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Na festa de aniversario delas só tinha um homem

  • Publicado em: 4 de dezembro de 2017 09:26
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(escrito por Kaplan)

Pouca gente sabe, mas a idéia de comemorar aniversário ou fazer uma despedida de solteira colocando um homem nu dançando e deixando se pegar pelas mulheres presentes, teve inicio em nossa cidade com a Meg, quando ela foi convidada pela Letícia, sua amiga, a organizar uma festa de aniversario diferente.
Meg logo pensou em sacanagem, mas primeiro conversou com a amiga, queria saber quem iria, para pensar o que poderia ser feito. Quando ficou sabendo que não haveria homens, só mulheres, e nada de mães, avós ou tias velhas que poderiam ficar escandalizadas, levou a idéia para Letícia, que, mesmo dando gargalhadas e chamando Meg de louca, topou.
Meg pediu que ela não comentasse com ninguém, para ser uma surpresa total.
Então ela entrou em contato com Mateus, um amigo bem safado, com quem ela já tinha transado várias vezes. E que tinha um pau bem grande!
E no dia e local determinados, lá estava um grupo grande de amigas, doze contando com Meg e Letícia. E muita bebida, muito falatório, gritaria, risos… até que Meg interrompeu o barulho e avisou que haveria um presente especial para todas ali reunidas.
Silêncio absoluto, ela colocou uma música e abriu a porta da cozinha. Falou com o Mateus que poderia entrar. E deu uma chupada no pau dele para endurecê-lo.
E ele entrou, pelado, pau duro, levando algumas argolas na mão. A gritaria foi geral! E ele dançava, o pau ia prum lado e pro outro, e todas rindo e admirando o pauzão dele.
Meg interrompeu a música e falou que haveria uma brincadeira com aquelas argolas que ele carregava. Mandou que ele deitasse no chão, e falou que todas iriam jogar a argola e deveriam fazer com que ela caísse em volta do pau dele. Quem conseguisse deveria tirar, de uma caixa, um papel que dizia o que ela deveria fazer.
– Mas, minha gente. Precisamos definir algumas coisas. Primeiro: o que acontecer aqui fica aqui, não é pra sairmos falando pra deus e o mundo; segundo, a brincadeira tem, sim, uma natureza sexual, e pode ser que alguma de vocês não aceite, nem queira participar. Fiquem à vontade, podem ir para o quarto e esperar lá, ou podem simplesmente ver, sem participar. OK? Então… alguém não quer participar?
Ninguém se manifestou. Ótimo, pensou ela e foi a primeira a atirar uma argola. Não fez questão nenhuma de acertar e ela foi parar na barriga do Mateus. Uma outra estava tão nervosa que a argola chegou perto do rosto dele. Em meio a gargalhadas, Letícia fez questão de acertar e acertou. Sob aplausos, ela tirou da caixa um papel e quase agachou de tanto rir. Não conseguia falar o que era, matando todas de curiosidade. Então a Meg pegou o papel e leu: ela teria de fazer um boquete nele.
Mais gritos, quase histéricos. E Letícia, vermelha, foi até o Mateus e fez o boquete nele. E demorou!!! A ponto de ouvir reclamações.
Mais duas acertaram. Uma teve que colocar o pau dele entre os seios e ficar friccionando. A outra teve de beijar o corpo do Mateus por inteiro.
As que erraram tiveram uma segunda chance e mais três acertaram. Uma teve de ficar nua e deitar em cima dele; outra teve que beijar a bunda do Mateus e a terceira teve a xotinha lambida por ele.
Vendo que a brincadeira começava a se esgotar, Meg, que havia perdido a primeira vez de propósito, falou que ia encerrar. E levou a mão à caixa para tirar o papel. Só que, matreiramente, ela segurava um papel na mão, sem ninguém ver e foi aquele papel que ela tirou. E vocês já sabem o que estava escrito nele… claro…
– Lamento, meninas, nenhuma de vocês teve a sorte que eu tive… leia aqui, Letícia!
Leticia pegou o papel e fez uma cara de espanto.
– Não acredito que você vai fazer isso!
– Vou sim, este foi nosso trato, ninguém poderia recusar o que estivesse escrito.
– Gente, ela vai cavalgar o Mateus!
Silêncio total, todas de olhos arregalados. Mas ela não quis nem saber, tirou a roupa e foi sentar no pau dele, dando uma piscada de olhos que ele entendeu… ela tinha feito uma treta qualquer para ser a premiada…
E ela pulou e pulou até gozar. Seu corpo caiu sobre o dele. Que, baixinho, agradeceu a ela.
Bem, ela se levantou e foi para o banheiro com o Mateus. Ele estava suado, ela também, tomaram um banho e ela notou que ele continuava de pau duro. Já sabia a razão… e deu o cuzinho pra ele.
