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Myla: virgem again.

  • Publicado em: 5 de setembro de 2017 08:12
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

MYLA: virgem again.
(Conto erótico de uma moça de famíla)
_É CLARO que dói, amiga! É óbvio! _ disse Daniel, meu cabaleireito, que adora quando eu chamo de DANIELA. E continuou _ você tem é que aceitar que dói e relaxar, senão, não acontece. E tem mais:depois que acontecer você nunca mais vai parar!
“Ela” atiçava ainda mais minha curiosidade com aquele papo enquanto tomávamos chá. Eu estava farta de escutar minhas amigas falarem sobre isso. Escutava atenta e fingia que não estava nem aí. Mas “Daniela” sabia que eu vivia curiosa. _Você acha mesmo que ele quer me enrabar? _perguntei só para assuntar. Sem dúvidas ele queria. Vivia jogando piadinhas. _Amiga, acorda!_ disse “DANIELA”._ Você tem dúvida, menina? Imagina se você fosse ele. Pensa que VOCÊ é o marido nessa história. Seu nome é Kayo, você é o macho, marido da Myla Fernanda, que você conheceu no grupo jovem da igreja. Ela é você. Imagina? Recatada, garota estudiosa, ótima filha, branquinha desse jeito, falsa magrinha, com esses cabelos pretos ondulados que você tem e esses olhos enormes e essa carinha de moça de família – comecei a rir enquanto escutava _ E o pior: essa mulher é SUA. Imagina que você é o marido CASADO com ela! _imaginei. “Daniela” tava certa. Por mais carinhoso que Kayo fosse comigo é evidente que ele já tinha pensado algum dia em me enrabar. _Você é mulé dele, porra! Toma vergonha! Pra que você acha que ele instalou aquela ducha do lado do vaso lá no banheiro? _Pra eu me lavar, pô! _respondi_ Pra depois de fazer xixi eu jogar água na minha “tcheca”. _Daniel (aliás, DANIELA) danou a rir_ Acorda, Myla! Ele não é bobo! Aquela ducha é perfeita pra fazer chuquinha _ e me explicou o que era “fazer chuquinha”. Assustada e curiosa, fiquei pensando enquanto Daniel foi lá fora, no carro. _ Olha, vou te dar uma coisa…_ e voltou com uma garrafa de vinho. _Tá doida, “amiga”?_eu disse. _Você sabe muito bem o efeito que a bebida faz em mim! Nunca bebi! Sou fraquinha pra qualquer bebiba!_ Pára de show!_ele disse_Você não é casada com ele no civil e no religioso?_concordei com a cabeça._Então ele tem o direito de comer os dois! _rimos muito. _E disse isso me entregando, também, um comprimido de viagra e um tubo de lubrificante. _Bem, vou embora porque o bofe daqui a pouco tá chegando e eu não quero ser motivo pra depois você dizer que não deu por minha causa. _Não tem desculpa, garota! _Dissolve esse coprimido azul no feijão dele e dá vinho pra ele beber e ficar bem cafajeste. _ Bebe uns goles, fica logo bêbada e bota a vergonha no chão junto com tua calcinha!_ Amanhã você tem a obrigação de me contar TUDO!_ saiu. Fui tomar banho. Já estava quase na hora de Kayo chegar mesmo. Curiosa, sentei no vaso e peguei a ducha de água morna para fazer a tal “chuquinha” que Daniel falou. Enquanto jogava o jato de água morna dentro, entendi o porque de fazer a tal “chuquinha” antes do sexo anal. Deixei a água escorrer para fora e inundei o ânus com o lubrificante do jeito que “Daniela” ensinara. Tomei um banho quente, passei lápis e sombra nos olhos. Batom. Pus uma camisolinha de alcinha preta e uma calcinha de rendinha minúscula. Hidratei a pele e joguei uma névoa de Vann Cleff & Arpels, meu perfume predileto, o “perfume das fadas”. Kayo chegou e me encontrou maquiada, perfumada de calcinha e camisola. Botei comida para ele e ele percebeu que eu estava muito carinhosa. Sempre fui uma esposa carinhosa, mas aquele dia