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QUE PRAZER DÁ COMER UMA TIA!!! (verídico)

  • Publicado em: 16 de junho de 2007 17:27
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Para mentalização de meus companheiros de leitura, reitero que meus relatos são verídicos, embora eu não intencione comparar, valorizando mais um que o outro, conto ou relato, afinal ambos tem seus valores e qualidades, que estão mais vinculados á intenção e objetivo de quem os elabora, e também de quem os leia. Na época deste evento eu estava recém separado, e minha filha tinha se deslocado para uma cidade no interior de São Paulo, prosseguindo com seus estudos na faculdade. Eu residia na região de Pinheiros, perto da Praça Pan-americana. Alguns parentes residiam na região também, e era muito confortável para todos esta situação porque sempre dispúnhamos de locais para visitar ou tínhamos sempre quem receber. Uma tia, irmã de minha mãe, viúva, dois filhos, estava reformando sua residência, no bairro do Butantã, do outro lado do Rio Pinheiro, e como a reforma era bem ampla, ela solicitou minha colaboração no acompanhamento das obras. Eu opinava, e ainda monitorava algumas das etapas das obras. Durante o período das obras ela mudara-se para um pequeno apartamento na mesma região, e havia enviado todos seus móveis para um depósito especializado nas proximidades. Tia Mara, tinha um tipo extrovertido, sempre de bom humor, enviuvara há dois anos, ela tipo falsa magra, estatura média, por volta de 1,65cm, e com uns quilinhos a mais nas regiões adequadas, tetas e bunda especialmente, e com isso tudo atraia com muita facilidade os olhares masculinos.Um dia combinamos que eu, saindo do meu escritório a pegaria no apartamento que ela ocupava, e juntos iríamos, no final do dia acompanhar a evolução das obras. Chegamos lá bem no final do expediente do pessoal. Alguns já se preparavam para sair, e juntos com o chefe das obras, fomos visitando os aposentos. Os operários ocupavam um cômodo na edícula, onde dispunham de quarto e banheiro, que seriam os últimos a entrarem em reforma. Subi para o andar superior, acompanhado do encarregado, e Tia Mara ficou no andar de baixo conferindo azulejos e algumas peças dos banheiros que haviam sido entregues naquele mesmo dia. Em um determinado momento desci por uma escada de madeira, ao invés de descer pela escada de alvenaria, e cheguei de surpresa onde Tia Mara estava. Fiquei surpreso ao ver Tia Mara meia de lado a uma janela, olhando de soslaio, para o aposento na edícula, onde os operários se trocavam. Tomei o maior cuidado para evitar o desconfortável flagrante, e pude ver os operários se trocando. Alguns seminus, outros totalmente pelados, outros já prontos para irem embora, desfilando paus e cacetes involuntariamente, mas que absorviam completamente a atenção da Tia Mara. Fui, cautelosamente, para uma sala que ficava ao lado cômodo que ela estava. Surpreso pela cena, e ao mesmo tempo compreendendo o procedimento da Tia Mara. Afinal ela era muito atraente e sensual, e cá entre nós, dois anos de viuvez, e provavelmente sem fazer amor, era demais para qualquer um. Dei uma tossidela, malandra, e fui, devagar em sua direção. Ela ruborizada, algo agitada, simulava estar terminando a conferência do material, mas os mamilos totalmente endurecidos, quase furando a camiseta branca denunciavam que ela estava excitada. Falou algo que nem recordo mais, afinal eu estava muito concentrado nela e no que eu vira. Saímos e durante o percurso de volta, eu dirigindo lentamente, fui me excitando com a presença dela e naquele momento decidi que eu iria seduzi-la e se desse iria desfrutar de tudo aquilo. Sabia que ela ainda estava excitada, e aproveitando o momento, aceitei o convite para subir ao seu apartamento. Embora antes eu houvesse dito que teria muito que fazer quando fui apanhá-la. Subimos, seus filhos ainda não haviam chegado. Ficamos em pé e fomos para a cozinha. Abriu a geladeira e fomos tomar água geladinha. Eu passei a provocá-la sutilmente, sem mesmo que ela percebesse minhas intenções no inicio. Eu encostei minha mão na dela ao pegar o copo de água, e ainda encostei duas vezes na bunda dela, simulando ser involuntário, ou estar desatento. Na verdade acho que naquele momento quem mais se excitou fui eu mesmo, porque ela, mesmo ainda com os reflexos na