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O Tratamento – parte 3

  • Publicado em: 20 de setembro de 2017 13:22
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. E hoje é a terceira e última parte desta série com o Diego. Para que você saiba o que está acontecendo, aconselho a ler as partes 1 e 2. Como essa história envolve mais pessoas, tive um certo trabalho para obter as informações necessárias, pois tive que conversar com 4 pessoas, ouvi-las e então escrever o que você verá agora. A história aconteceu no… dia 19 de março de 2016, cerca de doze dias depois do que rolou com a Ana (leia a parte 2 dessa história).
O Diego voltou ao médico três dias depois de ter feito sexo com a Ana para que fosse feita uma nova avaliação do caso dele. O médico constatou que a glande (cabeça) do pênis dele tinha recuperado 10% da sensibilidade, o hematoma tinha desaparecido, mas a coceira ainda continuava, não tão forte quanto antes mas ainda irritante. Quando questionado sobre o tratamento, Diego respondeu que estava fazendo o máximo possível e o médico disse para ele continuar e não se masturbar.
Saiu do consultório pensando no que iria fazer, pois não sabia mais para quem ligar e não queria tentar de novo com as garotas que ele tinha se envolvido a pouco tempo (Isadora e Ana), pois tinha receio que elas pensassem que ele estava abusando delas. Ainda pensando nisso, eis que ele encontra um amigo, que tinha feito um curso de programação com ele a alguns anos atrás, e que estava junto com a namorada, uma morena baixinha, com um sorriso bonito.
Quando chega em casa, decide entrar em contato com esse amigo e fazer um pedido muito arriscado, que poderia não só acabar com a amizade entre eles como ocasionar uma briga ou coisa pior. Ele pede ajuda para esse amigo, ou mais especificamente, para a namorada ele.
Contando, por telefone, toda a história da fratura, cirurgia e tratamento, Diego desabafa para o amigo, detalhando o máximo possível para que aquilo fizesse com que o amigo ficasse tocado pela história. Ao terminar essa parte, o amigo pergunta como Diego está fazendo para se tratar, e o nosso protagonista, aproveitando a deixa, revela que está complicado e aí faz o pedido.
O amigo fica em silêncio do outro lado da linha por vários segundos e Diego pensa que ele deve estar bravo ou algo assim. Então o amigo calmamente fala que teria que conversar com a namorada, que não seria nada fácil convencê-la, mas que tentaria pela amizade. Sem acreditar no que ouviu, Diego desliga o telefone e aguarda a resposta.
O amigo então vai conversar com a namorada, mas antes de dizer o que Diego queria, ele conta toda a história para ela. Atenta, ela faz cara de quem está curiosa, atenta e, ao saber da fratura e cirurgia, faz cara de dor. Ao terminar a história, ela pergunta como o Diego tem que fazer o tratamento, o namorado responde e ela fica pensativa.
O namorado então conta sobre a ligação de Diego e o pedido dele. Ela então fica séria, fecha a cara e diz que não acredita que ele está propondo aquele tipo de coisa. Tentando explicar a situação, o namorado diz que o Diego era um cara muito legal, porisso ele está falando aquilo, se fosse outra pessoa nem comentaria. Ela então diz que não quer mais falar naquilo e muda de assunto.
Porém, depois de chegar em casa, tomar banho e ir deitar, ela começa a lembrar do que o namorado falou, relembra a cena deles se encontrando na rua e morde os lábios pensando no sorriso de Diego, no jeito “malandro” que ele tem e como aquele “tratamento” poderia ser bom também para ela e não só para Diego. O amor pelo namorado é imenso, isso ela não tem dúvidas, porém, o fato de eles só transarem numa posição (ela por cima, pois as outras ele não aguenta muito tempo), faz com que ela não ache o pedido tão ruim assim.
No outro dia, ela chega na casa do namorado e, depois de assistir um filme, ela puxa de novo o assunto do Diego, fala que pensou muito sobre aquilo e que tinha medo de que algo rolasse e o namoro deles terminasse. O namorado então a consola, dizendo que nada acabaria com o amor dos dois. Ouvindo isso, Ana Paula pede para o namorado ligar para o Diego e marcar um dia com ele na casa do namorado.
O namorado liga para o Diego, que, surpreso, contente e aliviado (pois a coceira o está incomodando novamente), agradece o amigo e diz que irá quando a namorada dele puder ajudá-lo. E isso acontece no sábado, 19 de março de 2016, perto das 14 horas.
