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Putaria em Paranapiacaba

  • Publicado em: 9 de junho de 2009 00:19
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Meu nome é Anita, sou loura, 1,67m, 47 anos, peitos pequenos e ainda durinhos, olhos verdes. Apesar da idade ainda me considero bem gata e o sucesso que faço com os homens confirma isso. Desde de novinha sempre fui a putinha da turma: a primeira a chupar um pau (aos 14!!), a perder a virgindade, a dar o cuzinho e a transar com mais de um macho, tudo isso antes dos 20 aninhos.

O que vou contar aconteceu em Julho de 2009. Estava rolando o Festival de Inverno de Paranapiacaba em Santo André, além de curtir o clima do local eu estava dispostas a fazer um festival muito particular. Vesti uma roupa bem provocante, mini-saia, lingerie vermelha toda rendada, uma camisa bem decotada que deixava meu peitinho quase todo à mostra e por cima de tudo um quente casaco vermelho; passei num mercadinho perto de casa onde eu já havia encomendado no dia anterior uma caixa de cerveja gelada e alguns sacos de gelo, para garantir a animação peguei também uma garrafa de vodka. Ajeitei tudo no porta malas e parti para a serra.

Depois de enfrentar um transito enorme, estacionei meu carro num cantinho bem escondido nos fundos da vila atrás de uma casa que estava vazia. Fui a pé até o centro onde a festa rolava, andei um pouco para descontrair e ver as delícias que iriam me comer naquela noite. Assisti ao show do Oswaldo Montenegro e lá pelas dez da noite fui definitivamente à caça.

Depois de circular bastante, encontrei um grupo de franquinhos encostados num canto, pareciam meio desanimados, mas eram todos bem gatinho, dois morenos bem fortes e sarados, um negrão enorme e dois branquelos magrinhos. Gatos de todos os sabores, como eu gosto; fui chegando como quem não quer nada.

– Que desanimo é esse pessoal – falei para eles já sorrindo. Eles me olharam sem saber direito o que estava rolando.

O magrelo foi o primeiro a abrir a boca… Pra falar merda.

– É tia o negócio tá devagar aqui.

Pensei em dizer que “tia” era a puta da mãe dele, mas me contive afinal eu queria a minha festinha.

– Olha, eu tenho umas cervejas no carro, se vocês quiserem a gente pode dar uma agitada nesse negócio aqui.

Eles se olharam sem entender nada, uma loura oferecendo cerveja de graça?? Como os outros estava meio abobados o negrão tomou as rédias da coisa, já foi colocando aqueles braços enormes no meu ombro me puxando para seu corpo cheiroso e duro.

– E onde está teu carro princesa?

Achei o “princesa” meio cafona, mas o importante era que ele era forte e gostoso. Seguimos subindo o morro até onde eu deixei meu carro escondido. Abri o porta malas liberando a cerveja para a galera, liguei o som do carro e ficamos ali um tempo bebendo e trocando idéia.

Depois que a garrafa de vodka começou a rodar todos ficaram mais soltos e logo o papo era sobre sexo e como seria gostoso foder com uma mulher experiente. Essa foi a minha deixa.

– E vocês acham que essa cerveja gelada vai sai de graça? Falei e já foi caindo de joelhos na frente do negrão. Todos gritaram de alegria e meu macho já foi tirando aquele pica enorme e cheia de veia para fora, estava meio mole, mas ainda assim eu tive que abrir ao máximo minha boca para acomodar toda aquela carne.

Foi chupando e coisa foi crescendo na minha boca que estava quase deslocada, ele segurou minha cabeça e foi mexendo os quadris para enterrar a tora na minha garganta. Eu delirava e ele gemia: “que boca gostosa!! Parece uma boceta!!” Logo senti mais dois paus cutucando minhas bochechas, à esquerda o branquelo com um pau fino, mas comprido e à direita um cacete moreno de tamanho normal, mas muito bonito com a cabeça roxa e brilhante.

Eu queria experimentar os outros paus, mas o negrão segurava firme minha cabeça só socando sua vara em movimentos cada vez mais fortes, indo mais e mais fundo na minha garganta; eu mal conseguia respirar. Não demorou e ele tirou aquela maravinha da minha boca esporando na minha cara. Lambi a porra grossa que tinha grudado nos meus lábios e me levantei.

Os dois que estava esfregando os cacetes no meu rosto ficaram decepcionados, acariciei os rostinhos lindos e lisinhos e falei que havia Anita para todos aquela noite. Fui tirando a roupa ao som de aplausos dos meus machos, ao fundo as luzes e o burburinho da vila chegavam meio turvos até nós através de uma leve neblina que começava a se formar. Totalmente nua desfilei para eles, recebendo dedadas e beliscões por todo o corpo, coloquei o casaco sobre meu corpo nu já que a noite estava bem gelada e voltei à minha posição de joelhos com a boca escancarada esperando eu me fodessem a garganta.

