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Pequenas traições de uma mulher casada

  • Publicado em: 5 de setembro de 2016 11:59
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(escrito por Kaplan)

Sim, a mulher casada do título é a Meg, que andou transando sem me contar e registrou essas pequenas traições num caderno que descobri.
Uma delas aconteceu no condomínio onde a irmã dela tinha casa, que frequentávamos bastante. Lá ficamos conhecendo diversos vizinhos e foi com um deles que rolou um encontro que, ao que parece, foi o único entre eles. Deixemos a narração dela nos contar como foi.

“Conheci o Benito ontem e ele me chamou muito a atenção. Cara bacana, espirituoso, boa conversa. Ficamos na piscina da casa de minha irmã e eu admirava a sunga, ou melhor, o que havia dentro da sunga dele. E via que ele me devorava com os olhos. Sabe aquela química que bate de vez em quando? Pois foi isso que aconteceu.
Ele era solteiro, morava sozinho numa bela casa, em rua próxima. Ficou admirado de saber que eu era casada e meu marido não estava. Antes que ele viesse com aqueles papos tolos de que “como seu marido deixa você assim”… já fui avisando que ele não tinha ido porque estava trabalhando e não iria me deixar presa em casa. Eu tinha liberdade pra ir e vir. Ele gostou de saber. E batemos longos papos o dia inteiro. Me disse que adorava morar ali, era tranquilo, perto da cidade, bem seguro. Falou, e acho que isso foi um recado pra mim, que nem trancava as portas da casa. Elas ficavam permanentemente abertas, só quando ele saía para trabalhar é que trancava. Realmente, a segurança daquele condomínio era um ponto alto. Vigilantes passavam o dia e a noite inteira de motos, percorrendo todas as ruas. Todos ali ficavam bem tranquilos com relação à segurança.
A química continuava alta. Para esfriar um pouco, entrei na piscina. Ele veio atrás, me elogiou, dizendo que nadava muito bem, ficamos conversando no canto mais longe da churrasqueira onde a maioria das pessoas estava. Havia música, o que impedia que as pessoas ouvissem o que nós conversávamos. Não era nada demais, mas eram coisas nossas, que nos faziam conhecer um pouco mais sobre o outro e que aumentava o tesão que eu já estava sentindo.
Quando ele se despediu, fui com ele até o portão da casa e brinquei, dizendo que no dia seguinte, pela manhã, eu iria verificar se ele, de fato, deixava a porta da casa dele destrancada. Ele sorriu, garantiu que sim e me mandou um beijo. Eu estava disposta a fazer aquela verificação sim, e acordei bem cedo, pus uma camisa e uma minissaia e fui, sem ninguém me ver.
Ele não mentira. A casa ficada destrancada e eu entrei sem problemas. Vi que ela tinha dois pavimentos, embaixo ficavam a sala e a cozinha, um lavabo. Logo, os quartos ficavam no pavimento superior. Subi as escadas e o achei, ainda dormindo, num quarto que tinha uma cama de casal. Ali, com certeza, era o “abatedouro” dele. E eu ia ser “abatida” naquela manhã.
Eu queria ser.
Subi na cama e o acordei, passando a mão no pau dele. Um lençol o cobria e eu percebi que ele estava nu. Ele me olhava, sorrindo. Levantei, tirei a camisa, tirei a saia. Fiquei só de calcinha e não parava com o corpo, rebolava bastante. Fiquei de costas e rebolei o bumbum, depois fiquei de frente e tirei a calcinha, exibindo-me por inteira a ele. O lençol já estava levantado naquela região estratégica e eu entrei por baixo dele e fui até onde eu desejava: um pau grande e duro me esperava para ser chupado, o que fiz com prazer.
Ele me puxou para ficar com meu corpo em posição contrária ao dele. Sim, ele queria um 69 e foi o que fizemos, muito gostoso. A língua dele me provocava belas sensações e eu imaginava que o pau dele dentro de minha boca também deveria proporcionar-lhe bons momentos.
Virei o corpo, fiquei de frente pra ele e sentei naquela dureza de pau. Levei meus seios até sua boca e ele mamou por alguns instantes.
Pulei, pulei bastante, olhando o tempo todo para ele e vendo a cara de felicidade dele. Depois virei o corpo e fiquei cavalgando de costas para ele, mostrando minha bunda, meu cu… eu daria tudo que ele quisesse… mas ele se contentou com minha xotinha.
Depois de me fazer gozar cavalgando, ajoelhou na cama, me pôs de quatro e me comeu até gozar copiosamente. Tinha sido uma trepada fantástica, muito boa! Me despedi e saí, voltei pra casa da minha irmã que já tinha levantado e fazia o café. Me olhou com uma cara de censura. Ela tinha certeza do que eu fizera, e não concordava com isso. Mas o importante é que eu gostei, e muito. Mas não tive vontade de procurar Benito de novo.”

