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Puta de meu irmão.

  • Publicado em: 1 de junho de 2017 16:48
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Nunca em minha vida imaginei que iria acontecer uma coisa destas. Me separei de meu marido há 1 ano atrás e me mantive sem querer relacionamento com ninguém, afinal de contas tenho 3 filhas e apesar delas serem casadas tenho que dar exemplo a elas de honradez. Tenho 42 anos mulata 1,75 m seios fartos um corpo roliço de ancas largas bunda redonda e uma boceta grande. Evangélica, porém tenho uma fogueira entre as pernas, desde a separação sofro por falta de sexo, subo nas paredes de tanto tesão vou me satisfazendo com o que encontro pela frente de cenoura a colher de pau o que for roliço ponho na boceta até gozar. Tinha sonhos eróticos acordava suada toda melada me masturbava todos os dias, mas ali firme nunca dei ousadia a ninguém, nem irmão da igreja confiava, amigas e vizinhas nunca disse ou comentei nada. Passei então a ler contos eróticos e me imaginava no lugar de muitas mulheres que aqui relatavam seus casos e trepadas e ficava alucinada. Isso só venho mudar a pouco tempo de uma forma que eu nunca imaginei. Um irmão meu mais velho que eu 5 anos solteiro foi transferido para nossa cidade a trabalho e a empresa queria alugar uma casa para ele ficar ou coloca-lo numa pousada, acontece que ele me pediu informações sobre valores de aluguéis ou diárias de hotel/pousadas, sugeri então que se ele quisesse viria morar comigo e me faria companhia, afinal de contas eu morava só numa casa de 3 quartos que estavam vazios e me sentia muito sozinha. Queria que alguma de minhas filhas ficassem comigo mas elas preferiram morarem em suas casas, normal, meu irmão então conversou com seu encarregado que de pronto aceitou sua proposta estipulando um valor que foi bom tanto para mim como para a empresa de aluguel e alimentação mensal. Fizemos um contrato e Juca veio morar comigo. Foi uma grata satisfação ter meu irmão aqui e desde novos sempre nos demos bem e apesar dele não ser evangélico como eu respeitamos nossas diferenças, ele gosta de beber suas cervejas nada exagerado e abrir mão dele trazer suas bebidas pra casa era melhor que ficar em pé de balcão arranjando confusão. Eu trabalho na área de segurança como supervisora, ele é mecânico industrial de uma multinacional, e só nos encontramos à noite. Vou aos meus cultos em dias alternados pois preciso fazer comida para quando chegarmos. Se passaram 2 meses de sua estadia em minha casa e conversando com ele sobre diversos assuntos indaguei a respeito de mulheres e como ele se virava pois não tinha notado ele dar alguma saidinha noturna. Ele me confidenciou que não gostava de procurar profissional do sexo e queria encontrar uma mulher madura e independente e ter um relacionamento mais serio e despreocupado. E enquanto não encontrava ia se virando na mão grande mesmo, disse sorrindo. Ao mesmo tempo ele me perguntou se eu depois que me separei não tinha tido qualquer envolvimento com ninguém? Respondi que tinha um nome a zelar e exemplos para dar as filhas. Juca depressa me interrompeu dizendo que não tinha nada a ver, que eu podia muito bem ter um relacionamento sem precisar dar satisfação a ninguém afinal de contas era divorciada, independente, bonita, jovem, gostosa e não teria casos iria ter um relacionamento aberto sem ferir nem machucar seja quem fosse. Aquelas palavras me deram ânimo e força e sem argumentos para pedir a ele parar. E ele continuou, que eu deveria procurar um homem maduro e confiável colocar suas necessidades e ser feliz. A principio me sentir uma vadia que por um instante aceitei aqueles conselhos, mas por dentro lá no fundo sabia que Juca estava certo, e eu já não aguentava de tanto tesão reprimido. Dei como encerrada a conversa indo para meu quarto colocar meus pensamentos em dia. Mal conseguir dormir direito, minha cabeça estava confusa e meu fogo aumentou e me masturbei loucamente naquela noite gozando inúmeras vezes alucinadamente. No final de semana seguinte, estava eu na igreja e me deparei com um senhor de uns 55 