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O primo fez meu namorado me dar ao Negão (parte 2)

  • Publicado em: 13 de maio de 2012 02:47
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Passara mais de uma semana e eu estafa aflita, indócil, agitada e, como dizem, arretada. Meu namorado estava atrevido, mas continuava inábil e eu não tinha coragem de ir contra minha educação e não me permitia passar da simples excitação quando me tocava. Em resumo, precisava de um orgasmo e só uma pessoa poderia me proporcionar.

Pela manhã caprichei na lingerie, coloquei meu uniforme de normalista, avisei que só chegaria à noite por conta de um trabalho de grupo e sem pensar em mais nada fui pra casa do primo de meu namorado.

Com o coração aos pulos toquei a campainha. Ele atendeu, saiu e olhou em volta. Em seguida perguntou pelo primo. Eu estava muda, acanhada, excitada, úmida e trêmula. Minha voz revelou isso tudo em poucas e murmuradas palavras:

– Vim sozinha!

Ele me olhou nos olhos, usou seu melhor sorriso entre sarcástico, sacana e debochado e com uma palmada escandalosa e dolorida me mandou entrar ou me daria uma surra ali mesmo.

Tremendo mais que nunca. Revoltada por ter me excitado ainda mais com aquela ardida palmada, entrei.

Ele fechou a porta atrás de si. Pelos cabelos, mas sem me machucar, me fez debruçar no braço da poltrona e foram mais quatro palmadas.

Loucura das loucuras. Eu chorava, a bunda ardia e eu estava enlouquecida, encharcada e quase chegando ao orgasmo. Acho que se ele me tocasse de qualquer forma eu gozaria imediata e alucinadamente. Foi o que quase aconteceu quando ele deu um beijinho em cada uma de minhas nádegas enquanto mandava, com autoridade, eu ligar para meu namorado e mandasse ele vir ao nosso encontro imediatamente.

– Se ele perguntar porque, acrescentou, diz que eu quero comer seu cuzinho assim que ele chegar.

Em menos de 15 minutos meu namorado chegou. Certamente veio de taxi. Estava indisfarçavelmente transtornado e com a pica ereta denunciando desespero e tesão.

– Você demorou. Agora vamos shopping! Quero você mais fissurado que isso, com muito tesão para ver sua namorada ser enrabada e gozando no pau dos outros.

– Você dois venham até aqui!

– Agora tire o sutiã e a calcinha dela. Ela vai se expor no shopping pra você ficar doente de tanto tesão.

– Ele falava e o primo ia obedecendo. Ele ia mesmo expor sua namorada num shopping sem sutiã e sem calcinha?

– Agora é sua vez. Dobre essa saia para que ela termine no fim da bundinha. Quero uma micro saia rodada e bem micro. Quero a camisa desabotoada até o primeiro botão abaixo do seio e quero ela fofa permitindo que de lado se veja o biquinho entendeu?

Quantas vezes eu fantasiara fazer isso no meu uniforme. Uma vez experimentara isso na solidão do meu quarto trancado e quando me olhei no espelho me reprimi. Era uma devassa em pecado o que eu via no espelho e me recompus reprimindo a libido que aflorava.

Agora lá estava eu, cada vez mais excitada, e estremeci de prazer quando ele levantou minha saia e mostrou a marca de seus dedos ao primo.

– Esta vendo meus dedos marcados na bunda de sua namorada. Ela levou uma surra por não trazê-lo com ela. Por isso nada de peninha dela no shopping.

Ele e o primo ficaram próximo e encostavam para me orientar. Me fizeram subir escadas e eu só via o número de homens percebendo minha nudez e se posicionando para poder apreciar meu corpo nu discretamente.

Mas nem todos eram discretos. Um tio de quase 50 anos caminhou ao meu lado me pedindo para deixá-lo ver mais e melhor meus seios. Resolvi subir a escada e ele descaradamente se posicionou embaixo pedindo que eu me arreganhasse para ele ver melhor. O que é pior, eu sentia escorrer minha lubrificação com aquele irritante “tio” babando pelo meu corpo.

