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Prato Preferido do Corno: Puta Ao Molho de Porra

  • Publicado em: 6 de setembro de 2007 20:21
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

O Tesão não tem hora nem lugar para se manifestar, e o gostoso é poder surpreender, mexer com a libido dos homens, eu adoro isso, voltando para casa esta semana senti um fogo me invadir, uma vontade louca de fazer sexo, ser possuída de forma selvagem, sacana e safada…

Estava próxima de um shopping e entrei para comprar uma roupa, escolhi uma saia linda que deixavam meus joelhos de fora, depois em outra loja encontrei uma blusinha ¾ decotada, sensualissima, sai da loja vestida com ela e o fogo cada vez mais me queimava, no estacionamento do shopping como adolescente eu tirei minha calça e coloquei a saia nova, tirei a calcinha e guardei tudo nas sacolas das roupas novas…

Pronto, agora estava com uma roupa sensual, com muito tesão e sem nada por baixo, só precisava de um homem fogoso para saciar meus desejos. Eliomar é um de nossos Amantes mais freqüentes, casado e a esposa não compartilha de sua tara, por isso ele me visita nos dias de semana, onde me fode sem pudor na nossa cama, muitas vezes deixando minha buceta inundada de porra para o Léo ir à loucura, sua distancia estava ao alcance dos meus dedos, peguei o celular e pedi que viesse ao meu encontro

Sempre muito solicito, não titubeou, enquanto esperava por ele ali mesmo no estacionamento do shopping liguei para o Léo, contei do meu tesão, do meu fogo, das roupas e também do Eliomar, meu maridão só fez aumentar os meus desejos, seus suspiros de tesão do outro lado da linha, só me fazia ficar ainda mais molhada, antes de desligar ele me pediu que fosse ao seu encontro assim que terminássemos e pediu também que fosse toda melada, para ele poder curtir meu corpo com o cheiro do prazer…

Eliomar estacionou ao lado do meu carro, sorriso largo e safado como sempre, sabia que eu ia rebolar na sua pica grossa, sai do carro e disse que iríamos no carro dele e que na volta ele me deixaria ali no shopping de novo, quando foi abrir a porta do carona eu me virei e o beijei com tesão, ele retribuiu o beijo, mas visivelmente embaraçado por estarmos num lugar publico, sorri e o abracei para deixá-lo ainda mais nervoso, a saia subiu um pouquinho e instintivamente ele levou as mãos nas minhas coxas, eu puxei um pouquinho mais e ele viu que eu estava sem nada por baixo…

Sussurrou em meus ouvidos;

Safada!

Abriu a porta do carro e eu entrei…

Eliomar é um homem seguro, experiente e muito viril, entendia seu nervosismo por estarmos em um local publico, mas isto me excitava ainda mais, ele entrou no carro e eu me virei para ele, deixando minha buceta exposta, ele atrapalhado olhando para todos os lados, baixou minha saia e disse que iria apagar o meu fogo

Sugeriu um Motel sofisticado, porém recusei, disse que tinha em mente outros planos para aquela tarde;

Conheço um local afastado da cidade, onde teríamos tranqüilidade para realizar umas sacanagens ao ar livre, claro não contei onde era, fui guiando ele até chegarmos no local, paramos o carro e ele sem entender muito o que fazíamos ali, um carro bem longe vinha em nossa direção, desci e convidei ele a fazer o mesmo, como dois namorados nos atracamos ali do lado de fora, um beijo ardente e ele preocupado com minha saia…

O carro passou e continuamos nos beijando, o carro já ia longe e eu apenas fui agachando, abri o zíper de sua calça, tirei a rola para fora e ele olhava de um lado para o outro, a cabeça da rola estava molhadinha de tesão, lambi e suguei todo o liquido, ele gemeu e mostrava que estava incomodado, eu sorri e engoli sua rola com toda minha vontade, pedi que relaxasse e com jeitinho desabotoei a sua calça e desci até o tornozelo, ele ficou meio sem jeito, mas eu o tranqüilizei, não tinha ninguém por perto, então chupei sua rola com toda vontade, engolindo cada pedacinho dela, que gostoso…

Depois de deixá-lo todo duro, subi, beijei seus lábios e disse;

Quero que me coloque deitava no capô do carro, levante minha saia e me coma o rabo como se fode uma vagabunda…

Ele me segurou com força;

És uma Puta mesmo!

Tirou a calça, me conduziu até a traseira do carro, eu me ajoelhei e coloquei a camisinha em sua rola com a boca, acariciei seu saco e então me levantei, puxei minha blusa para cima e inclinei o corpo na lataria do carro, ele levantou minha saia, acariciou minha bunda e começou a penetrar

Não goza no meu rabo, tira a camisinha e goza dentro da minha buceta

Não terminei a frase e senti uma estocada violenta dentro do cuzinho;

Vadia, abre a bunda cadela, vou arregaçar esse cu de puta

Apenas gemi

Ele olhava para trás mas não caia do galope, os bicos dos meus seios pareciam querer partir ao meio cada vez que ele enfiava a rola no fundo do meu cu

Um tapa estalado na bunda, me senti uma verdadeira Puta, ele se animava ainda mais, fodendo com força, realizando todos os seus desejos animalescos, ele me fodia como todo homem sonha em foder uma mulher, sem pudor!