“Outro sexo casual interessante e que gostei muito foi quando estive passando férias, sozinha, pra variar, na casa de praia de um grande amigo, o Vicente. Era amigão mesmo, nunca acontecera nada entre nós, só que a convivência durante uma semana, naquele clima de sol e mar… rolou! Claro que ia rolar.
Além da praia, ele tinha uma piscina em sua casa. A caseira vinha cedo, preparava o almoço, arrumava a casa e ia embora lá pelas 14 horas. E ficávamos os dois, somente os dois lá. Nem sempre ficávamos, às vezes saíamos da praia bem mais tarde e, ao chegar, uma chuveirada e uma entrada na piscina. Ele sempre respeitoso, mas eu via os olhares dele para mim quando eu estava de biquíni. E fui ficando com tesão, então depois de uns três dias resolvi fazer uma provocação e tanto.
Tínhamos ido cedo para a praia, como nos demais dias. E eu disse a ele, por volta do meio dia, que queria voltar, ia preferir a piscina. Ele fez minha vontade, quando chegamos a caseira ainda estava lá, almoçamos e ficamos vendo televisão enquanto ela terminava a arrumação. Quando ela se despediu, eu perguntei se ele se importaria de eu tomar sol pelada. Falei que gostava muito de queimar por inteiro e já que estávamos só nós dois ali… podia? Ele disse que sim, então fui para a piscina, tirei o biquíni e entrei nua na água.
Aí eu vi que o Vicente pulava dentro da piscina e nadava em minha direção. Eu estava em cima de uma bóia, ele via meu corpo por inteiro, de bumbum pra cima. Empurrou-me para a parte mais rasa da piscina e elogiou meu bronzeado. E tomou coragem para passar a mão em meu corpo, me arrepiando toda. Aí vi que havia um volume suspeito na bermuda dele. Saí da bóia, fiquei em pé ali junto dele e mandei ver. Tirei a bermuda e vi o pau dele saltar, feliz da vida. Chupei, ah, como chupei! E ele não parava de gemer e falar que não devíamos estar fazendo aquilo. Irritou-me, o mandei calar a boca e falei claro, curto e grosso: Eu estou a fim e você também está. Vamos em frente, esquece o resto do mundo, somos só nós dois aqui. Só assim que ele se acalmou e parou de falar. E logo me carregou para uma espreguiçadeira onde me comeu de ladinho. Gostoso, delicioso… e me deu o leitinho para eu tomar! Nunca mais eu e Vicente transamos, acho que ele ficou com vergonha de ter “traído” o Kaplan…”

