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O fascínio das louras pelos negros… alguém explica?

  • Publicado em: 27 de abril de 2017 07:47
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(escrito por Kaplan)

Realmente, esta é uma questão para a qual ainda não vi resposta. O que sei é que a maioria das minhas amigas louras afirmam que são fascinadas. E o motivo sempre é o mesmo: o tamanho, a envergadura dos “instrumentos sexuais” deles. Nos vestiários dos clubes que já frequentei eu vi vários e posso afirmar que sim, são bem grandes. Da mesma forma, em Tambaba, praia naturista que frequento muito, eles chamam a atenção quando caminham na areia ou quando ficam em pé tomando cerveja no bar. E a gente observa que as mulheres, de um modo geral, olham fixamente para os paus deles. Alguns maridos, não tão bem providos, chegam a se sentar, humilhados, quando percebem os olhares das esposas para aquelas coisas imensas balançando no meio das pernas…
Todas olham, sem exceção. Algumas experimentam, mesmo não sendo louras. Meg chegou a experimentar uma meia dúzia.
Mas as louras… não entendo. Deve existir alguma coisa nos hormônios delas que fazem com que fiquem vidradas e loucas para transar com negros bem dotados.
Minha amiga Cláudia, por exemplo. Até que ela transava com os “branquinhos” do clube, mas todos nós sabíamos da preferência dela pelo Antônio, que jogava vôlei. Era um negro de 1,85m de altura, fortão, simpático demais, nunca recusava um copo de cerveja com a gente, mas só um, dois ele não tomava por conta da atividade dele.
E a Cláudia, quando ele vinha até a mesa em que ficávamos, ela enlouquecia. Se ele estava com sunga, pois havia entrado na piscina, ou de bermuda, após ter tomado banho, ela até revirava os olhos ao ver e imaginar o que tinha lá dentro.
E tantas ela fez que acabou conseguindo atrair o Antônio ao seu apartamento.
Na verdade, ela não precisou fazer muito esforço nesse sentido, porque alguém contou a ele do interesse da Cláudia e como ele, de bobo não tinha nada, entendeu que aquela lourinha gostosa queria transar e isso era algo que ele sempre teve interesse em fazer.
Na primeira tentativa ela já teve sucesso e ele foi ao apartamento dela. Morava sozinha, isso facilitava tudo!
E, ao chegarem, nem precisaram ficar naquele papo inicial para quebrar o gelo e criar o clima. O clima já estava criado desde que saíram do clube. Mal a porta do apartamento foi fechada, ela olhou para ele, ele olhou para ela e já sabiam o que ia acontecer.
– Antônio, você sempre me deixou curiosa para saber o que esconde de todo mundo. Quando você chegava na nossa mesa com aquela sunga… eu ficava totalmente arrepiada.
Ele deu um sorriso. Sabia que era isso! Toda mulher que o via de sunga ficava curiosa. E ele era muito educado, sempre dava um jeito de mostrar, detestava que elas ficassem sem saber… safadão!
– Aqui você poderá ver, pegar, fazer o que quiser. Menos cortar ele fora, eu não gostaria disso!
Riram muito e ela já começou a desabotoar a calça dele. Pelo tamanho da cueca ela já sentiu o drama: ali debaixo daquele pano devia ter algo grandioso. Então, ajoelhou e foi tirando a cueca dele, bem devagar, curtindo cada centímetro que aparecia. Não estava duro. E ela ficou alucinada quando a cueca liberou totalmente o mastro. Que coisa impressionante!
Pegou, alisou e sentiu que ele endurecia ao contato de suas mãos. Não teve dúvida, colocou na boca e tentou engolir, mas qual! Não conseguiu colocar nem a metade do bicho.Se tentasse enfiar mais ia ficar sem respiração!
– Antônio… alguma mulher já conseguiu colocar tudo na boca?
– Não, nenhuma, então não fique preocupada com isso. A boca não é o buraco mais adequado, há outro buraquinho que consegue engolir tudo isso.
– Você vai me mostrar isso, não vai?
– Claro, para isso você me trouxe aqui.
Ela o tomou pela mão e o levou até seu quarto. Ia tirar a roupa, mas ele não deixou. Fazia questão de despi-la. E o fez aos poucos. Primeiro ele levantou a blusa dela e deixou os seios à mostra, porque ela não estava usando sutiã. Mamou neles e depois foi descendo com a boca, beijando toda a barriguinha dela, puxou a calça e a calcinha dela, tirou-as e beijou a xotinha, depiladíssima, da Cláudia.
Nossa… como ela gemeu! A língua dele entrou em sua xotinha como se fosse um pedaço de ferro, abrindo caminho para o que viria depois. Deixou-a totalmente molhada, suspirando para ele enfiar o pau dentro dela. Queria ver se dava conta de engolir tudo, de verdade.
Ele sabia como fazer. Com ela deitada de costas, ele dirigiu o pau à xotinha, ficou brincando com ele, passando por fora, depois deu uma pequena enfiada, tirou, tornou a lamber, e tornou a enfiar e foi enfiando, enfiando… e entrou tudo. Ela não acreditava que estava conseguindo, mas não teve tempo de pensar nisso, porque ele começou a tirar e por, fazendo aquele vai e vem que as mulheres adoram. Ela revirava os olhos, gemia e de repente parecia que estava voando, mas não, ele apenas a virava e a colocava de quatro, sem tirar o pau de dentro dela e continuava metendo e ela quase desfalecendo.
E ainda, ele a colocou para cavalgá-lo… era uma loucura tal que ela ficou sem saber se tinha gozado ou desmaiado… aquilo nunca tinha acontecido com ela.
Ficou deitada na cama, arfando. Custou a recobrar os sentidos por inteiro. Sua xotinha estava ardendo. Com muito custo, conseguiu falar:
– Antônio, eu estava pensando em te pedir em casamento, mas não vou fazer isso.
– Não? Talvez eu aceitasse…
– Pois é, mas se você me comesse assim duas vezes por semana, você iria ficar viúvo logo, logo…

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