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O Tratamento – parte 2

  • Publicado em: 20 de setembro de 2017 13:22
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto, e hoje vou transcrever o que a Ana contou para mim sobre o encontro dela com o Diego (do conto O tratamento – parte 1). Para quem não lembra, a Ana é a mesma dos contos “Calor no chalé” e “Gritos no acampamento”. Aliás, aconselho que vocês leiam esses outros contos antes deste para que entendam um pouco das características dela.

A história … aconteceu no dia 07 de março de 2016, ou seja, dez dias depois do que aconteceu comigo, e que vocês podem ler, no conto “O tratamento – parte 1”. A Ana me ligou, dizendo que tinha uma história para contar, pois ela não consegue escrever o que rolou com ela, mas consegue contar para que eu transcreva da melhor maneira possível. Segue abaixo o que ela me contou. Ah, no final do conto vou fazer uma observação.

Era dia 02 de março de 2016 quando o Diego me ligou e eu não fazia a mínima ideia de quem era, até que ele comentou sobre alguns amigos que nós tínhamos em comum, e mais especificamente sobre o acampamento que tínhamos ido a alguns anos atrás. Consegui lembrar dele e do seu sorriso, que era muito bonito, e ficamos conversando por telefone durante algum tempo.
Nesta ligação ele me contou o que tinha acontecido com ele (leia O tratamento – parte 1), tudo o que o médico falou, sobre a cirurgia, recuperação e o tratamento. Foi aí que eu comecei a ficar tensa, pois comecei a perceber que ele estava me ligando por um motivo e não apenas para trocar uma ideia comigo. Comentei com ele que estava ficando com um garoto a uns 3 meses, mas o Diego disse que não estava pedindo envolvimento.

Antes de terminarmos de conversar por telefone, Diego me pediu para nos vermos pessoalmente e ele poder explicar melhor qual era o tratamento e como eu poderia ajudar. Falei para ele que era melhor não, que eu estava ficando com alguém, mas o Diego insistiu mais um pouco, continuei dizendo que não e ele desligou, mas antes me pediu desculpas por ter ligado.
Então, eu que sou uma idiota sentimental, comecei a me sentir mal, sei que você pode me achar boba, mas achei que tinha sido grossa com ele e que não precisava ter falado daquele jeito. Mandei uma mensagem para ele por whatsapp pedindo desculpas se fui grossa e que poderíamos conversar, pois amizade nunca é demais. Depois de uma meia hora ele me respondeu agradecendo pela amizade e pedindo mais uma vez para nos encontrarmos pessoalmente, como amigos para conversar. Eu disse que iria pensar e que responderia para ele no dia seguinte.

No mesmo dia meu ficante foi na minha casa e fizemos amor na minha cama. Era a quinta vez que acontecia, nos 3 meses que estávamos juntos, e novamente não tinha sido bom. Não era ruim, mas ele ficava muito empolgado e não aguentava muito tempo, mal dava para eu começar a sentir prazer e ele terminava, dizendo que era difícil se segurar pois eu era incrível, tinha um corpo lindo e etc.
Antes de dormir, nesse mesmo dia, fiquei pensando no Diego, no pedido de ajuda, no tratamento dele e no meu ficante. Como dizem, comecei a “colocar na balança” os prós e contras da relação, e percebi que o meu ficante só me procurava mesmo para transar e que não era de dar atenção para mim, ou seja, se eu precisava conversar ele não se mostrava tão disposto. Percebi o quanto ele era egoísta, mesmo depois de eu ter dito para ele que não gozava a 8 meses (a última gozada tinha sido em julho/2015).