Um dos branquelos chegou e começou a bater no meu rosto com o cacete duríssimo, adoro quando batem na minha cara, ainda mais com um pau daqueles. Colocava a língua para fora tentando saborear aquela carne branca. Ele segurou minha cabeça pelos cabelos e meteu a pica de uma vez até o fundo me fazendo engasgar, tirou e voltou a meter; logo ele estava me fodendo a boca com vontade puxando minha cabeça pelos cabelos de encontro ao seu pau, chacolhava tanto minha cabeça que comecei a ficar tonta enquanto minha garganta já latejava pela surra de pau que levava. Por fim, afundou até o talo enterrando meu nariz naqueles pelos perfumados, com forte cheiro de macho e despejou sua carga no fundo da minha garganta, nem pude sentir o gosto desceu todo de uma vez.

Assim que ele me liberou foi gatinhando até ao outro moreno que, muito tímido, tinha ficado num canto só observando a cena. Ajoelhada na sua frente foi abrindo sua calça para liberar um pelo cacete grosso e duro como ferro; peguei o copo de vodka da sua mão e derramei o líquido sobre sua pica, e comecei a chupar. Tentava engolir tudo, depois lambia, das bolas à cabeça, ficava passando a língua na cabeça brilhante e delicadamente forçava o buraquinho de onde logo sairia meu leitinho. Ele gemia baixinho e acariciava meus cabelos, foi chupando aquele pau gostoso que até pulava na minha boca de tanto tesão.

Enquanto me deliciava com aquela pica sinto duas mãos na minha bunda, ajeitei meu corpo deixando meu rabo mais exposto sem tirar aquele pau delicioso da boca. Rapidamente sinto dedos entrando na minha boceta encharcada e no meu cuzinho que piscava guloso. Quando senti pelos menos três dedos grossos sendo socados bem fundo no meu cu passei a receber fortes tapas nas nádegas. Não resisiti e gozei pela primeira vez, quase ao mesmo tempo em que meu tímido macho enchia minha boca com um creme delicioso.

Pensei em chupar os dois cacetes que ainda não tinham gozado, mas o negrão tinha outros planos. Me agarrou pelos cabelos e me arrastou até o carro, jogando meu corpo no banco de trás do carro. Fiquei com as pernas abertas do lado de fora. Ele não perdeu tempo e caiu de boca na minha xana, chupando tudo com vontade, enfiava aquela língua bem fundo dentro de mim recolhendo todo o mel que já escorria. Dava linguadas no meu grelo e leve chupadinhas que me levavam às nuvens.

De repente alguém senta na minha cara colocando o cu na minha boca. Sem exitar botei a língua para fora lambendo aquele cuzinho novo, forçava a língua, mas só a pontinha entrava. Meu negrão enfiou dois dedos na boceta, acariciando lá no fundo enquanto chupava meu grelo, aquilo era o paraíso. Eu rebolava na sua boca, já sem controle sobre meu corpo.

O cara que tinha o cu chupado por mim levantou-se e pude ver que era o branquelo que ainda não tinha gozado, ele virou-se e enterrou o cacete na minha boca, que recebeu aquela vara com gosto.

Chupando um pau, senti um senhor cacete abrindo os lábios da minha boceta molhada e deslizando para dentro. Apesar de ter a boceta bem rodada, não pude segurar um gemido profundo enquanto aquela tora rasgava as paredes da minha vagina, eu sentia cada centímetro entrando e dilatando meus músculos que se contraiam em espasmos. Logo o segundo gozo da noite foi crescendo dentro de mim enquanto o negrão me comia como uma animal socando com violência e dando tapas nas minhas cochas. O que me fodia a boca também sentiu a tensão animal no ar e começou a socar o pau na minha garganta, às vezes ele tirava para dar uns tapas na minha cara.

– A vadia gosta de vara!! Toma puta!

Eu adoro ser tratada como vadia e sem demora estava gozando aos berros, o branquelo também gozou jogando porra nos meus cabelos e pelo banco do carro. O negrão saiu de dentro de mim, me virou de quatro e meteu tudo de uma vez. Eu só gemi, um gemido longo e dolorido. Minha bunda logo passou a receber os tapas que ele dava cada vez mais forte. Me xingava de cadela e puta.

– Isso sou sua puta meu macho gostoso! Mete esse troco na minha buceta! – Eu gritava sem saber o que dizia e sem me preocupar se isso chamaria a atenção de alguém. Ele puxava meus cabelos e metia freneticamente.

Quando ele gozou senti seu pau tremendo dentro de mim despejando aquele leite viscoso. Mal ele saiu e outro cacete já foi enterrado na minha boceta. Não era do calibre do negrão, mas era bem gostoso e ele metia muito bem esfregando o cacete nas paredes da minha vagina. Bombou por uns cinco minutos, mas antes de gozar ele saiu.

