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O careca bom de bola na praia

  • Publicado em: 4 de dezembro de 2017 08:25
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(escrito por Kaplan)

Outro episódio interessante aconteceu quando Meg e uma das irmãs dela, Teresa, tão gostosa quanto ela e com seios mais fartos, foram passar uns dias na praia. A irmã era solteira e eu não podia ir por conta de trabalho. Não era época de temporada, se a memória não me falha isso aconteceu num mês de junho.
Elas se hospedaram numa pousada em que a gente sempre ficava.
E dois dias depois que elas chegaram, dois amigos se hospedaram lá também.
Ambos se viram no café da manhã e logo se enturmaram. Um deles, Marcelo, tinha a cabeça raspada e foi ele que interessou mais à Meg.
Desceram para a praia juntos naquela manhã e os dois babaram quando as duas tiraram as saídas de praia e ficaram só de biquíni, cada um menor do que o outro.
Tinham levado uma bola, esperando formar dois times para jogarem, mas não havia quase ninguém na praia, então eles ficaram chutando a bola um para o outro. E as duas, de óculos escuros, percebiam que eles não tiravam os olhos delas.
– Meg, eles estão errando os chutes de propósito, só para a bola chegar perto de nós.
– O careca é meu, viu?
Teresa riu e comentou que ficaria com o cabeludo, então.
Dali a pouco a bola chegou perto de Meg. E lá veio o careca pegá-la. Teresa levantou e foi em direção ao mar e o outro a seguiu.
O careca chegou bem perto da Meg e começou a jogar aquele papo furado de “tá vazia a praia, né?”
– Eu gosto… você não gosta?
– Para ser franco, prefiro quando tem mais gente, dá para jogar uma bolinha legal.
– Se incomoda de passar protetor nas minhas costas? Minha irmã está lá na água e se bem a conheço, adora nadar, vai demorar a chegar aqui.
– Não é incômodo algum.
Ele pegou o protetor e começou a passar. Começou pelos ombros e foi descendo até chegar perto da calcinha do biquíni. Aí ela desamarrou o sutiã e pediu que ele passasse mais lá, para não dar diferença de cor. Ele passou e aí começou a passar nas pernas. E foi até os pés. Achou que teria feito tudo, mas ela já estava interessada e o surpreendeu:
– Mas não vai passar no meu bumbum?
– Você quer que eu faça isso?
– Sim, por favor…
Ele passou e ela sentiu o tremor da mão dele. Agora era dar o bote final.
Virou e o sutiã, claro, escorregou e os seios dela ficaram expostos.
– Ó… esqueci de amarrar…
Mas não amarrou, ficou sem ele, e vendo o Marcelo vidrado no que via.
– Meg… eu não sou de ferro…
– Mas aposto que tem um…
– O que você pretende?
– Fazer o que minha irmã e seu amigo estão fazendo…
Surpreso, ele olhou para a água e viu os dois atracados, aos beijos. Olhou pra Meg, que sorria.
– Tá vendo aqueles coqueiros ali? A praia está deserta e eles podem esconder bem a gente. Vamos lá!
E, de topless, correu para o local. Ele foi atrás e se pegaram pra valer. Ele tirou a calcinha dela, beijou-lhe a bunda, a xotinha. Ela tirou o calção dele, pegou o pau e fez um boquete. Depois sentou no pau dele e o cavalgou.
Ouviram vozes de crianças, então rapidamente se vestiram e voltaram para onde estavam as toalhas que elas tinham levado. Viram que a irmã e o amigo também estavam voltando.
Depois desse primeiro envolvimento, as únicas bolas que interessaram aos dois amigos foram os seios das duas irmãs. Teresa foi “morar” no quarto onde os dois estavam, e Marcelo ficou o tempo todo no quarto com a Meg.
Só se encontravam no café da manhã e depois na praia. O resto do tempo era trepação sem parar.

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