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O Tratamento – parte 1

  • Publicado em: 20 de setembro de 2017 13:22
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. E hoje vou relatar uma historia que aconteceu com algumas pessoas, por isso dividi em três partes para ser melhor entendida. O protagonista é o Diego, um rapaz que eu conheci num aniversário de um amigo meu. Quando eu o vi logo me chamou a atenção, pois, apesar de garotos loiros não me atraírem tanto, ele fez com que eu prestasse atenção nele, por c… ausa do jeito dele se comportar de maneira alegre, extrovertida.

O sorriso bonito, o corpo sarado/magrinho também são coisas que eu curto, apesar de ele ser um pouco mais baixo que eu (tenho 1,75 ele deve ter menos de 1,70) e eu curtir homens altos. Naquele dia não chegamos a conversar mais porque ele estava acompanhado de uma menina que ele estava ficando.

O relato de hoje começou em dezembro de 2015, quando o Diego foi jogar futsal (ele é goleiro), tomou uma bolada “naquele lugar” e sofreu uma fratura no pênis. Teve que passar por uma cirurgia, teve que dar pontos e ficar pelo menos um mês e meio sem nem tocar no seu órgão. O tratamento pós cirúrgico consistia em medicamentos e descanso do pênis, pois ele estava inchado.

Quando ele voltou um mês e meio depois para uma consulta, o médico disse que, a próxima etapa seria a estimulação do órgão para que recuperasse o sistema circulatório, que estava comprometido devido à lesão sofrida na hora da bolada. Ele estava preocupado pois relatou ao médico não ter sensibilidade na glande (cabeça) do pênis. E o doutor disse que isso era normal e que voltaria com o tempo, contanto que ele fizesse o tratamento de maneira correta.

O Diego perguntou para o médico, quantas vezes por semana ele deveria se masturbar para que essa estimulação funcionasse, e o médico o surpreendeu dizendo que, no caso da lesão dele, a masturbação não era o mais indicado, e sim a penetração vaginal. O doutor explicou que na masturbação ele teria a tendência a apertar o pênis mais do que o indicado, já a vagina tem a força perfeita para isso. Então Diego disse que não tinha namorada e o doutor rindo, disse que ele era um rapaz bonito e que poderia receber a ajuda de alguma menina.

Depois de pensar nas meninas que poderiam ajudar, ele entrou em contato com algumas ex ficantes, mas por normalmente ele terminar o relacionamento, elas não queriam nem ver ele, muito menos ajudá-lo. Ao lembrar de mim, o Diego pediu meu telefone ao nosso amigo em comum, me ligou, pediu desculpas por ter “roubado” meu número e conversamos sobre o dia que nos conhecemos. Ele então pediu para me ver pessoalmente, e dois dias depois ele apareceu no portão da minha casa.

Sentamos no sofá da sala e ele começou a me contar isso que relatei para vocês, de maneira resumida no começo do relato. Confesso à vocês que, na hora que ele começou a falar sobre o tratamento, não acreditei, e achei que era só mais uma arma para conseguir transar com alguma menina, porém, ao ser questionado sobre isso, ele tirou da mochila os atestados, pedidos de exame e ainda uma declaração do médico recomendando esse tratamento. Aliás, o documento estava assinado e carimbado, ou seja, era real.

Mesmo assim, desconfiada do jeito que eu sou, e aproveitando que era uma sexta-feira de fevereiro, ou seja, um dia útil, liguei para o médico e confirmei com ele se esse tratamento era real, o médico então respondeu do outro lado da linha:

“Sim, esse tratamento é verdadeiro e normalmente é indicado para quem é casado ou tem um relacionamento sério. A masturbação pode ser usada, mas vai demorar muito mais tempo para que a sensibilidade dele volte.”

“Achei que era papo dele só para conseguir algo, tipo uma nova tática – eu disse para o médico.

“Não, é sério mesmo. Ele não te falou da coceira? Isso é o que mais deve estar incomodando ele”.

Perguntei ao Diego e ele disse que, por causa da cicatrização interna, o seu pênis coçava muito por dentro e não tinha como ele coçar, aliás, ele nem poderia para não atrapalhar a recuperação.

“Isa, o médico disse que na penetração a coceira alivia” – disse o Diego.

Falei para ele que iria na cozinha pegar suco para a gente, mas aproveitei para pensar no que fazer. Apesar de parecer uma idiotice, o médico confirmou para mim que era real, não poderia ser só uma brincadeira, senão o médico poderia ser até processado. Além disso, o médico me disse que, caso o Diego não se recuperasse completamente, poderia ficar com a ereção comprometida, ou seja, em certos momentos ele acabaria broxando.

Voltei para a sala e disse para o Diego para nós irmos no meu quarto. Ele sentou na minha cama, coloquei uma música e sentei do lado dele. Pedi para ele deitar na cama e eu fui na calça jeans dele. Abri o zíper, abaixei a calça até a metade das coxas dele, abaixei a cueca e peguei no seu pênis super branquinho de maneira carinhosa, estava com medo de machucá-lo.

Ajeitei ele na minha mão e comecei a tocar de leve. Percebi a cicatriz da cirurgia, além da marca roxa, do tamanho de uma moeda de um real praticamente na metade do pênis dele. Perguntei se estava doendo e ele disse que não, apenas que não sentia nada quando eu pegava na cabeça ou um pouco para baixo dela.

Quando “ele” começou a crescer e ficou de um tamanho interessante, pude constatar que o pênis dele tinha um bom tamanho, creio eu que uns 17 centímetros, por aí, e, apesar de ser loiro, era grossinho (os poucos que eu fiquei não eram grossos), não tanto quanto o Erick (do conto Edição de vídeo com aventuras), mas mais grosso do que dos caras que eu já tinha me relacionado. Logo que comecei a acelerar um pouco a masturbação, ele me pede para parar e disse: lembra que o médico falou para não masturbar? Eu sorri para ele e disse: é verdade.