No outro dia, 03 de março, não puxei papo com o Diego, e o ficante nem entrou em contato comigo. Na sexta-feira, dia 4, o Diego puxou papo comigo, perguntando se eu estava brava com ele e eu disse que não, nem motivo havia para isso. Ele então me disse que estava angustiado e que precisava falar comigo. Falei que tinha pensado e resolvi dar uma chance para que nós conversássemos pessoalmente. Feliz, ele me perguntou se poderia ser naquele mesmo dia, e eu disse que era impossível, pois minha mãe estava em casa, e no fim de semana (dias 5 e 6 de março) eu estaria na chácara da minha avó, pois era aniversário dela. Ele então perguntou quando poderíamos nos ver, e eu disse que só na segunda, dia 07.

E então, na segunda-feira, dia 07 de março de 2016, estava eu lavando louça logo após as 13 horas quando a campainha toca e eu vou atender. Vejo o Diego parado no portão com uma camiseta justinha, calça de moletom e tênis. Lembrei de como ele era charmosinho e que estava com um corpo legal, tinha evoluído desde que tínhamos nos visto há alguns anos atrás.

Ele entrou, me abraçou, disse que eu estava mais linda ainda e, quando me virei para irmos para a sala, percebi ele olhando para o meu bumbum, pois eu estava com um short jeans, que não era tão curto, mas era justinho. Sorri sem que ele percebesse e meu ego deu uma inflada.
Depois de uma conversa no sofá, ele me contou mais detalhes sobre a fratura, a recuperação e o tratamento. Disse que o pior era a coceira, que estava piorando desde a cirurgia e que ele não tinha como resolver. perguntei se doía e ele disse que não, só estava amortecido uma parte dele e que a coceira era o pior.

Então ele veio pertinho de mim, pegou no meu rosto e começou a me encher de elogios, disse o quanto eu era maravilhosa, e estava ainda mais linda desde que tinha me visto a alguns anos atrás. Antes que eu pudesse responder algo, ele me agarrou já me beijando e colocando a língua na minha boca. Afastei meu rosto, mas ele agarrou de novo, e, como eu sentia falta dessa pegada mais firme, acabei cedendo. Nos beijamos durante vários minutos e foi muito bom.

Quando ele atacou meu pescoço comecei a amolecer e sentir vontade de levar ele para a minha cama, porém fiquei com vergonha e não queria tomar essa iniciativa. Mas, felizmente, ele nem pensou e, me agarrando pela cintura ele me puxou no colo dele. Montei e ficamos nos agarrando.

Ele ergueu minha camiseta, e, vendo que eu estava com top sem sutiã, ele ergueu e começou a chupar meus seios, puxando os bicos com os lábios. Como eu sentia falta disso. Levantei do colo dele e disse para irmos para o meu quarto.

Chegando lá, deitei na cama e ele veio por cima, puxou meu short para baixo, tirou minha calcinha e começou a fazer oral em mim. Enquanto ele tirava embaixo, eu tirava em cima. Logo fiquei sem blusa e, acariciando o cabelo dele, sentia sua boca e sua língua em mim. Estava louca para transar, e ele percebeu isso.

Veio para cima e disse no meu ouvido: minha coceira está me matando. Eu então respondi: deixa eu coçar para você. Ele penetrou, eu dei uma gemidinha e, quando ele começou a fazer os movimentos, “abracei” ele com as minhas pernas e meus braços. Ele estava embalando e eu fiquei passando as mãos nas costas e no bumbum dele, sentindo seu pênis entrando e saindo de mim e eu sentindo que a cabeça do pênis dele tocava dentro de mim num local que me dava muito prazer.

Não demorou muito para que ele erguesse o corpo e começasse a penetrar mais rápido, porém sem dar “pancadas” por causa da cirurgia, mas a velocidade que ele estava fazendo começou a me impressionar. E impressionava ainda mais como ele não gemia e fiquei com receio que não estivesse bom para ele, mas então ele falou no meu ouvido: nossa que delicia isso, você é foda.

Ele começou a tirar e colocar o pênis bem rápido de mim e os lábios da minha vagina eram agitados com essas penetrações. Fechei meus olhos e comecei a dar umas gemidinhas enquanto segurava nos braços dele.

