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Na visita do meu cunhado, fui sua puta novamente

  • Publicado em: 17 de junho de 2018 06:52
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Depois daquele fato ocorrido em que o pedreiro do meu cunhado e ele próprio me comeram em sua casa, eu sabia que seria chantageado mais cedo ou tarde. Pois é, um tempo depois meu cunhado me ligou dizendo que viria a minha cidade e gostaria de almoçar comigo na minha casa e queria que eu preparasse o almoço. Bem no dia em questão levei minha esposa para o trabalho como de costume e voltei para casa, comecei a preparar o almoço. Lá pelas 11 horas ele me ligou dizendo que estava chegando e que queria ser tratado muito bem, queria um drink, o almoço bem gostoso e mais, queria que eu estivesse vestida completamente de mulherzinha, bem gostosinha para ele. Terminei o almoço pouco depois, tomei um banho e aproveitei para me depilar as penas, a bundinha, o saco e o rego e tudo que pude. Vesti uma calcinha de renda preta, meias 7/8, sutiã pretinho de renda, uma sainha tipo tubinho coladinha preta, uma blusinha branca, cinto e sandálias de salto 15, uma mulherzinha perfeita. Em seguida o porteiro anunciou sua chegada, autorizei e deixei ele colocar o carro dentro da garagem. Ele entrou, me olhou, mandou eu dar uma voltinha e deu um assovio de prazer, muito bem, está linda minha puta, disse ele. Alcancei a ele sua bebida e nos sentamos para conversar. Eu disse a ele que deveria tomar cuidado, por que não poderíamos pisar na bola e deixar nossas esposas descobrirem, mas ele me disse que ele tinha duas esposas, a legítima e eu, para ficar tranquilo que só se comportaria assim quando estivéssemos sozinhos. Me chamou e me mandou sentar em seu colo, me acariciou muito, me deu um beijo babado, me beijou o pescoço, as orelhas, enquanto passava suas mãos nas minhas coxas, nas minhas tetinhas, me chamando de gostosa. Ficamos assim até ele terminar seu drink, em seguida fomos para a mesa e almoçamos tranquilamente. Depois ele subiu para o quarto (quarto de casal) e disse que iria me esperar lá em cima, enquanto isso, tirei a mesa e arrumei a louça. Depois subi para o quarto ele estava deitado, me perguntou onde ficava o lado da minha esposa, casualmente ele estava no lado certo, isto é, no meu lado da cama. Estava só de cuecas e me mandou deitar do lado, começou a me acariciar as coxas, a barriga, as tetinhas, me beijar e me disse no ouvido que ele iria me comer bem no lugar da minha mulher, ele era meu macho e eu a sua putinha, disse que sim, seria sua amante, ele forçou minha cabeça para baixo, entendi que queria que eu chupasse seu pau, desci sua cueca e acariciei aquele pau grosso, cheio de veias latejantes e muito quente, acariciei a cabeçona, lambi devagar, passando a língua na glade, na pontinha e abocanhei a cabeçona, ele gemia e dizia palavras desconexas, chupei o mastro, fui até as bolas e coloquei na boca, primeiro uma, depois a outra, lambi o rego, ele se contorcia todo, em seguida abocanhei novamente a cabeça e coloquei tudo que pude na boca, senti o gosto de macho na guela, ele despejou seu pre-gozo na minha boca, salgado, denso e melado, continuei chupando com força e com ritmo, ele tirou minha cabeça, porque não queria gozar ainda, me deu mais alguns beijos, me virou de bruços, levantou minha saia, arredou para o lado a calcinha e passou sua língua quente e babada no meu rego, no cuzinho, arrancou arrepios, por baixo acariciava minhas tetinhas, apertando os mamilos sempre lambendo meu reguinho e meu cuzinho, uma sensação indescritível. Depois, abaixou minha calcinha até os joelhos, esfregou seu cacete no cuzinho e no reguinho, lambuzando de mel, apontou na portinha, se deitou nas minhas costas, me abraçou muito forte e foi enterrando bem devagar, seu pau estava muito lubrificado com o melzinho, facilitou muito a penetração, não demorou e senti a cabeçona arregaçar meu buraquinho, para facilitar, arrebitei bem minha bundinha o que deu mais tesão nele, me dizendo que eu era uma putinha danada, que sabia satisfazer um macho, e estocou mais forte, senti a cabeça entrar toda, dei um gritinho abafado, ele mordeu minha orelha me chamou de putinha gostosa, me perguntou se estava gostando, fiz sinal que sim e ele enterrou mais seu caralho no meu cuzinho que deslizou todo pra dentro, senti meu cuzinho arregaçado, senti muita dor, senti muito prazer, rebolei um pouco e meu amante me enterrou tudo, uma sensação maravilhosa ter as bolas bater na bunda, ele suspirou alto e começou a me comer com um macho fode sua puta. Enquanto tirava o botava de novo, me chamada de esposa puta, que tinha um sonho em me foder na minha cama na posição da minha mulher, como se eu fosse ela, eu só concordava com ele, dava pequenas reboladinhas que o deixavam mais louco ainda, de vez em quando ele aumentava o ritmo, cm estocadas violentas que me machucavam um pouco, as vezes tirava tudo pra fora e eu desesperado, arrebitava bem a bundinha procurando aquele pau maravilhoso, ele me perguntava se eu queria cacete, dizia que sim, se eu queria um macho em cima de mim, dizia que sim, se eu queria ser putinha, dizia sim, se eu estava gostando de ser sua esposa se estava gostando de ser fodido no lugar da minha esposa, sim eu dizia, então ele me mandar pedir implorando, enquanto ele falava, sentia seu pau pingar melzinho no meu cuzinho, melzinho quente e melado, implorei para que ele me fodesse logo, para que ele me fizesse sua putinha, sua amante, sua esposa, ele me apertou, apontou seu cacete na portinha e meteu forte, de uma só vez enterrou tudo, dei um grito abafado no travesseiro, era dor e tesão ao mesmo tempo, ele começou a bombear ritmado, dizendo toma putinha, toma nesse teu cuzinho, quer levar leite dentro do cuzinho, eu dizia sim e ele não parava de me foder. Enquanto me fodia forte e ritmado, gemia muito e eu também estava completamente entregue aquele macho, ele me disse que queria comer minha mulher qualquer hora, disse a ele que seria difícil, mas ele não deu a mínima e continuou a me foder forte, Ficamos assim um tempão, até que ele deu uma estocada muito fundo, senti seu pau inchar, ele gemeu alto e despejou muito leite quente e denso dentro de mim, foram muitos jatos, gozou muito e se largou em cima de mim, com respiração ofegante, de vez em quando dava alguns espasmos e largava mais leitinho dentro, ficamos assim um bom tempo até que senti seu pau murchar, ele babou no meu pescoço, como ele relaxou completo, todo seu peso ficou em cima de mim, pedi que saísse de cima, saiu e ficou deitado ao lado, mantendo seu pau dentro até que ficou mole, tirou e muito lente escorreu pelas minhas pernas. Ficamos assim um tempão. Depois tomamos um banho juntos, nos vestimos e ele partiu, dizendo que voltaria outro dia. Assim virei puta do meu cunhado.

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