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Presentes de aniversário – I

  • Publicado em: 17 de dezembro de 2014 08:16
  • Expira: Nunca!
Presentes de aniversário – I
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Detalhes do Conto Erotico:

Amanhã é meu aniversário. Em dia de aniversário, gente faz nosso pensamento voltar a um distante passado, lembrando de aniversários anteriores. E foi num de meus aniversários que perdi o cabaço, dei o cu e chupei pau. Não importa quantos anos eu fazia, só me lembro que precisava urgentemente iniciar minha vida sexual. Minha libido estava à flor da pele há muito tempo. Não deixava minha perereca em paz. À noite eu só conseguia dormir quando gozava nos meus dedos, após uma siririca agitada.
Nesta época, morávamos eu, minha mãe e meu pai. Casal jovem, meus pais transavam muito. Eu adorava ouvir os gemidos deles, principalmente quando mamãe estava sentindo dores. Pelo barulho, eles estavam fazendo sexo anal. Um dia, arrumei um gravador e o coloquei no quarto do casal. Meu prazer era ouvir aquela gravação com os gemidos de papai e, principalmente, os gritinhos de mamãe: “põe tudo, meu amor, me come, mete este cacete no meu cuzinho, ai, ai, ui, ui, que delícia… “Eram horas seguidas de puro áudio erótico. Aquilo me deixava doidinha e só uma ou mais siriricas me acalmavam. Mas eu queria mais do simples toque no clitóris. Queria sentir alguma coisa entrando em mim. Comecei a enfiar canetas, lápis, cenoura, pepino, banana e outras coisas dentro de mim. Tomava cuidado para não enfiar tudo na boceta, porque ainda era virgem, mas meu cuzinho já estava aguentando meio pepino (não muito grosso) e quase uma cenoura (fina) inteirinha. Eu sonhava com sexo dia e noite. Lia contos eróticos e assistia vídeos pornôs. Ficava o dia todo com a bocetinha molhadinha. Apesar disso, eu tomava muito cuidado, evitando dar bandeira, porque o colégio em que estudava era rigoroso e tradicional. Além disso, nossos vizinhos de condomínio não suportavam meninas assanhadas, proibindo seus filhos de qualquer contato com elas.
Era meu aniversário. Meus pais resolveram convidar meus tios do interior para passarem um dia em nossa casa no litoral. Ricardo e Cristina, meus tios, são pais de três rapazes que, naquele tempo, já haviam saído da adolescência. Assim que eu vi os três garotões, meu coração começou a palpitar, meus instintos selvagens afloraram, minha bocetinha ficou molhadinha. Eu caí de quatro por eles. Todos eles. Eu fiquei realmente apaixonada por aqueles garanhões. Eram três meninões lindos: altos, fortes, atléticos, loiros, olhos azuis, inteligentes, educados e com mãos enormes. E, como se sabe, pelo tamanho da mão se sabe o tamanho do pinto. E eu precisava daqueles pintos urgentemente. Mas como? Sim, como eu ia atacar aqueles machinhos. Como levá-los para a cama, sem despertar a ira de meus pais e tios? Eu precisava de um plano. Fiquei sem dormir, trançando uma estratégia para comer aqueles gatinhos lindos. Cheguei à conclusão que a única forma de dar para eles e não passar por puta era fingir embriaguez no meu aniversário e, de madrugada, invadir o quarto deles.
Durante a festa de meu aniversário, comecei colocar meu plano em ação. Toda hora que passava perto dos meninos, fingia que estava começando a ficar bêbada. Na verdade, detesto bebida alcóolica. Apenas tomava refrigerante, mas fingia que era bebida. Cheguei até a pegar alguns copos de cerveja na mesa deles e, depois de fingir beber aquilo, jogava tudo na pia. Eles pensavam que eu estava tomando todas.
A festa acabou logo depois de cantarem o tradicional “parabéns pra você”. Eu aproveitei que todos vieram se despedir de mim e fingi que estava totalmente tonta. Os convidados nem me cumprimentaram direito e foram embora. Eu fiquei deitada, meio largada no sofá, fingindo que a bebida me deixara muito mal, ou seja, completamente bêbada. Meu pai, com todo cuidado, me colocou no colo e me levou para meu quarto, me ajeitando na cama. Ele me cobriu e foi dormir em seu quarto com mamãe.
Assim que todos se recolheram para seus quartos eu iniciei uma performance teatral digna de artista global. Coloquei um baby doll de minha mãe, muito sensual, totalmente transparente e, sem mais nada (nem calcinha, nem sutiã), fui em direção ao quarto dos rapazes, fingindo que estava totalmente bêbada.