O namorado estranha quando Ana Paula chega na sua casa, naquele sábado chuvoso, porém abafado, antes do meio-dia usando uma saia jeans branca. Não que ela não pudesse usar, ele não ligava, porém ele tinha visto ela vestida assim apenas uma vez nesses quase três anos de namoro. Ela estava do mesmo jeito de sempre, porém mais arrumada.
Sua mudança de comportamento apenas começou quando, depois das 13:30 ela começou a ficar um tanto impaciente, pois o Diego não tinha marcado um horário certo para chegar lá, apenas disse que iria após o almoço. Notando isso, o namorado puxa ela para perto dele no sofá e a abraça. Quando tenta beijá-la ela dá um simples selinho e volta a apenas encostar-se nele. Ao tentar tocá-la por baixo da saia – o que ela sempre gostou – ela tira a mão e diz que não.
Quando Diego chegou, ela ficou sentada no sofá, apenas observando o jeito dele e do seu namorado. Então o namorado sentou perto dela, o Diego em outro sofá e começaram a conversar. Ele então explicou tudo o que tinha acontecido, inclusive sobre o tratamento que o médico passou. Ela não estava acreditando, então Diego mostrou os exames, atestados e recomendações médicas. Ela reparou que, enquanto conversavam, ele ficava passando a mão de leve no pênis, por cima da calça, apenas disfarçando.
Após poucos minutos de conversa, ela chamou o namorado e pediu para ir com ela na cozinha, pedindo para o Diego esperar que eles já voltariam. Chegando no outro cômodo, ela fala para o namorado que tinha pensado melhor e que não queria mais fazer nada com o rapaz. O namorado então disse que a decisão era dela, se não queria mais, estava tudo bem. Voltando para a sala, continuaram conversando.
Começaram então a falar sobre outros assuntos, e ela ficava reparando no sorriso de Diego, na maneira sexy que ele olhava pra ela. O problema é que ela ainda estava ‘encanada’, pois olhava para o namorado e sentia-se mal, como se estivesse traindo ele, mesmo sem ter feito nada.
Porém, ela percebia que Diego ficava com a mão cada vez mais tempo no seu órgão e de tempos em tempos fazia uma careta como se algo estivesse incomodando ele. Ela então pergunta se está tudo bem com ele. Disfarçando, ele diz que sim. Mas aquilo foi piorando e ele começou a cruzar e descruzar as pernas.A sensação, segundo ele, é igual aquela coceira que nós sentimos no meio das costas e não alcançamos para coçar.
Ela então olha para o namorado, que está distraído jogando no celular, olha para o Diego, respira fundo e diz olhando para o namorado: vou para o teu quarto. Cerca de um minuto depois, o namorado olha para o Diego e faz um sinal com a cabeça, para ele ir também.
Ao entrar no quarto, Diego vê a namorada do amigo deitada de lado, de costas para ele, só de calcinha fio dental e descoberta. Ele então fica parado, sem saber o que fazer, tem receio de chegar perto e ela se afastar. Quando o namorado dela chega e fica parado na porta, Diego olha para ele, como se perguntasse “o que eu faço?”. O namorado dela então dá um leve sorriso e, mais uma vez com a cabeça dá o sinal positivo.
Devagar Diego avança, passa a mão levemente na cintura e quadril del, descendo até a metade da coxa direita. Então ele pega no seu pênis e passa a mão levemente, no instinto de coçar, porém sabendo que não conseguiria. Ele então tira a camiseta, se abaixa e começa a dar alguns selinhos nas costas e no bumbum dela. Ela não se mexe, e isso o incomoda.
Deitando atrás dela, ele começa a beijar a nuca, afastando o cabelo dela com a mão. Isso faz com que ela sinta um arrepio, que ele percebe facilmente. Com a mão direita, ele abaixa a calcinha dela, fazendo deslizar pelas pernas. Ela apenas ergueu um pouco uma das pernas para que ele consiga tirar totalmente.
Ele se aproxima, coloca uma das mão entre as pernas dela e, beijando o pescoço começa a tocá-la, de leve, fazendo movimentos circulares. Ele percebe que ela apenas fechou os olhos e respirou um pouco mais forte.
Poucos minutos depois, ele tira a calça e as meias e posiciona-se mais uma vez de conchinha. Ela então, na primeira atitude, coloca a mão direita para trás e começa a massagear o pênis dele, apenas deslizando a mão para cima e para baixo, de vez em quando tocando no saco dele, mas tudo por cima da cueca. Ela percebe que, é um pouco maior que o do seu namorado, provavelmente uns 3 ou 4 centímetros. Mas o que mais a excita é que aparenta ser bem mais grosso.
Ainda tocando ela, Diego sente o seu pênis endurecer cada vez mais, principalmente agora que a namorada do amigo está fazendo uma boa massagem, apesar de piorar a coceira. Como se estivesse lendo sua mente, ela pergunta sem olhar para ele (aliás, ela não olhou em nenhum momento): está coçando muito ainda? E ele apenas responde: muito. E ela pergunta de novo: desde o começo da conversa, lá no sofá? E ele mais uma vez responde: sim. Numa última pergunta, ela fala sorrindo, com a mão direita agarrada no saco dele: De zero a dez, qual o nível da coceira?. E ele responde: onze. Ela diz: nossa. E ele complementa: está insuportável.
