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Pequeno Moranguinho

  • Publicado em: 28 de dezembro de 2015 10:44
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Certo dia em meu local de trabalho fui convidado por um amigo para registrar algumas imagens. Ele sabe que gosto de fotografar e em virtude disso aceitei. No dia e horário marcado lá estava eu com minha câmera pronto para registrar tais imagens. Todavia as imagens em questão foge do padrão que estou acostumado, sempre fotografei paisagens e abstratísmo.

A sessão em questão era algo novo e ao mesmo tempo excitante. Não entrarei em detalhes sobre as fotos, pois diz respeito apenas aos presentes, pois não são imagens “para todos seres humanos”, requer uma certa vivencia sobre o tema para compreender a proposta. Mas em certo momento algo mexeu comigo. Esse algo era uma pequena ruiva, risonha, seios fartos e deliciosos que tive o prazer de ter como modelo e registrar belas imagens. Mas infelizmente nesse mesmo dia tinha, um compromisso profissional (trabalho a noite). E assim fui trabalhar, mas antes de ir. Pude sentir seus lábios, a pele, o calor que esse Pequeno Moranguinho possuía.

Mas o destino, sempre apronta suas peripécias e fui agraciado com uma, que aceitei maravilhosamente. Por motivos de força maior, não foi possível trabalhar. Assim tive uma noite de prazer e satisfação em tão distinta companhia.
Ao nos reencontrarmos, ela estava sonolenta, inicialmente manteve uma certa postura. Mas tenho certeza que meu olho me traia, dizia o que deseja. Conversamos durante alguns instantes, vendo algo na tv, enquanto bebia. Ela em certo momento, me convida para deitar com ela. Um convite inesperado. Mas desejado. Deito ao seu lado, e ela se agasalha em meus braços. Sinto o calor de sua pele, sua respiração, seu perfume.

Me descontrolo, viro seu rosto e nos beijamos. Um beijo terno, de boa noite. Mas que foi esquentando. Ela se vira para mim. Minhas mão começam a deslizar por seu corpo, nossa respiração muda. Sentimentos que não consigo colocar em palavras. Desejo, tesão, lascívia. São as palavras mais simplórias para expressar. Mando que ela retire o sutiã, ela obedece. Submissa aos nossos desejos. Beijo, acaricio, dou leves mordidas, chupo. Vou descendo por seu corpo, lambendo, mordendo…
Até chegar em seu púbis. Tiro seu shorts, puxo sua calcinha para o lado e começo a chupar. Primeiro descontrolado pelo tesão. Depois compassado e controlado pelo desejo de lhe proporcionar prazer. Não sei por quanto tempo fiz isso, mas me recordo de um ruído vindo do lado. De alguém que virava em sua cama, mudando a posição ao dormir. Paramos momentaneamente, beijamo-nos, com cara de safados, maliciosos. Então a amiga volta a ressonar. O som mais ingênuo e para nos excitante pois podemos continuar.

Não resisto, pego uma camisinha, começo lhe penetrar. Seu olhar explicita o desejo. Seu corpo responde. E o desejo assume o controle de nossos atos. “Nos amamos, nos comemos, nos fudemos” queremos dar e receber prazer. Em certo momento, a penetração fica difícil, mando que ela fique de 4. Ela novamente obediente faz o meu desejo. Vejo seu corpo, nu, vulnerável, meu (nesse momento). Puxo seu cabelo e busco seus lábios. Seu beijo agora esta diferente. Safado, putano. E isso me deixa com mais tesão ainda. Penetro novamente, mas ela é muito safada. Aperta com a vagina, proporcionando novos prazeres. Mas dificultando a penetração, tesão e luxuria são as palavras para descrever esse momento. Depois de alguns instantes, volto a chupa-la. Ela geme baixinho. Segura o gemido. Se entrega a esses prazeres, se torna uma puta, uma safada. Não. Uma mulher com desejos que quer realizar. Então puxa meu cabelo, pede pra enfiar um dedo, assim faço. Digo que vou enfiar dois, três…
Ela se abre mais, lasciva, cadela, MULHER. Brincamos um com o outro, falamos coisas desconexas. Coisas que apenas dois amantes podem entender. E assim posso dizer que nos realizamos. Porque pude perceber seu orgasmo, seu gozo.
Depois de mais alguns instantes volto a penetra-la. Ela continua quente, receptiva, insaciável. Ela me recebe todo, dentro dela. Entrega-se, goza, geme. Pede mais. Pede para não parar. Me deixa louco. Me pede pra gozar, me morde, me arranha e goza. Mordo seus lábios, mordo seus seios.(…) Me entrego totalmente, sem controle, sem pudor. Coloco seu corpo sobre o meu, acaricio seus seios, vejo em seus olhos que falta algo. Mordo o biquinho, ela geme. Mordo novamente. Ela enterra tudo em sua bucetinha quente. Acelera os movimentos, gemendo, fala pra não parar. Seguro sua cintura e puxo seu corpo para o meu, ela levanta a cabeça, seus seios balançam em frente minha boca. Tento abocanhar, ela me ajuda. E ao conseguir. Seu corpo responde. Assim puxo seu cabelo e tento beijo seus lábios, para abafar os gemidos. Aperto seu corpo, penetro fundo, ela tenta respirar, aperto mais ainda seu corpo, mas sinto meu orgasmo se aproximando e paro. Afinal, quero ver ela gozando novamente.

Saio de baixo de seu corpo e começo a lhe acariciar, lhe pergunto:
– Já recebeu massagem pubiana? A resposta é não.
Começo acariciar seu púbis, descendo em direção aos grandes lábios, fazendo movimentos na parte entre a coxa e a vagina. Ela se contorce, eis o troféu para todo homem , quando tem uma mulher caliente em suas mãos. Com força, vou massageando-forçando, pubes, grandes lábios e clitóris, aperto, puxo, massageio, exponho seu grelinho e suavemente vou tocando ele, depois fricciono com mais força. Ela geme e rebola, enfio um dedo em sua bucetinha, ela levanta a perna. Coloco 2. Ela empurra o corpo para baixo, coloco 3. Ela faz cara de prazer. Rapidamente faço meus dedos entrarem e saírem, ela segura meu braço, minha mão e rebola. Tento morder seu pubes e vagina, ela solta minha mão e consigo. Ela tapa a própria boca pra não gritar. Em instantes vejo seus músculos tensos, sua respiração ofegante, goza gostosamente se entregando totalmente. Beijos seus lábios e vejo seu corpo relaxar, deito ao seu lado e acaricio seu corpo, ela se “aninha” ao meu corpo e braços. Seguro seu seio e sinto seu coração, acelerado. Nossos corpos suados, o desejo parcialmente saciado. Para em breve começarmos tudo novamente. Beijo suas costas e ficamos assim durante alguns momentos. Sentindo a respiração voltar ao normal. Até que ela ressona suavemente, quase dormindo, serena e angelical. Para então desmaiar em meus braços.

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  • Autor: Curle
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