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O Tratamento – final

  • Publicado em: 20 de setembro de 2017 13:22
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. O último que eu postei, foi “O Tratamento – parte final” que eu achava que era o encerramento, porém uma menina, amiga da Ana de “O Tratamento – parte 2” entrou em contato comigo após ter lido esse conto especificamente, e me disse ter sido procurada pelo Diego algum tempo depois do envolvimento com a AnaP. Pediu para que eu não contasse para a Ana … sobre o que rolou para que nada afetasse a amizade das duas.
Se você quiser entender um pouco mais, recomendo que leia os contos anteriores (O Tratamento 1, 2 e parte final).
Oi Isadora, aqui é a Bruna, amiga da Ana. Depois de ler os seus contos da série
“Tratamento”, decidi entrar em contato com você, pois ao ler a “parte final” e ver que a data que rolou a relação entre o Diego e a AnaP. (19 de março de 2016) foi anterior a minha, então gostaria de te contar o que aconteceu, pois acho que a minha sim foi a “parte final”.
No dia 09 de abril de 2016, recebi uma mensagem no whatsapp mas não conseguia reconhecer a pessoa pela foto. Respondi o ‘oi’ e perguntei quem era, e ele me respondeu que se chamava Diego e era amigo da Ana. Estranhei pois ela nunca tinha me falado sobre ele. Começamos a conversar e, depois de três dias ele me contou sobre o acidente dele e o que ele deveria fazer para melhorar.
Então, no dia 13 de abril ele me perguntou se poderia vir na minha casa para conversarmos e eu disse que não, pois nem o conhecia. Quando me perguntou se eu namorava, falei que não. Minha mãe sempre me disse para não ser fácil, pois menina assim acaba mal falada, então ele tentava vir na minha casa e eu dizia não.
No outro dia (14), ele falou comigo de novo e me mandou uma foto dele sem camisa, e eu achei lindo o corpo com aquela barriga com gominhos e o sorriso brilhante. Tocou novamente no assunto de vir na minha casa e, como eu recusei mais uma vez, ele disse que um dos efeitos colaterais da cirurgia e da recuperação é a coceira que ele sentia por dentro. Disse ele que tinha diminuído quase 100% a dor e que a coceira também, porém como fazia cerca de um mês que não acontecia nada, ele sentiu que a coceira começou a voltar e a incomodar. Então eu perguntei o porquê de ele vir atrás de mim, e ele disse que tinha visto uma foto minha com a Ana e tinha me achado linda. Agradeci o elogio e disse que pensaria. Normalmente eu manteria o ‘não’, porém ao ver a foto dele, achei tão lindo e tão gostoso que aquilo me deixou pensativa.
Nunca namorei sério, e por ser filha única e sem pai, minha mãe sempre foi de ficar grudada no meu pé, sem deixar eu sair sozinha ou raramente ficar sozinha em casa, por isso tinha feito sexo poucas vezes, e, apesar de os garotos darem em cima de mim, eu não conseguia fazer nada. Ou seja, passei muita vontade.
A atitude do Diego de vir falar comigo e pedir ajuda me deixou curiosa, não fazia ideia do que ele estava sentindo, pois nem sabia se um acidente daquele era possível de acontecer, aliás, nem sabia se ele estava falando a verdade ou apenas tentando vir na minha casa.
Ele ficou cerca de 10 dias sem falar comigo e eu comecei a pensar que ele já tinha arranjada outra e aquilo me deixou chateada, então engoli meu orgulho e resolvi puxar papo com ele no dia 25 de abril. Quando ele me respondeu, disse que não queria mais me incomodar, perguntei sobre a coceira e ele disse que estava muito chata, então falei: se quiser me ver, só na sexta-feira.
No dia 29 de abril, ele chegou na minha casa, e era mais bonito do que por foto, sendo pouco mais alto que eu. Quando me abraçou senti como ele era saradinho, com os braços fortes e as costas um pouco largas. Começamos a conversar e ele me contou o que tinha acontecido com mais detalhes, sobre a cirurgia e com o que ele sentia após, tanto sobre a dor quanto a coceira.
Cerca de meia hora depois levantei e fui na cozinha, ele veio por trás, me abraçou e puxou meu rosto, me beijando de leve na boca, nisso me virei e agarrei ele. Demos um amasso muito gostoso e eu coloquei as mãos debaixo da camiseta dele, sentindo todo o seu corpo. Quando ele atacou meu pescoço e apertou meu bumbum, não resisti.
Puxei ele para o meu quarto, fiz ele deitar na minha cama, tirei tênis, meia, calça e cueca dele. Peguei o p.. e comecei a chupar. Sempre gostei de fazer isso, e ele, particularmente tem um membro tão bonitinho que me deixou com mais vontade de colocar a boca.
