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Sábado de Carnaval – Mijadinha de Prazer

  • Publicado em: 27 de fevereiro de 2008 14:39
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Um local muito agradável, onde se pode ter o maximo de contato com a natureza e obviamente curtir o sexo em toda sua plenitude ao lado de grandes amigos que dividem conosco as delicias do sexo liberal, desencanado, safado e gostoso.

Chegamos ao sitio perto das 22h e fomos recepcionados pelo casal anfitrião Ricardo e Lúcia que desta vez estavam pra lá de provocantes, estavam explícitos mesmo, mostrando de cara que a madrugada iria ferver em um sexo ardente, Ricardo estava vestido com uma calça preta e uma camisa branca ambas muito bem alinhadas e elegantes, pronto para um compromisso social importante, não fosse o fato da calça não ter tecido em suas partes intimas, ou seja aquele belo homem bem vestido estava com a rola de fora, só a rola.

Lúcia estava usando um vestido longo de cor roxa, muito elegante e que valorizava muito bem suas curvas, prontinha para ser uma madrinha de casamento, caso o casamento fosse numa casa de swing, pois como o maridão, o vestido não cobria sua belíssima bucetinha, bem depilada e convidativa ao prazer.

Muito alegre e sorridente o casal fazia questão de cumprimentar todos os casais que chegavam e claro não escapavam das casquinhas iniciais, obviamente que as esposas cumprimentavam Ricardo pegando no pau do anfitrião que não se fazia de rogado ao ver os maridos bolinar a xaninha de Lúcia, uns até mais afoitos, eu dei um beijinho na cabeça do cogumelo do meu Amigo, pois já sou intima daquele caralho.

Dentro da casa o som das marchinhas de carnaval alternavam-se com sambas e até o animado funk que foi o protagonista nas horas mais ardentes da madrugada, confesso que teve uma hora que estava fazendo um anal delicioso e o funk me induzia a mexer ainda mais gostoso enquanto levava pirocadas no fundo do cuzinho, nada como um proibidão para fazer a libido explodir e o tesão aflorar gostoso sem nenhum pudor.

Esse ano as maiores perversões foram cometidas na sala das cachorras um amplo cômodo que foi separado para os casais mais ousados e as esposas mais famintas por sexo ardente, não preciso nem dizer que passei a madrugada toda nesta sala e só sai de lá de manhãzinha, com as pernas bambas, a buceta esfolada e o cuzinho bem frouxo.

As 0h:00 em ponto Ricardo e Lúcia pediram a atenção de todos em um grande salão e após a apresentação de tudo que se podia desfrutar na casa, então foi dado o Grito de Carnaval na festa, que foi imediatamente atendido por todos os presentes, num samba gostoso, dançado e provocado a cada instante, fazendo a coisa esquentar de vez, um clima de sedução e tesão que tomava conta de cada casal ali presente, até mesmo os mais tímidos arriscaram uma casquinha no corpo alheio, delicioso.

Foi nesse clima que descolamos a primeira transa da noite, ao lado de um casal muito simpático de São Paulo, sambamos de forma bem sensual de casais trocados e nos permitimos deixar o tesão aflorar, não demorou muito para trocarmos beijos ardentes e nos acariciarmos de forma bem ousada, fomos para um cantinho ali mesmo no salão e eu e Marisa cuidamos do tesão dos nossos homens, Rafael um garotão jovem, não devia ter mais do que uns 25 anos, sorriso maroto, corpo gostoso, rola grossa, minha perdição, mamei gostoso, babando e sugando tudo, sem pudor, olhando nos olhinhos arregalados dele com minha fome de rola, como gemia gostoso o paulistano eu podia sentir seu coração pulsar pelo cacete, suguei gostoso aquele caralho, suas bolas e a glande até ele quase gozar, Marisa fazia o mesmo com Léo, que gemia encostado na parede enquanto segurava a esposa do Rafa pelos cabelos.

