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Regiane- MEU DONO É INSUPERÁVEL! Parte II

  • Publicado em: 15 de maio de 2016 13:20
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

– PARTE II –
No meu conto anterior contei como foi o inicio da minha redenção pelo meu DONO. E como tive a sorte maravilhosa de conhecê-lo, embora eu não acredite em coincidência e, tudo leva a crer que já pertencia a ele, era apenas questão de tempo reencontrá-lo. Bem vamos lá, estava gelado no ônibus e meu marido na poltrona ao meu lado no corredor a cerca de 40 centímetros de mim. Eu podia dar a mão a ele, quando esse homem na poltrona junto a mim, começou a me bolinar, bem desaforado ele não passava a mão devagarzinho ou com carinho, enfiava sem constrangimento algum os dedos em mim, se comportava com toda a certeza de eu deixaria, como se faz a uma puta, eu fiquei confusa, não sabia quem era e se era alguém perigoso, se falasse com meu marido talvez pudesse haver alguma briga e às vezes até uma morte (fato comum aqui no nosso estado quando envolve disputa de mulher por homens), então fazer o que, estava petrificada e para evitar coisa ruim, acabei deixando, a principio fiquei muitíssimo incomodada, meu corpo de miss como relatei no conto anterior, foi sendo violado sem dó, como podia aquele desconhecido abusar de mim daquela forma, me sentia uma cachorra. Mas, sem eu esperar minhas sensações corporais começaram a mudar, de repente um tesão foi tomando conta de mim, de uma forma tão grande, que eu já não consegui me controlar, o medo do meu marido desconfiar aliado a avidez daquele homem rude, isso foi me abrasando de tal forma que não me contive e gozei tresloucadamente, na mão daquele desconhecido, ele enfiava sem dó em meu corpo, arremetendo o dedo por baixo da minha saia, ia da buceta ao cu virgem, eu não resistia, mordia a ponta da coberta freneticamente para não gritar. Aquilo durou uns quinze minutos, foi o maior orgasmo em toda minha vida, embora tenha tido raríssimos.

Fiquei envergonhada e humilhada, pois não sabia o que aconteceria a seguir, do que aquele homem ousado seria capaz de fazer ainda, ele discretamente tinha tirado toda a minha calcinha que tava toda melecada, ele tinha a prova na mão da minha sem-vergonhice, eu era a sua refém naquele momento, Ele então pegou a minha mão, e eu fingia estar dormindo com o rosto virado para o meu marido. Então eu tive o primeiro contado com o corpo dele. Pegou em minha mão e tive a minha primeira surpresa, pensei que seria a mão rude de um peão, mais eram as mãos mais macias que eu havia tocado, na verdade eu nem sabia se ele era preto ou branco, e fiquei fantasiando com cada atitude dele tentando adivinhar pelo tato como era esse homem determinado, tipo vem cá minha nega!

Ele passou a minha mão no seu rosto, era liso e no seu cabelo que também era muito liso, usava óculos, ainda sendo conduzida por ele, eu não reagia em nada, passei a mão na sua barriga e senti que era grande tipo chopes, e chegou ao seu pinto que já estava de fora da calça aberta, não estava nem um pouco chateada, aliás, estava adorando me pareceu tão limpinho, sabe como é, parecia aquele pinto rosinha, era um pau médio do tamanho do meu marido. De repente uma coisa inesperada aconteceu, o ônibus parou bruscamente e foi invadido por quatro bandidos, talvez cinco, pois não conseguia ver se tinha algum dominando o motorista. É relativamente comum assaltos a ônibus de viagem na nossa região. Fiquei em desespero, pois temia ser seqüestrada pela minha beleza, temia ficar sem nossas economias pra comprar os perfumes e temia pela minha vida e temia também pelo homem que estava ao meu lado, nem me lembrei do marido. Minha vida que sempre foi tão segura, de repente caiu num grande abismo. 0s bandidos deram um tiro a queima roupa ferindo um rapaz a três poltronas a nossa frente, eu tremia toda, eu precisava e queria abraçar alguém, me sentia desprotegida completamente, e olhei para o meu marido e ele estava completamente estático e paralisado, desprezei-o profundamente, era um tolo mesmo, nem para isso servia que era me proteger, me dar confiança.

Os bandidos começaram a dar ordens para todos darem seus objetos de valores, dinheiro, jóias, menos celulares. Nesse instante foi quando pude ver direito o homem que estava ao meu lado. Ele chamou um bandido, que estava bem próximo, disse a ele claramente assim: Senhor, eu tenho quase dois mil reais aqui na carteira, minha esposa e apontou para mim, está traumatizada, peço te dou todo o meu dinheiro e se quiser me revistar eu não tenho mais nada, só te peço que nos cubra com o cobertor e me deixe em paz! O bandido falou bem alto esse cara aqui entendeu bem o nosso recado, passa a grana e não te incomodo mais. Cobrimos-nos então e debaixo do cobertor aconteceu algo mágico. Olhei direito pela primeira vez o rosto desse homem de atitude ousada e corajosa, fiquei encantada, como ele é bonito de rosto, branco, com cara intelectual, um homem de atitude, ele quis me proteger, totalmente diferente do meu marido, Simão confirmava a mim o que era, um babaca, um banana, e eu seria uma puta? O belo homem continuou me bolinando e eu não oferecia nenhuma resistência, até abria bem minhas pernas e ele passou a mão aonde queria, eu, aliás, queria que fizesse tudo mesmo, e acreditem gozei, gozei, maravilhosamente gozei. Desejava que aqueles momentos se prolongassem…