anos viúvo que puxou assunto comigo e ao termino do culto ele se prontificou a me acompanhar até minha residência. Fomos conversando e ele discretamente me falou que já vinha me observando há algumas semanas e simpatizado comigo e gostaria de me conhecer melhor e a minha família. Relutei no começo e fiquei de pensar no assunto e que gostaria de primeiro conversar com os meus familiares. De comum acordo nos despedimos e ele se foi. Naquela noite chamei Juca e relatei o ocorrido e ele alegremente me incentivou a tentar começar um romance. Estranhamente eu imaginei que ele teria uma outra postura a respeito sentindo uma ponta de decepção. No final de semana minhas filhas vieram para almoçar conosco, duas delas tem uma filha cada e foi uma alegria vê-las. Aconteceu de Juca puxar o assunto do Senhor que queria conhece-las, elas se mostraram curiosas e me deram força para tentar. Como era domingo os maridos delas haviam ido a suas peladas e só iriam busca-las à noite. Ficamos conversando na varanda e Juca bebendo suas cervejas falava animadamente com uma de minhas filhas Ariane a mais nova. Achei curioso pois ele se concentrou apenas a dar atenção a ela, Ariane tem 19 anos e é casada a 3 anos e não tem filho ainda, é uma boneca rosto redondo sorriso fácil dentes perfeitos, um corpo roliço como o meu ela tem cerca de 1.65 m seios pequenos redondos, cintura definida uma bunda empinada carnuda e uma bocetinha tipo coração, coxas grossas. Não tínhamos ideia do teor de suas conversas, apenas escutávamos suas risadas animadas e cochichos entre eles. Juca era divertido fazia graça de tudo parecia uma criança e sua sobrinha estava se divertindo com sua lorotas. Juca bebia uma cerveja atrás da outra e estava em visível estado de embriagues, Ariane no entanto estava se divertindo com suas estorias e lhe servia a toda hora cerveja o deixando cada vez mais bêbado. Juca fora ao sanitário urinar acredito, e Ariane o seguiu até a cozinha nada de mais imaginei, mas a demora de retornar me fez ficar curiosa e entrei para ver se algo estava acontecendo, Ariane não se encontrava na cozinha e fui até um dos quartos e nada, estranhei e abrir o quarto em que Juca estava hospedado, e para minha surpresa lá estavam eles tio e sobrinha no maior amasso se chupando Ariane segurava a pica do tio punhetando apressadamente enquanto beijava sua boca sugando sua língua, gelei dos pés à cabeça vendo aquela cena horrorizada. Sem palavras fechei a porta sem saber como agir fui até a sala e chamei em alto e bom som por Ariane que saiu apressada do quarto de seu tio nervosa e trêmula, me dizendo que o havia colocado para dormir pois estava muito bêbado, mentiu. Eu não sabia se dizia a ela o que tinha visto ou se calava e deixava isso para lá e conversaria com Juca amanhã com ele sóbrio, Ariane saiu apressada indo de encontro a suas irmãs e relatava que seu tio estava muito doido e colocara ele no quarto, se apressando em desculpar-se pela demora. Pouco tempo depois os maridos chegaram para leva-las para suas casas, no entanto Ariane convencera seu marido que dormissem aqui esta noite e amanhã iriam embora, pelo que eu presenciara logo notei que ela iria arranjar uma maneira de trepar com seu tio naquela noite, gelei só de imaginar um incesto entre sobrinha e tio dentro de minha própria casa era demais, tinha que agir e evitar que o pior acontecesse. O marido de Ariane fora tomar banho e fomos ela e eu para a cozinha aprontar algo para ele comer. Estávamos as duas desconfiadas sem ter muito o que conversar. Falei que achei errado ela ter levado seu tio para o quarto e ela meio sem jeito apenas consentiu em sinal de arrependimento alegando que ele estava muito mal e apenas o acompanhou por medo dele cair. Finalizando o papo. Após o jantar André seu marido dissera que estava exausto e fora deitar nos deixando na sala assistindo a um filme, falei que iria também me retirar ler um pouco a Bíblia e me recolher a deixando sozinha. Não fechei minha porta para melhor monitorar seus passos por medo dela fazer alguma besteira, tentei ler algum trecho da Bíblia mas não me concentrava e lembrando