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Pocessão Carnal

  • Este conto está Suspenso
  • Publicado em: 6 de março de 2017 11:55
  • Expira: Nunca!
Pocessão Carnal
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Detalhes do Conto Erotico:

Era um dia como todos os outros, sai de casa bem cedo para ir ao trabalho e no caminho comprei uma revista na banca. No ônibus a caminho do trabalho eu lia as noticias do mundo, imaginando que algo de magnífico estava acontecendo em outro lugar qualquer. As vezes me pegava pensando no que poderia fazer para mudar AA minha vida, a minha rotina, e trazer alguma alegria aqueles dias cinzentos em Curitiba, já havíamos nos mudado para lá a 2 anos e até então Pâmela e eu não havíamos feito muitas coisas juntos.

É estranho como imaginamos que será a nossa vida ao tomarmos determinadas escolhas e depois vemos que não mudou em muita coisa. Reclamávamos de falta de privacidade e agora que morávamos juntos não tínhamos mais tantas intimidades como antes.

Durante o trabalho problemas do cotidiano me entreteriam durante o dia, exceto por um e-mail, era uma dessas propagandas de sexy shopping, com dodas aquelas bugigangas BDSM e objetos para outros tipos de fetichismo. O anuncio era de uma loja que ficava a poucas quadras do meu trabalho, por um breve momento pensei em passar lá, mas parecia loucura e descartei a possibilidade.

O e-mail continuou na minha cabeça, e despropositadamente eu o lia e relia, haviam coleiras, espartilhos, mordedores, plugues para introduzir em todos os orifícios desejados, um show de depravações. Não seria má ideia tentar apimentar a minha relação, já havia uma semana que não transava com Pâmela, ela devia estar sentindo falta de sentir seu corpo nu junto ao meu.

Permaneci no escritório após o horário para fazer uma hora extra e ganhar alguns trocados a mais, quando todos foram para suas casas aproveitei para acessar algum site que tivesse vídeos e fotos de praticas sexuais mais exóticas.

Bastou digitar “fetiches XXX” para a tela do computador ser tomada por anúncios de filmes porno, e vídeos de sites amadores com mulheres sendo penetradas por objetos inusitados e festas sexuais com vario casais mascarados. Aquilo não era novo para mim, mas eu não tinha habito de navegar por sites de pornografia. Após assistir alguns vídeos defini logo uma preferencia, BDSM, a roupas de látex, roleras e dildos me fascinavam, as atrizes lacrimejavam ao gozar e algumas até esguichavam como chafarizes, estava decidido eu iria montar um cenário BDSM para Pâmela!

Sai do escritório e fui direto a loja, ao entrar me deparei com a atendente vestida como uma Dominatrix, com chicote e salto agulha. Ela por si só já era um tesão, nem precisava de toda aquela produção, no interior da loja haviam manequins vestidos com diversas fantasias eróticas, posters enfeitavam as paredes junto dos produtos exóticos. Pedi a atendente que me ajudasse a escolher pois era minha primeira vez, ela disse “own, que meigo você é virgem!”. Rimos em seguida e ela se explicou melhor, virgem em matéria de fetiches, pois a forma como eu havia olhado para ela denunciou imediatamente as coisas que imaginei fazer.

Fizemos um tour pela loja, a atendente se apresentou, seu nome era Simone, ela era mais nova que eu, tinha apenas 22 anos e já trabalhava com sexy shopping a 3 anos, disse que foi a necessidade que a obrigou a procurar um negócio com horários flexíveis e clientes curiosos, como eu. Simone me mostrou os diversos aparatos que possuía em seu estoque, vestiu para mim algumas fantasias e até demonstrou de forma pratica como fazer uso de alguns “brinquedos”, como ela gostava de chamar. De todos os produtos que ela me mostrou um kit BDSM me chamou mais a tenção, nele vinham um mordedor, um plugue anal, algemas de couro, um pequeno açoite e gel lubrificante.

