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No Hospital Com Dr Paulo – 2

  • Publicado em: 26 de janeiro de 2015 09:36
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

No outro dia, bem acabou que logo clareou pois era quase dia quando cheguei no quarto, o enfermeiro veio ver como estava o Paulo, e sem que ele percebesse me deu o telefone, pois sabia que estavamos indo embora e que era sua folga tambem.

Eu precisava trabalhar em outra cidade, então me prontifiquei de levar o Paulo ao sitio e de lá iria direto para a cidade onde trabalharia.

Enquanto Paulo recebia alta, liguei para o Sebastião para avisar que estariamos chegando em algumas horas, e pedi a ele para preparar tudo para o Paulo.

Pegamos o carro e seguimos estrada a fora, durante a viagem Paulo, tirou seu cacete para fora e eu fui punhetando quando dava enquanto dirigia, seu pau pulsava na minha mão e sentia o calor de sua rola.

Paulo gemia e dizia obscenidades.

– Que filha mais putinha eu tenho.

– Que mãozinha deliciosa, ela me dá o maior tesão.

– Se continuar assim, vamos ter que para o carro a beira da estrada para que você me faça um boquete.

Então é pra já.

Procurei um local seguro e com um bom recuo da pista e parei o carro.

Paulo já louco de tesão abaixou sua calça e a cueca até os tornozelos e pediu o boquete, me curvei sobre ele e comecei a chupar seu pau, que realmente é muito delicioso, em poucos minutos Paulo me encheu a boca de porra e engoli tudinho.

Nos abraçamos e conversamos um pouco e logo peguei a estrada outra vez.

Estavamos chegando e Paulo me pediu para dormir lá com ele, lhe disse que tudo bem, mas que logo cedo precisaria ir trabalhar.

Chegamos e Sebastião já tinha deixado tudo arrumado inclusive o jantar, então enquanto Paulo foi tomar banho fui até a casa de Sebastião para lhe avisar que chegamos e agradecer por ter preprado tudo.

Ao chegar a porta escuto muitos gemidos, e não queria atrapalhar o Sebastião, pois ele estava com alguém, e eu não tinha nada a ver com isso, mas decidi dar uma espiadinha e ver o que rolava.

Cheguei até a janela e vi Sebastião enrabando um menino bem novinho, ele enterrava sem dó no menino e este chorava muito, fiquei olhando um pouco mais para ver se ele não estava forçando a barra com o garoto, mas logo o menino pediu a ele que gozasse em sua boca, pois estava louco de tesão.

Vi que rolava um lance legal, e fui embora, até porque foi na minha infância que tive os melhores prazeres e minha descoberta pelo prazer.

Voltei e encontrei o Paulo peladaço e com seu pau super duro esperando por mim, corri para o banho e mal estava terminando quando ele entra no banho junto comigo, nos abraçamos muito e sarramos bastante, sentia seu pau super duro esbarrando em meu corpo, e estava todo babado me melando onde encostava.

Paulo era só amores e eu sentia muito prazer, puxei Paulo pelo seu pinto e fomos para a cama, começamos a foder como se a muito não o faziamos, e gozamos varias vezes, nem vimo a hora passar já era bem tarde e eu tinha que trabalhar, então dormimos.

Pela manhã tomamos nosso café da manhã juntos e logo tinha que sair, prometi voltar assim que terminasse os serviços, estava saindo quando vi Sebastião pelo caminho do sitio, e nos cumprimentamos, e disse que lhe procurar ontem para agradecer, que vi que ele estava acompanhado e não quiz atrapalhar.

Sebastião agradeceu e perguntou quando voltaria disse que na manha seguinte e então ele me pediu para ligar antes de vir que ele queria me encontrar no caminho, pois estava louco para me foder, e que ali no sitio talves não teriamos oportunidade.

Ficamos combinados e fui trabalhar.

Durante o dia meu desejo em foder com Sebastião aflorava e ao mesmo tempo estava louco para dar para o Paulo, não sabia como fazer, então descidi, parei o carro e liguei para o Sebastião, e pedi a ele que me encontra-se naquele momento no centro da cidade, pois estava com muito tesão.

Fiz meia volta e logo estava na praça, depois de uns dez minutos chegou Sebastião, e o chamei para entra no meu carro.

Segui para a saida da cidade e entrei no rimeiro motel, mal entramos na suite já nos abraçavamos e iamos arrancando as roupas um do outro, em segundos estavamos pelados e nossos cacetes duelavam pelo espaço minimo entre nós.

Eu claro estava na desvantagem quanto ao seu cacete, mas com certeza o venceria com minhas habilidades anais.

