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O Ceguinho

  • Publicado em: 5 de fevereiro de 2018 14:11
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Quem já ouvi a expressão: como um cego bate punheta, se nunca viu uma buceta?
Pois é, foi ouvindo essa frase de uma amiga, que acabei aprontando mais uma em minha vida.
No semáforo perto de onde trabalho, fica um ceguinho vendendo desde agulha para fogão, até giz chinês para matar formigas kkkk.
Parada com o carro no sinal, minha amiga que também é muito safada, abriu o vidro e começou a conversar com ele. E foi logo abrindo o verbo.
Amigo, você é casado, tem filhos?
Ele respondeu que era solteiro, sem filhos.
A louca perguntou. Então, como você faz para se aliviar?
Ele perguntou, como assim?
Ué, você não sente vontade de transar?
Ele respondeu de forma inocente, há!!! Eu bato punheta!
Como assim? Você é cego! Já viu uma buceta?
Não!!!
O sinal abriu e eu fui embora, rindo das perguntas constrangedoras da maluca.
Aline, se ele não fosse tão feio, iria deixar ele ver minha buceta
Eu ri, e respondi. Como ele vai ver, sua louca!
Ué, eles enxergam com as mãos. E não vou deixar ele me tocar.
Pensei… Pensei… Porque não?
Dia seguinte, novamente no sinal. Minha amiga abre o vidro de novo.
Hei ceguinho. Já viu uma buceta?
Ele riu, oh, você de novo. Quer me mostrar a sua?
Ela respondeu: eu não, Deus me livre! Mas minha amiga aqui adoraria mostrar a dela kkkkkk.
Ele perguntou, como ela é?
“Loira, alta, cabelos altura das costas, seios médios durinhos, bumbum médio empinado, é alta, olhos verdes”
Aí o safado perguntou: e a buceta dela?
Aline: como está sua buceta?
Eu fiquei espantada. Mas entrei no jogo. E respondi, ela está com um filete aparadinho no meio, fechadinha. Ele perguntou, tem pêlinhos? Eu respondi tem. O sinal abriu e fomos embora rindo. Duas loucas. Ela me perguntou. Então Aline, vai mostrar pra ele?
Hummmmm, estou pensando. E rimos.
No sábado, tinha que ir no escritório para uma vídeo conferência com cliente estrangeiro. Acordei cedo para me preparar. E durante o banho, lembrei do ceguinho. Ah, pensamentos vieram…
Sai do banho, fui me vestir. E partiu loira pro trabalho.
Fim da conferência, hora de ir embora. E lá estava o ceguinho no sinal.
Parei o carro do seu lado, abri o vidro e comecei a puxar conversa. Ele reconheceu minha voz. Disse que iria parar o carro mais a frente pra não atrapalhar o trânsito e voltaria.
Ele atravessou a rua e me aguardou no passeio.
Então safadinho, verdade que nunca viu uma buceta?
Respondeu, sim. E perguntou na lata, se iria mostrar a minha pra ele.
Eu respondi, safado! Você quer ver? Vai dar conta?
Ele disse, ué, só tem um jeito de saber. Eu respondi, concordo! Vamos lá?
O ceguinho já ficou excitado, vi o volume se formando dentro de sua calça, e parceria ser grande.
Vi aquilo e já senti minha bucetinha dar sinal verde que queria ele.
Chamei ele pra sairmos. Ele perguntou mais uma vez, vai me mostrar sua buceta?
Tá, vou te mostrar ela. Vamos? Ele pôs a mão em meu ombro e seguimos para o carro. Entramos, ele achou que já seria ali mesmo. Calma! Vamos pro lugar certo. Liguei o carro e saímos. Virando numa rua e outra, acabei chegando em meu apartamento. Deixei o carro na garagem, pegamos o elevador e ele o tempo todo perguntando se já estava na hora kkkkkk.
Entramos no ap. Ele… É agora?
Calma! Pedi pra aguardar um pouco na sala. Peguei uma toalha e direcionei ele para o banheiro, para tomar um banho. Estava calor e queria ele limpinho.