_ Oi primos, vamos comemorar meu aniversário aqui no quarto? – perguntei com voz pastosa, mole, fingindo estar num “porre” de ar gosto.
Os meninos ficaram perplexos. Não estavam acreditando no que viam. Uma linda menina-mulher, com traje sumaríssimo, mostrando a bunda grande e redondinha, a bocetinha raspadinha, linda, e os seios esculturais balançando dentro daquele baby doll. Mais do que depressa, os pintos dos moleques cresceram e ficaram eretos e duríssimos.
_ Acho bom levar Dedé pro quarto dela, ela não está bem, está muito BÊBADA…Se o tio Ricardo souber que ela veio aqui pelada vai ficar puto da vida com a gente – disse Cláudio, com sensatez.
_ Qualquer coisa que fizermos, o titio vai ficar com raiva de nós. Se ele pega gente levando a filha dele pro quarto, vai dar porrada. Acho bom fechar a porta e esperar a prima ficar legal aqui no quarto; depois ela vai embora sozinha – afirmou Jorge, o mais safadinho da turma.
_ Eu concordo com Jorge, acho bom cuidar da prima até que ela melhore deste porre – concluiu Dênis, me puxando para sua cama.
Mais do que depressa, eu me joguei na cama do Dênis e, debaixo do lençol, puxei a cueca dele, catando meu sonho de consumo: um cacete de bom tamanho. Engoli aquele pinto com determinação. Com as duas mãos, fui punhetando, chupando, lambendo, como uma putinha de estrada. Dênis não aguentou o tesão e gritou: “Nossa, que gostoso, chupa meu pau prima putinha”. Aquele grito ouriçou os outros meninos que, tiraram as cuecas e cercaram a franguinha já nua e sem o lençol.
Ajoelhada na cama, eu comecei um “gang-bang” sensacional, tentando chupar três pênis de tamanhos diferenciados, mas todos do tamanho GG. Jorge não aguentou aquele clima sensual e gozou fora de hora. A porra do moleque sujou meu rosto e meu cabelo, pouca coisa sobrou para eu engolir. Dei um trato naquele pinto envergonhado pela ejaculação precoce e o deixei para recuperar, balançando meio mole. Caprichei nos outros dois maravilhosos pintos que povoarem meus sonhos, minhas fantasias, minhas masturbações. E, agora, bem ali, nas minhas mãos, na minha boca, na minha língua… que prazer imenso. Minha bocetinha virgem estava pegando fogo. O orgasmo era tanto que até pingava meu gozo na cama. Eu estava no céu. No paraíso. Era puro tesão. Puro êxtase.
Cláudio, o mais velho, ajeitou-se embaixo de mim e começou uma penetração muito difícil. Nunca passou pela cabeça dele que aquela menina devassa ainda era virgem. Por isso, não teve nenhuma delicadeza e enfiou o pinto na minha boceta com vontade. E eu colaborei, fazendo força para o pauzão (o maior deles) entrar na minha vagina e estourar meu hímen, meu cabaço, meu selinho…enquanto eu chupava o pênis comprido do Dênis. Não era grosso e, por isso, consegui chupar com mais facilidade aquele pinto branquelo, mas super gostoso. Chupei o saco depilado do Dênis, deixando-o atônito, gemendo como um bebê.
Para minha extrema felicidade, o pau do Cláudio entrou rasgando meu cabaço e jorrando sangue pra todos os lados. Ele ficou apavorado:
_ Olha gente, a priminha era virgem. E agora, o que faço?
_ Agora, relaxe e goze, seu tarado – falou rindo Jorge, com seu pau endurecendo rapidamente, assim que viu aquela cena.
Cláudio também riu e, deixando de lado o repentino arrependimento, meteu em mim como gente grande, terminando o serviço deliciosamente. Eu adorei aquela trepada, pois sabia que tão cedo eu não ia encontrar pinto igual: grande, bonito e gostoso. Que gostoso, logo meu primeiro pau era GG extra grande, grosso e comprido.
Preocupado com a gravidez, Cláudio tirou o pau da minha xana e gozou, inundando o lençol de esperma. Fiquei muito chateada, porque queria sentir aquela porra quente nas minhas entranhas. Mas o moleque até que tinha juízo. Já pensou se eu fico grávida, logo na primeira transa? Credo.
Assim que ele saiu debaixo de mim com o pinto mole. Dênis aproveitou a saída do irmão e preencheu a vaga, limpando minha xana daquela sangueira do meu cabaço. E eu nem estava me importando em quem estava comendo o que. Eu queria meus buraquinhos preenchidos. Todos.