O que mais me assustou foi quando um negão veio de frente para mim e quando tentei desviar ele pegou minha mão e travou minha passagem. Enquanto eu olhava em volta buscando meus “protetores” ele guiou a mão que estava presa pela sua até seu pênis fazendo-me alisar sua extensão. Fiquei abismada, era enorme e cresceu com meu involuntário toque.

Ele segurou minha mão colada naquilo que eu sentia crescer e mandou sem vacilar:

– Segura firme e aperte – você vai adorar!

Tentei resistir mas eu estava fora de mim me sentindo exposta a tantos homens que invejosos apreciavam a cena. Eu olhava de uma lado para outro. Percebia todos os olhos colados em mim, na minha mão e não encontrava em meio a tantos homens me observando com gula os meus protetores.

– Não faz isso comigo. Esta todo mundo olhando. Não me obrigue a isso.

– Não obrigá-la a quê? – Perguntou aquele negro, alto, cheiroso, forte e dominador.

– A ficar segurando seu…

– Você está segurando porque gostou, porra!

Só então me dei conta que ele já não segurava minha mão e apenas fitava-me bem dentro dos olhos. Quando aliviei a pressão da mão que se agarrava aquele membro senti sua aproximação e aquele lábios grossos encostarem no meu roubando-me com suavidade e muito prazer um beijo delicioso. Quando ele terminou de me beijar me provocou.

– Você não prefere largar ele e me dar a mão para sairmos daqui disfarçadamente?

Eu estava novamente agarrada aquele pênis descomunal e irresistível. Eu era só sexo. Meu corpo queria sexo. Minha mente exigia sexo. E agora era experimentar aquela pica apesar do enorme medo que isso estava me provocando.

A confusão mental estava me deixando desorientada enquanto eu passeava de mãos dadas me sentindo segura ao lado do belo negro (belo e enorme – acusava minha mente).

Ia pelo caminho me questionando e só então me dei conta que estava seguindo aquele homem sem nem me importar com os meus “protetores” – meu namorado e o delicioso primo dele.

Minha mente estava assim. O primo era delicioso. O negro uma aventura perigosa que eu queria experimentar, meu namorado um imbecil que aumentava meu tesão quando gozava chorando ao me ver os orgasmos que seu primo arrancava de mim. Acho que estava enlouquecendo.

Lembrava do padre, temia a minha próxima confissão e esquecia tudo quando meu novo macho me beijava com os largos lábios que os negros sabem tão bem usar. Isso eu logo descobriria.

Na porta do shopping meu namora e seu primo se aproximam rindo e cumprimentando efusivamente o Alexandre – o negro que me desconcertara.

– Vejo que já conheceu a putinha que meu primo esta namorando.

– Namorando? – Questionou sinceramente Alexandre.

– Sim! Ela namora ele mas só goza com os outros e ele… Ele adora assistir. Já me deu ela e acho que vai dar ela a você hoje. Não é priminho?

– Você não quer ver sua namoradinha enrabada por uma pica negra e enorme? Não quer ver ela babando de tanto gozo pelo cuzinho?

Meu namorado abaixou a cabeça.

– É, acho que ele não vai querer não Alexandre. Me desculpe. Mas acho que você pode ir embora daqui.

– Primo você já viu o tamanho da pica desse cara?

– Putinha, pega com suas mãos para mostrar a ele.

Não me fiz de rogada, eu queria aquele homem, aquela pica e se esse era o preço… Eu faria qualquer coisa ali para não perder aquela foda que tanto prometia de prazer. Peguei e com as duas mãos com facilidade.

Meu namorado ergueu os olhos para mim e perguntou se eu queria.

– Essa puta não tem direito a nada. Ela é minha escrava sexual desde a semana passada. Quem decide é você.

– É, vamos para sua casa.

– Não priminho, não é mole assim não. Oferece a putinha pro Alexandre. Pede a ele para arrobar o cuzinho dela pra você aprender. Vai querer até que eu peça?

