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Na Frente do Corno e Sem Camisinha

  • Publicado em: 16 de julho de 2015 11:01
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Escritos por: sandracasada05

Estava um calor imenso em nossa cidade naquele dia, eu trabalhei até um pouco mais tarde pois Celso havia combinado de me pegar no trabalho, iríamos tomar alguma coisa e namorar um pouco, apesar de casados já há algum tempo sempre dávamos um tempinho para namorarmos só os dois, mas o calor era imenso e pensei em ligar para meu marido e passar em casa antes para tomar um banho, mas qual sai do meu trabalho e Celso já estava me esperando ansioso no carro, desta feita saímos e fomos bebericar num relaxante e gostoso barzinho, assim que chegamos fomos para a parte superior, ao ar livre, bebemos e falamos de todas as coisas que estavam acontecendo, claro nos excitamos e logo depois descemos para um ambiente American Bar, daqueles com bancos almofadados para casais em um local à meia luz, para não dizer escuro mesmo e uma boa música, ai sim, nos beijamos, nos amassamos nos apalpamos e só não chegamos nos finalmentes porque gostamos de fazer pra valer, mas foi gostoso e o tempo passou rápido demais, de repente Celso olha no relógio e eram quase onze da noite, tarde para um casal com família em casa, mas cedo para quem havia aguçado todo o estoque de hormônios do corpo, saímos dali resignados e Celso tomou um caminho diferente, logo percebi que iríamos até um motel, ele não deixaria de sapecar minha buceta naquela noite e claro ia me fazer gritar pra valer, eu estava alucinada de desejo, mas qual não foi a surpresa ao pararmos diante de um luxuoso prédio, Celso direcionou o carro e entramos naquele local, eu agora além de excitada estava curiosa para saber o que estava acontecendo, ele apenas sorria, entramos no elevador e subimos até um apartamento requintado, perguntei o que estava acontecendo e ele enigmático não dizia nada, ouvimos barulho de chuveiro e de um dos banheiros exalava uma fumaça, alguém estava tomando um delicioso banho ali, Celso me abraçou, me deu um beijo ardente, minha buceta chorava de prazer, só de pensar que levaria vara novamente na presença do meu marido fiquei molhadinha, era muito gostoso transformá-lo num corno, chupar um pau na sua frente e depois gozar olhando ele bater punheta, como é gostoso ver o pai dos meus filhos se masturbando enquanto levo pinto na buceta, distraída aproveitando a lingua do meu homem não percebi que o banhista já estava a nos assistir, Celso me vira e pude ver Leonardo, só de toalha encostado na parede, meu olhar foi dos olhos do meu amante até os pentelhos abaixo do umbigo formando um caminho delicioso de pelos para o cacete cheio de veias que ele possuía, Celso levantou minha blusa e tirou minha lingerie, meus seios excitados balançavam suavemente, o último pingo de vergonha e pudor desceu junto com minha calça, meu marido estava a me despir para levar rola, Celso ajoelhou-se na minha frente e tirou minha calcinha, Leonardo ainda encostado na parede assistia a tudo, atônito, Celso levou a lingua na minha buceta, abri as pernas e comecei a esfregar minha xana na boca do corno, gemi gostoso e disse olhando nos olhos dele, chupa corno manso, prepara minha buceta para receber vara com força, Leonardo já alisava o caralho e Celso meteu a lingua na minha buceta me fazendo virar os olhos de tesão, de forma sensual afastei a cabeça do meu marido das minhas entranhas e fui em direção ao nosso amante, cheguei próximo e nua deixei meu corpo tocar o corpo dele, cheiroso de banho tomado e tesão redobrado, ele me abraçou, seus braços fortes me tomaram e sua boca me possuía com um lingua áspera e experiente, suas mãos acariciavam todo meu corpo e cada vez que passavam na minha bunda eu delirava de prazer pois sabia que o pai dos meus filhos estava ali olhando as mãos de outro homem acariciar minha bundinha, Leonardo percebendo o tesão que aquilo causava em nós caprichava nas caricias, separando minhas nádegas e deixando meu cu à mostra, era delicioso demais, com uma das mãos ele apertava o bico dos meus seios, eu gemia de tesão nas mãos daquele garanhão, ele me virou de costas pra ele, e começou a lamber meu pescoço na altura da nuca, a outra mão foi parar no meu clitóris, agora eu sentia muito prazer, podia ver Celso nu batendo punheta e se deliciando em ver a mãe dos filhos dele como uma puta nos braços de outro homem, Leonardo passou os dedos na entrada da minha buceta, gemi gostoso e disse: Olha corno, eu quero você olhando, você vai assistir a tudo, não perca nada, quero que você veja e assista meu gozo intenso, isso mete gostoso na minha buceta, Leonardo me masturbava me deixando maluca de tesão, Celso cadenciava a punheta, para não gozar logo ele queria assistir tudo, não agüentando mais, me virei e tirei a toalha de Leonardo, novamente