O pinto de Dênis, fino e comprido, entrou fácil na minha bocetinha semi-virgem. É claro que doeu um pouco porque meu hímen estava ferido. Mas o prazer era tão grande que nem liguei para a dor. Eu só queria vara. Muitas varas. Aquelas varas em todos os meus buracos. E Jorge percebeu isso e foi se ajeitando atrás de mim. Eu fiquei cavalgando o cacete do Dênis, com a bunda pra cima e Jorge se aproximou e chupou minha bunda, meu rego e meu cuzinho. Sua linguinha esperta penetrou meu ânus com agilidade de uma cobra, abrindo caminho para o seu pinto. Senti a cabeça do pau do Jorge pedindo passagem. Meu cuzinho virgem ia ser rasgado de verdade, porque a cabeça daquele pinto não era pequena. Mas eu estava na linha de frente, numa batalha em que todos seriam vencedores. Pequenos ferimentos eram inevitáveis. Uma bocetinha ou um cuzinho ensanguentado não ia tirar o brilho daquela festa de aniversário. E não tirou. Jorge fez uma penetração sensacional no meu rabo, com a minha ajuda, claro. Empurrei a bunda pra trás, com vigor, e o pau dele entrou. Gritei baixinho de dor, gemi, mas não tirei aquele pinto de dentro. Fiz uma dupla penetração. A minha primeira transa já era sofisticada. Três homens e três pintos à minha disposição. Cláudio veio chegando e colocou seu pinto na minha boca. Claro que aceitei chupar aquela rola que me descabaçou. Chupei Cláudio, dando o cu para o Jorge e a boceta para o Dênis. Nunca pensei que fosse tão bom trepar. Acho que poucas pessoas no mundo já experimentaram sensação tão agradável. Três machos… e todos com os pintos dentro de mim. Isso era demais para que NUNCA trepou na vida.
A dor do cabaço rompido e a dor das pregas estouradas foram desaparecendo no vaivém cadenciado dos dois machos que metiam em mim. Para melhorar minha sensação de ser comida por machos maravilhosos, sentia na minha boca a pica enorme do Cláudio, que eu segurava com as duas mãos. Quando Dênis empurrava pra dentro, Jorge puxava pra fora… estavam em perfeita harmonia com seus pintos dentro de mim. Fiquei torcendo para que, desta vez, o macho não tirasse o pau para gozar fora. Agarrei o Dênis e o apertei para ele não tirar o pau de dentro, assim que seu pau começou a latejar. Os três gozaram juntos, para NOSSA ALEGRIA. Senti, desta vez, as porras quentes encharcando minha xana, meu cu e minha boca. Queria que tudo ficasse dentro de mim. Engoli a porra do Cláudio. Depois daqueles pintos incharem e latejarem dentro de mim, aquele rio de espermas do Dênis e do Jorge escorreram pelas minhas coxas e pernas. Que sensação agradável. Eu estava, realmente, no paraíso. Fiquei curtindo aquela suruba por um bom tempo, até ter certeza absoluta que todos estavam exaustos e satisfeitos.
Sem falar uma só palavra, eu saí daquela cama e, fingindo ainda estar bêbada, fui cambaleando para meu quarto. Eu me joguei na cama cansadíssima e dormi o sono dos justos. Acordei, tomei um belo banho e, com a maior cara de pau, fui tomar o café da manhã com meus primos.
Ninguém tocou no assunto. Eles acreditaram que eu estava mesmo bêbada e estavam como cara de “cachorrinho que caiu da mudança”. E foram obrigados a guardar segredo pelo resto da vida, senão estariam confessando um crime, pois a lei não permite que três marmanjos abusem de uma mulher totalmente bêbada (incapaz)…kkkkkkkk … Depois de algum tempo, reencontrei meus primos e contei-lhes a verdade, porque soube que um deles ficou deprimido e até doente, com crise de arrependimento, por ter abusado de pessoa incapaz. Mas isso fica para outro conto, se este tiver boa votação.

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5 Comentários para “Presentes de aniversário – I”

  1. legal

  2. Estudante_Safada em 17 de dezembro de 2014 @ 17:47

    Conto delicioso, parabéns. Espero um dia ter 3 machos me comendo também…

  3. jemqueremninfa em 17 de dezembro de 2014 @ 18:04

    Você é uma delicinha….safadinha…..
    Adorei as fotinhos…entre em contato…bjs

  4. jemqueremninfa em 17 de dezembro de 2014 @ 18:07

    também faço aniversário amanha….”coincidencia”

  5. oi delicia gostosa amei seu conto vamos entra em contato por email facebook o meu é daniel coelho rocha me adiciona la meu email andersonmuller22@hotmail.com entra contato comigo vamos trocar emails

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