pele e no corpo, da cena na obra, controlava-se muito bem. Eu, não conseguia manter o controle neste nível, e meu pau, totalmente duro, denunciava esta limitação. Tive que sair depois de algum tempo, e ao me despedir, dei mais um golpe de sacanagem, em resistência. Ao ir beijando seu rosto, falei alguma coisinha, e de novo sem querer beijei-a sutilmente nos lábios. Ela denunciou o toque, dando uma vibração em todo seu corpo, e olhando firmemente em meus olhos. Notou que eu estava com tesão, mas vacilou, e em segundos voltou a exteriorizar o autocontrole de antes. Depois de alguns dias, voltamos novamente às obras. Chegamos um pouco antes do final do expediente. Entramos até nos cômodos da edícula. O quarto dos operários recendia a cheiro de homem, roupas penduradas em um cabide de madeira improvisado. Sapatos e alguns tênis encardidos e largados pelo chão. Ela olhava tudo atentamente, e eu marinheiro de muitas viagens notei no ato que aquilo a excitava. E, de novo voltei às provocações. Enquanto o encarregado explicava algumas coisas, eu coloquei meu braço sob seus ombros, e ficamos assim meio abraçados de lado. À medida que seguíamos o encarregado, fui provocando algumas enconchadas, e nas tentativas mais felizes, consegui encostar meu pau, endurecido em sua bundona. Deliciosa e desejada bundona! Ela deve ter notado, mas creio também que achava que era involuntário mesmo. Afinal estávamos em uma obra e andar abraçados, nestas condições de terreno, poderia facilmente provocar estes encontros. Em poucos minutos os operários começaram a sair, e eu decidi novamente ir ao andar superior, levando o encarregado, e deixando Tia Mara, de novo apreciando os operários, molhando-se toda. Fui, demorei cerca de uns quinze minutos, e voltei do mesmo modo que eu fizera da vez anterior. Não deu erro.Ela de novo, escondidinha via da janela, os operários. Desta vez acho que o tesão dela era bem mais forte. Sentira o forte odor masculino do cômodo que virara vestiário. Tinha visto suas roupas, calças, camisas, cuecas. Felinamente cheguei o mais perto que pude. Ela apertava nervosamente a xoxota com uma das mãos, e com a outra se apoiava no beiral da janela mantendo-se ocultada. Deixei-a se deliciar com o clima que incrementava sua libido e com isso meu tesão também foi indo ao limite da minha fraca resistência. Ela suspirava e emitia alguns soluços roucos, apertando ainda mais a xoxota. O encarregado ia voltando pela escada de alvenaria quando eu novamente provoquei um barulho na sala ao lado, dando-lhe cobertura, evitando que fosse descoberta. Queria aquele tesão para mim. Para aliviar meu tesão Era questão de tempo e paciência. Um dia, fomos bem mais tarde para a obra, e apenas o encarregado nos esperava. Fizemos o trajeto rotineiro, visitando os cômodos e, desta vez deixamos a Tia Mara, conferindo alguma coisa, nos vestiários e banheiro dos operários,e a informei que iríamos demorar um pouco, porque iríamos negociar a aquisição de alguns produtos numa madeireira ali perto. Eu sabia que ao deixar Tia Mara naquele local estaria minando e corroendo suas defesas. E, com toda cautela deixei o encarregado finalizando o negócio, fornecendo detalhes como medidas e coisas assim, e voltei para o local. Entrei com toda cautela, evitando o corredor principal, porque sem dúvida ela estaria de olho exatamente neste lugar. Fui pelos fundos mesmo tendo apenas que pular um muro lateral. Ela estava masturbando-se, com a calça jeans abaixada até a altura dos joelhos, olhando como podia o longo corredor, usava um vibrador de cor vermelha. Enfiava com uma velocidade que eu sentia que poderia até se machucar. Gemia, urrava de tanto tesão.Curvava-se fazendo ele ir bem ao fundo, estava prestes a gozar. Entrei no cômodo por uma abertura que seria uma nova parede e de repente ela me viu bem ao seu lado. Ficou estática. Não sabia o que fazer. Desorientou-se toda. Ia retirar o vibrador da xoxota. Eu não permiti sem forçar nada. Adotei gestos amigáveis. Queria continuar tudo, como estava se desenvolvendo. Ela sentiu o clima amistoso, e cedeu ao tesão. Peguei o vibrador, e dei algumas estocadas exatamente como ela fazia. Deitei-a no chão fétido, que a excitava tanto. E, com prudência, jeito e experiência, fui fazendo ela retornar ao estado sublime de tesão pleno. Continuei utilizando o vibrador, mas uma mão já