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Mulher de bêbado não tem dono

  • Publicado em: 17 de junho de 2018 07:12
  • Expira: Nunca!
Mulher de bêbado não tem dono
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Detalhes do Conto Erotico:

Sou Débora e meus amigos me chamam de Dedé. Sou uma quarentona enxuta e cheia de amor pra dar. Casei com Carlos há vinte anos. Nossos filhos cresceram, saíram de casa e caímos na rotina. Novela, futebol, eventuais restaurantes e teatro, curtas viagens … enfim, nosso dia a dia estava uma merda. Carlos até que tentava mudar nossa vidinha chata, comprando alguns brinquedinhos no Sexshop. No início, era legal mas, depois, enjoava. Eu já estava achando que nosso caso de amor já estava chegando ao fim, quando Carlos me surpreendeu, de madrugada e durante uma as preliminares de uma rapidinha costumeira:
_ Dedé, que tal fazermos um swing com um casal?
_ Carlos, você tá doido, fazer troca de casais nessa época de doenças venéreas mortais. Que ideia louca… – falei isso e sai correndo, furiosa, em direção ao banheiro para tomar uma ducha fria.
Eu me acalmei e, ainda com a toalha me enxugando, me joguei na cama:
_ Carlos, hoje você conseguiu me “brochar”… êta “empata foda”!
_ Mas Dedé, precisamos fazer alguma coisa para incrementar nossas transas. Se a gente continuar nesse marasmo, nessa monotonia, meu pau vai acabar ficando, definitivamente, murcho… aliás, mais murcho ainda… estou perdendo o tesão cada dia que passa… e você nem está mais pensando em sexo…só quer dormir… dormir…
Aquelas palavras mexeram comigo. Fiquei quietinha pensando na proposta indecente do meu marido que, agora, confessava querer ser o mais novo corno da praça. Se for troca de casais, eu também seria uma chifrudinha…
Com tais pensamentos, acabei até sorrindo de mim mesma. Ora bolas… chumbo trocado não dói. Se ele quer ter chifres… eu também posso ter.
Calado, Carlos foi se aproximando de mim na cama, querendo dormir de “coxinha”. Falou baixinho no meu ouvido:
_ Dedé, não fique brava comigo, meu amor. Eu apenas quero dar um novo tempero à nossa vida sexual. É melhor fazermos algo juntos do que separados, escondidos… vamos lá… pense sobre isso…
_ Está bem, Carlos… vou pensar… amanhã conversaremos.
Respondi resignada, porque aquela ideia maluca estava mexendo comigo. Pus a mão na minha xaninha e a senti molhadíssima. Eu estava gozando só idealizando uma iniciação ao swing, onde eu e Carlos, pelados, trocávamos carícias com outro casal, também nus.
Dormi com um sorriso no rosto.
Acordei com o pau de Carlos duro no meio de minhas pernas. Deixei ele enviar na minha boceta, que continuava molhada, por causa dos pensamentos indecorosos. Ele gozou rapidamente porque teríamos um dia cheio.
Enquanto nos aprontávamos para irmos ao trabalho, Carlos tentou falar sobre o assunto “swing”, mas eu interrompi:
_ Carlos, eu pensei muito sobre o que você me disse. Você tem toda razão em querer dar um “up” em nossa vida sexual que já está quase sem vida…mas acho que devemos começar do começo mesmo. E já que você quer ser corno, então vamos fazer um ménage à trois, com um cara muito legal. Que tal começarmos pelo Ricardo, nosso amigo que ficou viúvo recentemente. Ele é discreto, bonito, charmoso… Além disso, ele vai se mudar no mês que vem para Portugal, onde vai fixar residência.
Carlos ficou perplexo com aquelas palavras que eu, mulher recatada e honesta, estava pronunciando com a maior naturalidade.
_ Está bem, Dedé, concordo com você, mas eu planejo e eu executo esse plano diabólico de trazer o Ricardo para nossa casa. Você fica incumbida de seduzi-lo. Tudo bem?
Formos trabalhar; cada um tomou rumo diferente.