Ao escolher o kit Simone sorriu pra mim, e disse: “achei mesmo que você tinha olhar de dominador, um Master!”, eu sabia bem o que aquilo queria dizer, e era exatamente o que eu havia imaginado em quanto assitia aqueles vídeos no computador, eu daria dor e prazer a Pâmela, a faria gozar e chorar de felicidades. Naquele momento foi como uma brisa trouxesse a mim um humor sexual, que me fizesse me sentir mais possessivo e aguçando meu desejo de ouvir gritos e gemidos. Olhei Simone nos olhos, ela olhava para o meu corpo procurando sinais que externasse o tesão que eu sentia, minha respiração denunciava, mas eu permaneci imóvel olhando para ela ao encará-la.

Simone se virou, caminhou até o caixa e pegou uma sacola de presentes, colocou o kit dentro junto de cartões e visita e uma excencia aromática de brinde. Após pagar pelos meus acessórios BDSM, liguei para Pâmela para confirmar que ela estava em casa, naquela noite faríamos sexo como nunca antes, seria o inicio de nossas novas vidas como Master e Slave.

Ao chegar em casa Pâmela estava deitada na sala assistindo a um filme na TV, me dirigi ao quarto sem dar muito assunto, ela perguntou como havia sido o meu dia e respondi o de sempre: “não tão ruim que eu não possa suportar um outro”, como sempre ela sorria pra mim ao ouvir essas palavras. Entrei no banho, e em quanto a água caia sobre o meu corpo imaginei como seria sodomizar Pâmela com aquele kit, eu contava mesmo com que ela gostasse a final ela também assitia a alguns vídeos pornos escondida de mim, provavelmente haviam alguns BDSM na sua lista de favoritos.

Entrei no quarto e me vesti como que para ficar em casa, Pâmela ainda estava na sala, meio sonolenta mas ainda prestava alguma atenção ao filme, abri a embalagem e coloquei no bolso da bermuda as algemas. Em seguida fui para a sala e me deitei ao lado de Pâmela, a encochei de forma a ficar em junto do seu corpo e comecei a deslizar minhas mãos sobre sua pele, ela sorriu pra mim e disse: “alguém parece estar de bom humor hoje”.

Continuei o carinho passando as unhas sobre sua pele branca, seu corpo de baixa estatura cabia inteiramente no meu colo, ali deitada no sofá ela parecia tão vulnerável e ao mesmo tempo tão sexy usando aquela camiseta regata com shortinho. Coloquei um das mãos por baixo de suas roupas e subi até seus seios, os mamilos estavam duros, sinal de que ela esperava ansiosamente por nossa noite de sexo e sodomia, mesmo sem saber o que eu havia preparado para ela.

Comecei a sarrar meu membro contra suas nádegas em um movimento circular e contínuo, a fim de mostra lá com eu estava duro e exitado, Pâmela soutou um pequeno gemido e suas mãos percorreram meu corpo até o interior de minhas coxas. Ela começou a me masturbar, e assim que sentiu que eu já estava melando o short colocou meu membro para fora e pediu que a penetra-se, sorri ironicamente e disse “hoje não meu amor, tenho uma surpresa para você!”

Me levantei do sofá e tomei Pâmela nos braços, a levei para o nosso quarto onde os aparatos já estavam prontos para o uso, a coloquei sentada na cama voltada para mim, beijei suas mãos e perguntei a ela se confiava em mim, Pâmela acenou com a cabeça positivamente, disse a ela que nunca faria nada de mal, nunca faria algo que a machucasse mas pedi a ela que confiasse em mim um pouco mais naquela noite pois eu tinha algo inusitado para nós.

A vendei com uma gravata de seda vermelha, tirei suas roupas e beijei todo o seu corpo, a beijei e em seguida coloquei o mordedor em sua boca, ela pareceu surpresa mas aceitou sem questionar, com calma a levei até a cabeceira da cama onde a algemei. Pâmela não reagiu bem a isso, pareceu estar com medo, encolheu seu corpo e pareceu-me mais sensível ao toque, sussurrei no seu ouvido que fazia parte do nosso teatrinho, que no final ela iria me pedir mais, fiz uma massagens em seus pés com a exeência e ela foi relaxando, tinha aroma de canela e Pâmela pareceu gostar.

