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Perdi peso e virei puta – I

  • Publicado em: 22 de dezembro de 2014 07:45
  • Expira: Nunca!
Perdi peso e virei puta – I
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Detalhes do Conto Erotico:

Sou Débora. Quando eu era menina, sofria “bullyings”, isto é, deboches de todos na escola, na família e no condomínio do prédio. Estava bem acima do peso ideal para uma garotinha. Era obesa.
Meus pais, da classe média alta, gastaram fortunas com médicos, nutricionista, dietas de todos os tipos (até moderna dieta “ortomolecular” eu fiz) … Meus pais pensaram na cirurgia bariátrica, mas desistiram por causa de minha pouca idade.
Uma amiga de mamãe indiciou um médico nos Estados Unidos e lá fui eu para esta última tentativa. Ficamos eu e mamãe lá três meses, mas valeu a pena. Perdi duas “Déboras” que estavam dentro de mim. Fiquei ESBELTA. Linda e saudável. Antes de voltar pra casa, visitei os parques da Disney, em Orlando, e comprei muitas roupas novas nas lojas dos EUA.
Quando cheguei, meus familiares não me reconheceram. “Cadê aquela gordinha?”, perguntavam os curiosos que mês esperavam no aeroporto. Todos queriam me abraçar, enchendo-me de elogios.
Assim que cheguei em casa, papai se encheu de orgulho. Até chorou de emoção quando eu desfilei pela sala de shortinho curtinho e blusinha decotada.
_ Filhinha, como você está linda. Que mulherão você ficou. Que elegância… venha no colo do papai… quero lhe dar milhões de beijos…
Surpreendida com aquele carinho inusitado (papai me desprezava, até me chamou de baranga um dia, quando brigou comigo), cai no colinho dele, recebendo abraços e beijos deliciosos, enquanto mamãe foi tomar um daqueles seus banhos demorados em banheira jacuzzi.
Fiquei um pouco assustada quando senti algo crescendo na minha bunda. Papai teve uma repentina ereção. Seu pau ficou DURO como pedra. Eu, claro, fingi que não estava percebendo nada. No começo, eu me fiz de besta, fingindo não perceber o estado de excitação de papai e agi naturalmente.
De pau duro, papai ficou me alisando um tempão. Eu ADOREI sentar e me mexer naquele pinto duro e grande. Virgem, longe de TODOS os meninos do pedaço, desprezadíssima pelo sexo oposto, agora eu estava numa situação privilegiada, isto é, sendo apalpada por um macho. Não passou pela minha cabeça que aquele macho era “proibido”, pois eu queria descontar o tempo perdido. Dei um jeitinho de colocar a mão naquela tora e, olhando fixamente pro papai, falei:
_ Nossa papai, que é isso? Está duro… eu estou tão gostosa assim?
Papai sorriu e não respondeu àquela pergunta maliciosa. Apenas ficou lambendo aquela cria pós-adolescente, que recentemente havia completado dezoito anos. Sim, dezoito anos mas sem NADA de sexo normal. Só fiquei nas siriricas, judiando da bocetinha com dedos, objetos, frutas etc. Cheguei até a comprar um lindo e moderno consolo. Usei tanto o vibrador na bocetinha que meu cabaço foi para o espaço, pois eu já enfiava aquele consolo inteirinho na boceta, sem sentir dor.
Enquanto minha mãe tomava banho, eu fiquei naquela sacanagem com papai. Beijos exagerados, abraços apertados, parecíamos namorados. Eu aproveitei a minha secura de anos, apertei o pau dele sobre a calça e lhe dei um beijo de língua. Papai percebeu que eu queria meter com ele. Claro que ele não perdeu tempo, afinal ele estava há meses sem trepar com mamãe e, ainda, com uma beldade em seu colo, com roupinhas de putinha… não há pinto que resista! Cego de tesão, papai libertou seu pinto, colocando-o para fora, depois daquele meu beijo de língua. Pronto, o clima esquentou e houve liberação geral. Tiramos nossas roupas e caímos no imenso tapete peludo da sala.
Em cima de mim, meu pai colocou seu pau na portinha de minha boceta meladinha e perguntou no meu ouvido “posso?”. Respondi que sim e falei baixinho que não era mais virgem, explicando que foi um grande vibrador que fez o serviço. Meu pai sorriu surpreso e, enfiando o pinto na minha xana, exclamou: “nossa, com vibrador, que desperdício!”.
Senti um pinto de verdade invadindo minhas entranhas pela primeira vez.
Que GOSTOSO! Senti uma sensação nunca sentida antes e com prazer ainda maior por ser o pinto que me fez, que me pôs no mundo, o pinto de papai: grosso, grande, macio … lindo!
Beijei novamente meu pai e senti seu vaivém cadenciado, fazendo aquele falo majestoso entrar e sair de minha grutinha filial, toda molhadinha com aquele líquido do amor, num orgasmo múltiplo, contínuo e delicioso. Que sensação boa. Grudei no corpo do papai para sentir seu pau latejar, inchando e jorrando porra e mais porra quentinha dentro de mim.
Ficamos grudados até papai se recuperar daquela ejaculação gostosíssima. De repente, mamãe gritou do banheiro:
_ Dedé, traga uma toalha para mim, já acabei e quero me enxugar.
Levantei-me, limpei aquela porra toda com uma toalha que papai havia deixado no sofá, coloquei minhas roupas e fui buscar a toalha para mamãe. Após o banho, mamãe se uniu a nós e ficamos sentados conversando na sala, como se nada houvesse acontecido. Éramos uma família normal!
Mas, daquele dia em diante, sempre que mamãe dava uma folga, eu e papai transávamos; às, vezes, era apenas uma rapidinha e, outras vezes, ficávamos a tarde toda trepando.
Como passei dezoito anos sendo desprezada pelos homens (até os feios me desprezavam por ser gorda, obesa – que preconceito horrível!), passei a descontar o tempo perdido. Tomando todos os cuidados possível (com camisinha, claro), comecei a transar com todos meus namorados e, principalmente, para meus “ficantes”, que eram MUITOS. Para não ficar desmoralizada, evitada os homens do nosso círculo de amigos, salvo quando eram discretos ou casado.
Lembro-me que uma semana depois da transa com papai, sai com três homens num mesmo dia. Sim, isso mesmo; e foi muito gostoso. De manhã, fui ao meu ginecologista, Dr. Armando –jovem e lindo, e não resisti quando ele pôs a mão na minha vulva; o tesão foi a mil e, por isso, supliquei a ele que pusesse o pinto também. Ele topou, mas pediu discrição, por causa da ética médica. À tarde, encontrei-me com um amigo de infância no shopping e ele me deu carona. Ele me convidou para irmos a um motel e aceitei, porque ele me confessou que era casado (por isso, seria, obviamente, discreto). Quando anoiteceu, fui para uma balada e encontrei um gatão, lindo de morrer. Não resisti e dei pra ele num canto da boate. De pé mesmo. Foi meio desconfortável, mas pude gozar gostoso.
Hoje já se passaram dez anos dos fatos acima narrados. Tenho um diário que registro TUDO que aconteceu nestes anos de pura sacanagem: meu primeiro boquete; meu primeiro anal; minhas experiências lésbicas; meu primeiro grupal; minha ida ao clube swing… Relendo meu diário, tenho muitas histórias para contar. Um dia farei isso. Aguardem.

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2 Comentários para “Perdi peso e virei puta – I”

  1. Gostei, continue contando suas historias.

  2. Curti, continue as suas historias bjoo

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