da cena que assistira minha filha segurando a pica do tio e chupando sua língua a se roçar safadamente nele, aquilo ecoava na minha mente me deixando apreensiva e excitada ao mesmo tempo me esquentando a buceta e masturbei-me como nunca gozando um rio adormeci quase que de imediato. Acordei lá pras 2:00 horas da manhã e levantei para beber água notando que havia alguém no banheiro e encostei o ouvido na porta escutando gemidos abafados, tremi já supondo do que se tratava, abri a porta do quarto de Juca e lá ele não estava, entrei em pânico será possível que Ariane teria esta coragem de trepar com o tio com seu marido dormindo ali ao lado? Corri ao outro quarto tremendo de medo e devagar abrir a porta e André dormia roncando apenas de cuecas e Ariane ali não estava, pensei comigo que loucura essa menina enlouqueceu de vez, voltei até o banheiro e sem fazer barulho algum fui abrindo a porta deixando uma fresta que olhei para dentro e lá estavam Juca meu irmão apoiado na pia e Ariane agachada chupando seu enorme cassete gulosa indo até a garganta não acreditava nos meus olhos, como aquela menina suportava aquele pau inteiro na boca ela chupava gostosamente o fazendo ficar nas pontas dos pés arrepiado, ela punhetava sua pica para fazê-lo gozar mais depressa e foi o que aconteceu ele segurou-a pela cabeça soltando um jato de esperma a fazendo engasgar e escorria pelo canto da boca muita porra, ela engoliu o que pode lambendo seu caralho limpou-o todinho sorvendo cada gota que saia, levantou-se oferecendo sua boca que Juca beijou e chupou seu próprio sêmen. Meu coração disparou afastei-me indo para a cozinha bebi água para acalmar minha palpitação. Meu corpo tremia de nervoso e excitação, minha pequena filha se portando como uma puta chupando seu próprio tio, saiu do banheiro apressada indo para seu quarto e Juca veio para a cozinha me encontrando ali aparada no escuro assustou-se ligando a lâmpada me perguntou se tinha acontecido alguma coisa? Respondi que não apenas acordei com sede, desconversei indo para meu quarto incrédula, desabei na cama e minha buceta escorria de tanto tesão, precisava urgente de uma pica também, procurei por algo que me satisfizesse e peguei uma escova de cabelos e soquei o cabo na buceta alucinada gozei lembrando da cena de minha filha mamando seu tio com sua pica grande e grossa. Acordei pela manhã com uma sensação estranha estava leve me sentia feliz, como que me justificasse meus pensamentos pecaminosos da noite anterior. Todos estavam de pé um cheiro gostoso de café e ovos exalavam da cozinha Ariane estava toda assanhada que até seu marido André estranhou, perguntando se ela havia visto algum pássaro azul? Ela disse que nunca tinha dormido tão bem há muito tempo, sorriu em direção a Juca seu tio, que disfarçando disse não lembrar de nada que apagou sou levantando para beber água na madrugada me olhando. Sentamos à mesa para nosso café matinal e Ariane falava sem parar caçoando da cara do tio e sua embriagues na noite anterior. Riram abobalhados e eu pensativa lembrava da sacanagem de Ariane para com o marido, cornear com o próprio tio, uma putinha vadia pensei. André à apressava para irem embora e Ariane teimava em ficar mais um pouco não perdia um minuto que não se roçasse no seu tio abraçando-o e beijando a toda hora se insinuava lânguida como uma gata no cio, não sei como o André não notava tamanha era o flerte dos dois. Intervir atraindo Juca para me ajudar nas louças e só assim ela sossegou o facho e mesmo assim ainda teve a cara de pau de convidar Juca para ir a sua casa almoçar com eles qualquer hora dessas ou passar um final de semana por lá, oferecida. Não sei porque senti uma ponta de ciúmes dela. Finalmente eles se foram ficando eu e Juca a sós e ele em tom de brincadeira me abraçando por trás colou sua pica em minha bunda me beijando a nuca falou ao meu ouvido que eu estava ainda mais gostosa hoje, brincou, eu me arrepiei toda deixando escapar um suspiro que ele notou e falou: Porra irmã você tá numa carência daquelas mesmo, precisa urgentemente de um homem, e se eu não fosse sua irmã ele não sabia o