Peguei um gel lubrificantes ao lado da cama e enquanto chupava seu enorme e cabeçudo cacete, eu lubrificava meu rabo, nesse interim cheguei a enfiar tres dedos no rabo para facilitar ao máximo a foda.

Sebastião já não se aguentava mais e me pediu o lubrificante, eu mesmo lubrifiquei seu pau e fui bem generoso, depois me posicionei na cama de frango assado e chamei Sebastião.

Vem meu garanhão, vem!!!!

Fode a éguinha do patrão, faz ela relinchar nesse cacete cavalar.

– Não me substime sua putinha eu vou te arregaçar o rabo.

Então meu garanhão, preciso ser tratada com uma égua bem safada que sou.

Nisso Sebastião, encostou seu pau bem na minha rodinha, e começou a empurrar, sentia meu anel se abrir aos poucos e sentia o calor enorme de seu pau.

Conforme ele forçava sentia arder como se as minhas poucas preguinhas estivessem arrebentando, e o tesão ia a mil nessa hora.

Sebastião posiciou suas pernas de forma que lhe desse apoio e olhando nos meus olhos, forçou a entrada, entrada essa muito dolorosa, porém uma das mais prazeirosas, pois como seu pau era muito grosso e de um bom comprimento, mas macio estufou meu reto e me levou a gozar intensamente pelo cú.

Permanecemos engatados e começamos a conversar.

Sebastião ficou impressionado com meu gozo, e comentou.

– Patroa nunca vi alguém gozar tanto assim, a patroa deve satisfazer o patrão mesmo.

Não Sebastião isso não sou eu e sim você, o prazer que essa sua pica me dá não é qualquer homem que pode fazer.

Você deve ter levado a loucura o menino que estava fodendo ontem.

– A patroa estava sózinha ontem quando foi a minha casa ou o patrão tambem viu.

Fica tranquilo homem eu estava só.

– Por favor não comente com o patrão o menino é meu sobrinho e o patrão não gosta que ele venha até o sitio, pois ele tem receio que de problemas.

Pode deixar Sebastião o prazer que tive com você eu não vou querer te prejudicar nunca.

– Obrigado patroazinha.

A propósito Sebastião e o menino curte dar pra você, ele aguenta essa jeba deliciosa.

– Patroazinha ele se acaba, mas não chega nem aos pés do seu tesão, o menino adora vir passar o final de semana comigo, mas quando o patrão está não posso trazer ele.

Deixa seu patrão comigo que eu vou facilitar a sua vida e a do menino.

Quem tirou o cabaço dele.

– Fui eu mas foi muito de boa e ele quem me procurou, eu não forcei a barra com ele.

Me conta como foi Sebastião.

Sebastião começou a contar e eu com seu pau dentro de mim, o mordiscava com o cú e ensaiava pequenos movimentos.

“… patroa acho que começou a uns quatro anos, ele tinha ficado sozinho na casa dele pois sua mãe é separada e tinha ido cuidar da nossa mãe por uns tres dias, então ele por conta própria vei até a minha casa e pediu para ficar estes dias.

Não vi problema pois ele é meu sobrinho e custava nada ajudar minha irmã.

Eu estava deitado na minha cama depois do jantar, estava apenas de cueca samba canção, e ele entrou no quarto e perguntou se podia sentar na cama para conversar.

Ficamos uma meia hora conversando até que chegou no assunto de sexo, ele me perguntou se eu tinha namorada, e lhe contei minha história, que nunca havia casado, mas que tinha uma amiga que quando vem visitar seus pais aqui perto me vem fazer um carinho, as vezes demora um ano, as vezes alguns meses, não tem uma data certa, hoje faz oito meses que ela não vem.

Lhe perguntei se estava namorando e ele me disse que tinha dificuldades em arrumar uma namorada, pois não sabia ao certo como fazer.

Tentei lhe mostrar como fazer, e ele prestava a atenção em tudo que eu falava, e fui percebendo que na verdade ele queria a mim, eu só não sabia se ele queria que eu o fodesse ou não, não estava entendendo bem a situação.

O assunto estava me dando tesão e meu cacete ficou muito duro, como agora patroa dentro do seu cú meu pau esta louco para gozar.

Sebastião assim que me contar tudo você vai gozar dentro de mim, continue contando.

Bem, ele se levantou e sentou bem próximo a mim, quase sentou no meu colo, pois eu ainda estava deitado na cama.

Ele me perguntou o que eu achava de sexo entre homens, mas antes que eu respondesse, ele estendeu a sua mão e pegou no meu cacete, eu tomei um baita susto, e ele reagiu tirando a sua mão de cima e tentou se levantar, eu o segurei e disse para ficar sentado e continuar a fazer o que queria.