Aliás, eu não consegui fazer nada direito no meu serviço. No dia todo eu só pensava no grandalhão do Ricardo. Ficava pensando no tamanho do seu pênis… Que homem! Fui ao banheiro três fazer um agrado na minha periguita. Até cansei meu dedo de tanta siririca.
Carlos ficou encarregado de planejar a forma de atrair Ricardo para nossa casa. Fiquei planejando o jeito mais inteligente de cumprir minha tarefa, ou seja, de seduzi-lo.
A noite, assim que nos encontramos em casa, após o trabalho, dei uma ideia ao Carlos:
_ Meu bem, eu acho que o Ricardo é capaz de ficar assustado com nosso assédio repentino e fugir de nós. Por isso, eu tive uma ideia que pode dar certo. Você convida o Ricardo para jantar aqui em casa. Você vai beber além da conta… quer dizer, você vai, apenas, FINGIR que está ficando bêbado durante o jantar. Devagar, você ficará TOTALMENTE bêbado. E como mulher de bêbado não tem dono, eu ataco o Ricardo.
Conforme eu descrevia meu plano diabólico, Carlos ficava excitadíssimo, com o pau tão duro que até saiu da cueca apertada. Catei o pinto do meu marido e chupei até ele gozar na minha boca. Reclamei porque fiquei na mão. Ele compreendeu minha situação e chupou minha xana até eu gozar. Gozei, balbuciando o nome do meu futuro amante Ricardo.
Ricardo aceitou o convite para jantar em nossa casa. Aliás, ele sempre aparecia por lá, depois que ficou viúvo, para tomar uma cerveja com Carlos, pois não tinha mesmo aonde ir.
Assim que anoitecer, Ricardo apareceu de bermuda e camiseta, com um sorriso largo. Trouxe uma garrafa de vinho chileno. Carlos o recebeu com um copo de caipirinha na mão, mas já fingindo que estava meio bêbado.
Jantamos. Carlos continuava bebendo. Na verdade, ele estava com copo cheio de água e algumas rodelas de limão, fingindo ser caipirinha.
_ Nossa Carlos, você está exagerando na caipirinha – disse Ricardo.
_ Ah, meu amigo. Eu adoro caipirinha. Quer um copo?
Ricardo recusou a caipirinha e preferiu ficar bebendo o vinho que trouxe.
Eu servi o jantar, recolhi os pratos depois que todos se fartaram, e fomos conversar na sala, após o cafezinho que servi.
Após jantar, Carlos continuou com o décimo ou vigésimo copo da FALSA caipirinha, fingindo estar TOTALMENTE bêbado. Fingiu não conseguir andar da sala de jantar à sala de visita. Ricardo ajudou o amigo. Colocou-o sentado na poltrona da sala e iniciou uma conversa comigo, pois meu marido fingiu estar “apagado” por causa da bebida. Fingiu dormir.
Eu aproveitei que Carlos estava desempenhando o seu papel de corno dorminhoco e comecei a desempenhar o meu papel de mulher fatal e sedutora. Sentei-me no sofá bem em frente do Ricardo e cruzei minhas pernas lindas, longas, saindo de um micro short.
Ricardo olhou minhas pernas roliças e bronzeadas; percebendo meu gesto e olhar sensuais … não aguentou ficar em silêncio:
_ Dedé, você tem pernas lindas, o Carlos tem sorte em ter você na cama todos os dias… ah, se eu pudesse ficar alguns instantes com você…
_ E por que não? Claro que você pode. É só querer, afinal o Carlos está fora de órbita e só vai acordar amanhã. Vamos à minha suíte. Venha comigo.
Peguei na mão do Ricardo e fomos para o meu quarto, trocando abraços e beijos.
Tirei o short e a blusa. Tirei o sutiã e a calcinha e me joguei na cama.