Enquanto isso, fui para meu quarto, tomar um banho também e me arrumar pra ele.
Coloquei algo especial para o momento, já que ele enxergaria com as mãos.
Meias 7/8, liga, calcinha fio dental, espartilho, batom, sombras, cabelos soltos e saltos.
Fui pra sala. Lá estava ele enrolado apenas na toalha. Sentado no sofá. De longe já sentiu meu perfume. Aproximei, segurei pelas mãos, levantei do sofá, passeia minhas mãos por seu peito que era muito peludo, me viro de costas pra ele e coloco suas mãos em meus ombros. Tudo em silêncio. Sinto suas mãos suadas descendo por meus braços, sua respiração ofegante em meu pescoço, sentindo meu perfume. Vagarosamente, suas mãos voltam por meus braços e desta vez, indo de encontro aos meus seios, duros, biquinhos rígidos. Por cima do corpete, sinto me tocar, seguro suas mãos, e as coloco dentro do tecido. Ele acaricia, apalpando, sentindo o volume, me causando arrepios. Ele então tirou suas mãos, deslizando por minha cintura, até chegar em minha bundinha. Começou a beijar meu pescoço e foi descendo pelas costas, até chegar em minha bundinha, enchendo de beijos.
Me viro de frente pra ele, abro e retiro o corpete, deixando meus seios livres, encosto-os em sua boca, ele começa a chupar, mamar como quem sabia o que estava fazendo.
Seguro sua cabeça e vou guiando para baixo, ele vai beijando minha barriguinha, até chegar em minha bucetinha. Aí, ele sente meu cheiro de fêmea.
Então falo, você está diante minha bucetinha. Ele passa a mão sobre a calcinha e… arredando para o lado, pela primeira vez, toca e sente como ela é.
Afastei sua mão e tirei o pequeno pedaço de pano, ficando totalmente livre pra ele. Sentei no sofá com as pernas abertas e chamei ele. Ajoelhou diante de mim, coloquei suas mãos em minhas coxas e ele foi percorrendo até chegar nela. Fechei meus olhos para curtir o momento. Com carinho e com jeito, ele toca minha bucetinha, sente os pelinhos, apalpa, passa suas mãos sobre ela. Eu peço, sinta a quentura dela, como está molhada, ele passando as mãos, acaba abrindo-a, e eu peço, coloque o dedo nela. De forma suave, ele busca pela abertura, encontra e sente o que lhe falei. E introduz o dedo. Hum…. arranca um gemido de mim. Sinto minhas pernas tremerem.
Era hora de retribuir o carinho. Troquei de lugar, sentei ele no sofá e seu pauzão, duro cheio de veias grossas, pulsando, apontando para cima, ali na minha frente. Seguro firme e abrindo minha boquinha, vou colocando cada centímetro, passando minha língua pela cabecinha, olhando e vendo na cara dele a expressão de estar gostando. Pergunto: já fizeram antes? Ele com voz rápida responde, não! E me pede para não parar.
Apertando meus seios, coloco seu pau no meio deles.
Ah, quanto mais chupava, mais duro ficava e mais molhada eu estava.
Já não estava mais aguentando, tinha que ter aquilo dentro de mim.
Mas…o ceguinho cortou meu embalo. Quando estava pronta pra subir em cima dele. Se esquivou. E.. pediu para chupar minha buceta. Hunmmm. Gostei da idéia. Voltei pra primeira posição que estava, pernas abertas, ele voltou pro chão, ajoelhado à minha frente, começou a me chupar. Passava a língua, lambendo feito um cachorrinho, todo sem jeito. Mas aí… Ah, o extinto falou mais alto, e ele começou a passar a língua dentro dela, sugando meu grelinho, colocou um dedo dentro dela e me fez contorcer em sua boca. Soltei um grito num gozo intenso.
Agora sim, totalmente louca, era hora de arrancar o leite precioso do ceguinho. Deixar ele esgotado.