que aconteceria. Sorriu me deixando vermelha de vergonha, me fiz de ofendida o colocando em seu devido lugar o vi sentar no sofá largado e sua bermuda mostrava um volume considerável entre as pernas, notei. Minhas entranhas esquentaram corri ao banheiro e lavei o rosto em febre, toquei em meu sexo e estava encharcado, meu Deus, aquilo estava ficando perigoso, eu estava mesmo desejando meu próprio irmão? Tentei em vão afastar os maus pensamentos, mas só vinha a mente sua pica dura e grossa e Ariane a chupa-la, masturbei-me sentada no vaso sanitário, gozando em meus dedos que lambi sentindo meu sabor de mel. Pecadora isso mesmo pecadora. Me arrumei e fui até a igreja orar e tentar desfazer de meus pensamentos e afim de encontrar o senhor que queria me cortejar, estava decidida a dar uma chance a ele e pelo menos sentir uma pica inteira em minha buceta. Pronto a porta estava aberta. Lá no templo não o encontrei ficando desolada, teria que ser numa outra oportunidade, orei pedi perdão pelos meus atos pecaminosos saindo em seguida. Durante o trajeto para casa minha cabeça estava nas palavras de meu irmão me chamando de gostosa. arrepiei, ao passar por um bar perto de casa escutei alguns comentários que vinham lá de dentro, coisas como olha ela ali que crente gostosa, que rabo lindo, que fêmea, quem será que fode ali? ainda vou perguntar a seu irmão Juca quem monta naquele rabo. Aquilo me deixava ainda mais em ponto de bala, febril, e seguia meu caminho sem dar oportunidades de novos ‘elogios’. Cheguei em casa e Juca estava em seu quarto e a televisão ligada, imaginei que ele estava assistindo algum filme ou dormira de novo. Coloquei minha Bíblia no quarto e fui até seu quarto empurrando a porta devagar enfiei minha cabeça lá dentro e Juca estava não assistindo televisão mais sim no Notebook vendo algum filme pornô nele e se masturbava tranquilo, fiquei ali paralisada vendo aquela cabeça de pica vermelha sendo coberta pela glande, hipnotizada de boca aberta babando de vontade de atacar aquela mangueira linda de meu irmão, ele estava tão concentrado assistindo o vídeo que nem se deu conta de minha presença parada na porta vendo aquela cena. Fiquei ali até ele soltar uma golfada de esperma espesso que mais parecia leite moça que escorria pela sua mão ele gemendo e chamando pelo nome de Ariane, a chamando de gostosa de boca de veludo e que queria fode-la todinha iria meter na sua buceta até gozar muito lá dentro, Juca estava de olhos fechados chamando pela sobrinha e eu adorando ver ele gozando fui as pressas para meu quarto levantei a saia e nem me dei ao trabalho de tirar a calcinha afastando ela de lado enfiei dois três dedos dentro toda ensopada masturbei até derramar meu mel pensando em meu irmão. Era loucura mais eu queria aquela pica dentro de mim e tinha que ser hoje antes dele foder minha filha e não teria mais chance. Arquitetei uma maneira de foder com Juca de qualquer jeito. Nem me lavei sai do quarto e fui até a geladeira e vi o estoque de cervejas dele, haviam poucas latinhas e liguei para um depósito próximo a nossa casa e solicitei duas caixas de latas de cervejas já geladas. Em poucos minutos o entregador apareceu, paguei e levei as latas para o frizer enquanto Juca tomava banho. Era um domingo de céu azul e sol forte. Ao sair do banho Juca enrolado numa toalha veio até a cozinha exalando um perfume de sabonete me embriagando e ao passar por mim deu uma palmada na minha bunda sorrindo foi até o lado de fora e pegou no varal uma cueca sua indo trocar-se no quarto. Voltou em seguida apenas de short e abriu a geladeira deparando com uma quantidade de latinhas que ele desconhecia, fez cara de susto e disse que estavam se reproduzindo as latinhas. Sorri e falei que havia pedido para trazer pois era melhor ele beber em casa do que em bar que só trás dor de cabeça. Ele pegando uma latinha veio até mim abraçou-me beijando meu rosto e pescoço me fazendo arrepiar. Me desvencilhei dele alegando que estava fedendo a condimentos pois estava cozinhando, ele disse que temperada eu ficava ainda mais gostosa sorrindo saiu sentando na varanda de lata em