Meu namorado se calou e tornou a baixar a cabeça. Foi aqui que o primo deu seu golpe fatal.

– Olha só. Tua putinha ainda não largou a pica do cara. Ela esta quase te implorando que peça a ele pra arrombar o cuzinho dela. Vai pede logo senão é capaz dela ficar grudada naquela pica até o Alexandre ejacular na mão dela.

– Tá, tá bom. Eu peço. Alexandre, me faz o favor de enfiar essa maldade toda na minha namoradinha pra eu ver ela babando de tanto gozar?

– Só se você prometer me ajudar.

– E,e, eu, eu, eu ajudo! – gaguejou o pobre do meu namorado antes de, esquecendo que estava nua, pular no colo dele para beijar-lhe.

– Será que essa bunda branca bonitinha vai me aguentar? – Era Alexandre me lembrando que eu estava nua e eu nem liguei dos outros verem ele acariciando minha bundinha ainda ardida das palmadas.

Eu estava extasiada pelos arrepios e tremores que aquela mão me provocava enquanto eu beijava meu namorado agradecendo a ele por ter dado minha bundinha pro Alexandre com aquela pica enorme que me fazia temer e tremer de tesão.

Fiz meu namorado pagar o taxi. O primo dele foi na frente. Eu fiquei no meio, o negão atrás do motorista e eu pude expor ao meu namorado aquela imensidão que sem resistir enchi de beijos. Só beijos. Beijos de agradecimento prévio que me deixaram ainda mais apreensiva. Aquilo parecia que não ia caber nem na minha boca, ainda mais no meu… Chegamos!

Assim que entramos na casa do primo do meu namorado perguntei a ele se eu podia fazer uma coisa.

– O que você quer fazer?

Respondi pulando no colo do Alexandre e trocando com ele deliciosos beijos. Só aquilo já estava me enlouquecendo de tesão porque minha mente anunciava tudo que me esperava e eu literalmente antegozava.

Eu me sentia a própria puta. A mais fogosa das putas. Queria experimentar de tudo e pedi quase gritando quando senti o dedo do negão no meu cuzinho se insinuando para dentro dele.

– Priminho me dá palmada que eu quero gozar assim, só beijando, trepando com um dedo e apanhando na frente do meu namoradinho para ele saber que eu sou puta, sou sua escrava e que ele é corno!

Nunca imaginei que isso seria possível mas meu orgasmo se anunciou na primeira palmada e foi crescendo enquanto os dedos de Alexandre me invadiam por todos os buracos e sua língua invadia minha boca em beijos cada vez mais deliciosos pois alimentados pelo meu intenso orgasmo.

Quando abaixei as pernas tudo parou e meu namorado veio tirar a pouca roupa que eu tinha. Ele foi incumbido de me banhar e me deu um banho delicioso embora continuasse estabanado.

Ele me enxugou e quando Alexandre achou que já estava bom me pegou no colo com muita facilidade. Chegamos no quarto e ele mandou meu namorado tirar sua calça e avisou que estava sem cuecas. Não adiantou. O desajeitado levou uma lambada no rosto assim que liberou aquela fera endurecida.

Alexandre me virou de cabeça para baixo e mandou meu namorado enfiar sua pica na minha boca. E ele… Ele obedeceu com um olhar estarrecido e paralisado na cena que ele ajudara a compor.

Como eu pensei muito pouco daquela vara enorme cabia entre meus lábios. Ainda assim eu me dedicava para fazer o melhor que eu podia. Mas com a língua de Alexandre passeando pela minha vagina e tentando me penetrar. seus lábio roçando os lábios vaginais e sua boca extremamente quente sugando vigorosamente meu grelinho a pica fugia do boca e meu namorado imediatamente me trazia ela de volta e acabou que ficando segurando ele para que eu chupasse enquanto eu experimentava meu segundo gozo pleno naquele dia.

Alexandre me colocou de frente para ele, sugou meus seios demoradamente e mandou meu namorado introduzir a cabeça da pica descomunal na entradinha da minha vagina.