ele percebeu que alguma coisa estava diferente. Bebi uns goles enquanto ele comia e fui ficando doidinha. Estava ficando relaxada, completamente bêbada, rindo à toa, perdendo a vergonha. Dei comida na boca pra ele, brincando. De repente afastei o prato e sentei no colo dele. Ele me segurou pela cintura me beijando na boca. Senti, sentada no seu colo, que o pau dele tava ficando duro. Ajoelhei na sua frente tirando a calcinha por baixo da camisolinha e usando ela pra prender meu cabelo. Ele achou o máximo aquela cena. Eu tava bebinha! Nunca faria isso sóbria! Morreria de vergonha! Abrí o zíper dele e liberei aquele pau que parecia de ferro. Durérrimo. Ajoelhada, com o cabelo preso pela calcinha de rendinha preta, a boca toda babada cheia de água, salivando horrores só de imaginar aquela cabeçorra pulsando na minha língua, chupei fazendo barulhinhos. Ele segurou minha cabeça pelas orelhas e perguntou assustado o que estava acontecendo, como se não estivesse reconhecendo a própria esposa. Eu disse com os olhos cheios de lágrimas que eu adorava ele. _Kayo, me come! Me come do jeito que você nunca me comeu! Me usa! Me goza ! Me rasga! Arromba a última porta da minha inocência! Eu quero saber que eu sou sua de vez! Complemtamente casada com você! Desde que eu era uma mocinha da igreja e você me tomou pra si! Casou comigo! Me comeu! Me sangrou! Me rasgou! _O que está acontecendo, Myla?_disse ele com os olhos arregalados._Eu quero ser definitiva e completamente sua mulher! _Falei decidida, talvez por efeito do vinho. Caí de boca babando aquele pau. De camisola, com a calcinha no cabelo, vi ele tirar a calça e ficar pelado sentado com aquela barra de ferro pro alto! Abrí o cuzinho com a mão e apontei sentada na entradinha. _Que iss…?_Eu quero! _cortei a fala dele no meio. _Me come, Kayo! Eu SEI que você quer! Eu quero dar o que você quer! Vai! Faz esse pecado com aquela noivinha que você viu entrar toda de branco na igreja!_Agora não dava mais para fugir. era como se ele estivesse sendo desafiado. Eu tinha mexido com seu brio de homem e consequentemente, para ele, a partir de agora me enrabar era uma questão de honra! Ele me sentou no seu colo e me agarrou por trás. Senti a cabeça apontar. Gritei, tranquei, cuspi para fora aquela cabeçona pulsante. Ele me botou de quatro no chão da sala e veio por trás segurando firmemente minha cintura. Forçou de uma vez. A glande encaixou na entrada. Levantei a cabeça para trás gritando mais por safadeza do que pela dor. Ele puxou meu rabo de cavalo. Eu tava extasiada. Bêbada de vinho, me subia uma vontade louca pela barriga. Eu queria ser uma verdadeira vagabunda. Puta. Completamente devassa! Empinei a xota para trás, abrindo mais a minha bunda. Ele empurrou e a tora entubou até o talo. Gritei. Chorei não sei por que. Meu coração parecia que ia explodir. Gritei. _Fode a tua mulé,Garoto! Fode tua esposa! Fode, Kayo!!! Caralho!!! Enraba a tua fada!!! _ eu nunca tinha xingado antes na minha vida. Me senti liberta, livre. De repente, senti o leite quente de Kayo sendo vertido, despejado para dentro. Inundada, piscava o ânus em volta daquele pau que estava atolado até a base. Sentei abraçada por trás, com uma das alcinhas caída no ombro. Ele terminava de gozar beijando minha nuca, extasiado, exausto. Senti o pau dele amolecendo e saindo do meu cu. O leite escorreu me lambuzando pelas pernas. Me arrependi de não ter tirado antes e ter engolido tudo com ele gozando litros enquanto eu pagava um boquete. Isso eu até realizei, mas é história pra uma outra vez!

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