Trocamos de posição antes que os rapazes gozassem e Rafa e Léo então passaram a nos chupar bem gostoso, ali ao lado outros casais se devoravam também ao som do carnaval, ali imperava de fato a festa da carne, o sexo já tomava conta da festa e acho que ninguém estava sem dar ou levar uma pegada naquele instante, Rafael mostrou-se bastante ousado, como eu gosto que o homem seja, lamber com desejo minha xana e se enfiou no meio de minhas pernas me deixando arreganhada em pleno salão, sua lingua ia da minha buceta até o meu cuzinho, o safado já mostrava todo seu interesse pelo meu rabinho, não me fiz de rogada e arrebitei o maximo a bunda para ele lamber onde desejasse, confesso que quando ele tocava meu cuzinho com a lingua eu ia nas nuvens, entre um gemido e outro, Léo já metia forte na buceta de Marisa que segurava na parede e tinha as tetas balançadas pelas estocadas do meu marido.

Rafa colocou a camisinha e eu me virei para a parede, ele me penetrou de pé mesmo, segurando meus seios e fazendo seu cacete grosso entrar gostoso na minha xana, eu olhava para Marisa que gemia alto, a morena também gostava de sexo e gemia feito uma cadela na vara do Léo, nós sorriamos uma para outra dando gostoso para nossos homens, que só tinham o trabalho de estocar nossas bucetas molhadas, rolou uma química muito gostosa entre nós e parecíamos nos conhecer a muito tempo, transamos mais um tempo ali mesmo levando só na buceta e chupando os caralhos dos nossos homens alternadamente até que eles explodiram em gozo e nós estremecemos de prazer em suas rolas.

Destrocamos os casais e permanecemos mais um tempo juntos passeando pela casa e vendo os mais variados ambientes onde sexo explicito rolava solto ou casais sambavam quase nus no salão se exibindo ou curtindo bons momentos de sexo. Até que Ricardo veio ao nosso encontro para nos convidar para a Sala das Cachorras onde Lúcia já fazia as honras da casa sendo currada fortemente por um grupo de Maridos dispostos a vencê-la pelo cansaço, todos os anos rolam brincadeiras dos maridos cansarem as esposas no sexo, todos os anos eles perdem a competição porque ao final da festa estamos exaustas e as vezes até assadas, mas ainda dispostas dar gostoso, mas falta rola dura ao amanhecer…

Rafael e Marisa preferiram apenas assistir o que rolava na Sala das Cachorras pois apesar de curtirem um sexo liberal eles ainda não se jogaram definitivamente ao inferninho delicioso de dar apenas por dar e ali era um ambiente para esposas que gostam de dar bastante e maridos que gostam de ver as esposas sendo fodidas sem pudor. De longe já se podia ouvir os gemidos vindo da sala dos prazeres proibidos.

Uma sala grande e ampla separada dos outros ambientes, do outro lado da casa, neste local além dos casais mais liberais, havia também homens solteiros, convidados de casais participantes do nosso grupo especialmente para realização de fantasias, eles só podiam participar da festa nesta sala que tinha também uma ampla cozinha e os comes e bebes, de resto, sexo, sexo, sexo e sexo ardente a madrugada inteira.

Quando chegamos na porta, vi Lúcia de quatro em uma das camas confortáveis espalhadas pela sala, a esposa do nosso anfitrião levava rola como uma vagabunda, com uma cara das mais safadas ela gemia e recebia fortes estocadas, certamente na buceta porque se fosse no cu ela estava sendo rasgada ao meio, ao seu redor outros homens pelados e rola dura se masturbavam e se revezavam em sua boca, a morena berrava com o sexo vigoroso ao qual era submetida.

Senti uma fisgada na buceta ao ver aquela cena e Ricardo incentivou Léo a ir ajudar a foder Lúcia, no que foi prontamente atendido, se Léo foi ao encontro da anfitriã, Ricardo mais que depressa me levou para o outro lado da sala onde havia uma cama confortável à minha espera, no caminho outras esposas dando apenas por prazer, o som do sexo inebria e eu já estava louca para ser fodida até perder as forças. Cinco rapazes bem animados já estavam ao lado da cama, fui cumprimentada e acariciada por todos eles. Sentei-me na cama e Ricardo foi o primeiro a me dar a rola para chupar, o que fiz com maestria, pois adoro a rola dele, grande e grossa, uma delicia, nem bem comecei a mamar e já era acariciada e chupada nos seios e na buceta, me arreganhei toda ficando de quatro na cama e mamando meu amigo, depois de um tempo eles foram se revezando em foder minha boca e Ricardo foi o primeiro a entrar na minha xana, com força, eu estava molhadissima e ele meteu como sempre faz, com maestria me fazendo gemer gostoso, dois rapazes chupavam meus seios, um de cada lado da cama e eu gozava pela primeira vez na rola de Ricardo, não demorou muito e ele encheu a camisinha, satisfeito tirou o pau de dentro, me deu um leve tapa na bunda e sentenciou:

Tomem conta dessa fêmea, que ela gosta de rola na buceta e no cu.