Ele voltou a perguntar sobre o que eu achava de sexo entre homens e lhe disse que era algo diferente para mim, mas que seria algo muito bom se fosse com uma pessoa especial, e completando disse.

Tipo alguém como você meu sobrinho.

Fui tirando meu cacete para fora e ele ficou estatico olhando para aquela jeba duraça na frente dele.

Sem que falacemos algo, ele abocanhou como pode minha jeba, e começou a chupar meio desajeitado, mas com muito desejo, e tesão.

Comecei a orientar ele e em poucos minutos estava chupando meu cacete como se fosse uma expert, depois de um tempo, lhe perguntei se queria dar seu rabinho para mim, ele disse que queria muito, mas que estava com muito medo, pois não imaginava que minha rola fosse tão grande para ele.

Lhe prometi a melhor foda da vida dele, não neguei que seria dolorido, mas que com certeza seria a melhor, ainda mais que era cabaço total.

Naquele dia eu não me acreditava estava com meu sobrinho, um carinha muito legal, curto ele pra caramba, ele querendo entregar seu tesouro para mim, seu cabacinho, só podia ser o dia mais feliz da minha vida.

Fiquei totalmente pelado e tirei a roupa do meu sobrinho, o deixando nuzinho, sua pela clarinha e com pelinhos bem fininhos estavam arrepiadinhos, era sinal claro do tesão.

Coloquei ele de bruços na cama e apoiando dois travesseiros debaixo do ventre dele, seu rabinho ficou bem exposto e comecei a chupar seu cuzinho, em poucos segundos ele gozou, e molhou muito o travesseiro, depois peguei um potinho de vaselina e lubrifiquei seu anelzinho, e depois pedi a ele que lubrificasse minha jeba.

Ele passava a mão com vaselina e dizia.

Tio não vai entrar em mim, isso é muito grosso e muito grande.

Calma meu sobrinho o titio aqui sabe fazer isso muito bem, e você não é o primeiro cabaço que arrebento.

Mas tio e se der errado.

Não se preocupe vai dar tudo certo, vem lambusa bem a minha jeba, que já já você vai estar gozando nela.

Ele lubrificou até demais, acho que o medo falou muito alto mesmo.

Então pedi a ele para se posicionar como estava antes que eu ia inaugurar seu cuzinho.

[Nisso pedi ao Sebastião que fizesse o mesmo comigo, saiu de dentro de mim e me posicionei na cama como seu sobrinho].

Abra bem as pernas, relaxe e deixe o resto comigo.

Vai com calma pois sou cabaço mesmo tio.

Não se preocupe apenas se concentre em ter o prazer de ser descabaçado pelo seu tio querido.

Nisso encostei meu pau no seu rego e pincelava fazendo pressão no botão e forçava bastante a entrada.

Meu sobrinho gemia muito, e meu tesão só aumentava, tinha que me segurar para não enterrar meu cacete nele e machuca-lo, mas queria muito sentir seu cuzinho agasalhando minha jeba.

Dei uma bela cutucada e a cabeçorra quase entrou e ele gemeu muito e disse que estava doendo, pedi calma e que relaxasse, pois o dificil era passar a cabeça, o resto seria facil.

Fui forçando bem devagar e via as lagrimas correr pela sua face, e quando sentiu que a cabeça do meu pau ia entrar toda ele deu uma forçadinha para traz e entrou rasgando ele gritou muito e gozou.

[Tranquei meu cú e na hora que seu pau entrou eu gritei como se tivesse doendo e ambos gozamos muito, Sebastião gozou muito dentro de mim e senti seus vários jatos fortes e de boa quantidade dentro de mim]

[O levando a relembrar a situação vivida com seu sobrinho, tanto Sebstião quanto eu estavamos gozando aquele momento, ficamos engatadinhos enquanto ele acabava seu relato].

Meu sobrinho ficou imóvel por alguns segundos e em seguida começou a rebolar, e nosso tesão era tudo que importava ele acabou socando a bunda contra meu corpo e fazendo com que gozasse, e muito.

Fodemos por mais de uma hora ainda e gozei deliciosamente, quando tirei minha rola de dentro dele saiu muita porra e muito sangue, seu rabinho ficou abertinho, e depois caimos exaustos na cama e ficamos conversando, prometemos segredo e muito sexo um ao outro, nesse tempo todo quase todo final de semana ele vem me visitar e ainda algumas vezes na semana, onde fodemos pra valer.

Eu e Sebastião, estavamos engatados, e consegui fazer com que ele gozasse mais duas vezes em mim sem tirar seu pau.

Depois tomamos um banho para repor as energias, e fomos embora, ele para o sitio, e eu fui para a cidade onde teria que trabalhar.

Continua….

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