acariciava seus seios. Apertando, beliscando mesmo o mamilo, totalmente endurecido. O tesão estava voltando mais forte agora, ela foi c foi fazendo ela cerrar os olhos deixando-se totalmente entregue ao que eu me dispusesse fazer. Entregava-se toda ao meu prazer. Abaixei de uma vez sua calça. Tirei tudo. Ela permanecia prostrada, gemendo e movimentando apenas o quadril, buscando ter a xoxota totalmente preenchida. Estava excessivamente molhada. Escorria pelas beiradas da xoxota e deixava o vibrador brilhando. Com poucos movimentos a coloquei de lado, e fui buscando abrir as nádegas daquela bundona deliciosa. Cheguei até o botãozinho. Com o suco que escorria da xoxota, lubrifiquei bem o cuzinho e fui simultaneamente enfiando um e depois dois dedos. Iniciei movimentos de entra e sai com o vibrador na frente e meus dois dedos atrás. Ela endoidou, fazendo movimentos frenéticos com os quadris jogando-se direção ao vibrador ou meus dedos. Agora ela urrava, gemidos roucos, boca aberta, respiração acelerada. Estava totalmente tomada pelo tesão. Uma mão encostou-se em meu ombro, com cautela, evitando o susto imprudente. Era o encarregado. Chegara como eu cheguei felinamente, evitando causar sustos. Não nos falamos nada. Ela sentiu a presença adicional e apenas abriu e fechou de novo os olhos, permitindo e querendo tudo que estava para acontecer. Ele tomou o vibrador das minhas mãos, e com movimentos pausados e calmos, colocou-a de quatro. Eu me levantei e aproveitando tirei o pau e fui enfiando na xoxota. Ela urrou, rouca como uma fera, quando sentiu meu pau chegando em suas entranhas. Era apertadinha ainda, mas com aquela enorme lubrificação o pau apenas escorregou indo bem ao fundo. Comecei um movimento bem forte de entra e sai, puxando-a pela cintura. O encarregado auxiliava e participava apertando fortemente os mamilos empinadissimos. Deitei-me e a fiz vir por cima para sentir o pau de novo atolado em suas entranhas, ela veio incontinente, e absorveu o pau todo de novo. Ficou com a bundona toda virada para o encarregado, que aproveitou a situação e introduziu o vibrador, agora ligado, e todo lubrificado no cuzinho dela. Dava para ouvir e sentir a vibração, dele dentro dela, encostado no meu pau. Poucos tecidos nos separavam. Um de cada lado enfiados até o talo, entrando e saindo, enquanto ela se contorcia toda. Quando ela conduzia o quadril para frente meu pau entrava até o talo e o vibrador quase saia do canal, e quanto voltava meu pau quase escorregava para fora, enquanto o vibrador atingia seu cuzinho bem no fundo. De repente o encarregado tirou o vibrador e enfiou de uma única vez o seu pau. Ela já estava preparada para essa invasão selvagem. Ela deu uns gritos roucos, abafados, enrijeceu-se toda. Estava gozando!! Depois de tanto tempo. Que delicia assistir e participar desta cena toda. Eu a puxei para sentir o pau todo atolado. Ela ficou amolecida, quase caindo sobre mim. O encarregado ainda a segurava puxando-a pelo quadril procurando manter seu pau bem bem enfiado. Eu, ainda dentro sentia o pau dele perto do meu. Os dois explorando e desfrutando de tudo aquilo. De repente explodi soltando uma enormidade de porra. Aos poucos fui saindo deixando o corpo dela, mole, e solto, caindo sobre o chão. O encarregado soltou-a um pouco permitindo que ela ficasse ali, mole no chão e voltou à carga. Abriu bem as nádegas enormes de novo, eu saciado agora só observava, enfiou de novo o pau no cuzinho, e ela apenas vibrou, gostando de se sentir assim preenchida de novo. Ele gozou também, apertando-a muito pelos seios, e no final ainda puxando-a pelos cabelos. O encarregado deu uma empinada no corpo forçando o pau até onde pudesse atingir e gozou também. Levantou-se. Ficamos juntos olhando-a e admirando o corpo que nos dera tanto tesão e prazer. Escorria suco, e porra pelos dois lados. Ela ainda estava deitada, amolecida, saciada e satisfeita. Puxei de lado o encarregado e conversei rapidamente com ele sobre a necessidade de manter sigilo sobre o ocorrido. Ele respondeu-me apenas Ela merece doutor. Algumas semanas depois acabou a reforma, mas continuamos por muito tempo ainda mantendo uma relação deliciosa e regada a muito tesão, entretanto só os dois, mas fazendo tudo que a imaginação e o tesão gera e pede para se fazer juntos.

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