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O Escrotinho

  • Publicado em: 26 de abril de 2018 11:17
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. Hoje, novamente, a protagonista é a Ana. Ela já apareceu em vários contos meus, como “Calor no chalé”, “Gritos no acampamento”, na série “O Tratamento” e, mais recentemente na história “O Pegadorzinho”. Hoje vou contar o que ela relatou para mim numa de nossas inúmeras conversas sobre dois assuntos que nós adoramos: homens e sexo.
Essa história se passa em janeiro de 2015, ou seja, 4 meses depois do que rolou com o Renatinho, no conto do “Pegadorzinho”. Segue abaixo a maneira com que ela me contou o que rolou.
Oi Isa. Tudo começou no mês de dezembro, ou seja, 3 meses depois do que rolou com o Renatinho, na casa dele. Eu fui num churrasco na casa de uma amiga minha e lá conheci várias pessoas diferentes, porém nenhuma me interessava. Até que, num certo momento em que eu estava voltando do banheiro, chegou um garoto diferente.
Ele era moreno, pele clara, olhos castanhos e andava com uma postura diferente das dos outros. Parecia que olhava todo mundo “de cima”, sabe? Até que, ao me olhar, ele deu um sorrisinho de canto de boca e veio puxar conversa comigo. O nome dele era Luan e era cerca de dois anos mais velho que eu.
Ficamos alguns minutos conversando até que eu fui atrás da minha amiga. Quando ela me viu, veio séria pro meu lado e disse para eu me afastar daquele garoto, pois ele tinha fama de metido, de escroto. Então questionei ela. Se ele era tão idiota, porque convidou? E ela disse que não tinha convidado, mas que ele era amigo de um cara que ela tava afim.
Fiquei na minha, conversando com ela e mais alguns outros caras, até que, quase no final da festa, ele veio pro meu lado num momento que minha amiga tinha ido no banheiro e pediu meu telefone. Para não ser mal educada, pedi o dele e disse que depois mandaria um “oi”. Então ele foi embora.
Demorei uma semana para escrever para ele, pois fiquei pensando se valeria a pena ou não começar uma conversa com alguém com má fama como ele. Mas o charme dele era grande e aquilo me atraiu. Mandei um oi e começamos a conversar. No começo ele não parecia tão idiota, apenas umas piadinhas meio sem graça. De vez em quando mandava fotos, algumas sem camisa, mostrando que tinha um corpo bem legal.
Tudo mudou quando ele falou de ir na minha casa e eu respondi que não. Nesse momento ele me chamou de fresca, chata e simplesmente parou de falar comigo. Fiquei brava e exclui o número dele. Mas cerca de 3 dias depois ele puxou papo de novo e pediu desculpas.
Aceitei e então ele me chamou para sair. Fomos no shopping e conversamos uma tarde toda, na saída ele tentou me agarrar e eu não deixei, então ele me puxou com força pelo braço e tentou me beijar de novo. Quando pedi para ele soltar, ele soltou, fez cara feia e foi embora. E casa, vi que meu braço tinha uma marca roxa.
Duas semanas depois sem conversar, eis que ele puxa papo de novo, pedindo novamente desculpas e dizendo que não estava numa fase muito boa. Eu aceitei as desculpas, mas disse que se ele tentasse algo assim de novo, eu contaria para outras pessoas. Então ele me perguntou se poderia ir na minha casa para conversarmos. Quando disse que não ele insistiu. E continuou insistindo por mais 4 dias até que eu disse sim.
Na sexta, dia 30/01 ele chegou na minha casa todo simpático. Conversamos bastante, assistimos filme e ele estava sendo super legal. Até que, vindo bem perto de mim, me abraçou e tentou me beijar. Desviei o rosto algumas vezes, mas como também estava afim, deixei. Nos beijamos durante muito tempo e foi ótimo. A pegada dele era sensacional.
Enquanto nos beijavamos ele tentou colocar a mão dentro do meu short, desses de tecido fino e eu não deixei. Como percebi que ele estava muito atacado (olhei rapidamente na calça dele e o volume estava enorme), levantei e disse que iria pegar suco para a gente. Indo atrás, ele me encostou na geladeira e me beijou novamente.
Atacando o meu pescoço, ele disse que estava louco para me levar pro quarto. Disse que era melhor não, mas ele, sem aceitar o não, me ergueu e, ao entrar no quarto dos meus pais me jogou na cama. Falei que ali não era o meu quarto e ele apenas respondeu: mas eu quero aqui.
Antes que eu pudesse sair do quarto ele fechou a porta e trancou. Falei para ele parar com aquilo, mas ele nem estava ouvindo. tirou toda a roupa e veio para cima. Fiquei um tanto assustada e impressionada com o pau dele. Era grande e grosso, até um pouco desproporcional com o corpo dele, apesar de ele ser malhadinho.