Posteriormente fomos a uma delegacia e ficamos lá quase 8 horas fazendo o boletim e dando informações. Consegui ficar com ele muito tempo sozinha conversando. Descobri o nome Dele que era Sr. Antonio, um homem seguro, tranqüilo, viril. Naquela hora, o Brad Pitt, Fábio Jr., Mauricio Matar, etc. eram apenas anões desengonçados, pois apesar de gordinho era tudo o que eu queria, era um cavaleiro de armadura, um príncipe maravilhoso num cavalo branco, foi meu herói e meu salvador, se pudesse naquela hora me entregaria totalmente sem pudor algum àquele maravilhoso homem, com certeza um macho de valor. Ele não tentou mais me beijar e nem passou a mão em mim. Fomos conversando durante o restante da viagem e fui descobrindo um homem inteligente, que já viajou para diversos continentes, Europa, África, etc. um homem humilde que diferente daqueles intelectuais pedantes e orgulhosos, ele é que me fazia sentir uma mulher inteligente e segura. Eu queria ter ele para mim naquela hora, eu faria qualquer coisa, eu fugiria com ele, eu tiraria minha roupa em público se ele me mandasse. Ele entendeu e percebeu, então fizemos um pacto, descobri que a pequena empresa dele era relativamente perto da minha cidade. Para que meu marido não desconfiasse de nada fiz um pedido ao meu já DONO e SENHOR, encomendei um perfume (fabricação da firma D’Ele), e em seguida, sem Simão perceber, passamos num caixa eletrônico na parada do ônibus, Ele deu algum dinheiro para que eu comprasse umas roupas mais atraentes, aprazando dois meses para o retorno. E foi claro e sem rodeio com as suas intenções. Disse: Meu nome para você é DOM GRISALHO, preste bem a atenção, Regiane não quero perder tempo contigo: sou casado, tenho três filhos que amo muito e, você eu quero como a minha escrava sexual, eu quero te usar, te amar e te desprezar, vou te humilhar, porque você é vagabunda e precisa de um macho como eu, vou ser o SENHOR dos desejos para você, quero que continue casada com o babaca do marido, o fará de corno, chifrudo e fique esperando sempre as minhas ordens, para eu me servir de você quando eu quiser e não te prometo ser seu amante nada disso, serei seu proprietário e deverá fazer tudo que mandar-lhe, Eu a usarei e abusarei de você por completo, você não terá direito algum, apenas obrigações, aceita vadia? Olhei bem para o homem a minha frente e minha resposta foi taxativa: já entendi o que você quer e precisa de mim e, compreendo tuas limitações, confie em mim, serei sua escrava, farei o que desejar, pode usar a mim como quiser.

Despedimo-nos e eu aguardei aquele homem, angustiada, pois o tempo não passava, estava deprimida, fisicamente ainda não me entregara ao meu homem/macho, mas em pensamentos já lhe pertencia e desprezava totalmente a Simão, chegando inclusive nesse período de espera de meu DONO de não deixar o marido me possuir, pois minha primeira entrega após conhecer a Dom Grisalho seria do meu MESTRE amado. Meu marido corno não sabia o que fazer para me animar, e nem desconfiava das verdadeiras razões do sofrimento em que eu me encontrava. Eu ia 30 ou mais vezes ao dia na janela olhar se ele vinha chegando para buscar a sua encomenda, eu claro, rsrsrs. Digo a vocês que se Ele me chamasse para ir junto, largaria tudo e o acompanharia apenas com a roupa do corpo, faria isso de tanta vontade de servir aquele homem magnífico. Eu parecia mulher de pescador quando este vai para o mar, apenas aguardando sua volta sem saber quando se realizará…

A vida não tinha graça para mim, mas finalmente aconteceu sem que estivesse mais a esperar, de repente passado quase três meses, eu já estava num estado de completo abatimento, andava desanimada, achando que Ele me esquecera e que já não viria ou que tinha conhecido outra escrava, quando ouço uma sonora buzina, uma camioneta muito bonita chegando, e eu o reconheci. Bambeei nas pernas e literalmente cai de joelho, rapidamente me recuperei e fui abrir o portão da chácara em que vivia. Ele me viu, estava lindo, ainda mais do que eu imaginava e disse: lembra de mim? Eu pensei, sei filho da puta, cretino, pensei em você todo minuto e segundo, tô arrebentada por dentro e você vem me perguntar isso? Porém sorri e disse claro.

Nesse momento ele deu-me o perfume encomendado, eu o convidei, mas não quis entrar e disse: trouxe uma lista de instruções para você, vim cedo para dar tempo de fazermos algumas coisas ainda hoje. Encontre-me no local marcado na lista e não se atrase senão irei embora, deu-me um envelope que guardei rapidamente, pois o meu marido veio também ver quem era e Simão cumprimentou meu DONO e falaram amenidades, meu homem disse ao corninho que veio trazer o que eu pedira, acreditem o babaca de meu marido nem desconfiou de nada, afinal como um homem com um carrão daquele, dono de empresas traria uma simples encomenda de um pequeno frasco de perfume? Era ou não um zonzo? Sejam sinceras, merece ou não levar os cornos??? Depois na próxima parte explico o que tinha no envelope.
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Se desejar receber outros contos de minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@live.com – Ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.

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