punho ficou bebendo e cantarolando uma música. Enquanto a comida não estava pronta fui tomar um banho escolhendo uma roupa que a muito não usava, uma saia acima dos joelhos, peguei uma calcinha que desenhasse minha bunda e desse volume a minha buceta e usei uma blusa folgada sem sutien deixando meus seios fartos soltos com os mamilos enrijecidos a mostra. Ou seja estava vestida para foder só faltava ele atacar. voltei à cozinha dei uma analisada na comida coloquei alguns pedaços de carne no prato e levei até Juca na varanda sentando numa cadeira de frente para ele deixando à mostra minhas coxas grossas que de quando em vez abria discretamente fazendo com que minha calcinha ficasse à vista. Juca já estava na terceira latinha e estranhou minha atitude e meu modo de vestir comentando debochado o porque da mudança. Apenas lhe falei que estava seguindo seu conselho e como só havia nós dois em casa nada melhor que já ir me acostumando com o que poderia vir daqui pra frente, não achando nada de mais resgatar algumas roupas que usava antes de ser uma evangélica e estava casada ainda. Ele me pediu para trazer mais algum petisco e me dirigi à cozinha rebolativa com minha calcinha parcialmente enfiada no rabão que tremulava.aproveitei e lhe trouxe mais uma latinha e um cálice de vinho, tinha muito tempo que parara de beber mas mantinha sempre uma garrafa para se alguém aparecesse. Juca ao me ver com o cálice de vinho soltou uma sonora gargalhada zombando de minha cara, me fiz de ofendida fazendo biquinho e ameacei jogar o vinho fora, sendo contido por ele que segurando meu braço disse que estava de brincadeira e surpreso também mas era uma surpresa boa, pois eu estava evoluindo. Ele me perguntou se eu estava preparada para se relacionar com meu pretendente e falei que era precipitada qualquer resposta agora queria o conhecer melhor para ver como iria evoluir nosso ‘caso’. O chamei para almoçarmos e ele disse que comeria mais tarde, bebendo sua cerveja e falando suas sacanagens já um pouco alto. Aproveitei a deixa e abria ainda mais minhas pernas expondo minha calcinha descaradamente na sua frente, ele dava assobios de admiração sorria e apenas dizia pra eu me comportar pois ele não era de ferro. Eu estava excitada e meus seios me denunciava ficando cada vez mais arrepiados, fui até a cozinha peguei mais um cálice de vinho bebi de uma só vez levando mais uma latinha de cerveja para Juca. Mudei a estratégia e deitei-me na rede ficando de lado para meu irmão, sonolenta escutava ele falando safadezas adormeci devido ao vinho e só me dei conta algum tempo depois com Juca com a cara toda enfiada em minha buceta a chupando eu toda escancarada dentro da rede ele sugava meu clitóris eu estremecendo e sua língua invadindo minha buceta gostosamente ele apertando meus seios enlouquecido me chamava de irmã gostosa e lambia meu cu que piscava sedento por pica, eu apertava sua cabeça com minhas coxas gemendo e pedindo para ele me fazer gozar, Juca chupava de uma forma gulosa me fazendo estremecer gozando em sua cara e boca que ele sorvia com prazer dobrado. Juca então saindo das minha pernas desfez da bermuda libertando aquela pica enorme me ofereceu passando ela em minha cara escorrendo um líquido fino que eu agasalhei aquela cabeça vermelha em minha boca chupando gostoso ele metia como se fosse em minha buceta fazendo-me engasgar acertando minha garganta rapidamente enfiava e tirava, me dizia sacanagens mandando eu chupa-lo me chamando de puta, dizia que era aquilo que eu queria era pica ele ia dar pica muita pica enfiando mais e mais seu pau em minha boca que lutava para engoli-la até o fazer gozar muito em minha boca, engasguei mas engoli tudinho e a pica não baixava estava dura como pedra, nem deu tempo de respirar direito ele montou ali mesmo dentro da rede elevou minha saia puxou a calcinha de lado e enfiou sem dó seu mastro inteiro, uma dor intensa me tomou a buceta pois a muito tempo que não recebia uma pica ainda mais daquele tamanho, a dor se transformou em prazer no mete e tira que meu irmão Juca fazia, socava profundamente sua vara beijando minha boca