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Perdi peso e virei puta – II

  • Publicado em: 4 de janeiro de 2016 08:29
  • Expira: Nunca!
Perdi peso e virei puta – II

Detalhes do Conto Erotico:

Há algum tempo, publiquei um conto que agradou muito os leitores. Trata-se de um fato que ocorreu quando eu era uma adolescente depressiva e com tendências ao suicídio, por causa da obesidade.
Conforme relatei, fiquei meses fora do Brasil e voltei com o corpo esbelto, graças a um regime rigoroso e algumas cirurgias estéticas. Fiquei uma belezura, uma gostosura. Meu pai não me resistiu e me comeu no primeiro dia que cheguei de viagem. Foi delicioso.
Depois desse tratamento e da trepada com meu pai, mudei de vida e virei uma puta. Registrei toda minha vida de putinha num diário.
Relendo o meu diário, verifiquei que fiquei sem namorado firme por alguns anos e me tornei uma verdadeira putinha, dando para todos os meus amigos e amigas. Em relação a sexo, não tive nenhum preconceito. Eu me relacionava muito bem com os gays, lésbicas, trans e simpatizantes. Minha vida era uma festa, dos 18 aos 30 anos. Hoje sou casada, tenho dois filhos e vivo para eles. De vez em quando… deixa pra lá.
Um dos fatos narrados em meu diário, merece ser contado.
Trata-se da minha iniciação ao mundo gay-lésbico. Conheci Raul, um jovem fisiculturista, dono de uma rede de academias. Muito rico e bonito. Foi o homem mais lindo e forte que conheci.
Raul me levava em restaurantes caríssimos e, quando viajávamos, ficávamos em hotéis chiques. Íamos muito ao Rio e ficávamos no Copacabana Palace. Era um luxo só.
Nossa vida sexual era muito boa. Não tínhamos compromisso. Apenas “ficávamos”; ele era meu ficante eventual. Mas quando acontecia um encontro, era sexo intenso. Muito sexo normal, oral, anal …
Certo dia, Raul me telefonou e me convidou para eu conhecer seu apartamento, onde seria realizada um reunião de amigos.
Cheguei no horário marcado e encontrei um grupo de pessoas bem vestidas, de altíssimo nível, alguns de outro país. Raul fez a apresentação de praxe, informando a todos que eu era sua melhor amiga. Enquanto eu conhecia as pessoas que estavam naquele enorme apartamento (um por andar), comecei a reparar no comportamento delas. Homem beijava homem e mulher agarrava acintosamente a companheira. Alguns eram gays e lésbicas. A mulher mais linda da reunião era Viviane, uma travesti. Fiquei sabendo, porque ela assim se apresentou, para não deixar dúvidas.
Havia muitos comes e bebes. Mais bebes do que comes. Uísque de primeira qualidade e outras bebidas estrangeiras, assim como vinhos caríssimos.
O relacionamento daquele pessoal era muito estranho, porque não se podia dizer quem era de quem. Todos eram de todos. Por isso, Raul me deixou à vontade. Mas nunca fiquei sozinha. Sempre vinha alguém para me fazer companhia. Olhei para um canto escuro da sala e fiquei petrificada. Raul estava beijando um outro cara, também lindo de morrer. Beijando na boca.
Aquele gesto do meu “ficante” foi o sinal verde para que eu pudesse despertar os meus instintos mais sórdidos. Vi aquela intimidade entre aqueles dois homens (machos a bessa!?) e me aproximei de Viviane, a travesti, a pessoa que mais desertou minha libido.
Beijei Viviane e fiquei um tempão sentada no colo dela, curtindo aquele pau enorme que estava bem embaixo de minha bunda. Cada vez que eu me mexia, o pau crescia. Ohei de lado e vi que o pessoal já estava iniciando a maior suruba que assisti e participei.
Era ridículo ver meu ficante de 1,90m de quatro dando a bunda para seu amigo. Tirei a roupa e fiquei, ridicularmente, de quatro, esperando o cacetão de Viviane, com camisinha, penetrar minha boceta, exageradamente molhada de tesão.
Mulheres e homens nus fazendo um 69 no tapete fofo da sala. Homens chupando homens, mulheres chupando mulheres e algumas chupadas em entre héteros. Corpos lindíssimos e malhadíssimos esticados no chão ou nos sofás da sala, fazendo de tudo o que se conhece em termos de sexo. Nos quartos, iam mulheres e homens para suruba privada. Eu, ali no canto, estava com minha maravilhosa travesti, que enfiava seu pauzão na minha buça, quando três lindos convidados se aproximaram:
_ Pode ser um gangbang? – perguntou um deles.
