no dia seguinte. - Apenas a Bebel deverá ficar, espero que seja bem leiloada, disse a Fa. Ao chegar no hotel a Marg alugou dois apartamentos que se comunicavam, em cada apenas uma cama de casal. O pessoal da recepção nada percebeu, principalmente em mim, o que me deixou alegre.

Quando entramos nos quartos, eu e a Bebel fomos ordenados ficar nus e andarmos de quatro, entre um e outro, atrás de nossas senhoras, que conversavam com se nós não estivéssemos ali. Fa, Marcela e Marg foram tomar seus banhos e nos chamaram para enxugá-las. Eu enxuguei primeiro e Marg e a Bebel a Fa, por fim nós duas enxugamos a Marcela. Voltamos ao quarto e nos foi ordenado ficarmos um de bunda virada para outro, coma as pernas entrelaçadas, de modo que nossas nádegas se tocassem. A Marcela pegou um consolo duplo e nos afastando o suficiente enfiou em meu cú e o outro lado no cú de minha esposa. Ficamos assim engatados, enquanto elas foram ao outro apartamento e pediram um lanche pelo interfone. Era gostoso sentir a bunda de minha esposa encostada na minha, e com aquele consolo enterrado.

Nos deram sanduíches que comemos naquela posição mesmo, para beber o refresco foi necessário que fizéssemos como cães, chupando de uma tigelinha. Depois nos mandaram andar engatados pelos apartamentos. - Quem deixar escorregar o consolo, vai ser castigada. Disseram as três, e ficavam nos ordenando para onde ir, e exigindo que fossemos rápido. - Vamos suas putas corram. Disse a Marcela, já segurando um chicote. Bebel não conseguiu segurar dentro do cú por muito tempo, em pouco tempo ele se soltou dela. - Vira para cá irmãzinha. Disse a Marg, empunhando outro chicote, que desferiu com violência na bunda da Bebel, que gemeu, logo a Marcela e a Fa desferiram chicotadas nas nádegas da irmã e tia, que foi obrigada a agradecer, lhes beijando os pés.

Reengatados continuamos a obedecer, e a nos mover pelos apartamentos. Em um movimento desajeitado o consolo escorregou de meu cú. Como minha esposa virei-me e tive a bunda chicoteada por cada uma das três e agradecer-lhes beijando os pés. Por algum tempo se divertiram conosco assim, Cada vez mais o consolo soltava mais vezes e tanto eu quanto minha esposa ficamos com as nádegas marcadas pelas chicotadas que recebíamos a cada vez que nos desengatávamos. Beijei os pés de minhas cunhadas e de minha sobrinha diversas vezes, o que me era muito prazeroso.

Já escurecia quando pudemos nos desengatar e descansar um pouco, elas estavam loucas de desejos e tivemos de saciá-las antes com nossas línguas. Elas sentadas e nós de joelhos entre suas pernas, tanto a mim quanto a minha esposa foram desferidos diversos tapas no rosto, enquanto as chupávamos, cada vez com mais violência e gritos de minha cunhada Marg e da sobrinha. -Chupem suas vagabundas, vamos, Gritavam desvairadas de tezão e nos davam violentos tapas no rosto. Revezamos nas chupadas entre as três. A Fa não nos batia, em compensação as outras deixaram nossos rostos em fogo, de tão vermelhos, como nossas bundas estavam das chicotadas. Depois que se saciaram a Marcela me vestiu um consolo na cintura e me obrigou a comer minha esposa com aquilo em sua buceta. Bebel não resistiu e teve um orgasmo intenso, que mereceu aplausos das irmãs e da sobrinha. Depois com o mesmo consolo preso na cintura dela, ela foi ordenada a me enrabar, usando o próprio gozo dela para lubrificar meu anus. Fodeu-me até que alcançou outro orgasmo, enquanto meu pau latejava bem preso, sem poder me realizar.

Escurecia quando a Marg mandou que Bebel fosse tomar um banho. Eu permanecia de joelhos, com meu saco dolorido pelo tezão não resolvido, vendo minhas cunhadas e sobrinha passando nuas de um lado para outro. Marcela por várias vezes me dava os pés para beijar e brincava com meus mamilos, agora na ponta de seios que achava lindos. O banho de Bebel foi rápido, quando saiu do banheiro, minha cunhada Marg me ordenou que cuidasse do corpo da minha esposa. Prontamente atendi, e como a supervisão da Marcela, com um aparelho elétrico caprichei na depilação de todo o corpo de minha esposa, como especial cuidado na vagina e nas axilas, pintei suas unhas das mãos e dos pés, e após passar o secante, a perfumei. A sobrinha foi me dando o que ela deveria vestir e eu a vesti, apenas um vestido curto de seda branca, que deixava seu corpo praticamente à mostra, e uma sandália de salto quinze, também branca, com apenas uma tira para firmar os pés e uma outra no tornozelo. A maquiagem foi básica, batom, rímel e um pouco de sombra clara nos olhos, os cabelos os penteei com escova, e achei que ela linda.

- Vamos meninas já está na hora. Chamou a Fa do outro quarto, me dirigi de quatro, enquanto a Bebel ia segura pelo braço pela Marcela a minha frente. - Hoje você será leiloada irmãzinha, espero que por um bom preço. Disse sua irmã. A Marg avisou que seria por uma semana propriedade de quem a comprasse. - Obedeça a essa pessoa como a nós, entendeu?. Bebel de cabeça baixa concordou. - Quanto a você Suzana ficará aqui nos esperando, mas não pense que poderá Fazer o quiser. Falou a Marg, enquanto a Marcela, me pôs de pé e pegou algemas e prendia meus os pulsos com os braços para traz, e a Marg introduzia um tampão em meu anus de uma vez só, me obrigando a dobrar o corpo para frente. - Bebel vá pegar uma calcinha e uma sandália para ela, vista e calce a Suzana. Ordenou a Marg. Minha esposa escolheu uma tanguinha vermelha que deixava minha bunda totalmente exposta, e me calçou uma sandália de salto quinze, preta. Com as mãos algemadas nas costas era difícil me equilibrar naquela altura de saltos, ainda não estava tão acostumada, com dificuldade me equilibrei, e agradeci com a cabeça baixa. - Como devemos demorar vou pedir um lanche para você. Disse minha cunhada morena, e pelo interfone pediu sanduíches, refresco e uma vasilha de louça vazia.

Enquanto esperavam a entrega me fizeram desfilar pelos dois apartamentos. - Precisa acostumar-se com os saltos. Disse a Fa. Para mim não foi difícil caminhar, o tampão enfiado em meu cú incomodava mais, pra caminhar do que os saltos. Quando a camareira bateu a Marcela abriu a porta e a moça pode me ver de frente, mas fez como se nada acontecia. Pôs a bandeja na mesinha recebeu uma gorjeta da Marcela e saiu. A Marg mandou que Bebel colocasse a bandeja no chão e despejasse o refresco na vasilha de louça. Pronto venha comer cadelinha. Disse a Marg. Com dificuldade me ajoelhei e com a boca apenas, mordi um sanduíche. - beba quero ver. Falou a Marcela. Mastiguei o pedaço e com língua tentei beber o refresco, enquanto elas riam. - Bem vamos deixar essa cadelinha aí por que já estamos atrasadas, comentou a Fa. Saíram em seguida levando a Bebel e me deixaram só tentando lanchar.(Continua)

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  • Autor: sissy
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