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O amante que sonhei

  • Publicado em: 5 de fevereiro de 2018 14:22
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Pensei que havia terminado todo meu estoque de fantasias em ocasiões inusitadas, que me permitiram muito tesão e experiências de todas as formas de sexo. As que conto aqui quase sempre são inspiradas em relações consideradas homossexuais, apesar de na verdade se realizaram com muito prazer e emoção. Sem restrições ou mesmo discriminação de gêneros. Homem, mulher, gay, viado… Essa que acaba de acontecer já se desenhava há mais de quarenta anos atrás.

É que tinha um amigo jovem, bonito, atencioso, educado, sensível e leal, que muitas vezes saiu comigo para passeios e aventuras em farras e baladas, onde cada um arrumava a sua parceira e nos divertíamos bastante. Com ele jamais me despertou qualquer interesse de uma transa, éramos machos e como machos sempre nos entendemos.

….

Sempre fui liberal nas relações sexuais com minha mulher, e sempre tivemos memoráveis seções do mais infinito prazer, com brincadeiras, brinquedos e fantasias as mais extravagantes. E a que mais nós alimentávamos era a de ter um homem em nossa cama. Até com outra mulher já transamos, mas com homem só na vontade e na promessa. Saímos muitas vezes com essa vontade de conhecer alguém e partir para uma putaria a três, mas nos jantares e bares que frequentávamos nunca encontramos alguém que nos inspirasse confiança e o tesão se dissipava.

O tempo passando, a idade avançada tanto minha como a dela – eu 72 e ela 65 anos – mas com uma vida sexual quase que normal, sem a mesma virilidade de antes, mas com uma prática adaptada às nossas condições físicas. Para mim mais complicada, porque minha excitação tem que ser acompanhada com ereção, mais forte ou mais fraca, mas sempre se conseguindo finalizar.

O massagem da região do ânus tem me dado muito, mas muito prazer mesmo, coisa que minha mulher faz com maestria, ajudada por um aparelho em forma de falo, macio e firme, que dá a sensação de um pênis me penetrando, com prazer, em que ela complementa com caricias maravilhosas, chupando meu pau e me leva ao gozo profundo em sua boca.

Passei então a pedir que me conte suas trepadas extra conjugais, a pica que ela mais gostava de chupar e qual o cara que ela gostaria de ver me comendo. E ela acaba me revelando que nunca me traiu com ninguém, mas o seu sonho era foder com aquele rapaz de quem falei no inicio, que ela o acha muito bonito, muito gostoso e que ela achava até que ele já me comeu, porque eu saia muito com ele e eu sempre o elogiava.

E passamos a fantasiar com ele, eu mesmo me encarregava de pedir para ela me penetrar o brinquedinho e eu na intenção de Denis, aquele macho bonito e gostoso, que nós decidimos ser o nosso amante. E nossas preliminares com a pica macia que ela passava caprichosa na porta do meu cu, forçando suavemente, me fazia chamar pelo seu nome, e implorava que ele me penetrasse aquele pau gostoso, e a representação era quase real, ela se incorporava nele e me fazia todas as vontades, fazia todo carinho em cima de mim, com aquele cacete vestido numa camisinha bem lubrificada a deslizar por minha bunda e descendo até os testículos, numa luxúria incontrolável e de prazer intenso sem controle.

E o tempo todo ela brincava comigo, me chamando de viadinho de Denis, e eu passei mesmo a gostar da situação e até lamentei de ter perdido a oportunidade de dar para ele. Tamanha a fixação, que encontrei com o Denis e fiquei descontrolado ao lhe ver, vindo em mente tudo que falava com minha mulher transando como se fosse com ele. Mas o convidei para que fosse qualquer dia em nossa casa almoçar e colocar os assuntos em dia, já que tinha muito tempo que não nos víamos.

Até que, semana passada ela telefona dizendo que antes do meio dia estaria lá em casa e que eu preparasse uma boa caipirosca. Falei com minha mulher e ela se animou toda, passando a preparar uma comida caprichada para receber o nosso amante platônico. Da mesma forma teria que ter todo controle para não deixar ele perceber minha admiração ora transformada em desejo, mas confesso que não pensava em ter mais nenhum tipo de relação desse tipo, afinal sou bem mais velho e ele sempre tratou minha mulher com todo respeito.

