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O Pegadorzinho

  • Publicado em: 26 de abril de 2018 11:16
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. Passei uma tarde muito legal com a Ana, minha amiga, que tem algumas histórias contadas por mim aqui no site, como “Calor no chalé”, “Gritos no acampamento” e “O Tratamento – parte 2”. Ela então me contou mais algumas coisas e eu conto para vocês agora.
Era o ano de 2014 e faziam cerca de 2 meses que eu tinha me envolvido com o Erick no acampamento. Lá eu tinha sentido a melhor experiência sexual da minha vida. Dentro daquela barraca eu pude sentir o ápice do prazer algumas vezes, tanto é que, involuntariamente eu gritei de tesão por alguns momentos.
Entre o rolo com o Erick, que foi em janeiro e a transa com o Renatinho, demorou pouco mais de 8 meses. Nesse tempo eu fiquei com alguns garotos, mas apenas rolou beijo na boca, mais por falta de oportunidade do que por vontade.
Tudo começou quando eu fui visitar uma prima minha, um ano mais velha que eu, num outro bairro da cidade onde eu moro. Era o mês de julho e eu estava de férias do colégio. Chegando lá ficamos conversando na casa dela, até que, pouco depois das 3 da tarde, saímos perto do portão. Foi aí que um garoto baixinho passou na frente da casa dela, olhou para o portão e disse oi. Ela respondeu e eu percebi que ele ficou me encarando. Logo que passou minha prima começou a me encher o saco falando que o garoto tinha ficado hipnotizado por mim.
Achei ele muito gatinho, com um sorriso lindo e uma voz muito bonita. Mas o mais interessante dele era a altura: eu tenho 1,72, ele tem no máximo 1,60, ou seja, era bem baixinho. O menor que eu tinha ficado era o Diego (O Tratamento – parte 2), mas era bem pouquinho a diferença. Descobri que ele era um ano mais novo que eu e que tinha uma fama gigante de ser um pegador. E era dos quietinhos, ou seja, pegava e ficava na dele.
Fui para casa nesse mesmo dia e, cerca de dois dias depois minha prima mandou mensagem me dizendo que o garoto, que chamam de Renatinho tinha perguntado tudo sobre mim. Minha prima então respondeu tudo para ele e ainda disse que eu era solteira, o que não era mentira.
Ele então pediu o meu telefone e minha prima, depois de pedir a minha autorização passou para ele. Ficamos conversando por telefone e rede social durante quase dois meses. De vez em quando ele jogava umas indiretas para nos vermos pessoalmente, mas eu desconversava. Até que, num dia que acordei um pouco mais animada e aceitei ver ele.
Nos encontramos em um dos shoppings aqui da minha cidade que é perto da casa da minha prima, e, coincidentemente ou não, perto da casa dele também. Após um tempo de conversa informal, apenas falando sobre as nossas vidas, ele sentou do meu lado e começou a me elogiar, pegar na minha mão. Não resisti e ficamos. Foi muito bom.
Na saída do shopping, quando fui me despedir, ele me agarrou de novo e ele me perguntou se eu não queria ir na casa dele que era pertinho dali. Disse que era melhor não, pois não o conhecia direito. Ele então disse que eu não deveria ter medo, pois minha prima conhecia ele e os pais dele e que não tinha perigo nenhum. Como ele sabia convencer bem, acabei indo.
Chegando lá, uma casa simples mas bem arrumada, eis a surpresa: a mãe dele estava lá, junto com a irmã dele que é criança de colo e mais uma duas mulheres que ele disse que eram tias dele. Quando entrei, uma das tias dele olhando pra mim disse: olha Renatinho, que menina linda essa heim? Vê se cuida direito. Quase morri de vergonha e fomos direto para a cozinha. Lá conversamos mais um pouco, mas como a mãe dele tem um pouco de problema auditivo, tanto a televisão quanto as conversas estavam altas, então fomos para o quarto dele.
Entramos e ele trancou a porta. Questionei o motivo e ele disse que a irmã dele estava aprendendo a andar e sempre vinha encher o saco ali. Sentamos na cama e começamos a nos agarrar. Como eu disse anteriormente, minha última transa tinha sido em janeiro daquele ano, e como nós estávamos em setembro, não foi difícil eu começar a sentir vontade, ainda mais com um beijo gostoso daqueles.
Ele começou a me empurrar, fazendo eu deitar na cama e veio por cima. Eu estava muito tímida, pois tinha gente em casa. Percebendo isso ele disse: relaxa gatinha, a gente só vai namorar um pouquinho. Abriu as minhas pernas e veio por cima. Durante alguns minutos ficamos nos beijando e eu estava aguentando, porém quando ele começou a beijar o meu pescoço e dar apertões nas minhas coxas, comecei a sentir calor.