Poucos minutos depois meu corpo começou a reagir às penetradas que estava levando e senti um espasmo “nela”, o que fez com que eu desse uma gemidinha e emitisse um som, nem alto e nem baixo, mais ou menos um “oouummm”, mais sussurrado que gemido.

Ele ouvindo isso respirou fundo e deu leves pancadinhas, mantendo a velocidade das penetradas. Logo eu não me aguentei e de novo gemi, mas dessa vez o som que emiti foi um “uouu” “uuouuu” “yeees”. Sim, pode rir de mim, eu soltei um “yes” no meio da gemida, nem sei o motivo. Percebi que ele estava ficando cansado, pois logo depois que ele soltou um gemidinho, ele respirou fundo.

Aproveitando essa respirada, pedi para ele sair de cima, deitei de lado e ele veio atrás já encaixando o pau dele em mim. Erguendo minha coxa direita (não muito, cerca de um palmo), ele começou a me penetrar, tirando e colocando rapidamente, alternando entre penetradas profundas, em que parava por um segundo e voltava a penetrar rapidamente.

Peguei na mão dele, que segurava minha coxa, fiz ele pegar no meu seio direito e fechei minhas pernas, deixando o pau dele apertadinho dentro de mim (mas não apertado como eu deixei com o Erick ou o Renan, pois não queria machucar ele), mas o suficiente para ele dar umas gemidinhas.
Nessa posição eu já sabia que sentia um prazer imenso, então foi ele começar a penetrar mais rápido e eu já estava dando umas deliradinhas. O pau branquinho dele entrando e saindo dentro de mim, a mão dele massageando meu seio e eu com a mão direita na coxa dele.

Poucos minutos depois ele disse, sussurrando no meu ouvido, como se tivesse falando mais para ele do que para mim: que se foda, muito gostosa para eu me segurar. E então ele começou a dar umas bombadinhas, dando uns gemidos que eu não sabia se era de prazer ou de um pouco de dor.
Comecei então a dar umas suspiradas, umas gemidinhas e sabia que o clímax estava chegando.
Respirando fundo ele começou a bombar um pouco mais forte e muito, mas muito rápido, porém sem bater muito o quadril dele no meu, só dando umas pancadas mais leves, tranquilas. Logo o que eu esperava e queria a um bom tempo aconteceu. De olhos fechados senti aquele grande prazer e dando uma gemidinha, uma suspirada, a contorcida no corpo e um silêncio de cerca de três segundos, gozei (uuaaa uuuuuuaaaaa uuuaaa) com o meu braço direito abraçando a cabeça dele. Ele deu uma gemidas, me abraçou e ficamos descansando.

Perguntei se ele tinha gozado e ele disse que não, que ainda não estava conseguindo, mas me agradeceu muito pois tinha sido maravilhoso. Me ofereci para fazer ele gozar, mas ele não quis, dizendo que não conseguiria. Ficamos nos beijando durante vários minutos e ele foi embora. Depois desse dia, terminei com o ficante, pois percebi que não valia mais a pena.

Oi galera, aqui é a Isadora. Só quero fazer uma observação a respeito da Ana e a importância da mulher conhecer o próprio corpo. Ela sabe qual posição ela sente mais prazer ( de lado) e consegue reconhecer os sinais do corpo quando está próxima do orgasmo. Ela me contou que, essa “contorcida” no corpo e esse gemido/grito característico só existe quando ela tem um orgasmo forte, pois já aconteceu de ela gozar, mais fraco e não soltar esse gemido/grito.
Me contou que não sabe disfarçar e que não finge o gemido, ele apenas sai, é uma reação natural do corpo dela, uma característica própria. Ou seja, foram poucos os sortudos que ouviram isso vindo dela.

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Uma Comentário para “O Tratamento – parte 2”

  1. Olá.
    Dúvidas, críticas ou sugestões:
    isadoragrc94@gmail.com
    Obrigada.
    Isadora.

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