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O melhor que eu já vi!!!

  • Publicado em: 4 de junho de 2007 04:34
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

SOU BUNDEIRA, MAS SOU FELIZ!

Sou uma mulher que adora dar o cu. E assim que tenho orgasmos mais intensos

muito mais do que os gozos com o sexo oral ou vaginal. Este, alias, poucas

ou nenhuma vez me levou ao prazer maior. Acho que isso tem a ver com a minha

infancia e adolescencia. Quando pequena, eu morava com meus pais em uma

pequena casa em Caruaru, Pernambuco. Como dormiamos no mesmo quarto desde

cedo passei a ouvir sons estranhos que, soube mais tarde, vinham da trepada

deles, que acontecia todos os dias. Meu pai gostava de enrabar minha mae,

as vezes ela tentava abafar os gritos no inicio da penetracao, mas depois

se calava. Nessas horas eu sabia que ela estava levando uma pica no

traseiro. Quando a foda era na boceta, ela gemia o tempo todo, mas de

prazer. Com certeza, ela nao gostava de dar o cu. E nem poderia, pois meu

pai tinha um cacete grande e grosso, parecido com o de um cavalo. Ademais

ele so usava saliva para lubrificar ainda assim, o inicio da minha vida

sexual nao foi precoce. Aconteceu pouco depois da adolescencia quando perdi

uma aposta com um rapaz e, como pagamento, tive de dar o cuzinho. Ele tinha

a mesma idade que eu mas era muito ingenuo e nao conseguiu me comer. O pau

nao entrava de jeito nenhum e, de tanto que insistiu, acabou lambuzando

minha bunda de porra. Confesso que fiquei decepcionada, pois sabia que o

gostoso era sentir aquele liquido quentinho sendo derramado dentro do anus.

Mas eu fiquei uma arara mesmo quando o babaca ainda espalhou entre os amigos

que havia me comido. Meus pais acabaram sabendo de tudo e passaram a vigiar

meus passos. Mas uma luz surgiu para atender minha necessidade sexual.

Justamente a partir de uma dificuldade minha. Sempre fui burra em matematica

e minha deficiencia nessa materia preocupava meus pais. Minha mae descobriu

entao que nosso vizinho, o Marcio, dava aulas particulares e combinou aulas

com ele todo sabado de manha, em minha casa.

Marcio nao faltava um sabado. Ficavamos sempre sozinhos, pois tanto meu pai

como minha mae trabalhavam juntos em nossa serraria. Meu pai confiava no

Marcio. Alem de filho de um amigo, ele parecia inocente, nunca tinha

arrumado uma namorada. A minha impressao era de que ele escondia o jogo.

Mas faltava tirar a prova. E isso aconteceu quatro ou cinco semanas

depois. Marcio comecou a aula sentado a minha frente no chao da sala e

eu passei a levantar discreta e lentamente minha saia. Nao demorou muito

para que Marcio olhasse furtivamente para minhas coxas e se sentisse

incomodado pela erecao. Eu permaneci na minha, levantei um pouco mais a

saia, de forma que ele visse tambem minha calcinha. Marcio ficou todo

atrapalhado e terminou a aula mais cedo.

Na semana seguinte, assim que meus pais sairam de casa, mudamos o local

da aula. Fomos, eu e ele ao meu quarto. Retomamos a aula sentados em minha

cama. Nessa posicao abri as pernas e passei a levantar aos poucos a saia.

Marcio que nao era bobo nem nada, nao tirava os olhos de minhas pernas.

Ao ver minha calcinha, Marcio espichou a mao e pousou-a sobre minha perna.

Eu nao disse nada tirei minha camiseta e mostrei a ele meus peitinhos, de

biquinhos rijos e rosadinhos. Todo excitado, ele juntou seu corpo ao meu

num forte abraco e passou a me beijar, apalpando meus seios. Ao mesmo

tempo sua mao direita procurou a bocetinha e ele curvou a cabeca para que

sua boca alcancasse minha tetas. Estiquei tambem o braco e toquei a mao em

sua vara, completamente dura, por cima da calca. Marcio abriu o ziper e

libertou o pinto.

