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Que prazer

  • Publicado em: 5 de fevereiro de 2018 14:36
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

QUE PRAZER
Meu nome é Vinicius. Sou louro, bonito e sedento por sexo.
Perto de completar 19 anos, comecei a me interessar por homens. Nas reuniões e festas imaginava os tamanhos dos pênis dos homens.
Ia a uma sauna e apreciava os tamanhos das varas dos outros frequentadores, e não me aproximava sexualmente deles apesar das “cantadas” que levava.
Um dia, saindo de lá, fui abordado por homens armados e sofri um sequestro relâmpago. Obrigaram-me a entregar meus pertences e me levaram para uma favela.
Num dos barracos, ordenaram que me despisse e me imobilizaram num catre. Um dos bandidos caçoou do meu pênis, que é bem pequeno, e comentou que não devia satisfazer qualquer mulher. Corei de vergonha.
Implorei por clemência dizendo que já lhes dera meus pertences e pedi minha libertação. Avisaram que devia satisfazer seus instintos sexuais. Um deles se aproximou exibindo sua vara e mandou que a sugasse.
“Por favor, nunca fiz isso”. Levei um bofetão e comecei a chorar.
Abri os lábios e enfiou-a em minha boca.
“Chupe sem me machucar e engula meu leite ou será punido”. Sem opções, mamei o pênis sentindo-o endurecer e latejar enchendo minha boca de esperma.
Vendo a cena, os outros comentaram que haviam sequestrado uma putinha e que serviria a todos. Eu estava aterrorizado, chorava copiosamente, mas satisfiz os restantes. Em seguida, soltaram-me ordenando que ficasse de quatro. Seguro pelos pulsos, senti um mastro pincelar meu cuzinho.
“Sou virgem. Não me arrombe”. “Vai perder as pregas, putinha”
Sem piedade, forçou a penetração. A dor era imensa e gritei em vão. Serviram-se de mim, um após outro. O cuzinho ardia.
Jogaram-me na caçamba de uma picape e me largaram, nu, numa rua deserta. Semen e sangue vazavam, escorrendo pelas coxas.
Com dificuldade consegui chegar ao edifício onde morava. O porteiro me ajudou a chegar em casa. Tomei um banho e adormeci.
Acordei com a campainha tocando. Abri a porta e me deparei com um funcionário da limpeza. “Todos no prédio já sabem que você é um viadinho e quero comê-lo”.
“Não, estou dolorido pela curra que sofri”. “Não me interessa. Deite de bruços na cama para provar meu pau”. Sem forças para reagir, obedeci. Enterrou seu mastro enquanto eu chorava de dor e humilhação e gozou em mim.
Não saí de casa por alguns dias para recuperar-me. O porteiro da manhã me cumprimentou: “Vai sair, viado ?” “Não, só vim pegar a correspondência”. Entregou-a e me acompanhou ao elevador: “Tome um banho gostoso e limpe-se pois vou comê-lo”. Fiz o que mandara e aguardei sua chegada. Terminado seu turno, bateu à minha porta. Ordenou que me deitasse de bruços e ofereceu sua pica para que chupasse. Suguei-a sem deixar que gozasse. “Me fode, mete em mim, quero sentir esta rola me preenchendo”. Levantou minhas pernas, expondo meu cuzinho que, ansioso, piscava e recebi-o. “Fode com força”, pedi. Não se fez de rogado. Eu arfava de tesão. Gozei diversas vezes.
Passei a receber os funcionários do condomínio em minha cama. Um deles perguntou se podia trazer seu primo e aquiesci.
Era um fim de semana quando bateram à porta. Abri e fui surpreendido por um negro que me empurrou para dentro.
“Vim usar o cu da putinha que mora aqui”. “Entre meu macho e faça o que quiser”. Temi pelo cu quando vi o tamanho e grossura da pica: eram 30 cm de comprimento e 10 cm de grossura.
Lágrimas rolaram dos olhos e enterrei a cabeça no travesseiro para abafar o grito que saía. Como na curra em que perdi a virgindade, as pregas se esgarçaram e romperam, definitivamente.
Com um espelho olhei o estrago quando foi embora. O cuzinho agora tinha quase 4 cm de diâmetro e era lavado com uma mangueira 4 vezes por dia pois não retinha qualquer coisa.
Após uma semana solicitei que o funcionário do prédio avisasse seu primo para retornar. Eu me sentia carente e precisava daquela pica que me proporcionara tanto prazer.
“Gostou de tomar no cu, putinha ?” “É claro, meu macho. Não consigo mais me satisfazer com pauzinhos depois que provei o seu. Venha trepar comigo sempre que quiser. Serei sua amante e puta”.
Vinicius

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