Eu estava tendo o seio sugado e apostei que a pica dele não me atingiria naquela altura. Mas ela não apenas atingiu como meu namorado conseguiu introduzir a cabeça inteira dentro de mim e eu já sentia minha vagina se dilatando.

Alexandre passou a beijar meu colo, meu pescoço e quando chegou nas minhas orelhas eu me sentia arregaçada, largada, arrombada e sabia que ainda tinha muita pica fora de mim.

Ele saiu de mim, se deitou com a barriga para cima e me pediu para sentar na pica dele. Chamou meu namorado e pediu que ele me desse a mão para apoiar a descida sem dores.

A ajuda do meu namorado foi fundamental. Quando um enorme orgasmo tomou conta de mim só os braços dele me sustentaram poios minhas pernas ficaram totalmente amolecida.

Quando o gozo estava acabando e eu tentava começar a rebolar para fazer aquela pica entrar ainda mais sinto as palmadas do primo do meu namorado marcarem mais uma vez minha bunda. Não teve quem conseguisse segurar meu corpo. Eu queria me soltar, queria sentir aquela pica inteira diante do mais desvairado dos orgasmos que até ali havia experimentado e num grito agudo me deixei ou me fiz penetrar totalmente.

Um filete de sangue lubrificou ainda mais aquela penetração e auxiliou o Alexandre a começar a se movimentar dentro de mim o que não deixava o gozo parar de me corromper as entranhas.

Como explicar o que eu estava sentindo. Não existem palavras para explicar prazer tão intenso. Só posso dizer que meu corpo inteiro respondia àqueles estímulos.

Minha mente estava muda, inerte. Meu coro cabeludo, como todo o corpo, altamente arrepiado. Eu não tinha fôlego, babava literalmente, nem eu entendia os ruídos que eu pronunciava entre gritinhos e gemidos arfantes. Meu pescoço não sustentava minha cabeça que estava jogada para trás. Meus seios balançavam com os bicos doloridos de tão intumescidos. Minha pélvis estava em convulsões, meus músculos do peito para baixo se contraiam e relaxavam sem qualquer comando ou controle e sem qualquer ritmo. A vagina vez por outra jorrava lubrificação e dançava em contrações doloridas tentando apertar aquele instrumento que me proporcionava uma prazerosa tortura. As pernas estavam ora jogadas para cima, arreganhadas e ora tentava apoiar meu corpo permitindo uma maior velocidade ao membro que me alucinava num eterno orgasmo.

Ele gozou como num jato de champanhe sacudida. Eu senti os jorros como jamais imaginei ser possível perceber. Aquela porra lubrificou tanto nossa conjugação que ele conseguiu imprimir uma estonteante velocidade, tão deliciosa, tão acalentadora, tão prazerosa que eu imaginei estar tendo dois orgasmos a um só tempo e… DESMAIEI!

Soube que meu corpo desmoronou sobre o dele assustando a todos. Mas foram segundo. Num grito de extremo prazer voltei a mim a tornei a me apoiar em minhas pernas gritando:

– Mais, mais rápido, mais forte, me arromba, quero mais!

Ai sim, desmaiei de vez! Mais uma vez senti como se um orgasmo atropelasse o outro como ondas do mar onde uma mais forte se sobrepõe a outra estourando violentamente.

Quando acordei meu namorado, chorando, estava passando uma toalha úmida na minha vagina. Isso mesmo, na minha vagina. Acho que ele nem pensou em passar na testa ou em qualquer outro lugar. A verdade é que a secreção que saia junto com meu sangue era tanta que a toalha estava encharcada.

Minhas primeiras palavras fizeram o primo do meu namorado gargalhar e meu namorado soluçar.

Cadê o Alexandre, ele ainda não arrombou meu cuzinho! Cadê ele?

Eu estava mesmo louca. Deixe eu me recuperar. Vou continuar contando tudo, tudo mesmo, com detalhes de como as coisas aconteceram.

No meu blog: http://libisosensual.blogspot.com você encontra muitos outros contos.

carteiro.rj@gmail.com

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