Em um momento ela se abriu pra mim, se ensinuou de forma muito sensual, ela mexia os quadris e abri suas pernas como se tentasse danças amarrada a cabeceira, a segurei firme pela nuca e sussurrei ao seu ouvido, ” agora eu sou seu mestre e você fará o que eu assim desejar. Sua única função aqui e me dar prazer e eu irei franquiar a você permissão para me tocar como recompensa por sua obediência”, Pâmela soutou um segundo gemido mais longo e duradouro que o primeiro, sua respiração ficou mais ofegante e pude percebem nitidamente quanto suas entranhas estavam lubrificadas, uma babinha escorria por suas pernas. A coloquei de bruços sobre a cabeceira e me coloquei a lamber o interior de suas cochas, subi até suas nádegas, seu orifício anal estava piscando como se implorasse para que eu introduzisse algo, o salivei e lentamente coloquei o plugue nele. Ao sentir aquele objeto frio entrar em seu anus Pâmela começou a se contorcer, primeiramente achei que fosse dor, mas logo percebi que ela estava tão exitada quanto eu, logo estaríamos os dois em êxtase, me levantei, coloquei-me de pé ao lado da cama e apreciei aquela cena por alguns minutos, ensinei a ela dois comandos, no primeiro ela deveria se contrair para aprteraqualquer coisa que eu introduzisse nela, no segundo ela deveria relaxar e respirar lentamente emitindo gemidos. Os chamei de azul e amarelo respectivamente, serviriam para treiná-la, os nomes deveria ter um efeito pscicologidoo sobre ela mesmo quando não estivéssemos tendo relações sexuais.

Peguei o pequeno açoite e percorri toda a extensão do seu corpo com sua extremidade, ao passar por suas nádegas as açoitei até ficarem coradas, e quando ela exboxava sinais de dor, eu retirava o plugue, alambia e dizia a palavra de comando azul, lentamente, tornava a introduzir o plugue e quando ele estava todo em sei interior, dizia a segunda palavra, amarelo. Feito isso percorria todo o seu corpo até retornar a suas nádegas e repetir o processo, se forma metódica e meticulosa.

Praticamos a inserção do plugue, junto das palavras de comando por 50 vezes, o gel lubrificante ajudou Pâmela a relaxar quando sentisse algo sendo introduzido em seu anus. Ela havia sido uma boa menina nesse primeiro treinamento, e como prêmio a deixei me tocar, livrei uma de suas mãos e ela percorreu todo o meu tórax, ela estava louca de tesão, mas logo deixou de me tocar para tocar seu próprio corpo, comprimiu seus seios, e em seguida desceu sua mão até suas entranhas. Era lindo e muito exitante ver Pâmela assim, mas eu não havia dado tal ordem, a açoitei com força e ela grunhiu como um cão, com uma voz dura disse a ela “não concebi a você o direito de se tocar, sua função aqui, devo lembrá-la e me dar prazer e não se dar ao seu próprio prazer!”

A puni por isso, coloquei de pé, com as mãos presas a cima da cabeça de frente para a porta do quarto, improvisei um ganho para que ela pudesse apoiar os braços, me sentei de frente a ela em uma poltrona que tínhamos no noso quarto e comecei a me masturbar olhando para o seu corpo nu, e sua pele alva corada de vermelho pelos meus açoites. Aquilo era realmente muito bom, a posição de dominância parecia ter sido criada mesmo para mim, “eu sou o seu mestre!”, repeti esse mantra por 10 vezes, até que Pâmela acenou positivamente com a cabeça. Pedi a ela que se virasse, me aproximei dela por trás, e sem a penetrar a encochei com força, colocando meu membro entre suas pernas, sussurrei em seus ouvidos “me masturbe com as suas coxas!”, Pâmela começou a cruzar as pernas em uma tentativa de me comprimir, de inicio estava desajeita, percebi que faltava algo em sua composição, peguei um par de sandálias de salto agulha no guarda roupas e calcei em seus pés, disse a ela “este é um presente que seu mestre bom e caridoso dá a você, poderá ter seu prazer em me estimular!”