Pergunto pra ele:
Como quer me foder? Ele responde, fica de quatro!
Hummm, obediente, fiquei como pediu. Ele veio por trás, passou a mão em minha bunda para encontrar onde estava. Foi apalpando, até sentir a bucetinha molhadinha. Quando achou… Deu mais uma chupadinha, ajoelhou atrás, empinei um pouco mais a bundinha para dar altura. Ele segurando seu pau, com uma mão indicando o caminho, foi batendo até encontrar a entradinha. Colocou a cabecinha e foi forçando, minha bucetinha foi se abrindo, acomodando aquela verga dentro.
Ele empurrou até não caber mais kkkkk.
Ah delícia! Totalmente preenchida.
Ele conseguiu me penetrar sem enxergar.
Tá certo que num quarto escuro, o pau entra sem precisar ver né kkkkk
Ele segurou minha cintura e foi devagar, metendo. Entrando e saindo.
Mais saindo do que entrando kkkk
Sai de sua frente, tive que tomar a ação. Sentei ele no sofá, aquele pau duro, com a cabeça brilhando, subi em cima, de frente pra ele, com meus peitinhos batendo em sua cara, seguro seu pau, aponto pra mim bucetinha e desci meu corpo, pra ele sentir tudo dentro.
Começo então a cavalgar, subir e descer com aquilo dentro da minha bucetinha, ele pede pra ir mais rápido, pois estava gostando. Eu rebolava em sua pica, esfregava, fodida seu pau. Estava me acabando em cima dele, quando ouço ele começar a gemer forte e me puxar firme pela cintura. Ahhhh,o ceguinho estava gozando pela primeira vez em uma buceta. Agora ele poderia bater punheta, pois acabara de comer uma buceta.
Estava trêmula em cima dele, e sentindo seu leitinho escorrendo de dentro de mim. O ceguinho havia dado conta do recado.
Sai de cima dele e me deitei no tapete. Chamei ele pro meu lado e ele veio.
Fiquei de barriga pra cima, peguei sua mão e coloquei na minha bucetinha.
Vem, sinta você escorrendo de dentro de mim. Ele passando a mão, acariciando, enfiou o dedinho dentro dela e sentiu seu leitinho. Trouxe o dedo até minha boca e me deu para chupar. E assim foi fazendo, até tirar quase tudo. Estava adorando isso.
Corpos suados, cansados, exalando cheiro de sexo.
Descansando um pouco ali no chão, perguntei se ele nunca tinha trepado. E respondeu que não. Nunca tinha imaginado que fosse tão bom comer uma mulher. Perguntei, o que ele via? Respondeu, vivo na escuridão creio pois é tudo preto.
Cego desde o nascimento, passou por dificuldades. Não tinha estudos. Apenas treinamento para andar nas ruas usando a vara, aguçando a audição, reconhecer as cédulas. E eu acho que nosso dinheiro, deveria ter alguma indicação em braille, para ajudar essas pessoas.
Bom, nos levantamos, coloquei sua mão em meu ombro e fomos para o banho.
Debaixo do chuveiro, eu o ensaboava, passava minhas mãos em seu pau que foi ficando duro novamente.
Me virei de costas para ele, encostando minha bundinha em seu pau, sentindo aquilo duro me pressionando. Eu queria mais e ele também.
Ceguinho, que tal irmos pra cama?
Fechei o chuveiro, e guiando-o, fomos para o quarto. Totalmente nus, fomos para a cama. Deitada de frente, ele veio por cima de mim, me beijando, chupando meus seios novamente e foi descendo até chegar em minha bucetinha. Fez um oral incrível, me fazendo gozar novamente.
Então, continuando em cima de mim, num papai e mamãe ele encaixou seu pau na minha bucetinha e foi metendo forte. Lacei minhas pernas em volta de sua cintura, pra ele ficar bem grudado em mim. Ele arfando, nossos corpos unidos, tranpirando juntos, o suor escorrendo. Ele então segura minhas pernas para cima, ahhhh, adoro essa posição. Vai metendo, me arregaçando. Comecei a morder o travesseiro. E gozei forte, quase desmaiando. Meu ceguinho acelera seus movimentos e crava em mim sua estaca, novamente, descarregando seu precioso sêmen, inundando minha bucetinha.
