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Novamente Tomando no Cu

  • Publicado em: 11 de janeiro de 2004 00:55
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Amanheci sozinha na segunda feira, meus dois homens já haviam saído e eu estava nua em cima da cama, passei a mão pelo rosto e ainda tinha porra, senti meu corpo doendo, fruto de tanto exercício no dia anterior, havíamos transado como loucos e meu bumbum estava ardendo, deitei de bruços e abri as pernas, levei minha mão em meu sexo e estiquei um dos dedos em meu cu, passei o dedo em volta do meu anel e senti um alivio, fiquei brincando com o anel do meu cuzinho sentindo aquela ardência gostosa, me sentia realizada era delicioso me tocar, então ouvi o telefone tocar, estiquei o braço e alcancei o fone, do outro lado uma voz feminina me dizia bom dia como se estivesse cantando, logo reconheci a a doce voz de Érica, suspirei e puxei o fôlego demonstrando um ar cansado, minha amiga falava sem parar parecendo uma adolescente, eu não conseguia entender direito o que ela falava, pois dizia tudo ao mesmo tempo, mas entendi que ela estava feliz e que viria para o Rio na Sexta Feira, estava ocupada e depois me ligaria, pronto o final de semana ia ter uma diversão extra, os meninos queria sair de barco no sábado e passaríamos o fim de semana com eles, eu teria de conseguir algo para a sexta feira a noite, pois queria dar um presente especial ao Léo e Érica seria parte deste presente, recobrei minhas forças e tomei um banho, precisava estar na repartição antes do meio dia. Trabalhei com dificuldades pois estava toda ardida, mas cada latejada que sentia no cu, me lembrava da farra do dia anterior e suspirava, custou mas chegou o fim do dia, não teria forças para ir até a academia, voltei cedo pra casa, Léo já estava lá, firme e forte, sorriu e me abraçou, abriu minha blusa, meus seios estavam doendo e eu estava para entrar nos meus dias, então precisei tomar um remédio pois não poderia perder o fim de semana que era promissor, ele percebeu que eu estava cansada e sem condições de brincar, me deu um banho delicioso e me colocou na cama, divinamente, ficou lambendo meu anel, separou minha bundinha e lambia generosamente meu cuzinho, era delicioso e a vontade de levar ferro despertou, mas eu não suportaria, ficamos no sexo oral, ele lambeu meu cuzinho por horas enquanto eu chupava sua rola, gozou em minha boca por três vezes e dormimos naquela posição mesmo, acordei cedo na terça, ele lambia minha bundinha todinha e falava coisas românticas pra mim, as vezes acho que meu marido não existe, levantou a cabeça e apoiou em um dos braços, me olhando furtivamente disse que teria de fazer um favor a ele, pois iria para Petrópolis e só retornaria na quarta feira, então me pediu para levar um CD Rom para um cliente na zona sul do Rio, concordei de imediato, seria tranqüilo pra mim a terça feira, me preocupei se ele de fato retornaria na quarta, pois queria ele na sexta feira livre para mim, disse que era só uma reunião mas terminaria tarde então passaria a noite por lá, abriu minha bunda com uma cara de sem vergonha e perguntou se ainda doía, balancei a cabeça dizendo que não pois ele havia me lambido por horas e eu estava era com vontade de colocar o cu na farra de novo, ele me deu um tapa na bunda e pulou da cama, adormeci e acordei com seu beijo, já saindo, pediu-me que entregasse sua encomenda antes do meio dia, e se perdeu pela porta, deixei passar alguns instantes e fui tomar um banho, estava um calor de rachar, quando voltei percebi um pacote em cima da cômoda, abri e tinha uma linda lingerie, uma calcinha tipo shortinho na cor da pele bem transparente e de rendas, um charme, colou em meu corpo deixando minha bunda bem valorizada, amei o presente, coloquei uma saia por cima, precisa ficar bem a vontade e deixar meu corpo bem livre, pois pretendia fazer muito sexo no fim de semana, um batom, um perfume gostoso, peguei o CD Rom e sai para o trabalho, no caminho liguei