aquele pinto moreno, gostoso e recheado de veias, me joguei aos seus pés e disse ao meu marido: Vou chupar essa rola até a última gota de porra, em seguida olhei para Leonardo e segurei seu pinto, passei a lingua na cabeça da vara fazendo ele gemer de tesão, então posicionei o cacete na entrada da minha boca e fiz aquele macho gemer de tesão, a rola foi deslizando em meus lábios e passei a fazer movimentos frenéticos com a boca, procurando intercalar uma boca mole para o pinto entrar bastante e uma boca mais firme tocando a pele do pinto com meus lábios, fazia aquele cacete entrar e sair da minha boca, eu adoro chupar rola, chupo desde menina, mas agora era diferente, estava mamando uma rola dura na frente do meu marido, que gostoso ver Celso batendo punheta daquele jeito, ele não tirava os olhos da minha boca e falava baixinho: Chupa amor da minha vida, mama gostoso minha princesa, chupa querida, isso assim, engole gostoso, que delicia, ele quase perdia o controle e gozava, mas parava e deixava o pinto balançar sozinho, sentir o gosto de outro macho, poder ver Leonardo se retorcendo na parede, sentir o gosto do cacete e ver meu marido ali, com o pinto duro balançando e excitado, era um prazer indescritível, levei minhas mãos até o peito de Leonardo e ele entendendo minha intenção segurou meus braços e mexia o dorso, desta feita me fodia a boca, de canto de olho eu contemplava Celso assistindo a tudo, ele adorava ver um cacete na minha boca, Leonardo mexia cada vez mais gostoso, o caralho ia até a minha garganta e voltava, eu abria a boca para satisfazer aquele homem, que delicia, Celso enlouquecido pedia para Leonardo gozar na minha boca: Goza na boquinha dela, enche ela de porra, quero ver ela bebendo tudo, chupa puta, sem vergonha, mama cadela, isso me mata de prazer safada! Eu tirei minhas mãos das mãos de Leonardo e segurei aquele pinto fazendo com os lábios a fricção necessária para receber um gozo alucinante, o pau de Leonardo endureceu de tal forma que ele não agüentaria por muito tempo, segurei o pinto junto ao corpo e levei minha lingua nas bolas dele, um gemido delicioso de macho no cio, gostoso demais lamber aquelas bolas, Celso ficava maluco: Cadela safada, arrepia puta, gostosa lambe as bolas dele vadia! Eu me refestelava, cada palavra do meu marido me fazia ainda mais puta, eu não sei o que se passava comigo, mas tinha vontade de humilhar ele, aquilo proporcionava prazer, eu tinha necessidade de humilhar ele, segurei o pinto de Leonardo e disse: Ele só goza na minha boca se você me beijar em seguida! Celso titubeou e então mandei outra: Corno só te dou o prazer do gozo se você dividir a porra comigo! Aquelas palavras fizeram Leonardo inchar o pau, Celso parou de se masturbar me fazendo sentir mais prazer ainda, era bárbaro ver meu marido com a pica balançando! Voltei a chupar com desejo a vara de Leonardo, suas veias inflaram de tal forma que seu orgasmo se aproximava, senti o gosto da porra quente, Leonardo direcionou o pinto em minha boca e se masturbou forte, abri a boca para colher toda a porra, Celso se masturbava alucinado, então Leonardo soltou o primeiro jato de porra, quente viscoso e cremoso, branquinho, o segundo, o terceiro e logo minha boca colhia toda a porra, Leonardo gozava em espasmos e se retorcia todo, Celso olhava dentro da minha boca e via o leite de outro homem, ele estava satisfeito e eu tinha uma certeza, meu marido ia ver aquela cena para o resto da vida, ele gostava de verdade, Leonardo passava o pinto nos meus lábios para esfregar as ultimas gotas então fechei a boca e engoli aquela porra quentinha, em seguida me levantei e fui até meu marido, abracei-o e lasquei um beijo de lingua, para ele sentir o gosto do leite de outro homem na minha boca, ele me beijou apaixonado, sua lingua passeava em minha boca, me fazendo ficar alucinada, me ajoelhei e ele se masturbou, gozando também em minha boquinha, Leonardo sorrindo nos assistia, Celso gozou gostoso em minha boca, e caímos os três desfalecidos no sofá da sala, ficamos de sono por um tempo e depois fomos beber alguma coisa, em seguida fomos para o quarto, uma cama de casal deliciosa, eu estava bem a vontade nua e com vontade de foder a noite inteira, Leonardo disse que parecia estar no paraíso e eu louca para dar de novo, me sentei em seu colo, passando minhas pernas sob seu corpo e enlaçando ele, nos beijamos e então disse que tinha necessidade de pinto, queria ele dentro de mim bem gostoso, arrebitei minha bunda e Celso veio chupar minha buceta, delirei de tesão e beijava Leonardo, joguei meu corpo por cima do dele e caímos na cama, Celso sentou nos pés da cama, eu fiquei por cima e peguei no cacete de Leonardo, de costas para o seu rosto e de frente para meu marido direcionei o pinto para a entrada da minha buceta, Celso arregalou os olhos e exclamou: Esta sem camisinha! Deixei o peso