Olhei pela porta entreaberta e vi Carlos espiando lá da sala. Que corno curioso. Para provoca-lo, abri as pernas, esperei Carlos tirar a calça e a cueca, e agarrei aquele macho sem perceber o que me esperava no meio das penas. Fiquei assustada: era um tarugão digno de respeito. Demorou alguns segundos para a glande invadir minha bocetinha, mas entrou, devagar e, atrás da cabeça grande e roliça, veio o pau que entrou até o talo. Senti uma dorzinha gostosa. Lembrei-me do dia em que perdi a virgindade. Só que estava sendo MUITO melhor… melhor mesmo.
Cruzei as penas nas costas de Ricardo e fiquei me mexendo para curtir aquela penetração maravilhosa. Ah, como é bom ter o pau de verdade em minhas entranhas. Fiquei com pena do meu marido, com aquele pinguelinho sem graça. Ricardo sim, era o macho que sempre sonhei.
Virei o corpo e fiquei em cima do Ricardo, fazendo um coqueirinho fenomenal. Nunca pulei e balancei tanto em cima dum macho. Subia e descia, gemendo e gritando palavrões. Descia e subia. Na descida, aproveitava para beijar meu macho e agradecer pela foda gostosa.
Meu marido se aproximou da porta da suíte e, sem dar bandeira, ficou observando minha performance subindo e descendo naquele mastro lindo, duro, viril e ENORME. Eu, que estava de frente para ele, deu um sorrisinho sacana e, com a mão, dei um sinal para ele se afastar. Afinal, ele estava bêbado esticado no sofá. Esse era o seu papel de corno mansinho.
Ricardo não gozava. Segurava o gozo e fazia carinhos no meu cuzinho. Percebi o que ele queria. Claro que ele queria comer meu cuzinho que estava protegido por duas nádegas macia, branquinha, redondinhas, lindinhas… Era só separar e entrar com tudo. Colaborei. Fiquei de cata cavaco e abri a bunda para o bruto entrar. Entrou com dificuldade. Gemi de dor, mas logo fiquei na minha, porque meu papel naquela cena era aguentar tudo numa boa. Mas até que deu pra aguentar. Aguentei e relaxei. Gozei… muito. Gozamos juntos. Ricardo encheu meu cu de tanta porra que até vazou pelas minhas coxas e lençol.
De repente, eis que surge meu marido corno na porta do quarto, fingindo estar super bêbado, mas dando seu aval, seu OK, para aquela trepada:
_ Ricardo, você está comendo minha mulher… que safado, pode comer essa putinha, tem minha autorização – disse Carlos com a voz fanhosa e pastosa de bêbado… bastante bêbado.
Assim que meu marido acabou de falar, caiu no chão, fingindo estar desacordado (completando seu papel nesse teatrinho de araque). Peladinhos, eu e meu macho colocamos Carlos na cama e fomos tomar uma ducha no chuveiro.
Ficamos trocando carícias, massagens com sabonete, beijos apaixonados, enquanto Carlos fingia estar desacordado na cama.
No chuveiro, chupei o pau do meu macho e demos uma metidinha rápida. Ricardo gozou de novo, mas desta vez na minha bocetinha, que já estava se tornando um bocetão, por causa do estrago causado pela tora de mais de vinte centímetros. Mas que estrago gostoso! Gostosíssimo.
Ricardo se enxugou. Ajudou-me a me enxugar. Colocou suas roupas e foi embora satisfeito.
Eu coloquei minha camisolinha e me deitei ao lado do corno do meu marido que não precisava mais fingir de “morto”. Com o pau duro como pedra, Carlos me comeu a noite toda. Nem conseguia dormir, era uma trepada atrás de outra, enquanto Carlos fazia perguntas no meu ouvido: “Que tal a foda? Gostou do pinto dele? É grande? Doeu?…” Eu respondia com “sim, sim, sim…uma delícia… obrigado por tudo… te amo”…
Eu me esbaldei com tanta vara do meu corno na buça e no cu. Chupei meu marido três vezes, para despertar o pintinho adormecido.
No dia seguinte, agradeci meu marido o sacrifício que ele fez, reconhecendo que somente EU tive vantagem (e que vantagem!) naquela empreitada sexual. Prometi a ele recompensá-lo na próxima sacanagem, em que ele irá levar vantagem… e eu também, claro.

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