Quando estava bem duro, ele me fez deitar, arrancou minha roupa, beijou todo o meu corpo e começou a fazer oral em mim, passando a lingua no meu clitoris e enfiando um dedo dentro de mim. Nesse momento eu estava doida.
Puxei ele pra cima de mim, que se ajeitou no meio das minhas coxas e me penetrou. Sentindo um pouquinho de dor, o membro dele entrou em mim fazendo com que eu desse uma gemidinha. Ficamos nos beijando enquanto ele empurrava num embalo gostoso. Apoiando as mãos no colchão e eu com as mãos no quadril dele, ele começou a fazer mais rápido e eu dava leves gemidinhos cada vez que o p.. dele entrava completamente dentro de mim.
Apoiei as mãos no bumbum dele e dei umas apertadas enquanto ele começava a aumentar a força e a velocidade, dando gemidas e suspiradas enquanto continuava me beijando de tempos em tempos.
Fazendo mais rápido, senti meu prazer aumentar e comecei a dar gemidinhos no ouvido dele. Porém, ao dar um gemido gostoso ele parou, me virou de lado e veio por trás de mim. Me abraçou, penetrou e começou a fazer rápido, “bombando” de uma maneira gostosa.
Nunca tinha feito nessa posição e confesso que achei que não curtiría muito por não ficar olhando pro homem, mas quando ele tomou um pouquinho de distância e começou a fazer mais forte, com potência, senti o tesão aumentar. Porém, tudo mudou quando, depois de um bom tempo fazendo, e eu dando umas gemidas de tempos em tempos, só curtindo a sensação, ele deu algumas bombadas mais fortes e eu falei: que delícia, como você mete gostoso.
Ao ouvir isso ele ficou doido, ouvi ele respirando fundo e começando a fazer muito rápido e muito forte. Isso fez com que, ao agilizar os movimentos eu soltasse um “oh” (mistura de gemido com gritinho) um pouco alto, pois tinha sentindo uma espécie de choque na minha vagina.
Foram vários minutos de “pancadaria”, ouvindo o quadril dele batendo no meu bumbum, enquanto o pau dele entrava em mim de maneira rápida e forte. Num momento, abri um pouco as pernas, olhei para baixo e vi as bolas dele batendo na minha vagina a cada bombada. Eu nunca tinha sido comida daquele jeito, com aquela força e aquela velocidade.
Com a mão esquerda agarrei no lençol e permaneci com os olhos fechados sentindo minha vagina receber choques e espasmos fortes, até que, sentindo um espasmo mais violento, que me arrepiou e chegou a contorcer o meu corpo, explodi de tesão gozando, soltando alguns “oh”, “oh”, “oh”, seguidos. A cada “oh” de orgasmo, meu corpo comprimia, até que dei um último gemido, o que acabou relaxando meu corpo, depois de sentir um orgasmo muito forte.
Virei para o lado do Diego e voltamos a nos beijar intensamente, e, aproveitando o ritmo, montei nele e comecei a cavalgar. Ele segurava meu quadril, fazendo com que eu fosse para frente e para trás, alternando com algumas sentadas de leve. Ele gemia gostosamente, e ficava me encarando com aquele rosto lindo.
Passados alguns minutos, resolvi atacar com todas as minhas forças. Fiquei de cócoras e comecei a sentar com força, aumentando a velocidade a cada sentada. Isso fez efeito, pois pouco tempo depois ele começou a dar algumas gemidas mais fortes, até que, depois de eu dar umas três ou quatro sentadas fortes ele deu um gemido delicioso e gozou.
Me abaixei, nos beijamos por mais alguns minutos e, respirando fundo, fiquei de quatro e pedi para ele vir com tudo em mim. Sorrindo ele penetrou, agarrou com uma mão no meu cabelo loiro e com a outra mão no meu quadril. Começou de forma leve só empurrando o p.. para dentro, mas logo que começamos a nos excitar ele voltou a distribuir as pancadas.
Ouvindo os PA PA PA PA seguidos e sentindo tudo aquilo, não demorou muito para que eu, extremamente excitada sentisse o orgasmo chegando mais uma vez. Estava tão doida que faltando muito pouco para chegar lá, eu falei um tanto alto “vou gozar”. E aconteceu, pois poucos segundos depois exclamei um “uuuaaaaaa” e gozei. Ele aproveitou e logo em seguida gozou também gemendo gostoso.
Ficamos deitados nos beijando, muito cansados, acabamos até dormindo por uma meia hora mais ou menos.

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Uma Comentário para “O Tratamento – final”

  1. Olá.
    Dúvidas, críticas ou sugestões:
    isadoragrc94@gmail.com
    Obrigada.
    Isadora.

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