do meu corpo cair e o pinto entrou dentro da minha buceta, imediatamente passei a cavalgar: Olha corno, é sem camisinha mesmo, o Leonardo agora vai comer minha xana sem camisinha e o corninho vai chupar ela depois, assiste corno manso, assiste esse pintão gostoso me foder! Eu falava aquilo e me sentia no paraíso, é gostoso demais dar na frente do macho, como é gostoso ver meu marido se masturbar, o pinto de Leonardo entrava fundo na minha buceta e eu achava o Maximo aquilo tudo era gostoso demais, ele apalpava minha bunda e dedilhava meu cu me chamando de vagabunda, como aquilo me deixava maluca, rebolei naquele pinto bem gostoso e chamei Celso para acariciar meu clitóris: Isso corno manso mexe gostoso, quero gozar na rola dele de novo para você assistir, enquanto Celso me acariciava o clitóris sua pica balançava, eu delirava com aquilo, era gostoso demais vê-lo se submetendo daquele jeito, sempre mandão e autoritário, agora escravo do meu prazer, ver seu pinto balançando enquanto outro homem me comia gostoso era demais, gozei feito uma cadela rebolando no caralho de Leonardo, em seguida ele se levantou, me colocou de quatro, segurei na cabeceira e sabia que ia ser comida com força, entreabri as pernas e Leonardo atolou o caralho na minha buceta, segurando minhas ancas enfiava o pinto até o talo, minhas forças foram embora, deixei o peso do meu corpo tomar conta e sem nenhum pudor apertei o pinto de Leonardo dentro das minhas entranhas, eu estava sentindo um orgasmo múltiplo: Bate punheta corno sem vergonha que eu levo na buceta, corno manso do caralho, assiste viado safado sem vergonha, perdi a compostura, todo o tipo de sacanagem eu falava para humilhar meu marido e gozando feito uma puta de zona, era gostoso demais, Leonardo sabia foder uma mulher, ele metia com gosto, cada palavra minha era uma estocada vigorosa, eu tremia de tesão e Celso gozou nas minhas costas não agüentando o tesão, me lavou de porra, eu então gritei: Léo goza dentro, me enche de porra! Era tarde demais para não acontecer, Leonardo levou o caralho até o talo dentro de mim e firmemente gozou, alucinadamente ele gozava arfando e falando todo tipo de sacanagem, deixou o caralho enfiado até o talo, ele parecia querer gozar dentro do meu útero, e era gostoso demais, ele fez de propósito embarcando no meu tesão, para não deixar nenhuma sombra de dúvida enfiou o pinto o Maximo que pode para gozar: Toma vagabunda, porra lá dentro, olha corno, vem ver a bucetinha dela gozada! Eu mexia a bunda e sentia o caralho lá no fundo, Leonardo já havia perdido as forças e claro eu estava ensopada de porra, olhei para Celso e disse, agora será sempre assim, o Léo vai gozar dentro e você vai bater punheta, Leonardo foi tirando o pinto de dentro de mim, arrebitei a bunda e deixei a porra escorrer, minha buceta estava pingando porra e o pinto de Léo estava todo gozado, carinhosamente me virei e coloquei o cacete na boca, deixando ele reluzente novamente colhi todo o semêm, ele estava acabado, olhei no relógio e eram quase três da manhã, trocamos de roupa e então fiquei sabendo que ali era o apartamento de um executivo para quem Leonardo prestava alguns serviços, e também servia de matadouro dele para festinhas como a nossa, voltamos para casa, eu fechei minha buceta segurando o leite de Leonardo comigo, chegamos em casa e claro as crianças estavam com minha mãe, fomos direto para nossa cama, disse no ouvido do meu marido, me faz gozar com essa lingua gostosa, ele se alojou no meio das minhas pernas e abriu minha buceta, claro estava toda gozada, Celso levou a lingua e eu não acreditei naquilo, arquei o corpo para ver meu marido chupar minha xana gozada, relaxei o corpo para que toda a porra escorresse, Celso lambeu todo o leite de Leonardo e eu claro gozei esfregando minha buceta na boca dele, era deliciosa vê-lo submisso, em seguida Celso colocou o pinto na entrada da minha buceta e me comeu gostoso, recebi a rola dele dentro de mim como nunca havia feito, ele me beijou e o gosto de porra em sua boca só me fez ficar alucinada, assim terminamos nossa noite de mais uma aventura, Leonardo já me fodeu de todas as formas possíveis e imagináveis, mas não cansamos de transar, é uma delicia nossa aventura, logo conto a noite da curra, na bunda foi especial e inesquecível!

escrito em
Enviado: 19 de abril de 2005 22:35

Referência do Anúncio ID: 64555a5ac39f1d49

4 Comentários para “Na Frente do Corno e Sem Camisinha”

  1. casalliberal15 em 18 de julho de 2015 @ 15:02

    Nossa esse conto foi fantástico, quero ver mas contos desse casal.

  2. Muito Bom!…queria muito ser o Celso

  3. Não sou chegado em dominação, humilhação etc., porem não tem como negar que a narrativa deste conto é sensacional, envolvente.

  4. Muito bom mesmo queria muito ser o Celso homem de sorte… Ótimo conto!!!

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