Bem Vindo, visitante! [ Cadastre-se | Entrarrss

 

 

O desconhecido do Parque

  • Publicado em: 17 de junho de 2018 07:02
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Certa terça-feira a tarde resolvi dar uma volta no parque, na orla do rio que banha minha cidade, o local é cercado por pequenas árvores e arbustos, muitas pedras grandes e areia por todo lado, existe ainda pequenas cabanas improvisadas usadas por mendigos e pessoas pobres catadores de lixo. Andava bem despreocupado, curtindo o vento, as garças, o rio, depois de um tempo andando, encontrei um cara sentado em uma pedra ao lado do seu carrinho, cumprimentei, mas ele não respondeu apenas me olhou com curiosidade. Depois que passei por ele me chamou e pediu umas moedinhas para comprar crack (bem sincero assim), disse que não tinha e continuei andando. Ele veio atrás de mim e me ofereceu umas bugigangas em troca de um dinheiro, perguntei o que era e me convidou para ir até o acampamento dele que mostraria, meio com receio aceitei, chegando lá era uma pequena barraca de plástico entre duas árvores e ele me mostrou que não tinha comida e queria comprar um pão, um café e uma pedrinha de crack. Dei dez reais para ele e ia saindo, ele me perguntou o que eu queria em troca, perguntei o que ele tinha, me mostrou as bugigangas dele. Não quis e fui saindo, ele então insistiu e se eu te der leite quente, mas você não tem eu disse, tenho aqui e apontou para seu pau. Dei risada e disse, não sou veado, mas ele insistiu, porque está usando sutiã, aposto que usa calcinha também, fiquei sem ação, nem me lembrei que usava camiseta com sutiã por baixo, tinha posto um abrigo, mas como tinha ficado quente tirei e deixei o sutiã amostra. Ele ficou me olhando e rindo sarcasticamente, para sair da situação disse, então me mostra, ele tirou o pau para fora, fiquei espantado, pois era um pau preto com a cabeça rosada, grosso e comprido, com muitas veias (uns 6 x 21), sem querer dei um suspiro e disse nossa, logo ele disse gostou né seu putinho, desconversei dizendo que era bem grande, ele disse que era porque comia várias negas da vila todas com bucetas grandes e com cu dilatado, todos os dias. Ok disse e fui saindo, ele disse pera ai, não vai experimentar o leite, disse não, então ele me pediu para ver meu pau, fiquei gelado porque estava realmente usando calcinha, mas para ele me deixar em paz abaixei meu abrigo e ele viu a calcinha vermelhinha de renda e se divertiu dizendo, então não é veado, mostrei meu pequeno pinto, menos de m terço do tamanho do dele e ele riu novamente, com esse tiquinho claro que e veado. Disse que não era, mas gostava de ser mulherzinha e gostava de machos. Eu sabia disse ele, me pegou pelo braço e puxou para dentro do barraco, me emburrou para baixo pela cabeça e deixou meu rosto colado no seu pau e foi logo dizendo, chupa gostoso aí putinha, sem alternativa peguei aquele cacete preto e coloquei na boca, estava com gosto de buceta, disse a ele que estava sujo, ele riu e disse que tinha comido a nega Rita horas antes e que ela tinha gozado muito no seu pau como uma cadela, mas não deixou ele gozar então ele estava com muito leite guardado e mandou chupar logo. Como esses caras costumam ser violentos, resolvi não complicar e coloquei seu pau na boca, sentia um gosto amargo de gozo feminino, mas chupei a cabeçona e abocanhei o que pode, cheguei a metade do cacete, chupei bem babado, batendo punheta para ver se ele gozava logo, o cara gemia e como estava com muito tesão despejou seu melado na minha boca, aumentei o ritmo para ele gozar logo, mas ele se controlava e evitava de esporrar, pegou na minha cabeça e começou a foder minha boca com força com estocadas que iam quase na minha garganta, me afoguei várias vezes, mas o cara não parava, depois de uns minutos me fodendo a boca ele tirou o pau e começou a bater na minha cara e a esfregar nas bochechas, me lambuzou todo com seu melado do pré-gozo, depois enfiou de novo e voltou a me foder a boca ficando assim um tempão, eu estava cansado da posição e com os lábios ardendo e a garganta esfolada, novamente ele tirou o pau da minha boca e batia e esfregava na cara, me deixando totalmente lambuzado, enfiando tudo de novo e me fodendo a boca, fez isso várias vezes. Um tempão depois ele voltou a tirar o pau e me mandou levantar e me virar de costas, senti que seria enrabado e fiquei apavorado com aquela enorme piça no meu rabinho, me mandou escorar na árvore e