Ricardo nem bem saíra de dentro de mim e outro rapaz entrou com desejo na minha xana, olhei do lado da cama e vi uma espécie de tigela de cristal cheia de camisinhas, eu sabia que iria sair dali só quando ela estivesse vazia, casais vinham durante a noite inteira assistir as fodas, quem não participava se divertia assistindo, muitos maridos tentavam convencer esposas mais recatadas digamos assim a aderir à idéia, outros eram liberados pelas esposas a participar comendo as esposas que ali se ofereciam, era divertido e excitante vê-los extasiados com o sexo ardente que acontecia ali, não sei quantas vezes fui fodida na buceta e no cu até pedir um tempinho para descansar, da mesma maneira que não sei quantas vezes gozei gostoso na rola daqueles homens famintos por sexo.

Fui ao banheiro e tomei um banho porque estava pra lá de suada e molhada de respingos de esperma pelo corpo, especialmente no rosto onde vários rapazes gozaram, eu não bebo esperma nessas festas por motivos óbvios de segurança, mas adoro que gozem no meu rosto, adoro o cheiro do esperma. Depois de ficar cheirosinha de novo, fui beber algo e encontrar o Léo que ainda estava na rodinha onde Lúcia era fortemente fodida, essa morena não nega o fogo que sente, pouco tempo vendo ela tomar no cu já estava com fogo de novo, desta vez Léo foi comigo para fiscalizar as fodas, ele adora me ver em ação, ficou ao lado da cama distribuindo as camisinhas para os homens que se aproximavam me foder gostoso.

Novamente fui rodeada por homens, casados e solteiros, todos loucos para foder gostoso e então retomei a rotina de levar rola na buceta, no cu e na boca, Léo pediu que os rapazes alternassem entre minha bucetinha e meu cuzinho, quando eu tomava no cu ele ficava atrás de mim, porque ele vai nas nuvens quando me vê dando o cu, ele adora se masturbar vendo a rola entrando no meu cuzinho e claro, eu só faço berrar de prazer com a rola atochada no cu.

Durante a madrugada eu perdi os sentidos três vezes fazendo anal, quando a transa é deliciosa e o cara sabe me socar gostoso e com força eu perco os sentidos, sinto um tesão que toma conta do meu corpo, sinto uma quentura forte pelo corpo e gozo as vezes ejaculando pela buceta e perco os sentidos no meio dos espasmos, nem preciso dizer que é uma festa para os rapazes que estão rodeando a cama, Léo já sabe como adoro isso e orienta os rapazes a não parar com as estocadas quando perco as forças e então eu me acabo num gozo alucinante. Por conta desses orgasmos múltiplos, os rapazes queriam atingir isso a toda hora e obvio que meu cuzinho foi ficando esfolado ao longo da madrugada, até que já pela manhã os rapazes estavam exaustos e eu de pernas bambas.

Quando me levantei da cama, andei com dificuldades, pois estava um pouco assada entre as pernas, dei feito uma vagabunda, acho que nem uma prostituta da tanto como eu no carnaval, nossa fiquei de quatro a madrugada inteira recebendo rola na buceta no cu e na boca, novamente toda melada de esperma nas costas, um pouco no rosto e seios, fui tomar um banho.

Quando voltei Léo estava conversando com alguns dos rapazes e o casal Rafael e Marisa, eles sorriram ao me ver e me deram os parabéns, eles vieram diversas vezes até a minha cama durante a madrugada e me incentivaram o tempo todo, apesar de ainda não participarem dessas fodas mais ousadas eles se divertiram bastante durante a noite, trocaram de casais com dois outros casais na festa e participaram de varias brincadeiras temáticas, entretanto a surpresa maior foi Marisa quem anunciou, perguntando-me se eu ainda tinha forças para mais uma transa.