Quando chegou, eu já estava na varanda com um balde de gelo, uma garrafa de smirnof e alguns limões fresquinhos, nossos cumprimentos, abraços e partimos para o primeiro drink, que fiz com habilidade, brindando com toda alegria. Enquanto conversávamos, minha mulher estava preparando uns tira gostos e se junta ao nosso papo, perguntando sobre tudo, e depois de mais duas doses a conversa mais animada, ela levanta uma dúvida sobre nós, nas viagens que fazíamos antigamente.

Deixei-os a sós na varanda enquanto fui pegar mais tira gosto, e quando volto ela falava alguma coisa baixinho com ele, que parecia assustado. Ai fiquei em dificuldade para entrar no assunto, e ela então disse que tinha falado com ele e que eu ficasse tranquilo. – Falou o quê – indaguei. – Que você é apaixonado por ele – ela disse. – Você ficou louca?? – retruquei. E ele, balançando a cabeça, disse – Essa dona Célia tá procurando graça…

Mais caipirosca e chegou a hora de almoçar. Minha mulher falou do prato que preparou, todo especial em sua homenagem, e eu abri um vinho alemão que tinha guardado esperando uma boa oportunidade como essa. Depois do almoço uma sobremesa e um licor fechou a ceia após um cafezinho bem quente que foi servido.

A varanda é bem ampla, duas redes penduradas para uma cesta convidativa, com um vento agradável e o sono inevitável. Nesse balanço adormeci. Acordei com uma visão surpreendente de minha mulher ajoelhada ao lado da rede chupando o pau de Deni, sem a menor cerimônia e ele a acariciar sua cabeça. Fiquei olhando como se estivesse ainda dormindo e ela chupava de forma gostosa, talvez melhor do que a mim. Levantei fiquei ao lado dela e ele estava com os olhos fechados, como se nada estivesse acontecendo. Ajoelhei também do outro lado e começamos a disputar aquele pau moreno, quentinho, melado de saliva, gostoso, muito gostoso. Tiramos sua roupa e na rede mesmo ela deitou ao seu lado já nua e eu a colaborar nessa loucura, lambendo aquele corpo um pouco suado de tesão, dos pés à cabeça, como se fosse um gato lambendo seu filhote… Também tirei a roupa e chamei-o para o quarto e lá fomos nós para a realização da nossa maior fantasia, justamente com o homem que a gente sonhava, e tudo que mais queria era que ele me comesse logo, e assim se fez, pois como sonhara, minha mulher segurava seu pau e conduzia para meu ânus que ela encheu de cuspe. Como imaginávamos, seu pau não era muito grande, e entrou suave em mim, sentia ele alojado no reto, eu comprimia e sentia duro e gostoso, e carinhosamente ela metia e tirava, e ela lambendo ele, não demorou e eu gozei, ela puxou ele pra cima dela, e agora era eu que pegava no pau e introduzia na sua buceta, toda arreganhada pra receber aquele caralho dos sonhos, e ela gritava de prazer, dizia que ele era gostoso, que a pica era gostosa, que era gostosa, que era macia, que era quente, ela mexia de forma selvagem empinando seu corpo para cima e quando percebi que ele já estava quase gozando, lhe implorei que gozasse em minha boca – Venha Deni, quero sentir o gosto dessa sua porra quente. E abocanhei seu cacete até que ele gozou forte, enquanto sugava mais ainda aquele pau lindo e guardei tudo para dividir com minha mulher, num beijo melado, cada um de nós engolindo o que lhe cabia, nada mais restando para limpar. Nos abraçamos suados e fomos para a piscina tomar um banho relaxante a três, enquanto contávamos tudo que a gente dizia quando estava transando na intenção dele.

Acho que agora encerro definitivamente minhas aventuras, não tenho mais pique para repetir essas loucuras. A não ser que Denis apareça, aí não tem pra ninguém, vamos trepar até morrer.

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