Segurava minhas ancas, abria minha bunda para apreciar a rola la dentro, como se come uma vagabunda de zona ele me invadia, ali na estrada, os olhos iam para frente e para trás a procura de algum movimento, mas não tinha movimento, a não ser o de sua rola invadindo meu cuzinho guloso

Senti aquele calor que costumo sentir quando estou para gozar, uma corrente elétrica que subia da minha coluna, bem acima da bunda e ia até a nuca, ele pegou meus cabelos e puxou para trás;

Ta gostando vaca? Toma nesse cu gostoso, toma!

Meu corpo se envergou, meus seios balançavam e os bicos pareciam querer pular para fora do corpo, gemi alto numa estocada forte;

Toma no cu cadela, toma na bunda puta sem vergonha!

Perdi os sentidos, perdi minhas forças, ele deixou meu rosto tocar a lataria do carro, meu corpo descansou ele porém, ferozmente socava a rola para dentro da minha bunda, ele sabe que volto em si em espasmos de gozo, socando forte sem dó nem piedade, deixou meu cuzinho frouxo

Voltei em si me contorcendo toda de prazer

Goza cadela safada! Toma no cu piranha!

Gozei deliciosamente!

Ele tirou a rola do meu cu, tirou a camisinha, sua pica estava inchada, me virei e ergui as pernas;

Goza dentro da minha buceta;

Claro Puta, vou encher você de porra, para o corno sentir meu gosto!

Relaxei e ele penetrou fundo a rola na minha buceta

Que gostoso ser fodida assim, na beira da estrada, como uma vagabunda de quinta, eu me deliciava a cada estocada dentro da buceta…

Vou gozar vadia

Vem vindo um carro

Onde

Ele esbaforido, olhou e viu um automóvel que vinha longe ainda

Aumentou as bombadas, minha excitação foi plena, sua pica batia no meu útero e ele socava com força, rápido, querendo chegar ao orgasmo antes do carro se aproximar

Abri bem as pernas

Toma porra vagabunda!

Aos urros de tesão meu amante gozou dentro da minha buceta, encaixou a rola bem fundo, deixando apenas as bolas de fora e gozou gostoso

O carro se aproximava, ele estava só de camisa, precisávamos terminar logo aquilo

Ele tirou a rola para fora, apertou a cabeça, melando meus grandes lábios, eu fechei as pernas, desci do capô do carro e fui de pernas fechadas para o banco do carona

Ele entrou no carro e permaneceu só de camisa, sorrimos e entreolhamos o casal que passava…

Sua pica estava ali ao meu alcance, claro, não tinha bebido porra naquela tarde ainda, com as pernas fechadas para segurar seu esperma dentro de mim, abocanhei sua vara, ele segurou no volante do carro e ficou apenas curtindo minha boca, olhando pelo retrovisor para ver se não vinha outro carro…

Mamei com toda minha manha, suguei sua rola com tesão e carinho, até ele gemer alto, gozando dentro da minha boca, que delicia…

Cada dia mais vagabunda!

Me ajeitei no carro e pedi que me levasse de volta, não torçamos uma palavra sequer, até ele estacionar no shopping

Me olhou com fome ainda, por ele passaríamos horas transando

Levantei a saia um pouquinho e seu semem estava ali, na minha buceta, disse;

Agora é ele quem vai brincar aqui!

Faça ele lamber tudo antes de te foder

Eu vou fazer!

Gostosa!

Vou contar nossa foda em detalhes enquanto ele me chupa a buceta, quando estiver bem lubrificada, ai sim ele vai me comer

As ultimas palavras foram ditas saindo do carro, ele me olhava pelo retrovisor, quando ajeitei a saia, mostrando minha bundinha mais uma vez, ouvi apenas o barulho do carro saindo e sorri…

Um telefonema e o Léo me esperava num conhecido cruzamento aqui na Barra, fomos para o Motel que o Eliomar queria, meu marido tinha o direito de lamber minha buceta gozada num lugar confortável…

Chegando no motel, nos beijamos e enquanto nos beijávamos, relaxei meu corpo e senti o esperma do Eliomar escorrendo pelas minhas pernas…

Deitei na cama, levantei a saia, abri bem as pernas, minha buceta ficou exposta, meu marido olhou e suspirou de prazer…

Eu estava toda gozada, escorria pelas coxas, o esperma do nosso amante…

Eu me sentia uma vagabunda toda arreganhada e gozada…

Me ofereci ao Maridão…

O Léo se aproximou e eu fechei os olhos…

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