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Prazer no hotel

  • Publicado em: 20 de setembro de 2017 13:16
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. Hoje quem relata o acontecido é a Analu. Segue abaixo o que ela me enviou.
Era o ano de 2013, mais especificamente o mês de abril. Eu tinha acabado de me tornar maior de idade, e meu maior desejo era poder viajar sem os meus pais. Não que eu não pudesse antes, mas meu pai sempre foi muito ciumento (o que acabava atrapalhando até o mínimo de inti… midade que eu tinha nos meus relacionamentos), então ele não deixava eu viajar sem eles.

Combinei com uma amiga que tinha estudado o ensino médio comigo, de irmos para uma festa em Diamantina, Minas Gerais, que possui eventos o ano todo. A cidade fica bem longe de onde eu moro, mas sempre curti essas cidades históricas. Chegamos na cidade numa quinta-feira após o almoço e ficaríamos até o domingo de manhã.

Ao chegar no quarto do hotel, minha amiga recebeu uma ligação no celular da sua mãe, pedindo para ela voltar para casa por motivos familiares. Fiquei chateada e disse que voltaria com ela, mas ela me pediu para ficar e aproveitar a viagem, que já estava paga, e o reembolso cobriria apenas uma porcentagem. Relutante, fiquei.

Logo que ela saiu, fui tomar banho e dar uma volta para conhecer a cidade. Caminhei bastante, conversei com algumas que moravam lá e comi algumas coisinhas. Quando voltei para o hotel, perto das 18 horas, ao sair do elevador, vi um rapaz saindo de um quarto próximo ao meu. Alto, moreno e com um corpo legal. Não era musculoso, mas era “encorpado”. Ele percebeu eu vindo, virou para o meu lado e dando um sorriso tímido me cumprimentou.

Fiquei no meu quarto cerca de uma hora e meia e saí jantar. Ao chegar no restaurante do hotel, ví o mesmo rapaz numa das mesas, ele fez sinal para que eu sentasse junto com ele. Começamos a conversar e descobri que ele também estava sozinho, pois o amigo que iria com ele acabou não aparecendo. Contei o que havia acontecido comigo e começamos a fazer uma certa amizade.

O nome dele é Henrique, ele tinha, na época, 20 anos e, coincidentemente, morava numa cidade ao lado da minha, ou seja, também bem distante de Diamantina. Passamos o restante da noite de quinta conversando, tanto no restaurante quanto nos arredores, seja em lojas ou em alguns barzinhos. Combinamos de continuar saindo juntos no fim de semana, pois ele iria embora também no domingo, só que ao meio dia, e eu as 11 da manhã.

Na sexta saímos almoçar, e passamos o dia todo juntos, conversando e conhecendo os pontos turísticos do local. Quando voltamos para o hotel, já próximo das 11 e meia da noite, ele parou na porta do seu quarto e me abraçou. Levei um pequeno susto, mas ele não tentou nada demais. Me deu um beijo no rosto, disse boa noite e foi dormir.

No sábado, novamente passamos o dia todo juntos. A noite, passamos na frente de um bar que tinha música ao vivo e muita gente dançando. Entramos mas não iríamos dançar, até porque não sabíamos nada disso. Porém, por insistência de um dos donos do bar, acabamos entrando na brincadeira e fomos tentar dançar. Quando abracei o Henrique na hora da dança percebi como ele tinha as costas largas e um braço volumoso e firme, apesar de não ter os músculos destacados. Não sei exatamente a altura que ele tinha, mas creio eu que mais de 1,85.

No momento que dançávamos, eu sentia uma intimidade e uma proximidade maior com ele, mas não sabia se era recíproco. Ao sairmos do bar, um cara começou a mexer comigo e tentou me abraçar. O Henrique chegou perto e empurrou o cara longe, me abraçou e disse que não era para ele mexer com a mulher dos outros. Quando nos afastamos do local, ele me pediu desculpas por ter falado. Eu, rindo, disse que não tinha problema. Por dentro, aquilo me excitou, pois nunca ninguém tinha me defendido daquele jeito.

Voltamos ao hotel quase uma hora da manhã, e ao chegar na porta do quarto dele, ele novamente me abraçou e me deu um beijo no rosto. Agradeceu pela companhia e disse: caso nós não nos vejamos mais, tenha uma boa viagem e vamos combinar de nos ver, seja na tua cidade ou na minha. Peguei o numero do telefone dele e ele o meu.

Entrei no meu quarto e, depois de comer umas bobagens que tinha no frigobar, fui tomar banho. Coloquei uma camiseta e a calcinha e fiquei no quarto, deitada na cama. Assisti televisão durante algum tempo mas não tinha sono. Além da agitação do passeio, estava pensando demais no Henrique. Estava excitada. Desliguei a TV, tentei dormir mas não consegui.

Fiquei pensando se seria muita loucura ir no quarto dele, para conversar, ou no máximo, se ele tentasse, ficar com ele. Peguei o celular e mandei uma mensagem pra ele perguntando se ele estava dormindo. Ele respondeu que não. Conversamos durante alguns minutos. Sem pensar duas vezes, coloquei um roupão, do próprio hotel por cima da camiseta e calcinha que eu tava e, trancando o quarto, fui na porta do quarto dele. Com muita vergonha dei duas batidinhas leves na porta. Não demorou e ele abriu.

Quando a porta abriu, ele apareceu apenas de bermuda, e percebi mais uma vez como ele era encorpado, mas não musculoso. Tinha um corpo legal. Ele, ao me ver, sorriu e disse para eu entrar. Logo que passei por ele, ouvi a porta fechar e, automaticamente ser trancada. Deitamos na cama e ficamos conversando e rindo. Já eram quase duas horas da manhã e no dia seguinte teríamos de ir embora.