Então eu tiro a calça, tiro a minha calcinha e começo a montar nele, encaixo o pênis dele em mim (sem camisinha, pois ela aperta demais) e começo a sentar. Depois de sentar uma 3 ou 4 vezes, vejo que ele faz uma careta de dor e paro, ele me olha e diz: desculpa Isa, mas assim está começando a doer. Eu levanto e ele pede para eu deitar de lado, ele vai atrás de mim, eu ergo minha perna direita e ele penetra quase inteiro. Sentindo isso, eu empurro meu bumbum para trás e faço ele entrar por completo. Estranhei o fato de ele não dar uma gemidinha quando entrou, mas aí lembrei que ele estava com insensibilidade na cabeça do pênis, por isso não sentiu.

Ele pega na minha cintura com a mão direita e começamos a embalar de maneira tranquila, a música tocando baixinha, só instrumental, um silêncio no quarto, apenas com o barulho do lençol quando nos mexíamos. De tempos em tempos a mão direita dele saia do meu quadril e ia para a minha barriga, passava devagar os dedos nela, no meu umbigo, e voltava para o quadril. Começando a sentir calor, pedi para ele parar, tirei minha blusa, o sutiã e voltamos ao embalo.

Confesso que nesse momento eu não sentia quase nada. Não estava ruim, o pênis dele era bom, porém estávamos fazendo de maneira bem tranquila, e ele, antes de começarmos, me pediu “desculpas” por provavelmente não me satisfazer. Eu disse que entendia que aquilo era só um tratamento e não algo mais potente. Ele pediu para eu não fingir gemidos ou um orgasmo para agradar ele, e eu respondi que nunca fingia, se não sentisse nada ficaria quieta.

Ficamos vários minutos só no embalo, até que ele começa a distanciar um pouco o quadril dele e começa a penetrar e tirar quase inteiro (apenas a cabeça permanecia para dentro) e colocar inteiro novamente, porém com pouca força pois ele estava com medo de sentir dor ou desconforto.

Aos poucos ele foi aumentando a velocidade das penetrações e, devido à fratura, o pênis dele ficou um pouco curvado para cima, o que fazia com que uma parte dele, mais especificamente o “freio” que liga a pele à cabeça do pênis esfregasse numa certa parte minha, por dentro que começou a me dar mais tesão. De minuto em minuto a velocidade foi aumentando e eu estranhava o fato de não ouvir ele gemer, apenas algumas suspiradas pelo exercício do movimento que ele tinha que fazer com o quadril, e lembrei que ele não gemia porque não sentia quase nada na cabeça do pênis.

Então ele coloca a mão direita sobre o meu seio, começa a puxar de leve o bico e, respirando fundo, aumenta ainda mais a velocidade, fazendo com que, de maneira leve o quadril dele bata no meu bumbum, como se fossem uns tapinhas bem leves. Sinto o pênis dele entrando e saindo de dentro de mim bem rápido, e esse movimento fazia com que os lábios da minha vagina esfregassem no pênis dele bem rápido. Comecei então a suspirar e sentir aquela sensação gostosa quando estamos cheias de tesão.

Ele ouviu eu suspirar e começou a penetrar ainda mais rápido. Como eu estava bem excitada, o pênis dele deslizava pra dentro de mim com uma certa tranquilidade. Não era total pois era um pouco grosso então não tinha como entrar e sair tão fácil, até porque eu sou bem apertada. Quando ele aproximou o rosto de mim e começou a morder de leve a minha orelha e beijar o meu pescoço, fiquei doida de vez.

Comecei a dar alguns gemidos um pouco mais altos, soltando uns “oouu”, “uoouu”, “aahh”, “hmmm”, e ele começou a ficar ofegante pela movimentação. Tentei não me empolgar demais pois sabia que ele poderia parar a qualquer momento, por dor ou incômodo, mas a insensibilidade de boa parte do pênis dele fez com que ele penetrasse em altíssima velocidade durante muito, mas muito tempo.

Depois desses pequenos gemidos rolou uma silencio, umas suspiradas minha e então soltei um “uuuuuoooooo”, alto, pois estava muito gostoso, porém me arrependi na mesma hora pois fiquei com medo que ele pensasse que eu tinha gozado e parasse de penetrar, mas por sorte ele não parou por nenhum segundo.

Nós estávamos suados, ele principalmente pelo desgaste dos movimentos sem parar que, nesse ponto da história duravam vários e vários e vários minutos. Logo após o gemido alto, não demorou muito para que eu começasse a sentir aquelas ondas de choque e eu sabia que iria gozar.

Beijando o meu pescoço e com a mão direita agarrada no meu seio, numa velocidade absurda de penetração, ele começou a dar pequenos gemidos, e eu, depois de uns segundos de silêncio, com os olhos fechados, já em outro planeta, soltei uma suspirada com um leve gemido “óh” e depois de um segundo gozei com um “uuuóóóóó”, alto e intenso, que até me deixou um tanto envergonhada.

Ele então, ao perceber que eu tinha gozado, me abraçou, me beijou no pescoço, eu virei o rosto e dei um selinho nele. Perguntei se ele tinha gozado, ele fez que “não” com a cabeça, que ainda não conseguiria, mas me agradeceu pelo tratamento, que era o mais importante. Prometi a mim mesmo que, logo que eu tiver outra oportunidade, vou fazer ele delirar várias vezes comigo.

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Uma Comentário para “O Tratamento – parte 1”

  1. Olá.
    Dúvidas, críticas ou sugestões:
    isadoragrc94@gmail.com
    Obrigada.
    Isadora.

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