Coloquei meu membro novamente entre suas pernas mas agora a posição estava perfeita, eu encaixava entre suas coxas, usei a palavra azul para ela me comprimir com mais força, e quando percebi que estava muito cansada e ofegante usava amarelo para que ela relaxasse. Ficamos nisso por 35 min, até o roçar de meu membro sobre seu clitoris a fez gozar, seu corpo tremulo em minha frente me deixou ainda mais exitado, o meu que escorria de suas pernas formava uma pequena poça no chão ao entre seus pés. Tirei a venda de Pâmela, por um espelho pedi que ela olhasse para como eu havia a deixado, seus grandes lábios estavam enormes e vermelhos, pude ver em seu rosto um sorriso, sorri de volta e ela me retribuiu com um olhar de aprovação, como se agradecesse por tudo.

Ver Pâmela gozar me deu vontade de penetrá-la, a tirei do batente e a coloquei deitada na cama com as pernas afastadas de frente para mim, cm a cm penetrei em suas entranhas, ainda humidass por seu mel, a penetrei fundo bem vagarosamente, até sentir tocar o cólon do seu ultero. Então defini o limite do meu membro em sei interior, calmamente comecei a bombar debruçado sobre Pâmela, o ritmo dos nossos corpos rapidamente se adequaram e atingimos um frenesi sexual, “azul, azul, azul!”. Repeitadas vezes pedi a a Pâmela que me apertasse, sem dar qualquer pausa para folego, ela emitia sons como um animal selvagem que foge do seu predador, “sua vagabunda, aposto como está gostando disso!”, Pâmela tentava me responder, mas sua boca estava selada pelo mordedor, apenas saliva escorria pelo canto de seus lábios. Continuei “sua vagabunda, quer que eu a Penetre com mais força?”, e Pâmela acenava positivamente.

Removi o mordedor para ouvir a voz de Pâmela, mais uma vez a desafiei “vamos lá sua cachorra, quer que eu a coma com força como se estivesse a violentando?!”, para minha surpresa ela respondeu “Sim, sim sim, o faça como quiser meu Mestre! Eu sou sua puta! Sua meretriz, sou o que quiser sou sua, toda sua!”. Foi como musica para meus ouvidos, virei Pâmela de bruços sobre a cama e livrei suas mãos, tirei o plugue e o coloquei em sua frente, “desfrute de seu brinquedo, mostre a mim como você o limpa”, Pâmela lambeu o plugue por completo, o introduziu por inteiro na boca e depois cuspiu, repetidas vezes ela disse “que delícia mestre, adoro os presentes que me dá, mas nenhum deles se compara a seu membro rirou, me deixe o engolir e te dar mais prazer , este objeto inanimado é tudo o que mereço mas ele não o fará gozar!”

Fiquei fascinado, certamente Pâmela assistia a vídeos de dominação, ela aceitou muito bem a nossa nova prática, e estava pronta para gozar novamente. Disse a ela “seus lábios estão inchados como os de uma cachorra no cio, o que quer que eu faça com eles?!”, e ela respondeu “foda com força! Arrombe minha buceta, rasgue ela, pois ela não serve de nada se não para lhe dar prazer!”, é claro que eu não sangraria Pâmela, mas seu pedido para mim soou como uma ordem! A penetrei violentamente, combei até o talo insistentemente sem me preocupar com o limite de penetração, ela agarrou um travesseiro sobre a cama, o mordeu com tanta força que rasgou a fronha, ela babava, e nesse momento também pude ver lágrimas escorrerem dos seus olhos, em seu rosto havia uma sorriso como o que nunca havia visto antes, eu estava a satisfazendo realmente.

Senti meu corpo se contrair, sento o fluxo de esperma subir por minhas entranhas e desejar se libertar de minha carne. Disse a Pâmela, “irei lhe conceder a honra de me fazer gozar, me envula e liberte de mim o fluido viril que dá a vida!”, Pâmela se virou e agarrou meu membro com força, me engoliu por inteiro! Seu movimento me surpreendeu, ela fazia o mesmo som que as atrizes nos filmes de Deep Thorat, babava meu escroto que por sua vez escorria pelo interior das minhas coxas.
Agarrei Pâmela pela nucae forcei meu membro ainda mais fundo em sua garganta, seus olhos se encheram de lágrimas e seu rosto ficou vermelho, soltei sua nuca magiando que asfixia sexual poderia ser algo agressivo de mais, no entanto Pâmela me agarrou pelas nádegas e forçou sua cabeça contra mim, me engolindo e colocando ainda mais profundo em sua garganta, pude sentir suas cordas vocais vibrando ao redor do meu membro, como se ela tentasse gritar, mas eu sou grosso de mais para deixar qualquer porção de ar escapar.