Sorri e disse que jamais dispenso um pau, se ele estiver duro, então ela contou sobre o desejo de Rafa pelo meu cuzinho, disse que ele não conseguia ir embora se não me fodesse o rabinho, de forma meiguinha pediu desculpas ao Léo e disse que já não agüentava outra transa e se ele permitia que Rafa brincasse comigo mais uma vez, obviamente que meu maridão não iria se opor, principalmente porque havia nascido ali uma amizade muito gostosa entre a gente e u fiquei lisonjeada pelo desejo de Rafa, que muito carinhoso, me beijou, me acariciou e despertou meu desejo mais profundo, eu disse em seus ouvidos, que se ele soubesse despertar meu tesão e me possuísse com força eu certamente gozaria em sua rola, ele havia assistido um dos meus orgasmos durante a madrugada e ficou maravilhado.

Logo depois das caricias iniciais ele me penetrou a buceta, molhou a rola com meus líquidos e com facilidade penetrou meu cuzinho que já estava bem frouxo, ele penetrava fundo, fazendo seu saco bater em minha bucetinha, Léo pediu para ele colocar o corpo sobre o meu e penetrar com força para me deixar bastante excitada, junto com Marisa e os rapazes ficaram atrás de mim para assistirem a penetração, isso me leva à loucura do tesão, adoro tomar no cu, sendo assistida assim fico ainda mais excitada.

Rafael metia com fúria e já me fazia gemer gostoso na sua pica, ele sabia me segurar gostoso, com seus braços fortes ele me dominava e como meu cuzinho já estava molinho suas investidas sempre batiam no fundo, aquilo foi me deixando maluca, empinei o maximo a bunda e Rafa agora socava com força, com vigor, ou eu gozava ou ele gozava, nossa platéia incentivava com muita sacanagem e numa estocada forte no fundo do meu cuzinho eu senti uma fisgada, como se fosse uma câimbra no pé da minha coluna, levantei um pouquinho o corpo e meu cuzinho se fechou apertando a rola de Rafael dentro da minha bunda, e eu gozei ejaculando pela buceta, Marisa e os rapazes ficaram perplexos me vendo ejacular pela xana, era como se eu estivesse fazendo xixi enquanto Rafael continuava a meter, porque Léo pedia para ele socar com mais força, ouvi as voz do meu marido ao longe e perdi as forças do corpo, Léo me apoiou e Rafa tirou o pau de dentro da minha bundinha, tirou a camisinha e Marisa se ajoelhou na frente do marido, recebeu todos os jatos fartos de esperma na boca para fechar com chave de ouro a noite de sexo ardente.

Enquanto ela sorvia o esperma do marido na boca eu não agüentava mais nada, nem mesmo outro banho tomei, Léo cobriu meu corpo com uma saída de banho e nos despedimos de Rafa e Marisa, não sem antes trocarmos telefone, porque certamente vamos dar seguimento em nossa amizade, eles são uns fofos, despedimos de Ricardo e Lúcia e fomos embora contemplando os sorrisos estampados nos rostos dos rapazes e casais por quem passávamos, eu estava andando até com certa dificuldade, porque dei a noite inteira e precisava agora de um bom banho e um sono dos justos.

Em casa depois do banho e já na cama, recebi um banho de gato do maridão, que me lambeu todinha, me aliviando das tensões do corpo e do cansaço, adormeci com os carinhos de sua lingua entre minhas pernas e dormi o sono dos justos e satisfeitos, como uma anjinha safada…

No final da tarde depois de acordar já refeita do cansaço, nos arrumamos e fomos para o Litoral Norte de São Paulo, participar de outra festinha de casais de uns amigos nossos, acho que nessa noite fiz a melhor Dupla Penetração da minha vida, gozei gostoso com duas rolas me possuindo ao mesmo tempo, uma na buceta e outra no cu, eu não gosto de DP com duas rolas na buceta nem no cu, mas uma em cada buraco é tudo de bom, os rapazes gozaram dentro, não conseguiram se controlar com meus espasmos de safada, conto tudinho no proximo relato…

Referência do Anúncio ID: CT-000038021

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