abaixar a cabeça, puxou meu abrigo e minha calcinha até os pés, disse que iria me comer como um macho de verdade come uma puta para eu me comportar, abriu minha bunda, esfregou o pau no rabinho, lubrificou bem com o melado, posicionou na portinha, fiquei aguardando a estocada, ele me segurou pela cintura e meteu com força, o cara não tinha remorsos, talvez porque estava acostumado a comer as negas de buceta grande das vilas como ele disse, empurrou com força, seu pau estava muito duro feito pedra, arregaçou meu rabinho, dei um grito e fui para frente, mas ele me segurou e continuou metendo, senti a cabeça dilacerar meu cuzinho e entrar toda e o mastro sendo enterrado, me enrabando por completo, meteu sem parar até o fundo, parecia que não tinha fim aquele cacete, estocou meus intestinos e aquelas enormes bolas bateram na minha bunda, ele gemeu feito um logo e manteve o cacete enterrado por um tempo, eu comecei a gozar aquele meladinho que a gente larga quando está sendo enrabado, em quantidade que lambuzou todas as minhas pernas na frente, escorrendo até os tornozelos, depois começou a me foder sem dó, eu gemia de dor e prazer e pedi que ele me fodesse devagar, mas ele disse para eu calar a boca que ele comia as putas assim mesmo e suas negas não reclamavam e continuou me fodendo ritmado, socando forte me segurando firme bela barriga, tirava tudo e metia novamente com uma só estocada, estava acabando comigo, a cada estocada eu despejava mais gozo nas minhas próprias pernas, como doía muito, resolvi amenizar, dando reboladinhas para ele, empinando minha bundinha a cada estocada, ele estava fora de si e me comia com força, falava palavrões, dizia isso putinha faça como minhas negas, goza putinha, seu tesão era tanto que o melado que soltava escorria pelo meu cuzinho e lambuzava meu rego, bunda e pernas, com as estocadas fortes as bolas batiam na bunda melada e faziam “splash-splash”, minhas pernas estavam fracas, sentia meu rabinho arrebentado as vezes soltava um peidinho e o cara não parava, continuava a me foder. De repente entrou no barraco outro cara e disse, ai negão metendo no branquelo e se sentou para apreciar a foda e o cara continuava bobeando na minha bundinha, cada empurrada para dentro do meu rabinho eu gozava nas pernas, o outro cara abaixou suas calças e começou a bater uma punheta sempre nos olhando, estava cansado e o meu comedor começou a gemer mais alto e a aumentar as bombadas, senti que iria gozar, um tempinho depois, meteu fundo deu um suspiro e começou a despejar sua porra dentro de mim, com violência tal que sentia os jatos no cuzinho, ejaculou uns cinco jatos e foi se acalmando, deu mais umas estocadas e mais uns espasmos e largou mais leite dentro, ficou grupado em min mais uns segundos depois tirou seu pau, limpou na minha bunda e se afastou, sua porra começou a escorrer pelas pernas, senti o leite quente e gosmento escorrerem até os pés, olhei par minha calcinha, estava toda melada pelo meu gozo e do cara. Quando ia me levantar o outro cara encostou seu pau no meu cuzinho todo melado, me segurou pela barriga e disse que agora era a vez dele e meteu, seu pau era um pouco mais fino e entrou fácil porque meu cuzinho estava arrombado e tinha muita porra saindo, quando o pau do cara entrou todo fez um barulho de rolha e ele começou a foder direto sem me dar trégua, esse eu suportei bem, mas ele era mais forte e me socava com mais violência, pedi para ir devagar, nem me deu bola e continuou socando, me fodeu por uns minutos e gemeu alto, socou tudo e despejou sua porra dentro, contei quatro espasmos no seu pau, ficou grudado um tempo até seu pau ficar mole e largou mais um pouco de porra dentro, depois tirou e me mandou limpar com a boca, não quis e ele me ameaçou, então obedeci e limpei seu pau todo com a boca, sentia a porra escorrer pelas pernas até os pés. Depois os dois saíram para fora, me levantei com muita dor nas costas, no rabo e nas pernas, minha calcinha estava toda branca e molhada de porra, me vesti e fui saindo, eles disseram que quando eu quisesse dar o rabo era só vir ali que eles me fariam de puta novamente. Fui caminhado e a cada passo, mais porra escorria pelas pernas. Foi um fato inusitado.

Referência do Anúncio ID: 7325b2445eb0fb70

    

214 visualizações, 0 hoje

  

Para obter informações sobre este anúncio, preencha o formulário abaixo para enviar uma mensagem para o anunciante.

Novidade!

Usuarios Ativos

Users: 81 Guests, 22 Bots