Ele havia gozado duas vezes e eu, perdido a conta e o sentido.
Ali, no embalo do momento, o pau ainda duro, ele deitado com aquilo pra cima, hummm, pensei… Fodas! Subi novamente, e dei mais um pouco de prazer pra ele. Segurando seu pau, aproveitando que estava molhada de suor e melada de porra, fui passando ele na entrada da minha bucetinha pra deixar bem lubrificado e… Coloquei na entrada do meu cuzinho. Forcei um pouquinho e logo a cabeça passou. Ele… Aline, é o que estou pensando? Eu gemi e respondi, simmm. Foi entrando apertado e eu fui baixando até sentir seus pêlos na minha bundinha. Apoiei minhas mãos em seu peito e fui subindo e descendo lentamente, até acostumar com aquilo tudo dentro de mim por trás. Ardia, queimava, mas… Foi ficando gostoso. Fui aumentando o ritmo. E logo, já estava pulando em cima dele. Só ouvia seus gemidos e ele os meus. Já não aguentava mais, mesmo sabendo que ele iria demorar a gozar no meu rabinho, pois a poucos minutos tinha enchido minha bucetinha. Mas, me mantive firme. E ele então me avisou, Aline, vou gozar. Desencaixe dele e fui com a boca em seu pau, vai ceguinho, me dá esse leitinho grosso que ordenhei com meu cuzinho. Ele ouviu isso é me deu seu líquido, que agora não era mais abundante nem grosso, quase que apenas uma água rsrsrs. Ufa, estava realizada. Exausta. Não aguentaria outra, sem descansar. E ele também não daria conta. Ficamos ali, deitados. Nos recuperando. Ele, agradecendo por ter dado tanto prazer, fazendo carinhos, nos abraçamos e seu pau dando sinais de vida novamente. Safado!
Comecei a lisar seu pau, fazendo movimentos leves, masturbando lentamente. E foi ficando duro. O ceguinho tinha muita energia. Voltei a chupar. Passava a língua da cabecinha, indo até as bolas. Depois, fui colocando dentro da boca o máximo que conseguia. O ceguinho delirava com o que estava lhe acontecendo. De repente, meu celular toca. Parei de chupar ele e fui correndo na sala ver quem era. Era Kátia, minha amiga quem havia instigado o ceguinho. Tão safada quanto eu. Virei pra vídeo chamada, ela foi me vendo nua e falando, amiga sua louca, o que está aprontando? No banho sei que não estava. Kkkkkk
Peguei o celular e falei vem comigo. Até chegar no quarto e mostrar quem estava lá. Quando ela viu… Ah amiga!!! Está mostrando a bucetinha pra ele? Eu respondi, já deveria ter umas três horas que ele estava vendo como ela era. A safada perguntou se ele viu e já sabia usar. Eu respondi, sabe usar muito bem. Ela riu e desejou boa foda e desligamos.
Joguei o Cel pro canto e voltei ao ponto de origem. Chupando o cacete do ceguinho, que não amolecia. Montei de novo. Cavalgando, subindo e descendo. Sentindo aquilo tudo de novo em mim. Rebolando, esfregando, tirei de dentro e comecei a roçar na minha bucetinha. Mais uma vez, fui colocar no meu rabinho.
Desta vez, entrou mais fácil. Mas o ceguinho, pediu pra ficar de 4. Não queria mais ficar por baixo. Queria se sentir útil. Dominar a situação. Fiquei de 4 na beira da cama, ele veio por trás, segurei seu pau na entradinha do meu cuzinho e ele foi forçando devagar. Controlei a situação, até estar totalmente enrabada. Aí, ele me segurou pela cintura e começou suas estocadas fortes, jogando meu corpo pra frente e pra trás. Estava muito bom. Comecei a gozar de novo. Bucetinha toda melada. Enquanto ele me comia, com uma das mãos, ele começou a me masturbar. Dedinho no meu grelinho. Me fez gozar de novo, e desta vez, tão intenso que cheguei a esguichar. Cai no colchão tremendo, gemendo, chorando de tanto prazer.