Após alguns minutos de conversa, deitei com a cabeça no ombro dele, e ele sem titubear, deu um beijo na minha testa. Logo que ele fez isso eu me virei e dei um beijo rosto dele, bem no canto da boca. Ele, sério, colocou uma das mãos no meu rosto e me beijou. Um beijo longo, muito longo, firme, com bastante língua e muito gostoso.

Aquele beijo me excitou ainda mais, e a ele também, pois começou a beijar o meu pescoço me deixando mais derretida do que eu já estava. Percebendo que meu rosto estava vermelho de calor, ele desatou o nó do meu roupão e abriu. Quando viu que eu estava só de camiseta (sem sutiã) e calcinha, ele começou a me beijar e a beijar meu corpo com mais vontade.

Erguendo minha camiseta, ele começou a beijar e chupar os meus seios passando a ponta da língua bem nos mamilos, deixando eles duros. Para ajudá-lo, tirei ela de uma vez. Ele então beijou a minha barriga e foi descendo. Tirou minha calcinha e começou a fazer oral em mim. Enfiava um pouco da língua dentro de mim e eu estava achando aquilo fantástico, estava muito bom.

Depois de um tempo ele veio pra cima de mim, fiz com que ele tirasse a bermuda e, com as minhas mãos comecei a abaixar a cueca dele. Tentei olhar para o seu p.. mas não deu tempo, pois logo que a cueca dele passou das coxas, ele veio para o meio das minhas pernas e penetrou. O prazer se misturou com um pouco da dor, aquela dorzinha quando o p.. é mais grosso que a média.

Começando lentamente ele apenas movimentava o quadril enquanto me beijava e eu sentia o p.. dele mexendo dentro de mim. Eu suspirava e gemia baixinho sentindo um tesão gostoso. Cruzei as pernas no quadril dele e passava as mãos nas costas largas que ele tinha. Aumentando a velocidade, depois de vários minutos, senti o tesão aumentar e fui direto com as duas mãos no bumbum dele, que aliás, era bem grande. Ele então começou a penetrar forte em mim dando penetradas que faziam barulho. Apoiou as duas mãos no colchão, desencostando o peito de mim e começou a jogar o quadril dele contra o meu. Começamos nós dois a gemer de uma maneira deliciosa e não demorou para que eu desse um pequeno grito e gemesse gozando. Parando de penetrar, ele me colocou de lado e fizemos de ladinho durante um tempo.

Segurando meu quadril com a mão direita ele começou a penetrar rápido e forte em mim, dando gemidas no meu ouvido, beijando a minha nuca e virando meu rosto para me beijar na boca. Depois de um bom tempo fazendo sem parar, ele começou a gemer e dando “bombadas” me agarrou junto dele e gozou. Estávamos tão cansados que apagamos quase instantaneamente.Acordei com uma claridade leve iluminando o meu rosto e percebi que o sol estava nascendo.

Estiquei meu braço, peguei meu celular e vi que era quase 6 horas da manhã. Olhei para o lado e percebi que estávamos sem roupa. Ele dormia com um rosto sereno de quem tinha relaxado. Descobri ele lentamente e comecei a olhar para todo o corpo dele. Nesse momento comecei a sentir vontade de transar de novo. Com cautela, fui com a minha mão nas coxas dele, passei os dedos devagar e, chegando no p.. comecei a acariciar.

Olhando no rosto para ver se ele acordava, fui para baixo e, pegando o p.. dele com a boca, ainda “molinho”, comecei a chupar. Senti ele crescendo na minha boca e, logo que ele ficou um pouco mais duro, senti ele se mexer. Olhei para cima e ele estava de olhos fechados, mas sua mão direita estava na minha cabeça. Então comecei a chupar e masturbar ele.

Quando o p.. dele ficou duro o suficiente, fui para cima e montei. Peguei o p.. dele com a mão esquerda, ajeitei na entrada da minha vagina e empurrei o quadril para trás, fazendo com que ele entrasse. Apoiando minhas mãos no travesseiro que ele estava deitado, comecei a jogar meu corpo para trás, sem desencostar muito do corpo dele. Ele então pegou meu quadril com as duas mãos e começou a aumentar a velocidade do meu corpo nele.

Passado algum tempo, ele ainda de olhos fechados deu uma gemidinha, e eu aumentei a velocidade, agora desencostando meu quadril do dele. Ele, então, pegou nos meus seios com as duas mãos e eu comecei a sentar com força e velocidade, sentia minhas coxas darem uma fraquejada, mas mesmo assim mantinha o ritmo. Comecei a delirar em cima dele e, dando algumas sentadas fortes (chegava a sentir o saco dele encostando em mim) dei uma gemida forte, suspirei, gemi e dei um gritinho, até que, esfregando meu clitoris no corpo dele enquanto mexia o quadril para a frente e para trás, dando um gemido longo, gozei e desabei em cima dele. Deitei ao lado dele, com a cabeça deitada no peito dele e adormeci.

Acordei um pouco assustada, peguei meu celular e era quase 10 e meia da manhã, sendo que tinha que sair do hotel, no máximo às 11 horas. Levantei, coloquei o roupão, peguei camiseta e calcinha na mão e corri para o meu quarto.

Fui embora sem me despedir pessoalmente dele, mas mandei mensagem e saímos mais um monte de vezes depois dessa, mas apenas como amigos. Aliás, viramos ótimos amigos.

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Uma Comentário para “Prazer no hotel”

  1. Olá.
    Dúvidas, críticas ou sugestões:
    isadoragrc94@gmail.com
    Obrigada.
    Isadora.

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