Eu tinha acabado de levantar e ele me jogou de novo na cama. Arrancou meu short junto com a calcinha de qualquer jeito e ao tentar empurrar ele, senti a mão dele abrindo as minhas coxas. Ele então deu uma cuspida (sim, uma cuspida) “nela”, espalhando com a mão de uma maneira ríspida, e, logo que eu disse “não” ele penetrou.
Foi uma sensação diferente das que eu já tinha sentido, pois misturava dor e prazer ao mesmo tempo. Apesar de eu já ter sentido um pênis grosso (Erick) e outro grande, mas não muito grosso (Renan), o dele, acho que pela agressividade, parecia estar quase me rasgando.
Ele deu algumas bombadas rápidas e deu uma gemida. Falou baixinho no meu ouvido as seguintes palavras: que buceta boa, que gostosa. Apesar de eu não curtir muito isso, aquilo me deu uma leve excitada. Então ele começou a bombar e eu, embaixo dele já não conseguia mais empurrar ou me soltar, pois o pênis dele estava inteiro dentro de mim.
Erguendo um pouco o corpo ele começou a fazer com mais força e me olhava com uma certa expressão de raiva. Falou assim: coloca as duas mãos na minha bunda enquanto eu te como bem gostoso. Como aquilo me pegou um tanto de surpresa eu demorei e ele, rapidamente pegou nas minhas mãos e colocou no bumbum dele.
Dando uma parada por uns 2 ou 3 segundos e respirando fundo ele começou a fazer com toda a força e rapidez possível. Nisso não demorou para que eu, gemendo um pouco alto, sentisse todo o prazer e explodisse num orgasmo forte dando um grito/gemido. Logo que eu parei de gritar ele disse: viu como eu consigo o que eu quero?
Aquilo me deu raiva e eu falei: saia de cima. Ele saiu e eu pensei que ele deixaria eu sair do quarto, mas logo que ele saiu de cima, me agarrou por trás e, de lado, me penetrou de novo. E, sussurrou no meu ouvido: adoro essa posição. Então eu falei: mas eu não quero mais. Ele nem respondeu, começou a bombar, se afastando de mim e batendo o seu quadril com tudo no meu bumbum.
Comecei a dar uns gemidinhos baixos e ele, com a mão agarrada no meu peito esquerdo começou a fazer com mais força e mantinha um ritmo bem rápido. E assim passaram vários minutos em que ele não falou nada, apenas ouvia a respiração dele ofegante e os gemidos que ele dava de vez em quando.
No momento que meu gemido começou a ficar mais alto, ele aproximou a boca do meu ouvido e, fazendo com mais força
ainda falou: Me diga que você não está adorando. Me diga se meu pau não é gostoso. Heim? Fale?. E continuava bombando. Quando eu fui falar – e eu iria dizer que não era gostoso, por orgulho, pois era sim gostoso – apenas consegui emitir um “nã..” e, dois segundos depois gozei “uuááá uuuáááá uuuáá”.
Ele deu um risinho de satisfação e começou a gemer mais alto e eu achei que logo ele iria gozar. Mas ele parou de bombar e mandou (sim, mandou) eu ficar de 4. Quando me posicionei ele deu uma bombada e falou: isso, eu gosto de gozar assim. Eu que mando e você sabe disso.
Começou a meter então um pouco devagar, mas não demorou para que fizesse com tudo. Com as duas mãos agarrada no meu quadril ele bombava forte e a cada bombada ele dava um gemido. Puxando o meu cabelo com uma das mãos, ele deu um tapa no meu bumbum e disse: isso putinha, geme gostoso.
Metendo forte e rápido ele gemia e eu, sentindo um grande prazer dava uns gemidos e, as vezes, uns gritinhos quando ele bombava muito forte. Logo que, novamente, meus gemidos ficaram mais alto, ele começou a gemer alto também e falou: admita que meu pau é gostoso. Fale que você adorou ele e que ele te fez gozar. Eu não falava nada, até que, sentindo um forte “choque” nela e uma grande onda de prazer que fez meus olhos “virarem” de tesão, comecei a delirar.
Perguntando mais uma vez numa voz que misturava raiva e tesão, ele disse: admita, vamos, admita que meu pau é gostoso. Ainda delirando, mas não querendo admitir eu me segurava, mas chegou num ponto que não deu mais. Dei uma gemidinha bem baixinha, quase sem som “uuóó”, e senti que iria gozar de novo. Quando ele falou: meu pau não ta te fazendo gozar gostoso? Eu desisti do orgulho e, delirando de prazer exclamei sorrindo com os olhos fechados: siiimm. E então, logo depois gozei forte “uuóóóóóó óóóóó”.
Logo ele gemeu forte e gozou com tudo. Deitou do meu lado, nos beijamos e, sem falar nada levantou, e colocou a roupa. Antes de sair do quarto, ele olhou para mim e disse: sempre consigo o que eu quero. Ah, e não precisava me agradecer por te fazer gozar três vezes.
E saiu.
Foi a minha segunda melhor transa, só perdendo para o Erick. Porém, em certos momentos, o prazer e o tesão que eu senti quase superaram o gatinho da barraca.

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