Falei baixinho no ouvido dele: para, melhor parar. Ele fez de conta que nem ouviu. Parou de beijar meu pescoço, me olhou nos olhos com um sorriso safado e tirou a camiseta. Antes de eu falar qualquer coisa ele começou a abrir o zíper e abaixar a minha calça. Falei: você é doido? Tem gente aqui. Ele continuou me olhando e sorrindo. Tirou a minha calcinha e começou a me chupar. Enquanto ele beijava e passava a lingua na minha vagina, eu fechava os olhos e curtia aquela sensação gostosa. Mas de tempos em tempos olhava para a porta e tinha a impressão de que alguém iria abrir.
Após uns minutos, ele veio pra cima, eu tirei minha blusinha e o sutiã e falei para ele deitar. Montei, peguei no pau dele e comecei a sentar. Olhando para mim, ele sorriu e disse: nossa, como você é linda. Agradeci e retribui o elogio me abaixando e beijando ele enquanto meu quadril mexia para frente e para trás. Aproveitando, ele começou a chupar meus seios que estavam no rosto dele.
Aquilo estava tão gostoso que eu fechei meus olhos e fiquei mexendo meu corpo sentindo o tesão crescer e espalhar por tudo. De tempos em tempos ele dava um gemidinho e, com as duas mãos no meu bumbum fazia eu mexer um pouco mais rápido ou mais forte. Ergui meu corpo e comecei a sentar, fazendo aquele barulhinho quando o bumbum bate nas coxas do garoto.
Meu tesão aumentou e eu comecei a sentar mais forte, até que lembrei que tinha gente em casa e parei. Ele percebendo isso, pegou no meu quadril e falou: senta que ta uma delícia, você é incrível gata. Ouvindo isso voltei a sentar, mas sempre com aquele receio de que alguém escutasse algo. Até porque o quarto não era tão longe da sala.
Apesar de baixinho, o Renatinho era forte, pois pegando no meu quadril e erguendo um pouquinho o dele, fez eu sentar cada vez mais forte, e, dando uns gemidinhos, senti que logo gozaria. E foi o que aconteceu, pois cerca de um minuto depois e dando várias sentadas (essas um tanto barulhentas, quase como se alguém tivesse batendo palmas forte) seguidas, de olhos fechados ergui um pouco a cabeça e soltei um “uuuóóóó óóóó” e gozei desabando em cima dele.
Sem perder tempo, saí de cima, virei de lado e ele veio penetrando por trás. Com aquele embalo gostoso comecei a entrar no clima novamente e adorei o jeito que ele ficava apalpando o meu seio esquerdo enquanto tirava e colocava o pau dele em mim.
Passados poucos minutos ele começou a penetrar mais rápido e eu, falando/suspirando: isso, mais forte, mais forte.
Ele obedeceu e começou a fazer mais forte e mais rápido. E nessa posição não tem segredo, se o garoto tiver um bom pau e souber manter o ritmo das bombadas, eu me entrego fácil. Fazendo rápido e forte, e mantendo isso por alguns minutos, eu comecei a sentir uns espasmos nela e não demorou para que, logo após ouvir ele dando um gemido, eu contorcesse o meu corpo e gozasse “uuuááá uuuááá uuááá”.
Gemendo, ele falou no meu ouvido: que bumbum gostoso você tem, pena que não consigo ver ele direito amor. Então fiquei de quatro e, olhando para trás falei: e agora, ta melhor a visão? Sorrindo ele veio e distribuiu as bombadas, agarrando meu quadril, pegando no meu cabelo. E, gemendo de uma maneira deliciosa eu sentia o quadril dele batendo no meu bumbum e o pau dele dentro de mim.
Ele então começou a gemer um pouco mais alto e eu querendo muito fazer ele gozar, dei uma leve apertada no pau dele com a minha vagina. Fazendo isso, ele deu um gemido intenso, olhei para trás e tive a visão do paraíso: ele com aquele rostinho lindo, de olhos fechados, todo coradinho era a imagem perfeita de quem estava quase gozando. e foi o que aconteceu, pois logo ele deu umas 4 ou 5 bombadas muito fortes, gemeu e gozou.
Deitamos um de frente para o outro e voltamos a nos beijar. Ao sair do quarto para ir embora, cerca de vinte minutos depois, passamos pela sala e a mãe dele estava lá junto com as tias. Eu morrendo de vergonha disse tchau, elas responderam, mas uma delas me olhou sorrindo e, fazendo um sinal de positivo com a mão e apenas mexendo os lábios disse: não tenha vergonha, vocês são lindos.
No mesmo dia, a noite, perguntei para ele se alguém tinha falado algo sobre a gente. Ele rindo, disse que a tia dele que fez sinal para mim, disse assim: muito linda essa menina. Mas não faça ela gemer alto desse jeito, senão é capaz de ela ficar com vergonha e nunca mais voltar aqui. Ele riu e disse que não tinha culpa.
Continuamos conversando, mas logo ele arranjou uma namorada e isso acabou nos afastando pouco a pouco.

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