para o Léo e peguei o endereço do cliente, era um prédio comercial na zona sul do Rio de Janeiro, muito chique, na capa tinha o nome de Roberto com um sobrenome estrangeiro, perguntei na recepção e fui informada do andar, lá chegando tinha uma bela recepcionista, tentei deixar a encomenda mas ela fez questão que eu entrasse e entregasse pessoalmente, entrei em uma sala confortável e comprida, parecia vazia, até perceber um homem alto de paletó e gravata encostado próximo á sacada, fiz barulho e ele se virou! Sr. Roberto? Pois não! Bom dia, meu nome é Flavia sou esposa do Leonardo e vim lhe trazer uma encomenda que pediu! Ah sim claro, como vai o Léo? Tudo bem…é isso, acho que era só pra entregar qualquer coisa o senhor pode ligar pra ele, não vai estar no Rio hoje mas…( ele me interrompeu) Pode deixar em cima da mesa! Sra. Ana estou em uma reunião importante com clientes, não recebo ninguém e não quero ser interrompido! Falou pelo interfone, sem esperar resposta da recepcionista! Sente-se por favor Sra. Flávia, vamos tomar um café! Não abrigada, eu até estou atrasada e…(Ele se levantou e veio em minha direção) Um homem alto e com uma barriga saliente, aparentava ter uns 45 anos mais ou menos, chegou perto de mim e disse: Bela blusa, a senhora tem bom gosto! Colocou a mão na abertura e subitamente puxou, com força rasgando minha blusa e me deixando com os seios a mostra, levei um susto enorme e saltei pra trás! Ele já estava em cima de mim, colocou a mão em minha boca e disse, fica quietinha sua cadelinha, que eu sei que você esta gostando, dizendo isto abriu o zíper da calça e tirou uma rola grande e grossa, cheia de veias e com uma cabeça vermelha que mais parecia um rabanete, me forçou para o chão e enfiou a rola em minha boca, não ofereci resistência e chupei aquele homem de joelhos! Isso vagabunda chupa rola, vai chupar até eu gozar em sua boca, vai beber toda a porra e se tirar a boca do meu pinto lhe quebro os dentes sua vagabunda safada! Engoli o pintão inteiro, sentindo o gosto daquele homem, ele soltou o cinto e sua calça caiu no tornozelo, ele segurou minha cabeça e passou a foder minha boca como se fodesse minha buceta! Toma cadela sem vergonha, chupa rola puta, chupa vagabunda, isso chupa tudo engole meu pinto, sua putinha safada, você vai chupar muito minha rola sua sem vergonha, mama cadelinha safada! Enquanto ele fodia minha boca, surgiu um outro homem de um corredor, vindo do fundo da sala, moreno claro aparentando também uns 40 anos, estava nu e de rola dura, eu não conseguia entender nada, enquanto o desconhecido fodia minha boca, o outro se dirigiu até onde eu estava, levantou minha saia e enfiou dois dedos em minha calcinha, puxou com força abrindo um buraco, rasgando minha lingerie novinha, apesar de curtir sexo liberal, comecei a chorar em silencio, lagrimas caiam do meu rosto e o cara nem ai, socando em minha boca, de repente tirou o pinto e se masturbou gozando em meu rosto, jatos e mais jatos de porra em meus lábio e boca e tetas me lavando com seu leite, o outro pincelou e socou a rola sem camisinha em minha buceta, gemi e cai de quatro, ele então montou em mim, socando a rola com força, eu estava com o rosto no chão quando um terceiro cara esse mais novo, mais ou menos uns 35 anos e loiro enfiou um rola imensa em minha boca! Chupa cadela. Chupa safada! Enfiou o pinto em minha garganta e deixou o cacete enfiado em minha boca, percebia aquele mastro crescendo, o outro cara fodeu minha buceta e gozou dentro, urrando de prazer, então o primeiro que estava na salão tal de sr. Roberto, disse: Vamos socar o cu dessa puta até ela ficar assada, saia daí corno, vem ver sua puta sendo enrabada! Olhei do lado e Léo saiu sorrindo e piscando pra mim! Filho da Puta, não acreditei no que acontecia, não tinha sentido nada de prazer pois até aquele momento eu estava sendo estuprada e o medo havia tomado conta de mim, apesar de estar numa sala chique, de um prédio comercial, aqueles homens não estavam brincando! Toma