Voltaram à sala, a festa estava acabando, umas quatro já tinham saído, as outras conversaram mais um pouco e foram embora. Ficaram só o Mateus, a Meg e a Letícia. Que fez questão de pegar o telefone dele e, sem rodeios, falou que iria telefonar para fazerem um programa completo. Ele foi embora, Letícia agradeceu demais à Meg, que também foi pra casa.
E a moda pegou… algumas semanas depois Letícia ligou e falou que duas das amigas que estavam na festa tinham telefonado e pedido o telefone do Mateus, queriam dar uma festa nos moldes da que havia acontecido.
E Meg ficou sabendo por ela, da festa da Cláudia. Aquela que tivera a xotinha lambida por ele.
– Meg, que pena que ela não te convidou!
– Mas eu não tenho tanta afinidade com ela, não esperava ser convidada não. Pelo visto foi ótima, hein?
– Ótima? Deixou a minha no chinelo e olha que a minha foi sensacional! A Cláudia convidou só cinco, então, éramos seis mulheres ao todo. E foi no sítio dos pais dela, que logicamente não foram. Festa ao ar livre e o Mateus quase morreu, teve de comer as seis!
– Uau!!!
– Foi uau! Sim… bebida, dança, ele aparece peladão e duas das amigas dela, que já estavam se beijando, porque são bi, esqueceram de tudo e foram olhar o Mateus. Mas voltaram a se esfregar enquanto ele comia as outras. Foi uma orgia… teve banho de mangueira, todo mundo com a roupa ensopada, coisa de louco! E o danado deu conta, comeu todas, inclusive a mim e todas ficaram muito satisfeitas com o desempenho dele.
– Que beleza… bem, a próxima a fazer aniversário é a Taís. Espero que ela me convide!
– Vai convidar sim, já falei com ela ontem e ela me disse que nós duas estaremos lá!
E foram, as duas, convidadas sim… e a festa seria num motel. Além do Mateus e das duas, Taís e sua irmã. Petit comitê…
Como colocar aquele grupo no motel não foi problema. O dono era um tio da Taís que falou que cederia a suíte presidencial do motel, com piscina e tudo em troca de ela fazer uma festa só com ele depois. Como ela já tinha transado com ele três vezes, não se incomodou com a pequena chantagem e assim a festa de aniversário dela, com uma irmã, duas amigas e o Mateus foi realizada lá.
Meg ficou deslumbrada com o motel e principalmente com a tal da “suíte presidencial”
– Um desbunde… e é caríssima! Só pra milionários! Coisa de outro mundo. E ele ainda deixou um bolo de presente, com velinhas. Quando chegamos, elas já estavam acesas! champanhe? Três garrafas, champanhe importada! Tivemos de fazer uma festa de verdade antes de começar a trepação. A aniversariante, claro, foi a primeira. Mas, na verdade, todo mundo pulou, de roupa, na piscina e foi lá que a Taís agarrou o Mateus e enquanto dava pra ele, a irmã dela ficou sendo chupada por ele. Eu e a Letícia ficamos nos sarrando também, à espera do momento em que teríamos o Mateus pra nós.
Depois da Taís ter gozado, foi a vez da irmã, que gostava de frango assado. Ficou deitada na beira da piscina com as pernas levantadas e o Mateus metendo sem parar.
Depois delas satisfeitas, demos uns momentos de folga pro Mateus, tomamos mais champanhe, e eu passei o chantilly do bolo nos seios da Letícia. E ela foi a terceira a ser comida naquele motel. Eu fui a quarta, mas não a última. O Mateus me pôs pra cavalgar, porque sabe dos meus gostos.
E as duas irmãs fizeram questão de dar pra ele de novo.
Na volta, o Mateus me agradeceu.
– Meg, to quase morrendo de tanto trepar, mas acho que vou ficar rico… to cobrando caro e suas amigas não pedem desconto…
– Isso quer dizer que você não vai cobrar mais nada de mim, né?
– E desde quando eu cobrei, safadinha?
Rimos muitos e cada um foi pra sua casa.
Alguns dias depois ele me liga.
– Oi Meg… recebi um convite pra outra festa, mas não me recordo do nome, Anita. Você a conhece?
– Não… não me recordo desse nome não.
– Ela disse que é amiga da Cláudia, aquela do sitio.
– Realmente, não sei quem é.
E ela não foi convidada, nem a Letícia. Mas ficaram sabendo de tudo pela Cláudia
Anita já criou coisas novas. Além do Mateus, ela contratou outro cara. E a festa foi na casa dela, com mulheres apenas, algumas tias, e todas sabendo o que iria rolar. Portanto, não era surpresa, elas estavam apenas loucas para os dois entrarem.
E não é que as tias deram chupadas nos paus deles? Deram, morrendo de vergonha, mas rindo sem parar… parecia que era a primeira vez que colocavam o pau de um homem na boca, todas desajeitadas. Já as novas… se esbaldaram. Mas não teve transa, só os dois dançando e parando na frente delas e elas aproveitando pra passar a mão nas bundas deles e dar umas boas chupadas.
Festa mais familiar, né? Kakakaka….
Mas a moda foi lançada! Agradeçam à Meg, que inventou isso!

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