Prazer que nunca tinha sentido antes e o ceguinho estava me dando.
Meu ceguinho desencaixou do meu rabinho e me deu seu pau para chupar. Fui mamando, mamando… Até que o leitinho saiu jorrando. Espirrou em minha cara. Nossa, não sei como ele conseguiu produzir tanta porra em pouquinho tempo.
Estava exausta. Precisava descansar. Perguntei o ceguinho, se iria querer mais. Ele respondeu que enquanto eu desse pra ele, ele iria me comer. Então, sendo assim, pausa para um banho e um lanchinho, recuperar as energias.
Fui até a cozinha e preparei um lanchinho pra nós, comemos, descansamos. Nisso, a louca da Kátia me liga de novo e pergunta, como estava sendo com o ceguinho. Eu respondi que ele tinha muita lenha pra queimar. A doidinha então pergunta se eu não me importaria de dividir. Já que não teria nada pra fazer. Ué, pode vir! Falei pra ele, minha amiga está vindo para se juntar a nós. Agora serão duas. Vamos acabar com você!
Aproveitamos o tempo até minha amiga chegar para descansar. Estávamos vestidos com roupões, aguardando Kátia. Passaram alguns minutos ela me liga, que estava na porta do prédio. Autorizei sua entrada, ela subiu para o ap.
Abri a porta, ela estava linda. Cabelos soltos, salto, vestidinho preto, calcinha e sutiã de renda. Uma delícia.
Entrou e perguntou pelo ceguinho. Respondi, está no quarto. Fomos pra lá. Entramos, e eu disse pra ele, a outra chegou. Kátia já foi tirando o vestidinho e eu jogando o roupão no chão. Ela foi só de lingerie até ele. Agora, você vai ver outra buceta pra poder ter motivos pra bater punheta.
Ele ficou de pé e minha amiga de costas pra ele, com suas mãos, foi sentindo o corpo dela, como fizera comigo. Minha amiga tirou tudo, ficando nua diante ele. Ao contrário de mim, Kátia é lisinha. Minha amiga depila tudo! Ele sentiu que ela estava igual garrafa kkkk.
Agora o ceguinho tinha duas loiras ao seu dispor. E Kátia estava descansada, cheia de energia. Colocamos ele na cama já de pau duro e fomos as duas chupar ele.
Kátia colocou tudo dentro da boca, tirou e me disse: Aline, ele te fudeu a tarde toda. Agora é minha vez. E partiu pra cima do ceguinho. Na posição para cavalgar, segurei o pau dele e guiei pra bucetinha dela, foi descendo devagar e acomodando tudo dentro dela. Começou então a subir e descer, gemendo. Ela é muito escandalosa. Tenho certeza que alguém no prédio ouviu a louca kkkkk.
Não fiquei parada e fui pra cima dele também, dei minha bucetinha pra ele chupar. Ele chupando minha bucetinha e fudendo minha amiga.
O ceguinho que até então era virgem, nunca havia fodido uma buceta, estava com duas a sua disposição. E arregaçando sem dó!
Kátia pulava desesperada em cima dele, enquanto me preparava para gozar mais uma vez em sua língua. Ahhhhhhhhhh
Sai de cima de sua cara, escorrendo meu suco. Kátia então, ficou de 4, e o ceguinho foi atrás dela.
Metendo com força em minha amiga enquanto fui até a cozinha tomar água. De lá, ouvia entre os altos gemidos, as ordens para que metesse com força e desse tapas na bundinha (vai seu cego filho da puta, bate!!!).
Fiquei excitada ouvindo isso. Minha bucetinha já estava enxadinha de tanto ser fodida e gozar. Mas ouvir minha amiga dando ordens, me deixou sei lá, com mais vontade de novo.