Foi assim que eu passei a descobrir as delicias do sexo. Marcio tinha uma

caralho muito bonito. Era comprido e fino meio curvado para cima.Ele

levantou a saia tirou rapidamente a calcinha, colocou-me deitada e veio

para cima de mim. Fui tomada de um prazer indescritivel quando senti a

cabeca do pinto tocar minha vagina virgem.Minha entrega so nao foi total

porque tinha medo de engravidar ou que minha mae descobrisse que eu tinha

perdido o cabaco.Num gesto brusco afastei Marcio de mim e disse que nao

poderia dar para ele.Mas ele queria me comer de qualquer jeito. Disse que

ja tinha enrabado um viadinho e perguntou, carinhosamente, se podia colocar

em minha bundinha.

Sua proposta me provocou um misto de temor e prazer. Sera que finalmente

alguem acertaria comer meu cuzinho de verdade?, pensei comigo mesmo.

” Eu prometo botar bem devagarinho “, disse ele, como que adivinhando meu

pensamento. Marcio parecia ser bastante carinhoso. E eu tinha vontade de

experimentar essa novidade. Coloquei-me de quatro, abri a bundinha e

ofereci o traseiro a ele. Ele umedeceu a cabecorra com bastante saliva

e pressionou em vao. As tentativas se sucederam, mas foram todas frustadas,

talvez porque eu estivesse um tanto nervosa. Pedi a ele que interrompesse

e fui ate a cozinha. Voltei com um pote de manteiga. Marcio continuava

com o pinto duro apontando para cima. Se fosse hoje com certeza eu teria

dado uma chupada bem gostosa nele.

Mas naquela epoca eu nao sabia ainda que o sexo oral era tao prazeroso e

excitante. Naquele momento, o que importava e o que eu mais desejava era

dar o cu.Marcio passou a manteiga no pinto, lambuzou meu rabinho e fez

nova tentativa.Virei-me para ele e reforcei:

” Come meu cu “.

Mais relaxada, senti a cabeca me invadir, abrindo aos poucos meu cuzinho

virgem. Quando a glande rompeu o anel, senti uma dorzinha desagradavel. Mas

disse apenas um ai abafado. Marcio nao se incomodou segurou minha bunda com

firmeza e empurrou com determinacao. O caralho entrou ate o talo, fazendo-me

sentir seus culhoes bater na minha bunda. O inicio foi um pouco dolorido, mas

eu aguentei calada, assim como minha mae, nos tempo em que meu pai lhe comia

o rabinho. Apesar da dor, foi tudo muito gostoso. Alias, hoje minha tese

e a de que o melhor numa foda anal nao e exatamente a penetracao, mas a

sensacao de estar sendo enrabada. Marcio iniciou um vaivem gostoso um

movimento que aos poucos foi substituindo a dor pelo prazer. Marcio nao

demorou a gozar, enterrando o cacete ate o fundo e soltou a porra quentinha

em meu cu. Nao consegui gozar desta vez, porque ainda estava tensa.

No sabado seguinte, Marcio chegou ate adiantado e minha casa.Meus pais

foram para o trabalho e, mais uma vez, fiquei sozinha com meu comedor de

bundas.Fomos para o quarto e desta vez foi diferente.

Tiramos todas as nossas roupas e eu havia providenciado ate uma latinha

de vaselina. Trocamos beijos Marcio chupou meus peitinhos e eu bati uma

punheta para ele.Peguei a vaselina e lambuzei seu pinto, que estava

latejando. Depois me coloquei de quatro e eu mesma passei a vaselina no

cu, fazendo uma relaxante massagem. Cheguei ate a enfiar um dedo no

rabinho, para deixa-lo mais flexivel. Ele veio por tras e apontou o pinto.

A penetracao se deu na primeira estocada, seu cacete, deslizou pelo meu

cuzinho e me invadiu por completo. Pedi a ele que se controlasse, evitando

um gozo precoce pois eu tambem queria curtir muito aquela foda.

Estava gostoso demais dar o rabo. Ele estocava o pau, eu empurrava a

bundinha para tras e as bolas do saco batiam vigorosamente em minha bunda.