Não sabia o que era isso, mas desconfiei. Fiz sim com a cabeça. O que fez a pergunta, o Jarbas, lindo rapagão loiro, alto e de olhos azuis, tirou a cueca e mostrou o pau enorme. Olhei e gostei. Como estava de cata cavaco, pequei o caralhão e coloquei na boca. Foi difícil, mas coloquei boa parte na boca, iniciando um boquete, que encheu minha boca. Enquanto isso, Vivi estava comendo minha xana, com um vai e vem cadenciado e caprichado. Delícia.
Estava tudo correndo bem, quando Vivi tirou o pau da minha boceta e começou a esfregá-lo no meu ânus. Será que aguento? – pensei com meus botões. Olhei adiante e vi meu “ficante” tomando no rabo e criei coragem. Peguei o pinto da minha linda travesti e coloquei bem no meio do meu botãozinho. Empurrei a bunda para trás e recebi uma cabeçorra no rabo. Doeu, mas, corajosamente, empurrei firme a bunda e, com um tranco seco, engoli com o cu o pintão de Vivi. Esperei meu rabo acostumar com o cacetão e comecei a rebolar, enquanto curtia o pinto exageradamente grande do Jarbas. Que gostoso, dois cacetes de bom tamanho nas minhas entranhas. Estava bom demais. E ficou melhor quando um dos caras que chegaram com Jarbas se ajeitou embaixo de mim e colocou o pinto, também grande, na minha boceta molhada de orgasmos múltiplos.
Estava eu no céu. No paraíso. Com três pirocas tamanho XGGG no meu corpo cheio de tesão. Eu nem me mexia. Eles faziam isso por mim. Eu só controlava o pau na boca, mas mesmo assim, Jarbas socava, de vez em quando, o piinto na minha goela. Mas estava tudo gostoso. Gostosíssimo. Outros dois machos revezavam com Vivi meu cuzinho. Eram três machos comendo meu cuzinho. Coitadinho. Mas ele se comportou como um heroi, aguentando firme os três cacetes. Um de cada vez, claro. Enquanto um esperava, comia a bunda da Vivi, a deliciosa travesti, que também fazia um boquete muito bom para aqueles machos tarados.
Estava caminhando para o terceiro gozo, quando, de repente, meus machos saíram de seus postos e foram colocar os pintos em outros buracos. Chegaram outros. Sílivio, um mulato lindo, jogador de vôlei, e Jorge, um mestiça japonês, colocaram, imediatamente, seus pintos na minha xana e no meu cu. Faltou um pau para eu colocar na boca. Ricardo, outro convidado jovem e esbelto, já veio com o pinto de fora, oferecendo-o para meu deleite. Era o pinto mais grosso que vi na vida. Não longo, mas grossíssimo. Não deu para enfiar aquilo na boca e me resignei a, apenas, lamber, como um gatinho, aquela tora. Foi uima sensação ímpar. Segurar tudo aquilo com as duas mãos já era uma sensação de incrível erotismo, lamber tudo aquilo era agradabilíssimo. Muito bom. E como cheirava bem. Um saco depilado e muito gostoso de chupar. A glande enorme latejava a cada lambida que eu dava. Vi a hora que Ricardo ia encher minha boca de porra. E fiz tudo para isso. Consegui. Engoli quase todo aquele rio de esperma e até me engasguei.
Riardo esperou seu pau amolecer na minha boca e se retirou para descansar um pouco. Enquanto isso, meus dois machos me enchiam de cacetes gostosos, num vai e vem delicado, mas com pegada de macho. Adorei. Quando eles encheram as camisinhas de porra, não resisti aquela sensação maravilhosa de dois enormes paus crescendo gozei também mais uma vez. Cansei. Eu me joguei no sofá e tentei descansar.
Com a minha bunda linda para cima, os convidados não resistiram e foram aproveitando. Acho que meus buraquinhos, cu e boceta, receberam, durante toda a noite, todos os pintos que estavam por ali. Eu nem estava interessado em saber de quem era o cacete que me penetrava ou a língua que me chupava; apenas gozava. Isso mesmo, só gozava a cada ejaculação no meu rabo ou na minha xana. Uma delícia. Nem queria saber quem era meu comedor ou chupador. Queria só ver cacete entrar. De vez em quando, uma sapata vinha dar uma deliciosa chupada na minha boceta e no meu cuzinho, sem deixar de lado meus seios.
Foi, sem dúvida, a melhor noite de minha vida. Minha vida de puta.

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2 Comentários para “Perdi peso e virei puta – II”

  1. Uauuu! Gozei muito com seu conto! Delícia! Parabéns!

  2. Q dlc podíamos se conhecer

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