Voltei pro quarto, e vejo a cena mais linda, minha amiga deitada de frente pra ele, com as pernas abertas pra cima e ele indo até o fundo. Fiquei na porta admirando aquela safada.
Ao me ver ali, ela mudou de posição, colocou ele na cama e foi sentar em seu pau, ficando em cima, de frente pra mim na porta, eu via aquilo entrando e saindo na buceta de minha amiga. Me aproximei, tirava o pau da bucetinha dela, chupava e voltava a introduzir novamente. Fui fazendo assim, até ela gritar que estava gozando.
E jogando seu corpo pra trás, minha amiga acabará de ficar toda melada com seu gozo forte.
O ceguinho, buscando forças não sei de onde, continuou fudendo minha amiga, e entre gemidos e respiração ofegante, ele gozou dentro da bucetinha de Kátia. Não sei o que caiu dentro dela, creio que tenha sido apenas água sem consistência kkkkkk.
Já nem lembrava mais quantas vezes o ceguinho havia gozado. Mas ouvi ele dizendo, chega! Não aguento mais kkkkk.
Fomos os três para o chuveiro, troca de carícias durante o banho, o safadinho chupando os seios de uma, hora os da outra. As duas abaixadas a sua frente chupando seu pau, deixando durinho.
Voltamos para o quarto, os três deitados na mesma cama, apenas descansando.
Ele ficou no meio, todos nus, estávamos de barriga pra cima, ele acariciando nossas bucetinha. Ou seja, vendo elas com as mãos rsrsrs. Uma lisinha e outra com pêlinhos. Perguntei, qual ele gostou mais e… foi a minha kkkkkk. Gostosinha, apertadinha, com pêlinhos e ele gostou muito. Kátia ficou triste, mas ele justificou que também tinha comido um cuzinho kkkkk. Aí ela…. Então é assim? Se é por isso, dou também!
Virou de ladinho pra ele, segurou o pau duro e colocou no seu cuzinho, sem fazer esforço, foi entrando. E nosso ceguinho fudendo o rabinho dela.
A safada começou a gemer. Ele com uma das mãos tocando sua bucetinha, assim como fez comigo. A vadia começou a gozar de forma a tremer o corpo. Foi rápido. Mas o ceguinho não ia conseguir gozar. Estava pregado de cansado o coitadinho rsrsrs. Tirei seu pau do cuzinho de Kátia, masturbei ele pra manter durinho, comecei a chupar. Kátia veio me ajudar, duas línguas passando na cabecinha. Ele gemendo, começou a pedir pra parar kkkkkk. Mas eu tinha que fazer ele gozar. Apontei pra minha bucetinha e falei, come de novo sua putinha.
E fui fudendo com o pau dele, Kátia massageando meu grelinho, pra me deixar mais louca, a piranha começou a passar a língua no meu grelinho também.
Comecei a gozar de imediato, as pernas ficaram bambas, tremendo. Mas me segurei em cima dele e comecei a galopar com mais força, mais rápido e quando ele disse que iria gozar….
Sai de cima e vimos seu pau disparando pequenos jatinhos de um líquido transparente kkkkkkk. O ceguinho estava esgotado. Agora tinha certeza que havia drenado ele todo kkkkkk.
Sua porra rala tinha caído em sua virilha, eu e Kátia fomos lamber. O gosto estava diferente de quando a porra é grossa, viscosa, branquinha. Continuei alisando suas bolas. E o ceguinho arrepiava comigo fazendo isso kkkkkk.
Ficamos os três, ali deitados. Abraços. Curtindo, trocando carícias.
Acabei por adormecer… E eles também. Acordei sendo tocada.
Alguém estava abrindo minhas pernas delicadamente. Já era madrugada.
