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No hospital com Dr. Paulo

  • Publicado em: 11 de abril de 2013 11:26
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Estava com trabalho agendado para a regiao de Bragança, e até pensara em ligar para o Paulo, mas com iria passar muito tarde por lá e tinha compromisso para o dia seguinte, preferi não ligar, pois se ele pedisse para ir até ele não resistiria, e ficaria por lá.

Mas o compromisso era importante, e achei melhor num outro dia ir visitá-lo e é claro me deliciar de sua bela tora. Algo me atormentava estava com sentimento de tristeza, e não sabia o que era.

Estava chegando ao hospital e avisto de longe, o caseiro de Paulo, achei estranho, pois era longe do sitio, e ele parecia muito aflito.

Então gritei por seu nome, e ficou claro a expressão de alivio ao me ver, fomos nos aproximando, e me abraçando disse que estava no hospital com o Paulo, pois ele se machucara o auxiliando na cerca da fazenda.

Fiquei apavorada, e queria vê-lo de qualquer jeito, mas ele me disse, não saber ao certo como ele estava, disse que o arame farpado arrebentou e o atingiu na perna, encravando e sangrando muito.

Ele disse que estava pensando em me ligar, pois não sabia o que fazer, e por milagre eu estava ali, depois de me contar tudo, fomos até uma lanchonete, para um lanche, e logo em seguida voltariamos para ver o Paulo.

Voltamos ao hospital e pude falar com Paulo, não era grave, apenas um corte profundo, e alguns pontos na coxa do lado de fora, aproveitei que não havia mais ninguem apenas eu, Paulo e o Sebastião o caseiro, abracei Paulo e demos aquele beijo molhado, cheio de tesão e saudades, e enquanto isso sebastião alisava minha bunda. Nem liguei pois ambos são muito tesudos mesmo.

Paulo precisaria ficar até o dia seguinte internado pois precisaria aguardar os resultados dos examos para ter certeza, então ele pediu para ficar com ele, e disse ao Sebastião para voltar ao sitio, falei pra ele que iria fazer o serviço ali9 no hospital e que voltaria em seguida para ficar com ele.

Nisso sebastião disse que era para eu pegar os documentos e a mala de roupas de Paulo no carro, então fui até lá e Sebastião me chamou para dentro do carro e me pediu uma chupeta, eu lhe disse que faria melhor, puxei para o banco de traz da caminhonete, que era filmada e bem escura, empurrei Sebastião pra dentro e fechando a porta, ja fui tirando sua calça e a cueca, deixando aquela super rola amostra, iniciei uma chupeta vigorosa, lambia toda a extensão de seu pau e principalmente as bolas.

O punhetava enquanto o beijava e logo voltava ao seu pau, Sebastião avisou que gozaria a qualquer momento, então tirei minha roupa, e pedi a ele que salivasse meu botãozinho, e gozasse na portinha, mas só na portinha mesmo, pois sem lubrificante iria me machucar muito aquela super rola. Arregacei ao máximo minha bunda e Sebastião punhetando posicionou a cabeça bem na entrada, e quando gozou, seus jatos de porra entraram queimando meu rabo, e a medida que gozava, Sebastião ia enfiando a cabeça para dentro, e chegou a entrar até a metade.

Por ele enfiaria tudo mas queria deixar meu cú intacto para o Paulo pois ele estava dodói e merecia este carinho. Sebastião ficou meio desapontado, mas lhe disse que o recompensaria depois, que seu patrão merecia ser primeiro, até por que a situação o fazia merecer.

Sebastião concordou, e voltando para o quarto sentia a porra de Sebastião querer sair de dentro de mim, deixei as coisas e fui trabalhar, voltei no comecinho da noite, e Paulo, ja estava dormindo, entrei bem quietinho, e tranquei a porta, me aproximei dele, e puxei seu pau para fora, comecei a chupá-lo e foi endurecendo rápido, Paulo acordou e disse:

– Minha filha você é louca, até parece a puta da sua mãe, vão nos pegar aqui e vai fuder tudo.
Eu ria e disse a ele, que era parte do tratamento para que se recuperasse logo, que prescrito pela médica de plantão, ela pediu que você gozasse pelo menos duas vezes antes de dormir, e que quando chegasse em casa era para gozar quatro vezes no primeiro dia.
– Que filhinha mais ordinaria que eu tenho, é tão vagabunda que até me convenceu a fazer o tratamento. Ahhhhhhhh………. Ahhhhhhhhhhhh…….. toma essa porra sua vagabunda.
Ahhhhhhhhhhh……… Ahhhhhhhhh….. você é a filha mais puta que um pai pode querer ter.

Engoli toda sua porra maravilhosa e destranquei a porta e logo em seguida um enfermeiro entrou, olhou e perguntou se estava tudo bem, ele estava com uma cara muito estranha, quando ele saiu rimos pra valer.

– Ta vendo sua vagabunda quase nos pegaram, rimos….

– Até que se ele topasse poderia fazer uma chupeta pra ele tambem, assim ele nos deixaria mas a vontade.

– Você faria isso?

– A chupeta sim.

– Então faz o seguinte vai até a cantina e pega um suco pra nós, ao passar pela enfermaria pede a ele pra vir até aqui que eu falo com ele.

Pensei, pensei, e acabei concordando. Falei tudo bem mas não passará da chupeta. Feito.

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