Jatos quentes de sêmen, desceram por sua garganta, quando me retirei de dentro dela, um fio de sêmen veio junto, Pâmela tossiu um pouco e mais sêmen foi derramado sobre a cama, sem que eu precisasse dizer qualquer coisa ela exclamou “perdoe-me mestre, seu fluido reluta em permanecer dentro de mim!”, logo em seguida lambei gota a gota que caiu sobre os lençóis de seda, antes que ela engolisse pedi ue salivasse e deixasse escorrer sobre seus seios perfeitos, como eu gostava deles, e agora eu iria os saborear, Paãmelaa acatou a ordem e um fio de saliva escorreu pelo canto de sua boca atpeseu mamilo esquerdo, com a ponta dos dedos ela o espalhou sobre as aureolas com movimentos circulares. Fez o mesmo com o mamilo esquerdo, olhando nos meus olhos o tempo todo.

Que boa menina ela foi, merecia uma recompensa, e eu a dei a ela,”conceberei a você uma dadiva, lhe darei prazer em quanto sacio meu desejo profano por lactação, sugando de seus seios qualquer fluido que nele repouse!”. Cai de boca nos seios de Pâmela, ela estava em êxtase, se contorcia sobre a cama, a cada lambida, a cada chupada, a cada mordida ela dizia “mestre, mestre me penetre, torne a me corromper!” m as eu não o fiz, suguei seus seios até que ficassem vermelhos e inchados, eles ficaram tão sensíveis que uma leve brisa era o bastante para arrepiar a pele. Pâmela estava uma delicia naquela noite, estava suculenta senti um desejo enorme de lamber suas entranhas.

Coloquei-a sentada na poltrona com as pernas abertas, apoiadas sobre os braços, enfiei a língua o mais fundo que pude em suas entranhas e suguei todo meu que seu corpo vertia, ela não parava de gozar, poucos minutos no sofá e já havia formado uma poça. Lambi seu orifício anal, e a cada passada ele dilatava e contraia, Pâmela me olhava com aqueles olhos de criança, implorando por um brinquedo, era hora de retomar nosso frenesi sexual e esfolar suas pregas.

“Sua imunda, é nítido seu desejo pela pratica anal. Deseja que eu a possua como fazem os cães, e arrombe o seu cu?!” Os olhos de Pâmela brilharam, ela colocou no rosto um sorriso ainda maior e exclamou “Sim, sim, sim, meu mestre afunde entro de mim o quanto quiser, sirvo apenas ao seu propósito!”. Debrucei Pâmela sobre o sofá e realizei seu desejo, a fodi com força, sobre aquela poltrona velha e toda molhada pela porra que escorria de sua buceta! Suas pernas estavam trêmula, ela malsse aguentava sobre os joelhos, caia constantemente, eu também estava exausto e já estava morrendo de vontade de gozar novamente, pensei em gozar dentro dela, mas uma foda assim tinha de terminar como uma obra de artes, com um toque especial.

Pouco antes de gozar, tirei aquele pau grosso e cheio de veias de dentro dela, eu já não estava mais com paciência para encenar, dei um tapa na sua bunda, e pedi que se virasse, “vira pra cá sua putinha!”, ela se abriu toda na minha frente com os olhos voltados pra mim, olhos nos olhos, o calor do seu halito e o toque de sua pele, rapidamente gozei sobre Pâmela, cobri todo seu corpo com a minha porra, sim a minha porra! Pois “porra” é o produto de uma foda como esta, Pâmela se pois a gargalhar, gargalhava alto, de forma até um pouco assustadora.

Perguntei a ela o porque da gargalhada, ela disse que sempre teve este fetiche, que as vezes passava noite em claro me imaginando a possuindo assim, e eu a satisfiz como ele nunca havia sido feita em sua breve vida. Se ajoelhou a minha frente e implorou para que continuássemos a nossa relação de metre e escrava, a proposta me agradou e loco concordei. Vivemos felizes então, master e sua slave!

fabio.sobrado@outlook.com

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