Senti beijos em minhas cochas, uma mão diferente percorrendo meu corpo. Com os olhos fechados, curtindo o momento, senti dedinhos abrindo minha bucetinha e uma língua começando a tocar meu grelinho. Uma língua que conhecia bem rsrsrs. A safada da Kátia estava me possuindo. Um dedo foi me penetrando. Concentrei em seus movimentos, enquanto ouvia o ronco do ceguinho ao nosso lado. Minha bucetinha começou a ficar molhada. Outro dedinho foi me penetrando, já está com dois. Movimentos vagarosos, suaves. Sinto seus lábios tocando minha virilha e vir subindo, passando por minha barriguinha (os dedinhos continuavam em minha bucetinha), continuou a subir até chegar em meus seios, onde começou a chupar. Passando a língua nos biquinhos, mordiscando do jeito que me deixa louca de tesão. Em fim, chegou olho no olho e começamos a nos beijar. Um beijo de língua, sufocante, intenso. Virei ela de posição e fiz o caminho inverso, descendo com meus lábios por seu corpo, chupando seus seios, passei por sua barriguinha, contornei seu piercing no umbigo com a língua e cheguei em sua bucetinha. Caprichei, contornei toda sua carne com minha língua, e mamei em seu grelinho como uma bezerrinha. Coloquei um dedinho e fui fazendo movimentos leves, tocando a por dentro. Ela se contorcia com minhas investidas. Ficamos de joelhos, frente a frente e nos lançamos novamente em outro beijo sufocante, nossos seios se tocavam. Olhei pra safada, seus olhos brilhavam. Começamos então a nos roçar. Bucetinha com bucetinha. Nossos grelinhos tocando um no outro, nossos líquidos se misturando. Gemidos de um gozo intenso. Nossos corpos trêmulos, respirações ofegantes. Terminamos nosso momento em um abraço forte, aconchegante. Sentindo nossos corações batendo forte. Nos beijamos novamente e fomos para o chuveiro nos recompor. Voltamos para a cama e nosso ceguinho apagado, o coitado estava morto kkkkk.
Ficamos na cama, trocando carinhos, como a muito tempo não fazíamos. O ceguinho ali do lado, dormindo de pau mole. Kátia chegou a segurar ele algumas vezes, brincando. O ceguinho mexia, ela parava e começávamos a rir.
Aí foi minha vez de brincar, seguirei e passei a linga na pontinha, ele mexeu de novo eu parei e começamos a rir.
Vez da Kátia, colocou na boca, ele levou a mão kkkkk, ela parou.
Agora era minha vez, subi em cima do ceguinho segurei seu pau e coloquei na minha bucetinha, aí… Ele acordou kkkkkkk.
Já que estava ativo, bora aproveitar kkkkkk.
Resolvemos fazer um revezamento de buceta.
Eu comecei, já que estava em cima. Kátia também subiu sobre ele ficando de frente pra mim e de costas pra ele. Nos beijando, enquanto eu fodia seu pau. Sai e fiquei em suas coxas. Kátia encaixou subindo e descendo. Ela saiu, voltando a ficar em seu peito. Agora era minha vez de novo, encaixei em minha bucetinha meladinha. Beijando e chupando os seios uma da outra e o ceguinho só curtindo. Trocamos novamente. Minha amiga de novo no pau dele. Aí decidimos tomar juntas sua porra.
Saímos de cima dele, o colocamos de pé e fomos chupando. Hora eu, hora ela. Até que ele começou a gemer e gozar. Quando ele disse que iria gozar, abrimos nossas bocas e ele foi disparando seus jatos em minha boca e na boca dela. Acabou de gozar, eu e minha amiga começamos a nos beijar, passando a porra agora grossa e viscosa do ceguinho uma pra outra, até engolirmos. Pena o ceguinho não poder ter visto essa cena.
Tínhamos acabado de tomar leitinho do café da manhã kkkkk.
Infelizmente, tudo que é bom, um momento chega ao fim. E o ceguinho, tinha retornar para sua vida.
Ele levantou, tomou banho, fizemos café juntos e levei ele de volta para o sinal. E desta vez, ele poderia bater punheta, pois havia comido e sabia como era duas bucetas.

Bjinhos pra vocês e até o próximo.

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