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perdi o cabaço

  • Publicado em: 21 de janeiro de 2007 06:06
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá! Sou carioca, bonito, 24 anos, branco, 1,70 de altura, 63kg, olhos e cabelos castanhos. A galera me chama de Lipe e os mais chegados de lipinho. Sou bastante querido por todos, só não fazia idéia do quanto! rs… Vou contar o que aconteceu semana passada. Era sexta-feira, tinha trabalhado a semana toda, estava muito cansado, mas mesmo assim resolvi sair com a galera pra balada. A semana tinha sido bem desgastante e tudo que eu queria era zoar muito! Saímos, eu, Diogo, Pedrão, Luizinho, Carol e a Tati pra uma boite/bar hétero, pois não frequento o meio gay, bem conhecida aqui na zona sul do RJ. Durante toda a noite falamos muita merda e rimos pra caralho, sempre acompanhado da boa amiga cerveja e eu e a Tati só na caipirinha. Fui levantar pra ir ao banheiro e senti q já tava meio tonto da bebida… mesmo assim continuei entornando todas. Lá pelas 3:30h da madrugada, eu perdi totalmente a noçao. O efeito do àlcool já tinha se entranhado em mim e já enxergava tudo embaralhado e nem conseguia me levantar sozinho. Não me sentia enjoado nem nada, só bebadaço, já não falava direito e minhas reações tavam falhas. Na hora de ir embora, meus amigos vendo o meu estado, acharam melhor que eu não voltasse pra casa assim. O único que mora sozinho é o Pedrão, então ele logo se prontificou a me levar pra casa dele até eu melhorar. Decididos, pediram a conta, até pagaram a minha pq nem a cateira eu conseguia pegar, e cada um foi pra sua casa, menos eu que fui com o Pedrão. Eu desmaei no sofá da casa dele assim que cheguei. Lembro que eu consegia ouvir e ver algumas coisas embaçadas, só não conseguia me sustentar em pé. Lembro do Pedrão falando comigo que iria me botar no chuveiro pra eu melhorar e assim o fez. Tirou toda a minha roupa, fazendo piadinhas do tipo ´hmm.. que corpinho delicioso!´, ´sabe que cú de bêbado não tem dono né?!´, ´olha o risco q vc tá correndo.. eu na seca e vc inteirinho a minha disposição!´ e rindo. Eu também só conseguia rir e resmungar “colé brother, sou macho rapá!´. No fundo nós dois távamos tomados pelo tesão e cheios de vontade de dar aquela gozada! No chuveiro, o Pedrão começou a me ensaboar, sempre me zoando, dizia que eu tava dando trabalho e que eu tinha que recompensar isso. De repente ele começa a ensaboar minhas pernas, minhas coxas, até que chega na minha bunda e continua ensaboando. Na hora meu pau subiu, ele percebeu e falou baixinho o meu ouvido: ´macho né! to vendo..´. Nisso já começou a ensaboar mais, com uma mão na minha bunda e outra no meu pau. Dae começou a me punhetar e enfiar um dedo no meu cú. Eu só gemia… tava muito gostoso. De repente ele parou, tirou o sabão do meu corpo e disse: ´bora pra cama lipinho…´. Me enrolou numa toalha e me levou no colo até seu quarto. O Pedrão é daqueles caras marombados, alto, fortão, muito gente boa, amigo de todas as horas. Ele me botou na cama, pelado mesmo e foi tomar banho. Eu nessa hora apaguei. Depois de um tempo senti ele todo cheiroso deitando na cama também. Eu só abri os olhos e fechei de novo, pq tudo que eu queria naquela hora era dormir. Mas ele tava com mais disposição. Começou a me abraçar, me cheirar, dar umas lambidas no meus pescoço, orelha, e falou no meu ouvido baixinho: ´não to conseguindo resistir…´. Meu pau subiu de novo e o abracei lá na cama, meio dormindo. O Pedrão começou a se esfregar muito em mim, sentia que ele tava peladão, com o pau duraço também, com o tesão a mil. Me botou de lado e ficou dando pinceladas com o pau na minha bunda. Ele, sempre baixinho no meu ouvido, perguntou: ´vc deixa?´. Eu só me lembro de ter resmungado um sim. Era o que ele queria ouvir. O amasso foi ficando mais intenso. Ele me dava chupões no pescoço, peito, barriga, até que resolveu me comer. Me pôs de lado e apontou seu pau pro meu cú. Escutava ele falar: ´ta dificil de entrar…´, ´que bunda gostosa…´, até que enfiou o pau todo no meu cú e começou a bombar. Tava muito gostoso. Eu estava anestesiado pela bebida e pelo tesão. Pedrão ficava metendo e ao mesmo tempo me punhetando. Depois de um tempo eu gozei muito… mas saiu muita porra mesmo… nunca gozei tanto! Pedrão deu umas estocadas mais fortes, naquele jeito bruto e ao mesmo tempo carinhoso dele, enfiando a rola até o talo em mim e também gozou muito dentro do meu cú. Só me lembro de acordar no dia seguinte, peladão na cama dele, com uma dor no cú e ele do meu lado, olhando pra mim com cara de feliz. Tomamos café da manhã e conversamos sobre o que aconteceu em meio a risadas e aquele sentimento de cumplicidade. Somos grandes amigos até hoje, e as vezes, qdo bate aquela vontade incontrolável, nós passamos as noites fudendo muito.

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  • Autor: lipecarioca
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