Ela então tenta abaixar a cueca dele, e ele, vendo que ela não conseguiria, ajuda e joga ela no chão, ao lado da cama. Sentindo que já não tinha nada para impedir, ela pega o pênis dele, “abraçando” com a mão direita, ergue um pouco a coxa direita e posiciona “ele” na entrada da vagina dela. Diego então empurra, fazendo com que a cabeça passe com um pouco de dificuldade e entre dentro da namorado do amigo.
Num segundo “empurrão”, Diego coloca o resto do pênis dentro dela, fazendo com que a garota de um leve gemido ao sentir o membro grosso entrando dentro dela.
Ele então começa a penetrar ela tirando e colocando quase inteiramente o pênis dele, fazendo com que os corpos dele fiquem embalando no mesmo ritmo. Ela pega na mão dele, que está no quadril dela e faz com que ele a abraçe, apoiando a palma da mão na barriga dela.
Sentindo que ela está gostando e mais relaxada, Diego cola o corpo dele no dela e começa a empurrar mais fundo, o que acaba fazendo ela dar um gemidinho baixinho nos 3 ou 4 primeiros movimentos.
Como o pênis ainda não está 100% sensível, Diego logo começa a penetrar mais rápido, tirando e colocando o membro dentro dela deixando apenas a cabeça dentro da vagina. E o efeito é parecido com o que aconteceu com a Ana (O tratamento – parte 2) pois a namorada do amigo começa a se entregar.
Desacostumada com uma maior velocidade na penetração, ela fecha os olhos e começa a sentir um forte prazer. O namorado, em pé na porta do quarto, percebe que ela está com uma expressão no rosto de quem está quase “delirando” de prazer.
Diego então começa a sentir vontade de bombar, mas ainda tem receio que sinta alguma dor. Porém, ao sentir a namorada do amigo apertar a sua mão e dar uma espécie de suspirada, misturada com gemido, ele respira fundo e, distanciando um pouco o corpo dele do dela começa a bombar, no começo bem de leve.
Após alguns minutos, sentindo que nada doía (e a namorada do amigo dando umas 3 suspiradas e uns dois gemidinhos), ele respira fundo mais uma vez e pensa: foda-se, vou com tudo. E começa a bombar como nos velhos tempos, antes da fratura.
Pegando de surpresa, ela leva um susto e o seu prazer aumenta muito, fazendo que ela ela emita um som, tipo um “oooohh” curto porém um pouco alto. Ouvindo isso, Diego começa a penetrar mais forte e mais rápido. Ao sentir uma “fisgada” no pênis, ele fecha os olhos mas continua em grande velocidade.
O namorado então olha para ela e percebe, na expressão facial que ela logo gozará. E é o que acontece. Suspirando umas 3 vezes e prendendo a respiração (como ela fazia instintivamente quando raramente gozava), ela gozou, emitindo um “hhmmmm” e logo em seguida um “oooohhhh ooohhhhh” alto e potente.
Diego então começa a gemer, não acreditando que finalmente gozará depois de todo esse tempo.
A namorada do amigo então surpreende pedindo pra ele se afastar, ela levanta e fica de quatro. Ele vai atrás, penetra e começa a bombar com força, logo o prazer retorna e ele sente que não vai demorar para que ele consiga gozar.
Sente toda aquela sensação prazerosa, que precede o gozo passando por todo o seu corpo. Seu pênis está quente e pulsando furiosamente enquanto entra e sai de dentro dela.
Dando pancadas firmes, com o corpo dele batendo no dela e ele empurrando o mais fundo possível, ele a ouve suspirar novamente.
Não aguentando mais, Diego dá uma gemida mais alta e, dando algumas pancadas fortes goza, sentindo seu coração batendo forte. Enquanto gozava, ejaculava intensamente.
Ela então levantou e, sentindo escorrer o gozo dele pelas pernas dela, foi tomar banho. Ele colocou a roupa e voltou para a sala. Olhando para o amigo disse: ela é incrível, parabéns.
No portão, antes de entrar no carro e ir embora, ele abraçou a namorada do amigo e, antes de agradecer, surpreende-se quando ela diz: obrigada. Ele responde: eu que agradeço.

Obs: oi, sou eu, a Isadora. Quando questionei a menina sobre o motivo de ela ter agradecido, ela me disse que foi o orgasmo mais forte que ela já tinha sentido, e, reconhecendo o esforço do Diego resolveu agradecer.

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Uma Comentário para “O Tratamento – parte 3”

  1. Olá.
    Dúvidas, críticas ou sugestões:
    isadoragrc94@gmail.com
    Obrigada.
    Isadora.

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