“Ah… e teve também um sexo casual com um cara que morava num prédio quase em frente ao nosso. Depois que eu o conheci, fiquei sabendo que se chamava Lauro. Foi Kaplan quem me chamou a atenção um dia, dizendo que tinha uma pessoa com binóculo olhando para nosso apartamento. Nossa janela estava com as cortinas abertas, eu estava na cama, coberta, e ele se preparava para ir trabalhar quando observou a tal pessoa. Na hora não me chamou a atenção, mas quando levantei, nua, pra variar, tive a curiosidade de olhar para o prédio e vi que havia ainda um cara com binóculo olhando em minha direção.
Rapidamente peguei uma luneta e olhei para ele que, assustado, se escondeu. Não o vi mais.
No dia seguinte, no entanto, lá estava ele de novo e dessa vez não fugiu quando olhei com a luneta. Pelo contrário, ficou mexendo no pau, dando a entender que estava excitado ao me ver nua. Peguei uma folha de papel e escrevi com hidrocor, bem forte: Tira a calça!
Fiquei olhando e esperando, ele tirou e me mostrou um senhor pau duro e ficou se masturbando. Aquilo me deixou com tesão. Fiz sinal de que ia me vestir e descer e queria conversar com ele.
Quando cheguei na portaria do meu prédio, vi que ele estava do outro lado e fui até lá. Era simpático, um pouco mais velho do que eu. Falou-me o nome, me apresentei e perguntei porque ele ficava olhando de binóculo e se era só a mim que ele olhava. Foi sincero, disse que olhava para todas as janelas abertas que ele via, que já tinha visto muitas pessoas nuas, mas que depois que me viu, levantando nua, caminhando nua pela casa, desinteressou-se dos demais e só olhava para minhas janelas. Isso mexe com a gente… adorei saber disso. E ele me pediu que, no dia seguinte, fizesse um striptease pra ele ver. Achei gozado, ele já tinha me visto sem roupa alguma e queria que eu aparecesse de roupa e fosse tirando… ah! Os fetiches…
Resolvi fazer. Não senti medo com ele, pelo contrário me pareceu pessoa muito educada. Então atendi ao desejo dele e fiz um belo striptease na manhã seguinte. Fiz uma surpresa, quando acordei, sai da cama sem levantar, só me arrastando debaixo da coberta, então ele não me viu, só viu quando apareci na frente da janela, já vestida com a roupa que escolhera para fazer o strip.Coloquei uma música e dancei, da maneira mais sensual que pude, e fui tirando o vestido, o sutiã, a calcinha. Quando acabei, peguei a luneta e tive a surpresa de ver que ele estava nu, batendo uma punheta. Deu para ver o exato momento do gozo e o leitinho voando na sala. Nossa, como aquilo mexeu comigo. Ia escrever uma coisa, mas vi que ele já tinha saído, e não o vi mais naquele dia.
Na manhã seguinte, vendo-o lá, escrevi o numero do meu apartamento num papel, mostrei a ele e fiz um gesto chamando-o. Eu resolvi que ia transar com ele, estava com tesão com tudo que acontecera. Fiquei só de calcinha esperando ele chegar e quando ele chegou me viu, ajoelhda no chão da sala, caminhando na direção dele como se fosse uma gatinha, ou uma leoa, ou uma tigresa no cio, doida para encontrar um macho da espécie…
Cheguei até onde ele estava e já fui tirando a calça, vendo o volume na cueca que também tirei para poder fazer um boquete nele. Estava cheiroso, devia ter tomado banho antes de pegar o binóculo.
Então me levantei e pude sentir a pegada dele. Mãos na minha bunda, apertando, lábios me beijando, mãos nos meus seios… maravilhoso!
Levei-o para a cama, deitei-o lá, com as pernas no chão, me ajoelhei entre elas e masturbei-o e chupei-o. Observava a cara dele, uma felicidade imensa estava estampada ali. Sentou-se e me beijou a boca. Voltou a ficar deitado, coloquei o pau dele entre meus seios e fiquei esfregando-os nele. Batia com o pau nos meus biquinhos, estava achando ótimo que ele me deixava à vontade para fazer o que eu quisesse.
E fiz o que gosto, sentei no pau dele e cavalguei, depois ele me comeu de ladinho, de quatro, tudo em cima da cama. Nem preciso dizer que gozei demais com o Lauro.
O interessante é que nunca mais ele me olhou com o binóculo dele…”

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