Me tiraram do carro, arrancaram meu casaco e jogaram no chão. O moreno que estava me comendo, deitou sobre ele e me chamou para cavalgar seu caralho. Antes de atolar na boceta dei uma chupada saboreando a mistura do meu mel com o leite do negrão que ele havia pescado da minha boceta. Subi sobre ele e comecei a cavalgar com vontade saltando naquela pica.

Quando já estava ficando sem forças ele me puxou de encontro ao seu corpo deixando a bundinha toda exposta para quem quisesse atacar. Foi meu moreno tímido que já tinha se soltado bastante o primeiro a atacar meu cuzinho. Ele foi delicado mais firme enterrando sua jeba lentamente, mas com pegada. Quando senti os dois caralhos enfiados em mim eu sai deste mundo, fechei meus olhos e só sentia minhas carnes sendo rasgadas pelos dois.

De repente sinto um taba na cara, era alguém que queria ser chupado. Ser fodida ao mesmo tempo em todos os buracos é o máximo, mas eu queria ver até onde ele ia. Permaneci com a boca fechada, a resposta foram outros dois tabefes que arderam no meu rosto.

– Abre essa boca cadela!! – Foi o grito firme que ouvi, mas que queria provocar mais e fiquei só gemendo.

Logo senti duas mãos firmes em torno do meu pescoço me sufocando.

– Tu vai abrir essa boca piranha por bem ou por mal.

O sufocamento e os dois paus me fodendo me levaram ao orgasmo mais intenso da noite, quase desmaiei! Senti um choque saindo da boceta e irradiando por cada pedaço das minhas carnes, sem respirar meus outros sentidos estavam adormecidos e tudo que havia era aquele gozo sem fim.

Quando toda aquela corrente elétrica que percorreu meu corpo por alguns segundos passou eu abri a boca pedindo pica. Logo os três entupiam meus três buracos de pica. Eles fodiam com vontade e eu só sentia aquele arrepio percorrendo meu corpo de cima à baixo, me deixando mole e entregue àquela curra deliciosa.

O que estava por baixo se contorceu um pouco para abocanhar meus peitos ele chupava e mordia com força deixando minhas duas tetas cobertas de marcas de dentes por vários dias.

Quando o que comia meu cu gozou, o que estava na minha boca assumiu seu lugar, eu gritei: “quero chupar!!” e o negrão colocou aquele monstro na minha boca socando com brutalidade, eu recebia tudo até o fundo da garganta, engolia em seco quando ele forçava fazendo aquela tora deslizar garganta abaixo.

Ficamos mais alguns minutos nessa foda, até que o garoto que me fodia a boceta gozou. Tivemos que interromper a fota para ele sair de baixo de mim, nesse momento eu ainda no chão olhei para o olhos do negrão pauzudo e pedia para que me comesse o cuzinho.

O moreno que estava fodendo minha bunda deitou e eu encaixe sua pica na boceta, deitando sobre seu corpo e com as mão para trás abrindo ao máximo meu rabo.

– Vem meu negrão gostoso, arregaça o cuzinho dessa sua loura vadia!

Ele não pensou duas vezes, encostou aquele coisa no meu cu e foi enfiando, como aquilo era bom! Com o rabo bem lubrificado pelo gozo dos outros rapazes o cacete deslizava, meu cu sem qualquer controle meu biscava dando mordidas naquele pau delicioso. A coisa foi entrando e parecia não ter fim, senti uma pressão no estômago, parecia que estava atravessando meu corpo e sairia pela boca. Quando finalmente eu senti sua bolas batendo na minha bunda.

– Me fode seus putos!!

E eles foderam com vontade. Eram duas britadeiras no cu e na boceta, nem sentia o frio da noite, na verdade eu suava em bicas. Não sei quanto tempo os dois me comeram porque perdi totalmente a noção do tempo, mas pouco antes de gozar meu negrão agarrou firme meu pescoço me sufocando mais uma vez, isso me fez instintivamente contrair os músculos dos meus buracos com toda a força, fazendo com que o moreno que estava por baixo gozasse berrando. O negro também gozou com meu cu travado em torno do seu membro.

Quando eles saíram de dentro de mim cai exausta no chão, a neblina estava densa e o mundo parecia se resumir aos cinco macho que, de pé, me cercavam.

Tendo acabado com a caixa de cerveja estavam todos cheios de urina; nem vi quem foi o primeiro, mas logo os cinco estavam mijando na minha cara, eu abri a boca e tentei engolir o máximo que podia. Escancarava a boca e deixa encher engolindo tudo num grande gole, bebi muito mijo até sentir minha barriga dura. O banho foi completo me lavando da cabeça aos pés.

Quando tudo acabou nem vi onde foram parar minhas roupas, meu casaco vermelho estava sujo de terra e encharcado pelo mijo dos meus machos, mesmo assim eu o vesti e usando somente isso entrei no carro para voltar para casa, não sem antes dar uma carno para meus macho até o centro de Santo André.

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