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Minha vida com uma namorada que gosta de maloqueiros

  • Publicado em: 1 de fevereiro de 2013 11:02
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Depois de muito tempo estou aqui para relatar como vivo atualmente, pois alguns leitores entraram em contato comigo pedindo para continuar, mas devido ha algumas situações que ocorreram desde aquela época não pude retornar e antes e, também, ter vontade de escrever sobre uma situação tal ambígua como vivo hoje. Para começar o Brunão, amante comedor dela, infelizmente veio a falecer devido ha um acidente de trânsito, onde retornando do lava-jato que trabalhava foi colhido por um veículo que passou por cima de sua bicicleta. Foi um choque para todos, principalmente para Paula, que sofreu muito mesmo. Mas como tudo na vida o tempo cura, Paula aprendeu a superar a falta do Brunão e mudou radicalmente sua vida, pois além de casar comigo trocou o curso que fazia na faculdade para se formar em Letras. Paula estava nesta época no auge de sua beleza e dava aulas em algumas escolas, aí que começa a mudança radical dela. Uma noite em casa ela me disse que tinha que me contar uma surpresa:”Meu amor, acho que encontrei o meu futuro amante”. Eu indaguei se ela não tinha mudado e ela respondeu que uma vez tarado por vadios sempre tarada. Engoli o chocolate que estava comendo e serenamente perguntei quem era o felizardo. Paula me disse que o cara era um integrante de uma gangue do bairro onde ela lecionava e que uma aluna havia falado para ela sobre o tesão e a tara que o Leozão tinha por ela. Na conversa com a aluna a Paula disse que o apelido do cara era tora e que tinha programado para conhecer o tal na sexta-feira dessa semana. Passado o susto inicial falei bem claro que não suportaria de novo tal situação, já que eramos casados e ela era professora. Paula falou que iria pensar mesmos, não queria me magoar e também perder o excelente marido e casamento que tinha construído. A semana trancorreu normal, para mim é obvio, mas para Paula a sexta-feira tinha chegado e para minha surpresa ela disse, vai demorar a chegar hoje a noite, respondi que não e fiquei apalermado quando ela disse para voltar só no sábado à tarde. Perguntei se tinha certeza disso e, ela respondeu que sim e que o Leozão iria mostrar a potencia de seu pintão para ela. Fui desmoralizado e dando um beijo em seu rosto desejei boa sorte, coisa de corno recolhido rsrsrsrs. Paula percebeu minha autorização e ficou extremamente feliz, e a partir de agora escreverei com detalhes o que rolou naquele dia:”Logo que vc foi trabalhar tomei um banho relaxante esperando e torcendo que o Leozão fosse tão ou mais macho do que o Brunão. Saindo do banho coloquei uma calcinha fio dental e uma camisa sua que ficava abaixo da cintura. No horário marcado Leozão bateu palma e fui atende-lo, mandei-o entrar e finalmente tranquei a porta. Um parenteses, Leozão na realidade era um moleque de 18 anos, magro e um pouco maior que eu, Paula, mas segundo minha aluna ele tinha um tremendo pintão no meio das coxas fora o fôlego invejável. Após trancar a porta Leozão mostrou a que veio, me puxou pelos cabelos e me beijou chupando minha língua, ficamos nisso uns 20 minutos. Meu novo comedor ficava me chamando de putinha da escola, vadia e outros xingamentos. Leozão me perguntou onde ficava minha cama, eu fui na frente indicando o caminho e ele veio atrás enfiando os dedos na minha bucetinha. Chegando no quarto ele me pegou no colo e jogou na cama, quase gozei. Ri da situação e pedi para ver seu pintão. Pedido feito, pedido atendido, Leozão tinha um pinto torto, com a cabeçona roxa e um saco que concerteza armazenava muita porra. Meu amor fiquei que nem uma criança, estava hipnotizada com tamanha ferramenta. Leozão deitou e ordenou chupa professorinha vadia. Aquilo me deixou transtornada e não chupei ele, mas sim, mamei e muito naquele pintão e descobri o porque do apelido tora. Leozão, dono da situação e de mim, me desmamou e disse que iria me foder de acordo, fiquei na posição de frango assado para comparar se Leozão era tão eficiente quanto o Brunão. Leozão enfiou sem dó e nem piedade em mim, olhando fixamente no meus olhos; gritei, experneie, mas de nada adiantou e ele só parou quando seu sacão atingiu minha bucetinha. Meu amor, à partir daí fui fudida que nem gente grande, apesar da minha altura, rsrsrs, ele enfiava tudo e tirava, deixando aquela cabeçona roxa quase fora e depois enfiava com gana. Na transa Leozão chegou no fundo do meu útero, parecia querer furá-lo, teve uma hora que ele colocou a travesseiro embaixo da minha barriguinha e me pegou com muita gula, até que enfim me encheu de porra grossa, mas muito grossa. Quando ele tirou o pintão da minha bucetinha nem uma gota saiu e mais que depressa mamei no meu novo brinquedão, dizendo para ele que era o mais potente, um verdadeiro cavalão reprodutor. Leozão ria e foi seco: Paulinha você não viu nada.
Vou dar um tempo nessa narrativa, pois se houverem pedidos no e-mail pedro_sp_fisica@hotmail.com , vou contar o restante. Grande abraço.

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  • Autor: Plandaar
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