Minha boceta comecava a pingar, coisa que nunca havia sentido antes, e

meu cuzinho pegava fogo piscava alucinadamente. Era o prenuncio de gozo,

que veio avassalador, pelo cu, coisa que marcaria todas as fodas da

minha vida. Marcio empurrou meu corpo para frente, deitou-se por cima de

mim e bombeou com mais forca, mais vigor. Depois ele me virou de lado,

erguendo minha perna, para apreciar seu mastro enterrado num cuzinho.

Ele ainda segurava meus peitinhos, mordia meu pescoco e fazia um leve

carinho em minha bocetinha. Tive mais um orgasmo ao sentir Marcio

descarregar seu porra dentro da minha bunda. Gozamos juntos, gemendo e

sorrindo.

Passamos a transar regularmente todo sabado, nas mais variadas posicoes.

Eu passei a gostar cada dia mais de dar o rabo descobri que o mais

excitante era sentar no caralho do Marcio pois assim eu comandava melhor

os movimentos. Certo dia Marcio chegou dizendo que havia visto uma coisa

incrivel numa revista e que deveriamos tentar fazer a mesma coisa. Era,

finalmente, nossa descoberta do sexo oral. E daquele dia em diante nunca

deixamos de nos chupar mutuamente. O primeiro gozo de Marcio em minha boca

foi uma experiencia marcante, pois nunca tinha visto porra nem sentido seu

gosto.

Ficamos tao viciados em sexo que decidimos transar tambem durante a semana,

atras de uma casa abandonada. Mas as transas nesse nosso novo ninho de amor

duraram pouco. Para infelicidade nossa fomos flagrados por meu primo,

exatamente no momento em que Marcio fodia e elogiava meu cu. Meu primo nao

se conteve em fazer uma provocacao:

“Esta tomando no cu, sua vagabunda?”

No que eu respondi, de pronto:

“Estou tomando no cu, e dai? Eu gosto de dar a bunda. Esta com inveja do

Marcio?”

Marcio recolheu a pica, vestiu a calca e saiu correndo atras do meu primo.

Coloquei minhas roupas e tambem fui atras. O desgracado do meu primo foi

ate minha casa e chamou meus pais. Quando eles apareceram, ficaram

assustados com toda aquela correria. Perguntaram o que tinha acontecido, e

meu primo contou tudo o que eu estava fazendo com o Marcio. Minha mae

me puxou pelos cabelos e me levou para dentro de casa.Naquele dia levei

a maior surra da minha vida. Meu pai pegou uma cinta de couro, bem grossa,

e deu varias chibatadas na minha bunda.E obvio que as minhas aulas

particulares acabaram. Meus pais me colocaram num colegio interno so para

mulheres, e la eu passei dois anos da minha vida. Parece que foram dois

seculos.

Ao sair do colegio, com pouco mais de 21 anos, meu pai ja havia arrumado

um marido para mim.Era um comerciante rico mais velho que eu. O dia do meu

casamento foi o mais triste da minha vida. Dias depois Marcio encontrou-se

comigo e nos tornamos amantes.Estava tudo otimo com Marcio pois meu marido

era um fracote, que nao sabia me comer. Ele so colocava na minha boceta e

nao saia do tradicional papai-mamae. Jamais chegou perto da minha bunda.

A sorte e que eu tinha o Marcio para me foder o cu.Ate o dia em que

aconteceu uma desgraca e Marcio morreu num acidente de carro. Hoje, aos

35 anos, continuo com meu marido apenas para manter as aparencias. Depois

do Marcio tive varios outros homens, que nunca negaram fogo para me enrabar.

Sou uma mulher muito bonita, tenho cabelos longos e pretos, uma bunda enorme

e apetitosa. Apesar de dar muito o cu, sou bem apertadinha, pois so saio

com caras que tem o pinto fino. Que me lembro, apenas uma vez eu dei para

um homem com a vara grossa e grande. Quando o caralho entrou todo, tive a

impressao de que ele iria me arrombar e nao consegui gozar, pois ardia

demais. Nao foi uma experiencia agradavel e eu nao recomendo a ninguem.

Tenho uma amiga que gosta de cacete grosso, mas esta com o cu todo frouxo.

Dar o cu e bom, mas e preciso escolher o tamanho do pinto.

brinkedynho@bol.com.br

Referência do Anúncio ID: CT-000033701

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