no cu cadelinha safada! O segundo cara enfiou até o talo em meu rabo, me jogando pra frente, segurou em meus cabelos e de forma grosseira passou a me enrabar com força, ele fazia de propósito e se divertia! É assim corno que você gosta de ver a puta dando, olha só como esse rabo é gostoso, macio, que delicia, toma no cu cadela safada, toma vagabunda, toma no olho do cu piranha gostosa! E socava com força me puxando os cabelos pra trás, meu marido com as calças arriadas batia punheta, o terceiro cara, o loiro gozou em meu rosto me lavando de porra o rosto, o homem que fodia minha bunda avisou que iria gozar e aumentou as estocadas, gozando dentro do meu cu, neste instante eu já sentia prazer, pois já havia relaxado, então o Sr. Roberto tomou o lugar dele e meteu em meu rabo com vigor, fodendo com força, me levantou e colou-me de bruços numa mesa, abriu minhas pernas e me esquentou a bunda de tapa, com força me deixando toda empolada em seguida com violência fodeu meu cu com muita força! Puta gosta de dar a bunda com foca, no cu tem que ser com violência pra elas gritarem adoro foder um rabo de cadela assim, toma puta, toma no cu cadela, olha só corno manso, olha sua vadia tomando na bunda, você vai chupar a porra do cu dela pra gente ver, quero ver você tomando o leitinho dentro do cuzinho dessa vadia sem vergonha, toma cadela! Eu gemia de tesão, e curtia o pau no cu como uma verdadeira puta! Sr Roberto gozou e encheu meu cu de porra, então o terceiro cara já recuperado veio e socou a rola dentro do meu rabo dando estocadas fortes, porra escorria pelas minhas coxas e ele metendo sem parar, Léo batia punheta e me olhava sendo comida! Aquele filho da puta ia me pagar pela surpresa inesperada e pelo susto, há ia pagar com juros e correção, aquilo não fora combinado, o terceiro homem gozou fartamente em meu cu e então Léo veio me foder, mas o sr. Roberto disse: Antes chupa o cu dessa vadia, quero ver porra nos seus lábios corno sem vergonha, não é assim que você gosta, então lambe nossa porra seu puto! Léo abaixou a passou a lamber meu cu, sugando a porra que escorria pelas minhas pernas, de certa forma eu me sentia vingada com aquela humilhação, era delicioso vê-lo submisso ante aqueles três machos viris, lambeu tudo minha bunda e então passou a foder meu rabo com força e gemendo alto gozou dentro da minha bunda, novamente estava ardida, os três caras com sua rolas duras se masturbavam, então me ajoelharam no meio e passaram a enfiar em minha boca, um de cada vez, até os três gozarem mais uma vez em meu rosto que ficou banhado de porra, escorrendo pela boca, nas tetas e barriga, com minha blusa rasgada, sr. Roberto disse: Pega sua putinha e sai pelos fundos, desce pelo elevador de serviço que vai dar direto na garagem sai rápido com essa vadia daqui seu corno filho da puta e trate de limpar a porra dela com a lingua seu cafajeste safado, Léo me puxou e saímos dali, eu escondia minhas tetas molhadas de porra, saímos pela garagem e Léo estava com o carro ali parado, fomos direto pra casa, não trocamos uma só palavra no caminho, chegamos em casa, ele não me deixou falar nada, disse apenas que tinha planejado aquilo há uma semana por intermédia do Ivan e que aqueles homens eram amigos dele, gente boa e o tratamento que fora dado era também acordado entre todos presentes, me empurrou em cima da nosso poltrona, já empinei a bunda e deixei ele se divertir, pois de qualquer forma eu já estava a preparar algo para ele também, me fodeu com gosto, com força me dando tapas na bunda e me falando todo tipo de sacanagem, meteu tão gostoso que por alguns instantes perdi os sentidos com a bundinha pra cima, ele gozou dentro da minha bunda, e saiu apressado arrumando a calça dizendo que estava atrasado, perdi o dia de serviço, liguei para a repartição e arrumei uma desculpa, tomei uma ducha e dormi o resto da tarde, novamente assada e ardida!

Referência do Anúncio ID: CT-000022475

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