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No jardim da festa

  • Publicado em: 20 de março de 2017 05:58
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Pessoalmente, detesto festas de casamentos, batizados, 15 anos e coisas do gênero. Acho um absurdo de chatos. Mas, às vezes, temos que encarar. E esta, então, seria daquelas insuportáveis: casamento de um sobrinho de assessor de um político da cidade. Tinha relações corporativas com o sujeito e, então, fui convidado.

Como estava sem namorada “oficial” naquele momento (Roberta assumira o relacionamento com Valéria e as duas estavam morando juntas), optei por ir sozinho. Minhas amantes mais fixas naquele momento, Flavia, Cláudia e Leila. não poderiam – as duas primeiras eram casadas e a terceira tinha um outro compromisso. Então acabei indo encarar sozinho a situação.

Casamento daqueles onde o salão comporta tanto a cerimônia em si como a festa, ou seja, tudo no mesmo lugar – um sítio destes especializados neste tipo de evento. O noivo já tinha uma certa idade, talvez uns 40 anos, enquanto a noiva tinha uns 17, 18, se tanto. Não conhecia absolutamente ninguém naquele mar de convidados, então fiquei em um canto bebericando meu uísque após ter cumprimentado os noivos e o tal assessor.

Eis que começo a perceber uma pessoa olhando para mim. Uns 30 anos, branco, mais ou menos a minha altura, barba cerrada, olhos claros, magro. Devolvo o olhar como se estivesse querendo checar se era isso mesmo e recebi retribuição. Olhei de novo e recebi um sorriso, que devolvi.

Resolvo sair um pouco para caminhar pelo sítio. Me afasto uns 400 metros do salão principal e paro em um jardim para observar. Me apoio em uma espécie de corrimão e fico olhando em volta. Até que ouço passos se aproximando.

Estes vão se tornando mais próximos e já imaginara logo de quem seriam. Até que recebo um abraço por trás, com o dedo levado à minha boca.

Ele cola o corpo no meu, e já sinto a dureza de seu pau sob a calça. Beija minha nuca e sinto sua barba roçar nela, me deixando arrepiado. Suas mãos viajam pelas minhas costas e encontram minhas ancas. Começa a acariciar minha bunda e meu pau sob a calça social.

Primeiro de leve, depois com mais intensidade. Meu pau ja estava duro, marcando a calça, e suas mãos pegavam minha bunda com força. Ele abriu o zíper e colocou a mão por dentro da calça, pegando no meu caralho; primeiro ainda sobre a cueca, depois colocando a mão por dentro dela e pegando no meu pau.

Ele encostou de novo seu corpo no meu e procurou meu cinto. Abriu a fivela e desabotoou a minha calça, a deixando cair. Passou as mãos pelas minhas coxas, beliscando de leve. Eu estava totalmente entregue.

Colocou a mão por dentro de minha cueca e com o dedo, procurou meu cuzinho. Fez o movimento de colocar o dedo dentro uma, duas, três vezes, brincando na portinha, até que meteu o dedo médio. Dei um suspiro e ele, novamente, colocou a outra mão sobre minha boca para que eu ficasse quieto – e eu aproveitei para mordiscar sua mão.

Até que tirou minha cueca, baixando de uma vez. Senti que ele desabotoou a calça e a tirou de uma vez junto com a cueca, porque ele fez isso com o corpo encostado ao meu. Percebi seu pau saltar, rígido, e encostar em minha bunda. Sua cabeça já estava molhada, mas não tinha ideia do tamanho – não deixara eu virar meu rosto para trás..

Me pegou pelas ancas e me puxou um pouco, enquanto segurava no corrimão. Senti seu caralho encostar entre minha bunda; e, sem demora, começou a meter com firmeza, sem violência mas sem parar. Foi metendo, metendo, metendo, até que senti suas bolas encostando em minha bunda. Tinha um tamanho considerável, além de grosso; mas metera com tanta maestria que não senti dor.

Dentro de mim, abraçou com uma mão minha barriga e, com a outra, começou a me masturbar, com a mão apertando a cabeça do meu caralho, puxando e voltando. Ele metia em mim com força, alternando estocadas mais lentas com outras mais rápidas; sabia comer um cu.

Senti que ia gozar e comecei a arquear o corpo enquanto ele acelerava as metidas e me dava tapas na bunda. Esporrei com muita força, vários jatos; me sentindo gozar e sentindo meu cu apertando seu cacete, ele segurou minha bunda e estocou com força maior ainda. Prendeu seu pau inteiro dentro e começou a golpear com força.

Seu pau pulsando dentro de mim, apertado pelo meu cu, inchou, e então ele derramou seu leite dentro do meu corpo. Um, dois, três, vários jatos quentes; eu estava totalmente entregue. Rapidamente ele tirou seu cacete da minha bunda e pela primeira vez ouvi sua voz, dizendo para que nos vestíssemos.

Nos vestimos apressadamente e rumamos para meu apartamento.

Continua em http://historiassensuais.blogspot.com
email: senhorboring@gmail.com – especialmente cariocas

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