chupando meus peitões ansioso e gozou de novo agora dentro de mim um gozo quente que minha buceta apertava seu pau em contrações variadas o fazendo soltar jatos de esperma dentro de mim gostoso. Cachorra, crente safada, irmã puta, vagabunda, gostosa era tantos os adjetivos que ele proferia me mordendo o pescoço e os seios, mordia minha boca e língua alucinado e desabou sobre meu corpo o coração disparado. Ficamos em silêncio alguns minutos ali um sobre o outro até sua pica encolher saindo de minha buceta. Ele me levantou da rede me pós no colo e me conduziu até meu quarto me jogando na cama tirou minhas vestes cheirando minha calcinha e lambendo meu corpo já estava novamente em ponto de foder, sua pica apontava para cima ereta sedenta por foda me virou de bruscos e abriu minha bunda cuspindo no meu rego encheu meu cu de cuspi pincelando com sua pica foi empurrando aquele monstro de músculo, vi estrelas de nada adiantou dizer que nunca havia dado o cu, ele enfiava e tirava a cabeça da pica me segurando pela minha anca foi aprofundando uma dor lacerante me tomava e lágrimas escorriam no rosto suava bicas soluçava e ele socando sua vara enterrando toda em meu cu, senti os culhões baterem na bunda, meu irmão acelerou as estocadas me lascando o cu por inteiro, e a dor transformou-se em prazer doía e ao mesmo tempo era gostoso receber aquele cassete todo no cu, rebolei e mexi querendo que ele gozasse logo para expulsar aquele pau de mim e foi pior Juca urrava de prazer e me falava que eu era uma vagabunda diz que nunca deu o cu e agora rebola como uma puta safada na vara, metendo mais ainda meu cu esfolava e Juca mandando pica pra dentro, estourou num gozo quente que inundou meus intestinos por completo, acho que foi até o estômago de tanta gala gozei junto pelo cu e pela buceta molhando a cama completamente. Sua pica não amolecia e meu cu tentava expulsa-la de dentro contraía prendendo ela lá dentro meu irmão gemia endoidecido batia na minha bunda me chamando de irmãzinha gostosa, crente cachorra, me disse que iria comer minhas filhas tudinho começando pela cachorra da Ariane. Eu apenas gemia espetada naquela pica grossa no meu cu que teimava em não amolecer nem sair. Pouco depois ele desabou de lado retirando aquele espeto de carne de dentro arrancando esperma misturada com bosta e sangue, meu cu estava um rombo. Arfando levantei indo ao banheiro tomar uma ducha e ver o estrago que meu irmão fizera, não antes de sair ele deitado me pediu para trazer uma cerveja pra ele relaxar, submissa atendi meu macho indo ao meu banho. Estava toda vermelha dos chupões e tapas minha boceta escorria gala pelas pernas meu cu cabia três dedos dentro alargado. Tomei um longo banho e uma sensação de alívio me tomou o corpo e a mente, estava feliz e satisfeita há mais de um ano que não recebia uma pica estava abastecida, aliás pensei que estava abastecida. Ao retornar ao quarto meu irmão já estava de pica dura de novo batendo punheta quis chupar minha buceta de novo e repetiu tudo outra vez me chupou toda cu e buceta, meteu na boca no meu cu de novo na buceta fodeu a noite toda, estava endiabrado até me fez bater punheta nele com meus pés que ele achou sexy e lindos beijou-os lambeu as solinhas e gozou neles o que restou de gala. Jurou que nunca mais ia deixar ninguém me foder somente ele, a partir daquele dia eu era propriedade dele. Foi o melhor domingo da minha vida. Meu irmão me fode todos os dias de todas as formas e lugares, até na igreja ele já me fodeu, mais isso é outra historia. A propósito ele realmente fodeu minhas 3 filhas, corneou todos os maridos e por fim engravidou Ariane que o corno do André pensa que o filho é dele. Depois relato como ele conseguiu tal proeza.

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2 Comentários para “Puta de meu irmão.”

  1. Adorei e real este conto????

  2. Eu tenho 55 anos, divorciado e liberal tambem espero encontrar uma garota que goste de sexo liberal para vir morar comigo. Moro em Taubaté estado de S.P
    Meu Whatts 12 98123 7898 Obs: Só respondo à MULHER

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